Notas iniciais
Hey! Dominguera então! Amanhã tudo de novo! Euzinha aqui degustando o restinho do meu domingo escrevendo hehe bora postar e boa leitura!

.. E quando acordei tinham se passado sete anos, agora eu sou uma moça uma jovem de quinze anos, mas meu hábito de ficar na cama mesmo depois de acordada não tinham mudado minha imaginação era meu refugio sempre ficava imaginando como minha vida poderia ser, sem falar que eu adorava me atrasar para o café da manhã para que minha pequena irmã Tâlia subisse as escadas e pula-se encima de mim isso também era um hábito entre nós duas, ela foi me puxando pelas escadas se divertindo como sempre com o meu atraso como uma menininha de três anos tinha tanta força na mão? Ela era linda graças a Deus não puxou pelo pai ela tinha pele clara olhos grandes e negros, como alguns diriam a fruta nunca cai longe do pé ela era uma miniatura de minha mãe sentei-me a mesa com Tâlia do meu lado com o rosto amassado de tanto dormir e com certeza ainda muito sonolenta e no outro lado estava Diana e Emanoella as gêmeas concebidas da escapadinha de minha mãe para o nosso mundo elas nunca queriam brincar com Tâlia pela diferença de idade, acho que elas estavam em outra fase como minha mãe diria, olhei para os lados e não avistei minha mãe e nem Érico agora era assim eu tomada conta das meninas enquanto ela apenas fazia visitas ela estava totalmente dominada por todos e qualquer tipo de pecado que houvesse dentro dela e Érico vivia doente de hospital em hospital as meninas pareciam não sentir falta deles até porque minha mãe não era a mesma vivia... Como vou dizer? Fora da própria consciência, e não tinha nenhum afeto pelas meninas o mais próximo de mãe que elas tinham era eu oque na verdade não melhorava a situação, porque afinal era eu... Sempre pensei que não podia dar uma coisa que não tive e afeto estava entre elas, mas isso foi uma coisa que elas me ensinaram puxa! Elas têm o dom de despertar coisas em você.

– Lea, estou com fome! E não tem nada para comer. (Diana botou a mão na barriga com cara de dor)

– É eu também. (Emanoella sempre confirmava oque Diana dizia deve ser aquelas coisas de gêmeos)

Olhei para Tâlia esperando algum comentário adicional, mas ela estava ocupada escrevendo com o dedo na mesa e o pior estava aparecendo a cor rosa nos traços onde ela passava o dedo olhei para as meninas, mas elas não perceberam estavam ocupadas com sua angustia de fome olhando para mim com seus olhos pidões.

– Mana! Ó um elefanti! (ela me dizia com a linguagem de criança olhei com cara feia)

Coloquei meu indicador encima do seu desenho e ele se desfez ela me olhou com uma carinha triste e fez beicinho oque normalmente funcionava comigo, mas quando se tratava de magia eu não poderia ceder, resolvi ter uma conversa mais reservada.

Tâlia na próxima vez use papel e caneta, sabe que as meninas não podem ver isso.

Ah! Mana chata eu quero a Meira!

Ok mas depois do café da manhã e não adianta ficar brava comigo!

Ela sorriu para mim enquanto eu pegava em seu nariz a mágoa já tinha passado agora eu tinha que rechear suas barrigas se não a coisa iria ficar feia.

– Que tal nós brincarmos de mágica?

Tâlia me olhou com expectativa achando que realmente eu estava falando sério.

Não mesmo mocinha! Nem pense nisso.

Ah! Lá vem o beicinho de novo!

– Ah! Sempre que você acorda tarde quer brincar disso, já cansei dessa brincadeira. (Diana sempre ficava de mau humor quando estava com fome)

– É Também acho! (Emanoella assinando embaixo era de se esperar como sempre)

– Oque? Por favor, vocês têm seis anos! Agora fechem os olhos.

