Notas iniciais
E ai pessoal, beleza? tenho dois pedidos pra vocês:
1 - O que acham do Asura? Acham que poderia ser um outro nome? Ou o nome de nossa nova personagem, qual deveria ser? Vou deixar vocês escolherem por meio de uma votação.
2 - DEEM REVIEWS E TAMBÉM DIVULGUEM PARA AMIGOS.

Antes mesmo do amanhecer ele estava de pé. A janela estava fechada, sentado em sua cama, segurava um chapéu. Naquela mesma noite, recebera mensagens de Victoria. Se ela estava inclusa na guerra, e fora mandada para que falasse com Asura, queria dizer alguma coisa. Queria dizer que os Demônios estavam decididos a usar toda a sua força para tomar o poder dos Anjos. Isso era maluquice, sempre achou que cada um devia ficar em seu lugar. Apesar de tudo, não era Ganancioso. Levantou, vestindo uma camiseta qualquer, e colocando seu chapéu, saindo do local.

Sempre que andava pela as ruas, via os olhares tortos dos Humanos. Achavam-se tão superiores. Principalmente aqueles religiosos. Hã, os Religiosos. Brigavam por causa de Deus, sendo que todas as religiões eram aceitas por ele. Hereges? Admirava todos. Eram os únicos seres que tinham coragem de expressar o que sentiam, mesmo que sua morte fosse certa, caso fizessem isso. Existia uma Elite dos Anjos – Humanos que serviam como representantes dos Anjos entre os humanos. Eram os piores religiosos, fanáticos. Não existe religião com fanatismo.

- Me desculpe senhor. – Pode ouvir uma voz feminina. Moveu a cabeça para o lado vendo uma Jovem moça. Os cabelos eram longos e negros, ela tinha uma pele branca, como neve. Seus olhos eram negros também.

- Sim? – Disse Asura, frio. Na mesma hora, sentiu o desespero da Jovem. Mesmo com toda aquela beleza, ela emitia um olhar desesperado. Gesticulava bastante, enquanto falava.

- Por favor, eu lhe imploro, Ajude-me a escapar da Elite dos Anjos. Todos os Homens a temem ser mortos. – Dizia ela, ajoelhando-se, como se pedisse um pouco de piedade. Asura a levantou rapidamente, perguntando-a.

- O que você fez? – Arqueou uma das sobrancelhas.

- A elite me acusa de ter roubado dinheiro da Igreja deles. Não seria capaz de fazer isso, mesmo não sendo religiosa. Sou uma mulher honesta, de família. – Dizia ela, e Asura podia ainda notar seu desespero. Então asura suspirou.

- Toda a Elite dos Anjos é Hipócrita. Roubam dinheiro do povo, prometendo-lhes o Paraíso, porém, caso se deixe de fazer algo, são queimados vivos, mortos. – Foi até próximo ao ouvido da moça e continuou – Eles não são representantes dos Anjos, nem mesmo de Deus moça. Acredite: Você é uma das poucas mulheres direitas desse país. Grandes partes são vadias, prostitutas. Acredito em suas palavras – Disse afastando-se da mulher um pouco e terminando.

- Não vai mais te perturbar. Você só precisa contestar seus direitos – Disse ele fazendo um sinal com a mão, pedindo para que ela ficasse quieta por enquanto – Deixe de pagar eles. – Ela o olhou como se ele fosse louco.

- Eu posso morrer. – Disse ela, afastando-se um pouco dele.

- Não irá. A tempos que não faço isso, mas terei. Venha comigo – Disse ele, segurando seu braço com força, puxando-a dali, entrando em um local vazio por ali.

- Você quer contestar seus Direitos? Quer ser uma mulher livre, podendo matar esses malditos, que dizem ser uma elite divina? Não lhe obrigarei a nada, tanto faz se sim ou não. – Asura dizia delicadamente. Pode notar enfim o brilho de seus olhos, excitação de poder fazer o que ela queria.

- Sim. – Respondeu ela, pouco tempo depois.

- Tem certeza? Não tem como voltar atrás. – Disse Asura novamente.

- Sim tenho, quero ser uma Mulher que possa expressar meus direitos. Combater essa Elite dos Anjos, que só fazem mal a nosso mundo. – Ela Parecia em transe, enquanto falava. Asura suspirou, tirando seu chapéu, revelando sua face a mulher, enquanto estendia os braços.

- Basta me abraçar. – Falou ainda. De braços estendidos. Ela se aproximou e abraçou seu corpo gelado. Ele a abraçou também e falou em seu ouvido.

- Isso vai doer um pouco. Perdão. – Disse, e logo depois, o silencio dominou o local. Segundos depois, pode se ouvir um Grito feminino agudo, a distancia dali.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.