Entre o Bem e o Mal – O prisioneiro de Azkaban
5 Capitulo - 5
Notas iniciais
Sophia on
Lupin arqueou a sobrancelha e entrou na sala.
Logo vi um armário que logo sacudiu,Vi alguns alunos pulando para trás então Lupin disse:
–Não se preocupem,Tem um bicho-papão ai dentro.
Arqueei as sobrancelha, então ouvi Lupin perguntar:
–Alguém sabe o que é um Bicho-papão?
Vi Camilly levantar a mão
–Senhorita Carter?
–Um transformista ,é capaz de assumir a forma que nos assuntar mais .-Ouvi ela dizer
–Muito bem,10 pontos para a Grifinoria.-Muito bem, o bicho-papão está ai dentro no escuro ele ainda não sabe a forma que pode nos assustar.Mais quando ele sair ele vai se transformar na forma que mais tememos.Isso significa que temos mais vantagem sobre o bicho-papão...Você sabe qual é,Harry?
–Humm...Porque somos muitos,e ele não vai saber que forma tomar.-Disse Harry
–Presisamente.-Existe um feitiço que pode repelir o bicho papão,mais primeiro vamos repetir esse feitiço se a varinha,repitam comigo... Riddikulus.-Disse Lupin
–Riddikulus- Repetiu a turma
— Ótimo — aprovou o Profº. Lupin. — Muito bem. Mas receio que esta seja a parte mais fácil. Sabem, a palavra sozinha não basta. E é aqui que você vai entrar Neville.-Me diga qual a coisa que você mais teme?
Os lábios de Neville se mexeram mais não fizeram som algum.
–Desculpe, Neville mais não ouvi o que você disse.-Disse Lupin
–O professor Snape.-Disse mais alto
Quase todos da Turma riram, porém o professor Lupin Ficou pensativo.
— Sim... Moro — disse Neville, nervoso. — Mas também não quero que o bicho-papão se transforme na minha avó.
— Não, não, você não entendeu — disse o professor, agora rindo. — Será que você podia nos descrever que tipo de roupas a sua avó normalmente usa?
Neville fez cara de espanto, mas disse:
— Bem... Sempre o mesmo chapéu. Um bem alto com um urubu empalhado na ponta. E um vestido comprido... Verde, normalmente... E às vezes uma raposa.
— E uma bolsa?
— Vermelha e bem grande.
— Certo então — disse o professor — Você é capaz de imaginar essas roupas com clareza, Neville? Você consegue vê-las mentalmente?
— Consigo — respondeu Neville, hesitante, obviamente imaginando o que viria a seguir.
— Quando o bicho-papão irromper daquele guarda-roupa, Neville, e vir você, ele vai assumir a forma do Profº. Snape. E você vai erguer a varinha... Assim... E gritar "Riddikulus”.-E Neville assentiu.
— Todos prontos? — perguntou o Profº. Lupin.
–Neville, vamos recuar assim você fica com mais espaço. Quando eu contar três, Neville — avisou Lupin, que apontava a própria varinha para o puxador do armário. -Um... Dois... Três... Agora!
Faíscas saíram da varinha do professor e bateram no puxador de armário.
Então o professor Snape saiu do armário com olhos faiscando e olhando para Neville então ouvi Neville dizer:
–Ri...Ri...Riddikulus- Disse Neville
Ouviu-se um estalo,então o professor usava um vestido longo, enfeitado de rendas e um imenso chapéu de bruxo com um urubu carcomido de traças no alto, e sacudia uma enorme bolsa vermelho-vivo.
Houve-se uma explosão de risos.
— Parvati! Avante!
Parvati adiantou-se, com ar decidido. Snape avançou para ela.
Ouviu-se outro estalo e onde o bicho-papão estivera havia agora uma múmia com as bandagens sujas de sangue; seu rosto tampado estava virado para Parvati e a múmia começou a andar para a garota muito lentamente, arrastando os pés, erguendo os braços duros...
— Riddikulus!— exclamou Parvati.
Uma bandagem se soltou aos pés da múmia; ela se enredou, caiu de cara no chão e sua cabeça rolou para longe do corpo.
— Simas — bradou o professor.
Simas passou disparado por Parvati.
