Notas iniciais
Oi meninas!
Muito obrigada pelos comentários, vocês são demais!
Vamos ver um Edward surper paizão?!
Beijos lindas.

PDV do Narrador


Naquela manhã uma nuvem negra pairava sobre o FBI, Bella estava furiosa, podia ter brigado com Edward na noite anterior, mas no fundo sabia que ele estava certo, Alistair, Charles e Makenna eram três imprestáveis que por pouco não estragaram a mais estressante e importante missão dos últimos tempos, mas agora era chegada a hora de colocá-los em seus devidos lugares.

–VOCÊS TÊM IDEIA DA IDIOTICE QUE COMETERAM?! Como raios vocês ousam colocar os pés em uma missão de campo quando tudo sobre o que vocês entendem é relacionado ao FSRT? (N/A: Centro de Treinamento e Pesquisa de Ciência Forense do Laboratório). – Bella esperou alguns segundos pela resposta até voltar a falar. –Se não me derem um bom motivo para que eu releve essa idiotice não pensarei duas vezes antes chutar o traseiro de vocês para fora do FBI. –o aviso foi claro, a Diretora não estava para brincadeiras.

–Nós só queríamos ajudar. – Charles murmurou de cabeça baixa.

–E como pretendiam fazer isso? MATANDO EDWARD?!-ela esmurrou a mesa ao falar fazendo com que os três estremecessem, mas parecia que um deles não tinha amor a vida, pelo menos foi o que pareceu quando Alistair respondeu de forma petulante a pergunta de sua chefe.

–Nós não temos culpa se seu namoradinho...

–Mas respeito ao falar do General Cullen! E muito cuidado ao falar comigo. –grunhiu a morena, ah como ela estava se esforçando para não pular no pescoço daquele agente.

–Senhora, posso até respeitá-la, mas não tem direito algum de exige que eu respeite Edward Cullen, ele não é meu superior. – Makenna e Charles olharam para o companheiro de profissão como se ele fosse um louco ao falar com sua superior daquela forma, ainda mais quando ela parecia espumar de raiva.

–É mesmo agente 07? E que porra você aprendeu durante seu treinamento então?!-a Diretora Swan estava cólera de raiva e não fazia questão alguma de esconder mesmo por trás do tom sarcástico de sua voz.

–O ensinamento padrão... senhora. –sua resposta foi vacilante.

–Então deve se lembrar muito bem das lições aplicadas, não é mesmo?-o agente engoliu em seco antes de assentir. –E o que você aprendeu em seu treinamento em relação aos SEL’s e FBI, 07?

–Em toda missão conjunta entre SEAL’s e FBI seu superior imediato é aquele que estive a frente da missão. –a voz de Alistair morreu ao fim de sua frase.

–E quem era seu superior imediato?-a voz de Bella não passou de um ronronar. Seria mil vezes menos assustado se ela tivesse gritado a plenos pulmões. – Responda Alistair. Quem era seu superior imediato?-a linda morena caminhava pela sala agora com uma graça e leveza que quem a visse diria que não passava de uma gatinha manhosa e indefesa.

–O General Cullen, senhora. –bastou mirar sua chefe por um instante para saber que havia feito uma grande burrada.

–Exatamente seu infeliz! Portanto, muito cuidado ao criticá-lo novamente, e o que eu vou dizer agora vale para todos. –ela os encarou extremante séria. –Se por um caso, só por um momento que seja eu desconfie que os três infelizes colocaram o nariz para fora do FSRT estão imediatamente fora desta organização? Fui clara? Ou preciso desenhar para os imbecis?

–Entendemos perfeitamente senhora. –responderam em uníssono.

–Excelente, mas não pensem que acabou ai, o Sub-Diretor cuidará pessoalmente do caso de vocês, menos o seu. –Isabella apontou diretamente para Alistair. –Está fora do FBI. –ela mudo de ideia sobre ele no último instante.

–Mas...

–Mais nada Alistair. Saia daqui e não me obrigue a usar a força bruta porque eu não hesitarei.

[...]

Jasper achou que seu irmão havia chupado limão, o que quer que fosse que sua cunhada tenha dito ao irmão não era nada bom, Edward estava com uma cara homicida, que nem mesmo Rose ousou fazer gracinhas.

–Hoje vou fazer algo que deveria ter feito há muito tempo, mas que precisei levar um esporro para cair na real. –declarou o General para os homens que havia reunido no campo do treinamento. –Encarem isso como “o dia da limpeza”. –Jasper viu uma determinação sei igual no rosto do irmão.

–Bella deve tê-lo encostado na parede depois da última gracinha de Edward. –Rose comentou se divertindo com a situação e Jasper, apesar de continuar sério também estava. Sua cunhada era um “amor” quando queria. Ironia pura.

