Entre dois Mundos.

15 Uma visita surpresa.


Notas iniciais
Oi galera! Desculpem a demora. Eu não queria ter demorado tanto, mas eu me "embolei" durante as semanas. Começou o período de chuva de provas e trabalhos na minha escola e devido a isso eu demorei pra postar e vou ter que ficar um tempo sem aparecer por aqui. Não pensem que eu vou abandonar a fic pq eu não vou beleza? Eu só vou ficar um tempo longe de Entre dois Mundos e da minha outra fic. Enfim, eu quero agradecer ao comentário da minha florzinha Anayza e da linda da Talita Noemir. Obrigado girls. Bem, desculpem os erros de português e tenham uma boa leitura.

Na casa da prefeita.

Enquanto todos comemoravam a volta de Regina, Thor estava sentado em um banco no jardim da morena. Depois da cena que presenciou resolveu se afastar. Sempre que acontecia algo assim ele gostava de ficar sozinho e pensar. O deus estava tão distraído, olhando o céu azul, que nem percebeu Regina se aproximando.

—Pensando no que? –ela disse indo na sua direção.

—Nem te vi ai. –ele disse olhando a morena.

—Percebi. Estava distraído. –ela disse se sentando ao lado dele.

—Como você mesma disse, estava pensando. E você? O que faz aqui?

—Sem contar o fato de que a casa é minha...

—Desculpa.

—Eu te vi saindo as escondidas e resolvi ver o que é. Então?

—Nada de mais, pode voltar pro ladrão.

—Então é isso. Ciúmes? –ela falou sorrindo.

—Eu não tenho isso.

—To vendo. Estávamos só conversando.

—Pelo que eu sei, pra se conversar não precisa usar as mãos.

—Ciumento! Ele só limpou a onde eu me sujei com o bolo.

—Você não poderia limpar sozinha?

—Thor! Não precisa de tudo isso.

—Desculpa Regina, mas é como conversamos ontem. Eu sei que você ainda sente algo por ele, essas coisas não acabam do dia pra noite. Eu falei pra você que te entendo a respeito disso e entendo só que... –ele respira profundamente.

—Thor eu não vou te fazer de palhaço. Eu ainda sinto sim algo pelo Robin, não vou mentir sobre isso, mas não é com ele que eu estou, é com você.

Os dois se beijam.

—Não sabe como estou feliz por isso. –ele disse sorrindo.

—Na verdade, acho que eu sei.

—Vem, você esta tendo uma festa de boas vindas, acho que é feio ficar de fora.

No Haras.

—Henry vá devagar. –disse Sif.

—Eu estou indo.

—Não você esta correndo e vai acabar caindo. –continuou a Lady.

—Não o Spirit esta correndo. Como eu o faço parar?

—Puxa as rédeas dele!

—Não ta funcionado! Eu vou morrer!

—Henry fica calmo. Agente vai te ajudar. Fandral monte em um cavalo e tente segurar as rédeas do Spirit. –disse Sif.

—É pra já.

—Vá depressa daqui a pouco o cavalo vai estar longe.

O espadachim monta no cavalo e sai em disparada. Com um pouco de esforço ele alcança o cavalo de Henry e para de frente pra o quadrúpede, que fica sobre as duas patas fazendo com que Henry quase caísse.

—Obrigado Fandral. –ele disse assustado.

—Não tem por onde. Olha nunca corra tanto assim ok? Ainda mais que você é iniciante. Quando isso acontecer tente ir desacelerando o ritmo aos poucos pra você poder puxar as rédeas e o fazer parar.

—Ok.

—Vai volta montado no cavalo. Só que devagar.

Os dois voltam pra perto de Sif, Volstagg e Hogun.

Na casa da prefeita.

A comemoração já havia acabado e só tinha restado na casa Regina, Thor, Emma, Mary e David. A morena e a loira estavam arrumando a cozinha enquanto Mary, David e Thor conversavam na sala.

Na cozinha.

—E então?

—E então o que? –perguntou Regina.

—O que você foi fazer com o Thor lá no jardim? Eu vi a hora que ele saiu e que você foi atrás dele.

—Estávamos conversando.

—E tinha que ser lá no jardim? Por que não foi no meio de todo mundo?

—Por que é um assunto que só diz respeito a nos dois.

—Que assunto?

—Você é curiosa não é?

—Um pouco. Conta vai!

—Olha eu vou te falar de uma vez por que daqui a pouco toda Storybrooke vai ficar sabendo. Eu e o Thor estamos juntos.

—Oh meu Deus! Até que enfim. Eu te disse que vocês iam ficar juntos.

—Só basta saber até quando.

—Como assim?

—Ele tem que volta pra Asgard lembra?

—Verdade. Como é que vocês vão ficar?

