Entre a Razão e o Coração!

15 Capítulo 15 - Sem sentido


CAPITULO 15 – Sem sentido.

O som da manhã começou a incomodar os seus ouvidos. Instintivamente abraçou o travesseiro que apoiava sua cabeça, soltando um bocejo logo em seguida.

Não abriu os olhos. Desse jeito começou a movimentar o corpo para o lado esquerdo da cama. Nada. Não desistiu. Continuou a \'rolar\' na mesma direção. Nada. Nada!

- Ai! — foi o que disse ao cair da cama.

Rukia levou as mãos a cabeça, massageando o local dolorido.

- Mas o que...? Byakuya?

Ao se por de pé, percebeu que estava sozinha. O lado da cama, que deveria estar sendo ocupado por ele, estava vazio. Isso só significava uma coisa... Droga!

Rukia começou a procurar — as preças – o seu uniforme de shinigami. Havia perdido o horário. Kuchiki Rukia acordou tarde. Isso realmente era uma raridade.

Acordar cedo é uma de suas qualidades mais notada e admirada. Sempre foi assim. Parecia um relógio interno, dentro de seu corpo, que a despertava junto com o sol. Mas havia uma pessoa que a superava...

...Byakuya.

Simplesmente era incrível ele acordar antes dela. Por mais que fosse apenas alguns minutos antes, ele conseguia.

\'Por que ele não me acordou!? Será que ele não percebeu que...?\'

Parou de amarrar o fio do kimono ao notar um pequeno pedaço de papel sobre um dos móveis.

“Já que você não estava se sentindo bem, falei com Ukitake para que ele a dispensasse por hoje. Quando acordar, venha ao meu esquadrão. Byakuya.”

Era o que dizia. Então era isso, não é?

Ficou meio chateada ao ler a carta. Tudo bem, ela estava se sentindo estranha esses dias, e até mesmo indisposta, mas isso não era necessário.Talvez estivesse apenas com um resfriado, e o que isso tem de mais? Todo mundo adoece alguma vez na vida.

Byakuya se preocupa de mais. - concluiu, tomando a decisão de conversar com ele a respeito desse assunto. Ela não podia faltar no trabalho por causa de um resfriado. Era uma tenente e deveria dar exemplo, não era isso o que ele sempre dizia?

~o~o~o~

No 6º esquadrão, todos a cumprimentavam, mostrando respeito a mulher de seu capitão. Ela sempre respondia com um leve sorriso ou com um simples movimento com a cabeça. Ou era no seu esquadrão, ou no de Byakuya. Já estava acostumada.

Chegando em frente a porta do escritório de Byakuya, bateu na mesma, recebendo a ordem para entrar de imediato.

- Byakuya, por que você... — Rukia parou de falar ao perceber que Byakuya não estava sozinho.

Em frente a ele, estava uma pessoa ao qual nunca havia visto. Um rapaz jovem, com os cabelos brancos e arrepiados, muito semelhantes aos de Hisagi Shuuhei. Os olhos, de uma cor azul intensa, estavam em sua direção naquele momento. Quem era ele?

- Me desculpe, Byakuya. Eu pensei que...

- Fique, Rukia. — ele a interrompeu – Já estou terminando.

Byakuya dirigiu o olhar para o jovem em sua frente, que fez o mesmo.

- Estas são as instruções. Saiba que se não obedece-las, estará sujeito a punições severas. Respeite as regras, isto é fundamental. Você estará sobe avaliação neste primeiro momento. Qualquer falha, mandarei um relatório para o 1º esquadrão para que o remova do cargo.

- Entendido, Kuchiki Taichou. — o jovem assentiu.

- É ele que vai substituir o Renji? — perguntou Rukia, se intrometendo na conversa.

- Sim. Este é Ega Noriku. — Byakuya explicou – Esta é minha esposa, Kuchiki Rukia.

- Muito prazer, Tenente Kuchiki. — disse Noriku se dirigindo a ela.

- Você me conhece?

- Claro. Quem não conhece a esposa de Kuchiki Taichou e tenente do 13º esquadrão? — ele esclareceu, dando um leve sorriso.