As gêmeas fecharam, Diana continuava com cara de dor mesmo com os olhos fechados e Tâlia estava com os olhos abertos na verdade arregalados ela adorava ver a comida aparecer do nada isso encantava ela, eu não pedi que ela fechasse os seus, olhei para ela e sorri, deixei que minha energia tomasse forma e cor, mas desta vez escolhi outra cor escolhi a cor favorita de Tâlia os olhinhos dela brilhavam enquanto ela via sua cor banhar a mesa como se fosse uma onda do mar rosa, e onde a onda tocava ia aparecendo frutas, pães, requeijão, manteiga, bacon, ovos e tudo oque eu sabia que as meninas gostavam segurei uma energia rosa em minha mão e olhei para minha pequena ela esticou os braços em minha direção freneticamente esforçando os dedos em alcançar a energia apesar da distância em que nos encontrávamos, estendi a mão e ela a pegou olhando e gargalhando.

– Shhhhhhhh Tâlia elas vão abrir os olhos.

Ela fechou a boca como um cofrinho e jogou a chave fora, toquei com meu indicador a bola de energia rosa e se transformou em uma taça com iogurte e pedaços de morango sua boca já não era um cofre, agora ela estava de queixo caído estava admirada olhou pra mim e mostrou todos os dentes da boca ela saiu correndo em direção das gavetas procurando uma colher, mas obviamente ela era pequena demais e não alcançava.

– Abram os olhos.

E assim elas fizeram e se depararam com uma mesa farta quando tiveram a intenção de tocar os alimentos com suas pequenas mão eu as mandei pegar os pratos, copos e uma colher para Tâlia Diana saiu correndo abrindo o balcão catando qualquer prato e copo que pudesse e Emanoella foi sentido a gaveta de talheres e estendeu a Tâlia uma colherzinha calmamente quando ela voltou o olhar aos pratos Diana já havia colocado todos na mesa e já estava se servindo de tudo oque pudesse caber no seu, quando todas terminaram de comer as liberei para brincar elas saíram correndo porta a fora quase não me dando tempo para criar uma pequena ilusão em volta delas, elas sempre brincavam com as crianças do vilarejo sem qualquer perigo do povo saber quem realmente elas eram, incrível como uma mudança de roupas pode resolver muita coisa, elas nem convidaram Tâlia muito menos a esperaram ela ainda não corria rápido o suficiente ela me olhou com os olhos brilhando de lágrimas.

– Oque você acha de visitarmos tia Meira?

Os olhos que antes brilhavam pelas lágrimas agora brilhavam de alegria, ela gostava muito de Meira acho que via nela a Mãe que nós não tínhamos eu não me importava desde que ela substituísse nossa mãe por alguém melhor oque também não era difícil, voltamos para dentro e fui ao meu quarto buscar a casca do coração da floresta, enquanto eu colocava o oraculo em Tâlia ela sorria, ela nem imaginava a tristeza que ele carregava Meira parecia saber que estávamos a caminho quando nos materializamos em sua dimensão ela já estava nos encarando sorrindo Tâlia saiu correndo em sua direção, Meira fez um movimento com sua mão oque levantou minha pequena no ar o vento a levando direto para os braços de Meira Tâlia nem ficou com medo e eu? Eu ganhei um sorriso e nada mais.

Não seja dramática

Não sou Meira, você sabe sou realista.

Sorri para mim mesma sem olhar para elas o sorriso de Meira me bastava é como o ditado “beije meus filhos e adoçará minha boca” isso servia mesmo Tâlia não sendo minha filha e enquanto ao meu treinamento eu já o havia terminado em... Partes, ainda faltava a cerimônia da menina que se tornava mulher da criança que se tornava adulto da infância que se acabava, todo mundo pensa que a uma idade certa para isso, mas na verdade não, cada pessoa tem um relógio interno o momento certo de abandonarmos nossa infância e isso acontece digamos... Do nada bam! E pronto você agora é uma mulher pode ser a qualquer momento, a minha mudança pode ser hoje como pode ser no último dia de quando eu tiver vinte anos e então eu tomarei minha forma de verdade Meira não me deixou claro se isso mudará minha fisionomia também, mas deixou claro que mudará minha alma.