—Não sabemos ainda.

—Estão deixando acontecer?

—Uhum.

—No final tudo vai se encaixar e terminar bem.

—Você é mesmo filha da Branca de Neve.

A loira ri.

—Pronto esta tudo arrumado. Agora é só tomar um banho e trocar de roupa. –ela disse tirando o avental.

—Vai sair?

—Eu tenho que trabalhar. Tenho que cuidar de Storybrooke.

—Mas Regina você acabou de sair do hospital.

—E daí?

—Você deveria ficar pelo menos um dia em casa.

—O doutor Whale não disse nada, nesse caso estou liberada. –a morena disse saindo e indo rumo às escadas.

—Vamos? –perguntou Emma chegando perto dos pais.

—Vamos, o Neal esta com a Granny a muito tempo não quero abusar da boa vontade dela. –disse Branca.

—Tchau Thor.

—Tchau David.

—Até mais Thor. –disseram Branca e Emma.

—Até.

—Aliás, desejo boa sorte pra você e pra Regina. –disse Emma um pouco baixo.

—Obrigado.

Os três saíram da casa.

—Regina! –chama o deus. _A onde ela esta?

O loiro escuta um barulho vindo do quarto. Thor sobe as escadas e entra no quarto da morena. Chagando lá ele se depara com as roupas que Regina estava usando dobradas em cima da cama em seguida escuta um barulho vindo do banheiro.

Alguns minutos se passam.

Regina sai termina seu banho e entra no quarto enrolada em uma toalha. A morena abre seu guarda-roupa olha todas as suas peças e separa um vestido azul um pouco acima dos joelhos, um cinto preto com uma correntinha dourada e um salto preto. Quando Regina estava prestes a arrancar sua toalha e se vestir ela escuta uma voz masculina.

—Tem certeza que quer fazer isso na minha presença? -disse o deus só de calça.

—Thor! –ela disse assustada- O que você esta fazendo aqui?

—Estava te observando.

—Só de toalha?

—É uma bela visão.

—Você também não deixa a desejar não é? –ela disse reparando no tanquinho do loiro.

—Pra que esta escolhendo roupas? –ele disse se aproximando.

—Tenho que ir pra prefeitura e acho que não vai ser legal eu sair por ai só de toalha. –ela disse fechando seu guarda-roupa.

—Tem mesmo que ir pra lá? –ele disse abraçando-a por trás.

—Tenho, por quê? –ela perguntou com um sorriso maldoso

—Tinha planos melhores. –ele disse com um olhar malicioso.

—Uma dica. –ela pediu ficando de frente para ele.

—Uma dica? Vou lhe dar quatro. Eu, você, quatro paredes e essa cama.

A morena se distanciou e se dirigiu até a porta. Fechou-a, passou a chave, olhou pro deus e o chamou com o dedo indicador. Thor se aproximou e a imprensou contra a parede.

—Me mostre seus planos.

O deus não esperou um minuto a mais e beijou a morena com voracidade.

O deus pegou Regina no colo e a levou pra cama depositando-a levemente sobre o lençol macio. Thor beijou a morena e distribuiu beijos em seu pescoço, seu ombro até chegar ao inicio da ponta da toalha. Com os dentes ele puxou a ponta da toalha fazendo com que o corpo delineado de Regina fica-se totalmente exposto. O loiro se encantou ainda mais.

Regina, usando a ponta dos pés com maestria, tirou a calça de Thor e em seguida sua cueca e a partir dali as coisas se intensificaram; eles deram inicio a um jogo de sedução e prazer. As roupas em um canto, a sanidade em outro e no meio de tudo isso duas pessoas compartilhando um só sentimento, o amor. E eles ficaram por lá, entre giros, posições especiais, sussurros, orgasmos, gemidos, prazer e juras de amor.

No Haras.

11h05min.

Os cinco (Sif, Fandral, Volstagg, Hogun e Henry) estavam treinando quando de repente Volstagg para.

—Volstagg? Por que parou? –perguntou Hogun.

—Não dá, Não dá!

—O que não dá? –perguntou Fandral.

—Eu estou com fome não posso continuar se estiver assim.

—Então vai no Granny’s comprar alguma coisa. –disse Sif.

—Eu até iria só que é muito longe. Você não iria pra mim Sif?

—É você que esta com fome.

—Na verdade eu também estou com um pouquinho de fome. –disse Fandral.

—É, eu também. –falou Henry.

—E eu. Estamos aqui desde ás nove da manhã sem comer nada. -disse Hogun.

—Sério que vão me fazer ir lá?

—Por favor, Sif? –pediu Volstagg.

—Ok. Eu vou. É bom que eu respiro um pouco.

A lady subiu em um cavalo e saiu.