Rukia retribui o gesto, sentindo um pequeno fio de orgulho passar pelo seu corpo graças ao reconhecimento.

- Por enquanto é só. — ouviu a voz do capitão – Pode se retirar.

- Sim. Agradeço a atenção, Kuchiki Taichou. Espero alcançar as espectativas do 6º esquadrão. — falou Noriku, fazendo uma pequena reverência. — Com licença. — ao dizer isso, deixou a sala.

Após a saída dele, Rukia cruzou os braços, se assentando na cadeira em frente a mesa de Byakuya. Arqueou uma sobrancelha ao olha-lo.

- Parece que ele não irá dar tanto trabalho quanto o Renji, não é?

- É o que eu espero. — Byakuya confessou, movimentando alguns papéis sobre a mesa.

- Será que o Renji já se acostumou com o novo cargo?

- Talvez. — ele desviou a atenção da mesa, dirigindo os olhos acinzentados para ela – Como se sente?

- Estou bem. Acordei bem melhor hoje. — suspirou – Você deveria ter me acordado.

- Pensei que estava indisposta.

- Nada mais que um resfriado. Não tinha motivo para eu faltar hoje. O que o Ukitake Taichou irá pensar!? — disse indignada.

- Nada.

- Engraçadinho. — Rukia sorriu levemente com aquele tom de Byakuya.

O Kuchiki pegou alguns papéis, começando a assina-los, enquanto Rukia o olhava curiosamente. Na verdade, não havia nada de interessante naquela sala. Quando Byakuya estava no esquadrão, ele se tornava mais sério do que de costume. O melhor era ir visitar o Renji e ver como ele estava se saindo, ou então ir para o trabalho...

- Hoje á noite iremos a casa de Seiji-sama. — ele começou, despertando-a de seus planos.

- Porque? — se mostrou interessada.

- Anos de casamento. A mulher de Seiji sempre comemora a data e todos esperam a nossa presença.

- Só poderia ser a Emi... — ela sorriu – Acho isso muito legal!

- Hmm.

Rukia se apoiou sobre a mesa, lançando o olhar para Byakuya, que estranhou aquele ato ao ver um certo brilho esperançoso nos olhos dela. Sabia que ela queria alguma coisa...

- Será que nós poderemos comemorar os nossos anos de casamento também, Byakuya? — ela perguntou em um tom divertido.

- Se você desejar...

- Ótimo! — sorriu satisfeita. — Vai ser divertido.

Silêncio. O fato era que sempre conversavam o necessário. Conversas inúteis não eram muito do agrado de Byakuya. Ele sempre era direto. Mas, isso não quer dizer que Rukia pensava do mesmo jeito...

- Eu cai da cama hoje.

~o~o~o~

- Byakuya. — Seiji mostrou um largo sorriso ao ver a chegada do sobrinho. A esposa ao seu lado fez o mesmo – Rukia-chan. Que bom que vieram!

O casal parou em frente ao outro.

- Obrigado pelo convite. — o sobrinho falou em seu tom calmo e formal.

- Parabéns, Seiji-sama. Emi-sama. — Rukia demonstrou uma certa formalidade, mas o seu sorriso mostrava o carinho que sentia pelo casal que comemorava.

- Sim, criança. — falou Emi – E vejo que você está muito bem.

A garota assentiu com a cabeça.

- Com licença. — informou Byakuya, puxando Rukia consigo para longe da entrada, onde outras pessoas chegavam.

Sentaram-se em uma mesa — um lugar reservado para os membros da família Kuchiki e parentes mais íntimos.

Rukia, ao sentar-se, mexeu um dos braços, puxando com dificuldade o pano que cobria suas mãos. Era um incomodo estar vestida daquele jeito.

- Algum problema? — ouviu a voz de Byakuya perguntar-lhe.

- Não. Não é nada. É só que não gosto de usar roupas assim. Atrapalham os meus movimentos. — referiu-se ao kimono azul, com detalhes verde, que usava..

- Hmm. — ele olhou para frente – Não iremos demorar.

- Tudo bem. Eu posso suportar.

-

Os minutos passaram. Logo, horas se passaram.