Olhei para o lado e Tâlia estava tentando pegar o pequeno tufão que Meira tinha criado na palma de sua mão fiquei pensando Meira não teve tempo de ter seus filhos ela seria uma ótima mãe bem que ela poderia ser a minha, mas não tive tanta sorte.

Pense pelo lado positivo! Pelo menos você me conheceu...

Sabe acho que não vou mais deixar minha mente aberta para você!

Hum? Onde esta a moça realista agora?

Gargalhamos uma para a outra Tâlia parou e ficou olhando para nós sem entender nada, olhei para uma folha que caía da árvore perto delas e manipulei a folha até a testa da pequena ela ficou estrábica olhando para a folha até que pegou em sua mão e assoprou fazendo a folha caminhar no ar até mim ás vezes eu não conseguia acreditar que ela era uma mestiça como ela poderia ter poder? Somente um ser puro como eu, filha de dois encantados tem magia no sangue como ela uma filha de uma encantada e de um ser humano poderia ter tal poder?

Já lhe expliquei Lea! Ela é... Um milagre é a vontade da Deusa o sangue Verumdecaelo é predominante nela.

Ela é um milagre, mas em minha vida isso sim.

Ela fazia o vazio de meu peito ceder e se eu esquecesse a realidade ela fazia esse maldito vazio sumir, já Diana e Emanoella não tinham poderes eram totalmente humanas não tinham que carregar o peso da magia como diria Meira, o único lugar que era meu por direito era meu mundo Statera somente lá eu não me sentiria deslocada e me sentiria parte de alguma coisa importante, mas agora eu tenho minhas irmãs e humanas ou encantadas elas eram minha responsabilidade já que minha mãe falhara com elas assim como falhou comigo, as gêmeas não poderiam ir para meu mundo eu estava presa aqui no mundo dos seres humanos e não fazia ideia de como começar minha jornada de como fazer minha profecia se cumprir sabe como você sente que vai conseguir sem ao menos tentar? É como se soubesse que você vai ser alguém na sua carreira profissional mesmo sem ter escolhido ainda a profissão acho que não tem uma bússola pra isso.

Onde você está? Sua casa esta vazia!

Você invadiu minha casa Pietro?

É claro que não! Só me certifiquei que não tinha ninguém lá!

Você e seu eufemismo, eu nem sei onde você mora, mas você... Você simplesmente invade minha casa?

Ah! Lea não seja dramática!

Por que todo mundo vive me dizendo isso?

E então! Onde você está? Não estou sentindo você.

Estou com Meira! Tâlia esta brincando com ela.

.. Você nunca me levou ai mesmo eu não sabendo onde esse ai é!

Duas coisas... Você não é um Verumdecaelo e você não virá até que eu saiba onde você mora.

Hum! Vingativa... Essas são perigosas!

Não existe ninguém como eu por ai!

Ainda bem né! Você vai demorar ai?

Olhei para Meira e Tâlia brincando agora estavam fazendo gotículas de água flutuar no ar tentando fazer com que a luz as tocasse para que surgisse um mini arco – íris.

– Pode ir Lea! Eu fico com Tâlia pra mim será ótimo.

Ela realmente seria uma ótima mãe.

– Sim Sim, mas esse não é o único motivo, (antes que eu pudesse terminar de formular a pergunta em minha mente ela já veio com a resposta) – Sua mente não tem descanso, você pensa de mais menina e ler seus pensamentos está se tornando um tédio, é como se eu estivesse me afogando com uma gota.

– Hum... Uma forma nova de me chamar de dramática muito criativa, eu volto mais tarde para buscar Tâlia.

– Não se esqueça de quem eu sou, aprendiz.

– Você já me ensinou tudo! (abaixei minha cabeça) mas sempre respeitarei minha antecessora.

– Assim esta melhor vá e faça algo que valha a pena ler em sua mente.

