Notas iniciais
Por enquanto estou fazendo a história para vocês poderem entender suas origens por isso o tempo está passando muito rápido.

Capítulo 3

Passaram-se os 5 meses e já está na hora de Castiel voltar, ele ainda não sabe da gravidez de Helena e a mesma não sabe o dia exato de sua chegada.

– Esse mês Castiel chega, não sei como vou encará-lo quando descobrir dessa gravidez e também não vejo a hora desse beber nascer. Estou com tantas dores, não paro de ter ânsia de vomito deve ser culpa da ansiedade e agora que já estou com 8 meses ele pode nascer a qualquer momento.

A porta bate e em seguida se abre.

– Enfim cheguei em casa, ela é tão estranha para mim depois de tanto tempo sem vê-la

– Pois é, queria morar lá com você amor.

– Quem sabe não vamos, nossa família iria adorar lá.

– Poderia levar mamãe e papai também?

– Não seria uma boa idéia.

– Filho que bom que chegou, estava morrendo de saudades.

Nesse instante Helena ouve a conversa e se tranca no quarto

– Mãe cadê Helena?

– Não sei, deve estar lá em cima, não quer comer algo antes de subir?

– Já volto.

Castiel sobe as escadas e vai em direção ao seu quarto mais o de Helena. Quando chega bate na porta e não recebe resposta.

– Helena, você está ai ?

Por favor, abra a porta, vamos conversar.

Não faça isso.

Como Helena não responde ele desce as escadas ao encontro de sua mãe e de sua outra mulher.

– Do que está rindo Clarice ?

– Nada, já falou com Helena?

– Não, ela está trancada no quarto e não quer abrir. Porque está tão interessada?

– Só perguntei.

– Eu ainda não te perguntei, ela disse que a carta foi devolvida porque você devolveu sem me consultar?

– Não devolvi, deixei em cima da mesa como havia dito. Deve ter sido alguém daquela casa.

Castiel vai até ao porão e pega uma chave-cadeado, então sobe e abre a porta do quarto onde Helena se encontra.

– Agora você não pode fugir de mim

– Como entrou aqui? – Olha assustada para Castiel

– Peguei a chave mestre, o que houve com a sua barriga?

Helena você está grávida?

– Sim, estou!

– Porque diabos não me contou nada?

– Eu ia contar, porém você não me deu tempo e, por favor, não grite comigo pois a única culpada aqui é a sua 2° mulherzinha.

Contei tudo naquela carta, mas você não teve o trabalho de se preocupar, eu que deveria estar nervosa, você não sabe o que eu passei nesses meses enquanto estava aproveitando na Índia.

– Deveria ter me contado nos telefonemas pelo menos ou no dia em que fomos conversar e você saiu.

– Não me deixe mais nervosa, por favor – diz Helena pálida e deita em sua cama

– Eu posso ficar nervoso não é? Estou muito decepcionado com você.

– Eu quem estou decepcionada com você. – Levanta de sua cama e encara Castiel.

– Ah, você esconde uma gravidez de mim e está decepcionada comigo.

– Oras, eu não escondi nada de ninguém foi você que quis assim e outra se tivesse me escutado ou pelo menos se importado com a carta que lhe mandei não teríamos nenhum problema.

– Você não tinha o direito Helena, eu nunca fiquei tão desapontado com você.

– Eu não tenho culpa de nada. – Vai em direção a sua estante e pega um vaso de porcelana joga com força em direção a parede.

– Vá embora daqui agora Castiel.

– Não precisa me mandar para lugar nenhum eu vou por livre espontânea vontade até porque já basta tanta decepção que você me causou.

Castiel sai do quarto com raiva e bate a porta.

Helena começa a sentir falta de ar e se deita no chão.

Castiel desce as escadas com raiva e vai direto para o jardim que até então é o lugar favorito de sua casa, chegando lá senta em um dos bancos e começa a pensar sobre o ocorrido.

“ Como ela pode ter me enganado esse tempo todo, por que ela não me contou todas as malditas vezes que eu telefonei para ela. Eu tenho o direito de saber, mesmo estando distante. ’’

Helena ainda caída no chão começa a gritar por um pedido de ajuda, Abadia que é empregada da casa ouve seu desespero e vai até seu encontro.

– Senhora tudo bem ?

– a-a-abadia me ajude, estou com falta de ar.

– Vou chamar ajuda.

Sai correndo pela casa gritando os empregados, então eles sobem ao encontro de Helena, chegando lá percebem que a sua bolsa estourou e que ela se encontra desmaiada no chão. Eles a pegam no colo e descem desesperadamente.

– Vou chamar Castiel — Diz Abadia.

Então sai perguntando pela casa e gritando seu nome.

– Porque diabos tem alguém me gritando? – Se levanta e vai ao encontro de Abadia.

O que é ?

– O bebê de Helena está nascendo.

– Vamos levá-la ao hospital.

Chegando no hospital Helena é encaminhada para o consultório onde é medicada e consegue acordar, Castiel está ao seu lado.

– Onde estou ?

– No médico se preparando para o parto.

O médico chega.

– O senhor não vai poder acompanhar o parto, por ser um procedimento com bastante cautela.

Então pega a maca de Helena e se encaminha para o centro cirúrgico.

– Por favor, eu quero meu marido. Castiel por favor não me deixe aqui. – Grita Helena.

O procedimento acontece e Helena tem que tomar algumas injeções a mais para se acalmar, como é um parto normal ela precisa se manter acordada então a cada minuto que passa Helena fica mais tensa ainda.

Depois de quase concluir o parto Helena começa a ter um ataque epiléptico.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.