Rukia virou um pouco o rosto, cobrindo a boca com as mãos ao soltar um bocejo. Mais longo do que esperava. As pessoas da mesa – que se juntaram a eles, impedindo sua saída – olharam-na reprovadores.

- Então, Byakuya-sama... — um homem começou a falar. Pelas vestes, Rukia pode notar que fazia parte da família Kuchiki. O nome? Eram tantos que nem fazia questão de decorar. — Quando iremos conhecer o futuro líder de nosso Clã?

Rukia arregalou os olhos ao ouvir aquelas palavras. Futuro líder?!

- Espero que em breve. — respondeu Byakuya, mantendo os olhos fechados.

- É o que esperamos também. — outro falou – Todos aguardam ansiosamente a chegada de seu herdeiro.

O ar prendeu em sua garganta. Rukia ouvia cada palavra, sentindo-se nervosa com o que eles falavam. Era uma reação espontânea, ao qual não tinha controle ou esperava que acontecesse.

- É bom que seja um homem. Assim poderemos dar o nome de seu avô, Kuchiki Ginrei.

- Boa idéia, meu amigo. — um deles aclamou – E deve ser educado com os padrões de nossa família. Um tutor instruído desde seu nascimento será o mais adequado. Além disso... A presença constante dos pais pode atrapalhar sua formação.

Byakuya permanecia neutro perante a conversa. Conhecia aquele tipo de comentário, e a verdade é que não se importava mais com eles. Eles não o atingiam mais.

Porém, ao olhar para o seu lado, pode ver uma reação diferente.

Rukia tinhas as mãos juntas, mostrando-se surpresa – e incomodada – com o assunto. Diferente dele, ela não havia o antídoto para o veneno que saia da boca daqueles homens e que serpenteava até seus ouvidos.

- Você quer sair? — Byakuya se dirigiu somente a ela.

- Sim... — respondeu olhando-o agradecida.

Levantam-se de repente, não recebendo nenhum argumento contra. Apenas os gestos educados e pequenas reverências a sua passagem. Com a intenção de tomar um ar e se ver livre daquela pressão, foram em direção ao jardim da mansão.

O vento em seu rosto, trazia um certo alívio a seu pequeno corpo. Instintivamente enlaçou suas mãos nos braços de Byakuya, chegando mais perto dele. A sensação de proteção tomou conta de seu corpo. Rukia sentia segurança.

- Sinto muito por isso. — ele falou de repente, chamando a atenção dela.

- A culpa não é sua. E eu não me importo com o que eles dizem. O que me incomoda é... Sabe... O modo como eles tetam nos controlar. — encolheu-se em seus braços – Eles falam coisas tão sem sentido.

- O que é sem sentido?

- Bem... O fato deles quererem que tenhamos um filho, sem saber o que pensamos sobre isso. Eles simplesmente... falam. — suspirou – Isso é loucura!

Silêncio.

- Você por acaso... — Byakuya o quebrou – Não quer?

Rukia ergueu o rosto para olha-lo.

- Um bebê? — não precisou do complemento para entender o que era – Não foi isso o que eu quis dizer. Eu acho que...

- É o que parece. — ele falou em meio a resposta.

- Não! Eu só acho que... Ei! Por que você está falando desse jeito!? Pelo que sei, você não gosta de crianças. E um bebê é uma criança. — Rukia apontou o óbvio; parando de andar e ficando em frente a Byakuya.

Ele ficou calado diante aquela acusação. Era verdade. Não gostava muito de crianças e sempre que pensava nelas, a imagem da tenente do 11º esquadrão surgia em sua mente. Yachiru...Criança maldita!

No entanto, isso não vinha ao caso naquele momento...

- É o que esperam de nós. — afirmou após segundos em pleno silêncio.

- Então... Você apenas quer um filho porque os membros estão pedindo!? — o tom de voz dela saiu irritado.

A expressão no rosto dele não mudou. Sem se importar em responder, Byakuya passou por ela.

- E se eu não estiver pronta? — as palavras de Rukia fizeram com que ele parasse – E se eu não me sentir pronta pra ser mãe, Byakuya? Você já pensou nisso!?