No Granny’s.

—O que vai querer Sif? –perguntou Ruby.

—Cinco de qualquer coisa comestível.

—Nesse caso, vou preparar cinco das nossas melhores massas

—Ok.

A lady se sentou em uma mesa enquanto aguardava as massas.

—Será que isso vai demorar?

—Leva um certo tempo. –disse Robin aparecendo atrás da lady.

—Robin! Que susto.

—Desculpa. Não queria te assustar.

—O que você quer? Por que você esta aqui?

—Bem, eu moro aqui. Agora a pergunta é por que você esta agindo assim comigo? Nem se quer me cumprimentou na casa da Regina.

—Pensei que tinha feito isso.

—Não, você não fez e Roland também reparou nisso.

—Nesse caso desculpe-me. –ela disse seca.

—Oque esta acontecendo? Você não é assim.

—Assim como?

—Assim... Seca, não fala direito comigo. Não parece a mesma Sif que eu levei na sorveteria.

—Acredite é a mesma Sif daquele dia.

—O seu comportamento tem uma explicação e você vai me dizer qual é.

—Por que faria isso?

—Por que você quer. Da pra ver nos seus olhos que você quer falar algo pra mim, mas não tem coragem.

—Eu não tenho coragem? –ela riu com deboche- Sou a melhor guerreira do meu reino, já lutei contra monstros, gigantes de aço, contra tudo que você imaginar, pra mim isso é ter mais que coragem.

—Você pode ter coragem pra luta, mas não tem pra expressar seus sentimentos, nem pra dizer o que pensa.

—Olha...

—Estou errado?

—Quer que eu ti diga por que estou te tratando assim?

—Seria ótimo se fizesse isso.

—Por que você não enxerga o óbvio e graças a isso acabou me machucou. –ela disse e saiu andando.

—Seja mais clara! –ele gritou mais a morena já estava longe.

—Ué? Cadê a Sif? –perguntou Ruby segurando umas embalagens

—É pra ela?

—Sim.

—Pode deixar que eu entrego. Aqui esta. –ele disse pagando a conta e pegando as embalagens. _Obrigado Ruby. –ele disse saindo da loja.

—De nada?

Na casa dos Charmings.

—Ei meu amor! Você gostou de ficar com a Granny hoje? –perguntou Branca.

Neal estava só a brincar com os dedos de sua mãe.

—Acho que estamos abusando de mais da boa vontade dela. Daqui a pouco ele enjoa de ficar com você. –ela disse observando o menino.

—Pensando bem, ninguém consegue enjoar de você né meu filho? –ela disse com voz infantil.

Neal boceja.

—Acho que alguém esta com sono. Vem, vamos dormir.

Branca levou Neal até o berço perto da janela.

—Pronto, pronto.

Branca balança um pouco o berço e logo Neal dorme. Ela beija a testa do filho e quando levanta seus olhos vê alguém passar voando.

—Não. Ela não.

Branca pega o celular e liga pra David.

Na delegacia.

O celular do encantado toca.

*Alô? Branca?

*David.

*O que foi? Sua voz esta diferente parece preocupada.

*É por que eu estou preocupada.

*O que aconteceu?

*Acabei de ver alguém voando. Provavelmente a Zelena.

*Você e o Neal estão bem? Todo cuidado é pouco com essa coisa verde a solta.

*Estamos, mas ela vai aprontar alguma coisa David.

*Fica tranqüila eu e a Emma vamos ver o que é. Você viu mais ou menos pra onde ela foi?

*Não dava pra saber ao certo, mas parecia que estava sobrevoando a rua principal rumo à prefeitura.

*O que ela ia querer na prefeitura?

*Regina. David corre pra lá o mais rápido possível.

*Pode deixar. Te amo Branca.

*Também te amo.

—O que aconteceu pai?

—Zelena resolveu dar as caras e esta indo pra prefeitura.

—Regina. Temos que chegar lá antes.

—Eu vou pegar a caminhonete.

—E eu vou tentar ligar pra Regina.

Na casa de numero 108.

—Thor, deixa eu me arrumar! –ela disse tentando botar o vestido.

—Fica aqui. –ele disse sentado na cama segurando a cintura da morena.

—Não posso, já fiquei tempo demais. Pode fechar o zíper pra mim?

—Posso, só não quero. –ele disse e a derrubou na cama.

Ela acaba rindo.

—Thor eu tenho que ir.

—Mesmo?

—Sim. Tenho que resolver muitas coisas na prefeitura. Pode fechar pra mim?

O deus fecha o zíper da morena.

—Obrigado.

A morena se levanta calça seu sapato, pega sua bolsa e anda até a porta do quarto.

—Me acompanha?

—Sempre.

Os dois descem as escadas e chegam na porta da sala.

