Notas iniciais
Realmente eu mesma me surpreendi com este capitulo. Crisaor e Luna, o que acham? hahaha boa leitura

As 19h00min horas, eu já estava pronta com a roupa que a Beth me deu, não pude opinar em nada.

Roupa de Luna, ou melhor, de Beth... (http://www.polyvore.com/festa_luna/set?id=117117330)

A única coisa que eu pude fazer foi fazer um coque frouxo no meu cabelo.

Desci as escadas, Demon estava no sofá, John também e os outros em seu quarto. Sentei-me com eles no sofá.

–Gostei do seu carro. Murmurou John.

Eu agradeci.

– A festa já deve ter começado. Vou pegar meu carro. Fala pra todos descerem Demon. Falou John enquanto saia da casa.

Demon me examinou e depois levantou.

–Esta linda. Falou ele subindo as escadas.

Eu bufei.

Eu vou com a Luna. Falou Crisaor descendo as escadas e logo depois se jogando nos sofá em cima de mim.

Ele estava com uma blusa branca e apertada, uma calça jeans preta e um tênis da Nike branco. Aquela blusa branca marcava sua barriga, e seu abdômen era bem definido.

–Vamos logo, mas acho que Beth vai ficar brava quando me vi saindo com você. Falei correndo até a porta.

Meu carro ainda estava na frente da casa, assim que eu entrei Crisaor se sentou do meu lado.

– Onde que fica? Perguntei ligando o carro.

–Só seguir enfrente depois eu te guio. Então ele sorriu pra mim, e piscou maliciosamente.

Olhei pelo retrovisor e vi John chegando com um carro. O carro era um Citroen c3.

–Vamos esperar todos. Falei desligando o carro novamente.

Crisaor bufou.

Logo depois Lucco, Lucca e Beth saíram da casa. Eles entraram no carro do John. Quando eu fui dar partida John gritou:

–Cadê o Demon? Coloquei minha cabeça para fora do carro e falei que não sabia.

Então Demon apareceu do lado do meu carro com uma moto harley Davidson tunada.

“Uaaaaaaaaaaau, que belezinha.” Pensei examinando a moto. Ele não estava com capacete.

Depois pude ouvir Lucco gritando “Pé na estrada.”.

Liguei o rádio e estava passando uma música romântica, mudei e coloquei uma eletrônica.

–Foi bom você ter voltado. Faz tempo que não temos mais as aventuras. Falou Crisaor abrindo a porta luvas.

–Não vim atrás de aventura. Vim por vocês mesmo; Não quero ter uma aventura assim tão cedo.

Ele riu.

–logo depois Demon parou em uma casa branca de três andares.

–É aqui a festa? Perguntei examinando a casa.

–Não, é a casa de Cristina. Falou Crisaor olhando para ela enquanto saia de casa.

Ela estava com uma micro saia, saltas bem altos, uma regata branca.

Nem estava calor para ela estar vestida assim... Pensei.

Ela subiu na garupa de Demon se empinando toda e depois ele foi acelerando.

–Vira essa primeira à direita, vamos chegar mais rápido se formos por ela. Então eu fiz o que Crisaor falou. E todos os outros seguiram a rua enfrente ainda. Depois de mais alguns minutos no carro Crisaor sorriu.

–Chegamos! Falou ele examinando a festa.

Era um gramado a frente da casa, tinha vários Barrios de cerveja com uma mangueira, alguns garotos estavam bebendo de cabeça pra baixo enquanto outros contavam.

A música eletrônica estava alta pra caramba!

Quando estacionei meu carro bem enfrente a festa não pude deixar de ver todos olhando para o carro. Logo depois sai e Crisaor saiu comigo.

–O melhor da festa, tem que estar com a melhor da festa. Falou ele pegando minha mão e rindo.

–Ta com tudo Crisaor. Pude ouvir um garoto moreno alto, do lado do barriu de cerveja falando.

Uns garotos assobiaram. Crisaor ignorou todos.

Subimos três escadinhas e entramos na casa.

A música estava muito mais alta lá dentro.

Tinha um garoto passando com bebidas nas mãos, Crisaor pegou uma para mim e outra para ele.

–Não tem nada mais forte aqui? Perguntei enquanto bebia cerveja.

–Festa de adolescentes, então sugiro que não. Falou ele bebendo.

–Maravilha. Falei virando meu copo na boca.

Apesar da música alta da festa pude ouvir o motor da moto do Demon sendo desligada.

–Eles chegaram. Falou Crisaor me puxando até a porta.

Então Demon saiu da moto e logo depois Cristina segurando a mão dele.

Os outros desceram do carro também e vieram em nossa direção.

–Posso saber por que todos olham para gente? Perguntei no ouvido de Crisaor.

Ele riu e depois falou:

–Porque nós somos a diversão da festa.

Beth sorriu.

Um garoto branquelo, alto e magro passou com garrafas de cerveja na mão. Ele jogou para cada um de nós.