- Não compreendo o que está dizendo. — não se virou – Pensei que no momento em que nos casamos, você estivesse ciente de seus deveres, Rukia.

- Não pensei que me casaria com você só pra cumprir os deveres do Clã. — ela apressou o passo, ficando em frente a ele – Foi somente por isso?! Foi por isso que você-

- Você está interpretando de forma errada.

- E como você quer que eu interprete!? — exaltou-se. A postura que deveria ter no ambiente, começou a se dissipar aos poucos com as palavras dele. Principalmente graças a expressão em seu rosto. Byakuya não mudou em nenhum momento.

Ele apenas franziu o cenho. Não pela conversa, mas por causa do modo como ela estava se portando. Não era adequado e não iria passar por uma situação dessas em meio aquele lugar. Tinha sorte por estarem sozinhos, mas...

- Hisana jamais pensaria dessa forma.

Paralisou. As pálpebras de seus olhos azuis, ficaram imóveis em pleno ao choque. O nome de sua falecida irmã chegou como um impacto em sua alma, despedaçando seu corpo.

O próprio Byakuya se surpreendeu com o que disse. Escapou de sua boca. Isso não era comum de acontecer. Sempre se controlava, mas parece que dessa vez ela o estava irritando. Sentia irritação e receio ao mesmo tempo.

Silêncio.

- O que você vê em mim quando me olha? — Rukia finalmente falou – Você vê minha irmã, Byakuya? Foi por isso que você se casou comigo? Porque eu pareço com ela!?

- Rukia... — o receio começou a ganhar espaço.

- Eu não sou a Hisana, Byakuya! — disse com firmeza – Ela poderia agir de outra forma, mas eu não! Eu não sou igual a ela! Eu não serei igual a ela!

Deu as costas para ele. Abraçou os ombros como forma de defesa; incapaz de fitar o rosto dele. Rukia começou a andar.

- Onde você vai? — foi o que ele disse. Patético. Não sabia o que dizer...

- Você é tão sério. — ela ignorou a pergunta, deixando as emoções falarem – Durante esse tempo que estamos juntos, eu tento conversar com você. Faço de tudo para que... — a voz sumiu de repente — Eu... Eu tento, mas você não dá espaço. Você não tem sentimentos. Não sei como... Chegamos aqui.

Byakuya apareceu em frente a ela. A vantagem de velocidade o favoreceu mais uma vez.

- Vamos para casa. — ele informou, tentando de manter indiferente – Esse não é o momento ou ambiente para falarmos desse assunto. — sentiu-se um verme por não encontrar outra forma de se defender.

Rukia comprimiu os lábios em raiva e... magoa?

- Você não se importa comigo. — ela o acusou.

- Não diga isso.

- É a verdade. Você não se importa comigo. Não se importa com o que eu sinto. Eu não tenho certeza do que você sente. Você não demonstra. — cerrou os punhos – Será que você não pode ser normal!? Será que não pode ser igual as outras pessoas e mostrar o que está sentindo!? Quando está triste, alegre...!?

- Eu faço isso por você.

Ela exitou ao ouvir aquela afirmação. Confusa. Duvidosa.

- Eu me preocupo com você. Com a sua segurança. Eu tento ser forte para lhe proteger. Como posso ser forte e ter emoções? Emoções são fraqueza. Não posso dar espaço para elas. Não posso ser emotivo. — ele respondeu rispidamente.

As palavras dele a adoeciam. Não faziam sentido algum para ela. Pensava de uma forma diferente. Via a vida deles de uma forma diferente.

Ele não mudou.

- Você é um idiota, Byakuya. Não sabe do que eu preciso.

Ele franziu o cenho em irritação. Aquilo não estava tendo sentido para ele. Ia contra o que pensava e defendia. O que mantinha por ela.

Ela estava sendo infantil.

- Basta. — o Kuchiki se mostrou impaciente. Rukia não estava diferente – Vamos embora.

Seguiram em direção a saída da mansão. Nenhuma palavra foi dita. Não ousavam se olhar, muito menos uma aproximação. Repeliam-se como cão e gato.