Fui até minha pequena e me aproximei para lhe dar um beijo, olhei para baixo e ela já estava inclinando o rosto em direção dos meus lábios depois me puxou, agora era a vez dela me beijar.

– Mais tarde a mana vem te buscar se comporte e obedeça a Meira.

– Aham Sim! Traz um doce pra mim?

– Sim!

Eu adoro a voz dela e a fala de criança que parece tão dela.

.. Vai me deixar falando sozinho?

Ah! Sim Pietro já estou indo!

Sim? Quer dizer que vai me deixar falando sozinho?

Alguém tinha que falar para Pietro que suas piadas não tinham graça e suspeito que essa pessoa tinha de ser eu, olhei para Meira e sorri.

– Você quer que eu lhe ajude a viajar? (me lançou um olhar desafiador)

Enquanto eu a olhava e desaparecia de seu mundo disse.

– Você esta meio nostálgica hoje! (me desmaterializei)

Quando a luz cessou fiquei cega temporariamente e quando meus olhos finalmente se adaptaram ao ambiente, Pietro estava a uns três centímetros de distância do meu rosto com seus olhos me encarando eu acho que vendo se realmente eu tinha retornado não me dei ao trabalho de olha-lo nos olhos direcionei meus olhos para o minúsculo corpo que estava ao meu lado o de minha irmã eu sabia onde ela realmente estava, mas ver seu corpo inerte me passava um certo receio, um vento gelado soprava em meu coração.

– E Tâlia? Vai ficar?

– Sim depois vou busca-la.

– Hum! E oque vai ser hoje? Bem que nós poderíamos sair dessa vila um pouco oque você acha?

Eu literalmente não era mais uma encarcerada pelo menos não no tempo eu quebrava os feitiços de minha mãe facilmente, como se a pequena Tâlia os tivesse feito eu ia para onde queria e ficava onde gostava assim como Pietro me disse a primeira vez que o vi, finalmente eu de certo modo sou livre o feitiço temporal que me prendia em uma cúpula em Budesti não passa agora de uma perda de tempo, sem falar que na verdade vivi minha vida toda em Nova York com umas visitas em Nova Orleans o carnaval de lá é... Simplesmente maravilhoso e provavelmente era para Nova York que Pietro estava pensando em ir, não leio muito sua mente não como antes, mas apenas por dois motivos o primeiro é o acordo entre Pietro e eu ele acha isso invasão de privacidade e o segundo é que é meio vazio lá dentro logo não estou perdendo muita coisa.

– Sim vou abrir uma porta na cúpula vamos tomar um milk-shake, caminhar pelas ruas ou sei lá depois nós decidimos.

– É realmente você me conhece ou... Ou se atreveu entrar em minha mente? (ele apertou seus olhos e erguia seu indicador para o céu desconfiando de mim como naturalmente).

– Te conheço né! E vamos indo sabe que Black Hort. Não gosta de você. (revirei os olhos enquanto dizia para que ficasse bem claro a estupidez que ele acabara de me perguntar)

– É eu sei... (ele começou a ter cautela olhando para todos os lados como se a qualquer momento algum galho ou raiz pudesse tentar machuca-lo)

Pietro foi à frente abrindo caminho ou tentando sair da floresta o mais rápido possível enquanto eu o seguia, sem sentir comecei a observa-lo ele esta ficando alto, seus cabelos loiros tinham ficado um pouco mais escuros como se agora fosse um dourado, mas seus olhos continuavam claros e penetrantes como o dia em que ele conseguiu me assustar na floresta nessa mesma floresta em que estamos agora, seus ombros estão mais largos e seu maxilar esta quadrado enrijecido como o de um homem, mas Pietro ainda tinha feições de menino nele essa combinação estranha deu certo.

– Para que lado agora?

Quase trombei nele, ele parou subitamente me arrancando de meus pensamentos fiquei sem jeito como se ele pudesse ver oque eu estava pensando como se de alguma forma meus pensamentos estivessem me delatando, mas também oque tem de mal? Conhecemo-nos quando crianças é normal que eu repare nas mudanças que ocorrem... Não é? Aposto que ele faz o mesmo em relação a mim! Será?