Craque! Onde estivera a múmia surgiu uma mulher de cabelos negros que iam até o chão e um rosto esverdeado e esquelético — um espírito agourento.
Ela escancarou a boca e um som espectral encheu a sala, um grito longo e choroso que fez os cabelos de Harry ficarem em pé.
— Riddikulus! — bradou Simas.
O espírito agourento emitiu um som rascante, apertou a garganta com as mãos; sua voz sumiu.
–Harry!-Disse o professor
Então Harry andou até a frente do armário e então o bicho-papão se transformou em um dementador então Harry disse:
–Ri...Ri...Riddi.
–Riddikulus -Disse Remo- Estão dispensados.
Camilly on
O dia passou rápido e logo chegou o jantar logo após o jantar fui para minha detenção com o Snape,ele me mandou rotular as porções depois eu fui dispensada.Quando voltei para o salão comunal não avia mais ninguém então subi para o meu quarto onde estavam todas dormindo,então dormi.E começavam a se formar imagens:
Eu estava em um quarto frio e úmido estava sentada no chão ,me levantei e analisei detalhadamente o quarto, as paredes tinham tijolos amostra, o piso era formado de madeira tinha uma cômoda de madeira negra e um guarda-roupa da mesma cor,tinha uma cama com um edredom vermelho e bem ao lado da cama tinha um baú trancado com um cadeado.Então virei a cabeça e avistei uma porta andei até ela e abri cuidadosamente .Quando abri avistei um corredor e no final dele tinha uma grande porta ,andei até a grande porta vi que estava trancada ,então passei a mão no cadeado e ele abriu então uma forte luz surgiu na porta e magicamente ela se abriu então vi uma grande sala, as paredes tinham crânios negros e no centro da sala tinha uma grande estrela.Andei até o centro do salão e fiquei no meio da estrela então uma luz negra começou a sair da estrela e sombras muitas sombras começaram a me rodear e cada vez mais rápido e mais rápido até que senti o sangue escorrendo em meu rosto e meus braços me ajoelhei de fraqueza.Então vi uma sobra parada na minha frente e então me deu um golpe no peito.
Acordei gritando e suando frio, estava ofegante,estava assustada.
Vi que não tinha ninguém no quarto andei depressa ate o banheiro e tomei um banho demorado, penteei o meu cabelo,Vesti meu uniforme e sai do quarto avistei Harry,Rony,Hermione e Sophia me sentei em uma poltrona não muito distante de onde eles estavam Sentados então Harry perguntou:
–Você está bem?-Perguntou
Eu sabia que não estava bem mais mesmo assim disse:
–Sim, estou bem.
Então sai para o salão principal me sentei mais longe de todos e abaixei a minha cabeça então ouvi uma voz atrás de mim:
–Srta.Carter porque esta de cabeça baixa?
–Ah... oi Cedrico- eu disse levantando a minha cabeça
–Porque você está assim?-Perguntou ele
–Eu estou bem.
–Camilly...
–É serio eu estou bem
–Não você não está bem,dá pra ver nos seus olhos.-Pode me contar?
–Estou bem
–Quando quiser me conte...Mais só quero que saiba que eu te amo.-Disse me dando um selinho
Já estava na hora de ir a aula me levantei e fui para minha primeira aula do dia...
Passaram-se algumas aulas até que chegou a hora do almoço mais antes fui ate o salão comunal e peguei a minha varinha que acabei esquecendo. Enquanto estava no quarto senti meu colar esquentar ,mais não liguei muito para isso, quando sai do salão comunal eu vi várias sombras em torno de mim corri o Maximo de pude até cair por cansaço meu colar estava cada vez mais quente então olhei para pedra que estava no centro do colar ela era azul mais quando vi estava negra então imagens se formaram na pedra:
Uma mulher estava andando em um corredor cinza e varias sombras a rodeavam e essas sobras se prepararam e em uma tacada só atingiram o corpo da mulher que foi ao chão.
Eu estava sentido a dor daquela mulher no meu rosto eu tinha cortes profundo,s então eu me levantei e corri para o salão principal,chegando na porta do salão principal eu parei de correr e comecei a andar e fui andando até a minha visão escurecer e eu fui perdendo a resistência e cai inconciente.
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