–A festa é aqui dentro John. Falou um garoto alto, moreno e musculoso. Indo na direção do John e abraçando ele.

Ele falou com todos, na minha vez ele me olhou de cima a baixo.

–Filha de Bruce? É uma honra te conhecer. Chamo-me Brad.

–Não fale tão formal. Falei sorrindo. Ele riu.

–Deviam ter me avisado que iríamos ter convidada especial hoje. Falou ele olhando para nós. Cristina bufou.

–Especial? Fala serio Brad.

–Desculpa Cristina, você já ta vindo por aqui de mais para ser especial. John riu.

Ela revirou os olhos e entrou.

–Gente. Abaixa a música ai. Gritou Brad e logo a música se abaixou. – Hoje temos uma convidada especial. A filha de Bruce.

Quando ele falou isso muitas pessoas colocaram os olhos em cima de mim e gritaram. Outras nem olharam

–Você não me disse que eles não eram normal Crisaor... Cochichei.

–Alguns são normal, outros não. Ele falou me fazendo descer as escadinhas com ele. – Vamos aos Barrios, quero ver quanto tempo você aguenta. Falou ele me empurrando pra cima de um.

Um garoto que estava com a mangueira na mão olhou para mim de cima a baixo e riu.

–Você não vai aguentar dois segundos aqui.

Eu não falei nada, só o olhei.

Crisaor foi ao outro.

–Coloque isso na boca, e controle a respiração. Falou ele me dando a mangueira.

Coloquei e contei até três e me virei de cabeça para baixo só com o apoio das minhas mãos. Crisaor fez o mesmo.

Então todos começaram a contar. Já estava no número trinta e Crisaor, muito menos eu tinha desistido. Crisaor então abaixou os pés parando nos 34. Eu parei também logo após ele. Todos aplaudiram.

–Você foi ótima. Falou ele me dando minha garrafa de cerveja.

–E você não é nada mal. Falei rindo.

Entramos novamente para casa, Crisaor pegou na minha mão. Demon estava na porta com Cristina. Ele olhou para nossas mãos e depois para Crisaor.

Crisaor evitou olhar para ele.

–Vamos ver com Brad se tem coisa mais forte. Falou Crisaor indo na direção do Brad.

–Eae cara. Falou Brad batendo na mão dele.

–Tem alguma coisa aqui 100% álcool? Perguntou Crisaor rindo.

–Só tenho uma garrafa de Vodca, é a ultima. Faça bom proveito. Falou ele se pendurado em um balcão e tirando a garrafa e dando nas mãos de Crisaor.

–Vamos pra lá. Gritou Crisaor pelo barulho da música que tinha aumentado.

Se sentamos em uma escada que dava ao andar de cima e abrimos a garrafa.

Ele deu um gole e fez uma careta e depois me deu a garrafa.

–Serio, faz tempo que não bebo isso. Falou ele rindo.

Eu virei à garrafa na minha boca e depois devolvi para ele.

–Isso sim é bebida. Falei.

Lucco veio em nossa direção com uma garota.

–Será que posso subir essas escadas? Falou ele piscando para nós.

A gente deu licença e riu.

–Fique a vontade. Falou Crisaor

Ele subiu com a garota e não vai descer tão cedo.

–Uau, tenho um irmão conquistador. Isso mesmo? Perguntei rindo.

–Exatamente. Falou Crisaor bebendo novamente.

–Essa festa vai durar até de manhã. Continuou Crisaor. – Espero que você não durma cedo. Ele falou me devolvendo à garrafa que já estava na metade.

–Acho que essa hora eu já estaria dormindo. Falei olhando no relógio do braço do Crisaor que marcava 22h30min.

Ele riu.

–Esta frio aqui dentro. Falei e depois bebi.

–Cris... Falou uma garota da minha altura com cabelos loiros, olhos pretos, e um batom bem vermelho. Seus lábios realmente eram sexy. – Achei que nós íamos subir novamente, como da ultima festa. Ela pegou uma ponta do cabelo e começou a enrolar em seu dedo.

Eu olhei para ele, ele ficou vermelho. Eu não me aguentei e comecei a rir. Eu me levantei e dei passagem para ela subir com ele.

Ele me olhou bravo.

–Obrigada. Falou ela surpresa.

–Desculpa Brit. Mas eu estava bêbado, só foi daquela vez. Serio. Falou Crisaor meio sem graça.

Então eu me sentei novamente. Ela me olhou e depois olhou para ele.

–Já entendi. Desculpa atrapalhar vocês. Falou ela saindo.

–Ela é bem bonita para levar um fora de você. Falei a vendo ir embora.

Ele riu.

–Me conta como foi você estava bêbado? Perguntei bebendo mais ainda.

Ele me olhou surpreso e riu.

–Estava. A gente começou a se pegar lá na pista de dança. Depois de um tempo bateu aquele fogo. – Falou ele fazendo uma pausa e tentando se lembrar. – Depois subimos e transamos lá em um dos quartos. Então ele sorriu maliciosamente.