- Já vão tão cedo? — Seiji apareceu de repente, impedindo que continuassem o caminho.

- Rukia está cansada. — Byakuya respondeu, como forma de respeito. Se fosse outra pessoa, não faria questão de parar.

O homem de longos cabelos negros fitou a pequena, percebendo algo diferente. Olhou o sobrinho de forma séria.

- O que aconteceu?

Byakuya desta vez não se mostrou educado na hora de responder.

- Não se intrometa. — deu as costas ao tio, do mesmo modo como fazia com os seus subordinados.

~o~o~o~

Com as palmas das mãos cheias de aguá, lavou o rosto. Era tido como uma forma de limpar o que estava sentindo. Purifica-lo. Olhou seu reflexo no espelho.

Sentia-se irritado. Com eles, com ela, e acima de tudo, consigo mesmo.

Odiava se sentir assim. Tecnicamente estava preso em seus atos. Os sentimentos que sentia bloqueavam suas ações. Impediam que pensasse em alguma forma para resolver o assunto.

Nunca haviam discutido antes, e para ser franco, não gostou nenhum pouco desta experiência. Quem estava certo?

Naquele momento o seu ego falou mais alto. O orgulho apoiava uma decisão racional.

Não iria fazer nada. Não estava errado. Estava certo.

-

Byakuya saiu do banheiro, dando de encontro com a cama. Rukia já se encontrava deitada no seu lado costumeiro. Coberta por um lençol até o pescoço, deixando apenas um dos braços livres apoiando o travesseiro.

Ele andou até o lado que lhe correspondia. Sentou-se nele primeiramente, olhando o chão com grande interesse. Não tinha sono, apenas iria dormir porque era sua única opção. Droga!

Foi então que ouviu. Silenciosamente tentando se manter oculto, mas que acabou chegando em seus ouvidos. Seu pânico.

Movimentou a cabeça para o lado, levando os olhos a uma posição aceitável para olhar as costas de Rukia. Os ombros dela se movimentavam levemente, enquanto pequeno soluços abafados tentavam se manter inaudíveis.

Ela estava chorando...?

Claro que estava. Conseguia distinguir com clareza agora.

Ela chorava por causa... dele? — aquela pergunta, ao qual sabia a resposta, só fez com que a indignação que sentia aumentasse.

Não conseguiria ficar ali.

- Vou caminhar. — Byakuya informou, pensando em suas caminhadas durante a madrugada como solução.

Nenhuma resposta.

- Rukia...

- Vá. — ela demostrou o seu desejo, com uma voz fraca e machucada.

Uma simples palavra, porém, com uma ordem mais aprofundada. Não era somente ele que queria ficar a sós. Rukia queria a privacidade para demostrar o que sentia:

Raiva. Angustia. Tristeza.

Ele não se mostrou ignorante. Saiu sem se pronunciar.

Como era covarde. Incapaz. Kuchiki Byakuya não sabia como agir ao ver a dor causada por ele e por sua falta de sabedoria.

Seus sentimentos estavam presentes no coração. O amor que sentia por ela estava intacto. No entanto, o amor se viu acompanhado do receio. O fato de sempre magoa-la ainda era nítido na relação deles, algo que tentava esmagar com todas as forças, mas que ainda não havia sumido de vez.

Era digno de receber o amor de Rukia? Ele realmente não tinha certeza.

Continua...

Notas finais
Briga de casal, em? Quase inevitaveis em um casamento, e o nosso querido casal ByaRuki não se viu longe delas.

O capitulo não saiu tão grande e com muitos acontecimentos, porque eu quis focar na relação em que o Byakuya e a Rukia estão tendo. Uma pequena amostra (que sera mais detalhada no proximo) e que será um grande passo para o desenrolar da historia e deles mesmo. Perceberam o choque de personalidades? Quem dara o braço a torcer?

Enfim, estão gostando? Algum problema com o vocabulario, estrutura? Sabem que é só me avisar. ;)

Espero um review dizendo o que acharam. Façam essa autora feliz! *-*

Muito obrigada pelo carinho! ^^

Beijos! ;*