– Esquerda... Esquerda Pietro! (acabei gritando nervosamente)

Será que ele percebeu? Se eu tiver sorte no máximo ele vai achar que estou louca, ele me encarou por um segundo e continuou a caminhar até sua voz estava mudando agora tinha um tom aveludado, ele já tinha passado do estágio de ficar com a voz falha eu sei bem por que fiz questão de pegar no pé dele o tempo todo eu tinha inventado acho que uns cinquenta apelidos para ele, que iam de microfone velho á código Morse não que ele não fosse bonito quando criança, mas olhando agora parecia bastante á história do patinho feio sem falar os segredos que envolviam Pietro ele ainda não podia me contar oque ele era realmente se eu pudesse dar um palpite eu diria que... Não esquece não pode ser eu não tenho ideia do que ele é muito menos, me explicou a mudança de aparência quando minha mãe nos pegou na floresta, mas ele sabe muitas coisas do meu mundo coisas que no começo eu não sabia eu encontrei Meira através dele, mas ele também não é um bruxo ele mesmo me disse isso e se oque ele é for um empecilho para nossa amizade? Eu sinto o poder dele crescendo e isso só é comum em encantados, porém não adianta eu ficar pensando nisso é uma perda de tempo sei que existe muitas coisas entre o céu e a terra e á muitas possibilidades para classificar Pietro.

– Pronto chegamos! Agora faça sua magia!

– Será que dói pedir educadamente? (cruzei os braços em desaprovação)

– Sabe, não sei como aguento esse seu humor sinceramente.

– Cada um tem de mim oque merece ou oque cativa! (mostrei a língua)

– Tá, Aristóteles vamos logo!

– Irritante

– Dramática

Pietro poderia ter mudado por fora, mas por dentro continuava aquele garoto mala de sempre, fui caminhando e sentindo a energia vendo onde ela era mais fraca eu estava com pressa também queria novos ares, a energia ás vezes se parece com um tecido que rasga onde não foi bem costurado e então procurei esse fragmento e não demorei muito para achar pensei em creatio vocalis que eu mesma criei um dos dons de ser a bruxa da profecia de Meira, só bruxos poderosos conseguem criar um creatio vocalis e normalmente esses bruxos eram de minha família não que fosse uma regra, mas eu queria mais um desafio não vou usar a fala não vou pronunciar o conjuro como Meira sempre me diz quando você acha uma oportunidade de treinar á aproveite, o dom só se desenvolve através do exercício e então que assim seja.

Somente quem voa

Sabe por que os pássaros cantam

Não a gaiolas ou paredes que impeçam

Meu bater de asas e não a lugar ou espaço

Que eu não possa ir...

Repeti e repeti novamente se Meira estivesse aqui ela diria para eu pronunciar em Latim porque é uma língua poderosa e blá blá blá, mas sabe aquele toque final só seu? Pois é esse é o meu acho que eu mentalizando no meu próprio idioma fica mais familiar quando parei de pensar no creatio vocalis começou a ficar nítida a energia que envolvia a casa um globo verde transparente que cobria cada centímetro, olhei para frente e o globo começou a criar uma fissura expondo o mundo real desfragmentando o feitiço de minha mãe a fissura ficou maior já era espaço o suficiente para que nós pudéssemos atravessar quando o fizemos olhei para trás a passagem ainda estava aberta levantei minhas mãos e as movimentei como uma porta fechando minhas mãos estava em uma grande distância, vagarosamente fui as aproximando conforme eu as movimentava a passagem ia se fechando.

– Por que já não deixa a passagem aberta para quando regressarmos?

– Por que não posso arriscar, não posso permitir que alguém entre por engano quer que mais alguém viva naquele inferno? Acho que não!

Notas finais
É... Isso ai cap de hoje! espero que gostem Kisses e até! :D
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.