–Eca. Falei bebendo. Eu já estava começando a ficar zonza. Ou melhor... Muito zonza.

–Acho que estou bêbeda. Falei rindo.

–Quer ir se deitar lá no quarto comigo? Perguntou ele serio.

–Estou bêbeda, mas não idiota.

Ele sorriu.

–Vamos lá pra fora. Essa música esta detonando meus ouvidos. Falou Crisaor se levantando.

Fui logo atrás dele, saímos e ficamos encostados no meu carro.

Demon estava sentado na escadinha. Cristina estava de pé na frente dele.

Logo depois ele se levantou e começou a beijar a Cristina.

Fiquei enojada.

–Eca. Murmurei.

Crisaor riu.

–Toma, seu ultimo gole. Ele falou me dando a bebida.

–Não quero. Falei me virando.

–Ah, você quer sim. Então ele tentou colocar a garrafa a força na minha boca brincando e acabou deixando a bebida cair na minha camiseta.

–Seu idiota. Falei empurrando ele e rindo.

–Toma. Falou ele enquanto levantava os braços e tirava a blusa. Quando ele o tirou me deu.

Sua barriga era definida até demais, tinha duas curvas que desciam em seu abdômen, e sua calça estava um pouco caída aparecendo sua cueca preta.

–Obrigada falei voltando o olhar para seu rosto. Coloquei a blusa por cima e depois consegui tirar minha camiseta de baixo.

–Ótimo. Resmungou ele. – Porque não tirou logo a camiseta? Ele perguntou tentando olhar para blusa que estava em mim agora. Ela era um pouco transparente, deu para ver meu sutiã vermelho.

–Para com isso seu tarado. Falei cruzando os braços e ele riu.

Olhei novamente para Demon e ele ainda estava beijando a Cristina.

“haja fôlego.” Pensei rindo sozinha.

–Agora você vai ter que me esquentar. Falou Crisaor fazendo-me abraçar ele. Eu senti cada parte do seu abdômen contra mim, meu corpo se arrepiou e pude ver seu sorriso.

Eu não conseguia mais nem ficar de pé direito, eu realmente estava bêbada.

–Me leva pra casa. Falei pegando as chaves do meu carro e dando para ele.

–Mas a festa não acabou. Ele falou.

–Para nós acabou. Falei entrando no carro.

Ele bufou e entrou.

Depois de muitos minutos chegamos a casa.

Ele saiu do carro e eu sai também. Ele me devolveu as chaves.

Ele abriu a porta e nós entramos. Subi as escadas e ele veio atrás de mim.

Ele me viu olhando confusa pros corredores e riu.

–Seu quarto é pra cá. Ele disse abrindo a porta.

Eu entrei e me joguei na cama.

–Entregue. Disse ele rindo. – Vou voltar para festa, se importa? Perguntou ele.

–Claro que me importo. Falei enquanto tirava meu salto.

–Então vai ter que me deixar ficar aqui com você. Tenho medo de ficar sozinho no meu quarto. Ele disse enquanto trancava a porta do meu quarto e entrava. Eu o examinei sem blusa mais uma vez.

“Isso não vai prestar.” Pensei comigo mesma.

–Ótimo. Pode ficar aqui. Mas eu vou dormir.

Ele foi até o balcão e examinou os livros, e logo me lembrei de que eu havia deixado o álbum do Demon lá em cima. Fui correndo pro balcão de mármore e empurrei o álbum no chão e Crisaor não viu.

–Seus livros são chatos. Ele falou franzindo a testa.

–me dê um livro legal depois. Eu aceito falei examinando ele de cima a baixo.

“Não em lembrava de ele ser tão gato, tão gostoso, e tão sexy.” Pensei.

Ele colocou o livro novamente em cima do balcão e chegou mais perto de mim.

–Seus cabelos são melhores soltos. Então ele me fez virar de costa para ele e soltou meu cabelo. Ele arrumou e depois me virou para ele. – Esta melhor assim.

Eu comecei a ficar nervosa e então voltei para minha cama.

–Estou com sono, amanhã a gente se fala. Deitei-me e me cobri.

Pude ouvir o barulho dele tirando os seus tênis.

Ele se deitou ao meu lado e pegou minha coberta.

–heei! Falei virando para ele e puxando de volta. Ele riu e puxou novamente, mas ele puxou com força e a coberta caiu no chão ao lado dele.

Eu passei por cima dele e peguei. Quando fui passar novamente ele prendeu minhas coxas com a mão dele fazendo eu me sentar em cima dele.

–Crisaor, para... Eu não acho que isso é uma boa ideia. Falei seria.

–Isso é normal. – Ele deu uma pausa e sorriu. – Nossa desculpa pode ser que estávamos bêbados depois. Então ele se sentou comigo encima dele ainda e beijou meus lábios suavemente.

Eu retribui o beijo. Foi ótima a sensação de conforto que ele me passou.

E depois de um tempo acabou acontecendo...

Notas finais
Eae? Gostaram?