—Daqui a pouco eu volto.

—Estarei esperando e com uma surpresa.

—Não sou muito fã de surpresas.

—Essa eu acho que vai gostar.

—Nesse caso. Farei o possível pra terminar mais cedo.

Os dois se beijam.

—Tchau Thor.

—Tchau Regina.

A morena entra em seu carro e segue pra prefeitura.

—Droga a Regina não atende! –disse Emma.

—Esquece o telefonema, pelo visto não vai dar certo. Entra no carro. Talvez Regina nem esteja na prefeitura.

—É tem essa possibilidade.

Na prefeitura.

Regina entra em sua sala fecha a porta e quando se vira da de cara com sua irmã.

—Regina! –diz Zelena sentada em sua cadeira.

—O que esta fazendo aqui? –disse a morena com cara de poucos amigos.

—Vim te visitar. Você saiu do hospital e ninguém me convidou pra festinha surpresa então eu resolvi fazer uma festa surpresa pra você. Só não acho que vai ser muito legal.

—O que você quer?

—Em uma palavra? Destruição. Eu quero destruir você e aquela loira aguada.

—Sinto muito te desapontar, mas acho que não vai conseguir isso. Emma tem magia de luz e sabe que seu eu quiser, eu consigo também.

—Vocês podem até conseguir, mas será que alguém muito próximo de vocês consegue? ... Acho que não.

—De quem você esta falando?

—De ninguém muito importante, pelo menos pra mim, agora pra você e pra Emma... Vai fazer falta.

—Parada! –disse Emma aparecendo com David.

—Chegou à patrulha do pirulito.

—Não faça nenhum movimento Zelena você esta cercada. –disse David.

—Iludidos! Não se preocupe príncipe, pode abaixar essa arma, não vou fazer nada por agora, mas logo, logo me verão novamente e quando me virem vão ficar destruídas emocionalmente por que eu virei só, mas não voltarei sozinha.

— O que quer dizer com isso? –perguntou Regina.

—Tire suas próprias conclusões. –ela disse e desapareceu.

—Regina, você esta bem? –perguntou Emma.

—Estou.

—O que foi isso? –perguntou David.

—Uma ameaça? –falou Regina

—Não sei, mas foi um aviso de alerta. –disse Emma. _E acho bom levarmos a sério.

Na rua, em frente à casa da prefeita.

Sif estava prestes a descer do cavalo quando Robin apareceu.

—Sif! Espera. Me conta direito essa história.

—Já te falei.

—Não, você disse que eu te machuquei por não enxergar algo. O que eu não vi?

A lady olha pra Robin sem dizer uma palavra.

—Você... Você gosta de mim? -

—Não! –ela mentiu.

—Sim, não precisa esconder. Seus olhos te entregaram. –ele disse sorrindo

—Que diferença isso faz?

—Toda a diferença...

—Não, não faz diferença nenhuma, por que você gosta dela, da Regina.

—Como pode saber disso se...

—Hoje mais cedo, na festa da Regina.

—Ah...

—Robin, não precisa dizer nada ok? Agente não tem nada um com outro.

—Sif...

—Eu tenho que ir tem gente me esperando. Pode me entregar as embalagens?

—Toma.

—Obrigado. –ela disse saindo.

Robin ficou parado em frente à casa da morena. O loiro passou a mão em seu cabelo e se virou pra seguir seu rumo, mas se deparou com alguém.

—Você?

—Sim eu. –disse Thor.

Robin não deu atenção e tentou ir pra casa, mas Thor o impediu.

—O que você quer?

—Não faça a Sif de idiota. Não brinque com os sentimentos dela.

—Não estou fazendo nada pra ninguém e não sou o tipo de pessoa que brinca com os sentimentos dos outros.

—Eu não vou com a sua cara e você sabe disso. Se machucar a Sif além de não ir com a sua cara eu vou marcar um encontro entre o meu punho e o seu rosto.

—Olha Thor eu não estou aqui pra brigar com ninguém. Eu gosto da Sif, ela é minha amiga e eu jamais faria mal pra ela.

—Espero que continue assim.

—E vai continuar dessa forma, pois eu me importo com ela. –ele disse e saiu.

Na prefeitura.

—Uma coisa é certa. Ela quer prejudicar a nós duas e ela vai fazer isso usando alguém. -disse Regina. -Agora quem? Quem ela vai usar?

—Provavelmente algum membro da nossa família. -disse Emma.

—Mas não qualquer um. Ela disse que nos machucaria emocionalmente então é alguém que temos em comum.

O rosto de Regina e Emma se empalidece.

—Henry! –disseram as duas.

Notas finais
Henry abre teu olho! Thor e Regina... Chama o bombeiro! Bjosss povo até algum dia.