–Na base SEAL só os melhores ficam, e hoje os que estão aqui terão que provar que são realmente os melhores. –vários soldados engoliram em seco. –Terão que fazer quinhentas abdominais em um minuto, quinhentas flexões também em um minuto, mais de mil agachamentos em menos de três minutos, passarão por vários obstáculos e depois terão que escalar uma plataforma irregular de mais de trezentos metros, mas só farão isso aqueles que passarem pela Coronel Hale, o Major Cullen e por mim é claro. –a última parte foi recebida pelos soldados como uma sentença de morte. Rosalie e Jasper sorriram. Então hoje haveria diversão? Salve Bella!Pensaram os dois.

E o teste tortura começou, mas menos da metade dos cem homens ali chamados chegavam ao fim, pois boa parte deles não era capaz de ultrapassa Rosalie e quando passavam Jasper não tinha dó em barrá-los e se por um acaso passavam por ele, Edward tratava de ser implacável e ao todo apenas vinte e cinco conseguiram aprovação, mesmo que depois estivessem completamente exauridos.

Homens que segundo o julgamento de seus superiores realmente mereciam carregar o nome que levavam em sua farda. Os SEAL’s da marinha tinham o dever de serem invencíveis e não covardes que tremiam ao som da bronca de uma mulher, mesmo que essa mulher fosse a dama de ferro. No final o único homem que deveria temê-la era o próprio General e com razão, afinal um passo fora da linha e ela faria picadinho dele, tão certo quanto o mundo é velho.

O primeiro a cair foi Peter e primeiro a critica a chefe do FBI, Edward não gostou, mas não a defendeu imediatamente, pois trabalho era trabalho, vida pessoal era vida pessoal. Teve que lembrar a si mesmo antes que fizesse uma besteira. Mas quem disse que não poderia defendê-la como sua igual? Como uma colega de trabalho e a profissional excelente que por natureza era?E teria feito isso se a Coronel não tivesse feito um pedido silencioso para que ele se calar e tomasse a frente dele.

–SE ACHA MELHOR QUE A DIRETORA SWAN, PETER?ACHA QUE É MAIS COMPETENTE QUE ELA?!-todos os soldados prenderam o fôlego de maneira imediata. –Se não conseguiu passar por mim acha que passaria pela dama de ferro?Acha que seria páreo para a rainha de aço?Eu acho que não. –a voz de Rosalie era cortante, seu cinismo implacável.

–Perdão senhora, mas o nosso treinamento é mais pesado que do FBI, só porque ela dá para o General e o presidente não quer dizer nada. –o som vindo do fundo do peito de Edward foi similar a um rosnado e o Major soube que se não segurasse o irmão, Peter seria um homem morto.

–Calma meu irmão.

–Me solta Jasper. –o pedido de Edward foi ignorado, enquanto a loira furiosa agia.

Rosalie rápida como um raio deu uma chave de braço no fodido soldadinho que se achava só por ser sobrinho do governador da Califórnia.

–Peter, eu vou te conta um segredinho. –murmurou Rose. –Está vendo o meu lindo rostinho a única pessoa que já foi capaz de deixar uma marca nele foi Isabella Swan, a mulher que você acaba de insultar e que terei o maior prazer de informa a ela tal comportamento, portanto se ainda quer essa tua cara azeda inteira peça desculpas agora!-ordenou ela apertando ainda mais a chave de braço.

–Não. –Peter se negou ainda assim.

–Agora chega!-a fúria de Edward era latente.

–Edward como General não pode agredi-lo. –alertou Jasper ainda fazendo força para segurá-lo.

–Aconteci que ele está ofendendo a minha mulher e não a Diretora Swan e, portanto não preciso agir como um General e sim como um homem defendendo a honra da sua mulher. –Jasper não teve argumentos, tanto que soltou Edward. Se a situação fosse inversa ele gostaria de ter a chance de defender Alice.

Ninguém ousou ficar no caminho do General, nem Rosalie que conhecia o amigo bem demais para saber que a paciência dele havia ultrapassado todos os limites.

–Levanta seu verme. –vociferou Edward depois de dá o primeiro soco que levou Peter diretamente ao chão. — Uma coisa é você ofender a Diretora Swan, outra coisa bem diferente é você ofender a minha mulher. –Entre socos e mais socos Edward falava ofegante de raiva, Peter nem tinha chance se defender porque simplesmente não era páreo para Edward e sua fúria louca.

A briga foi feia e quando finalmente acabou Edward decidiu sair para esfriar a cabeça, e por que não buscar sua princesinha?

Renesmee se encontrava no meio de um grupo de crianças que a atormentavam no pátio da escola fazendo a pequena chorar. Alguns pais e professores estavam por ali, mas não faziam nada para por um basta na situação.

Um Volvo prata parou no local e o motorista saiu na velocidade da luz em socorro de Nessie ouvindo o fuzuê das crianças que gritavam.

–Bastada! Bastada!-sem parar. Uma cena chocante, hoje crianças da alfabetização eram os grandes vilões.

–Nessie. –o chamado na voz de trovão do General fez as crianças silenciarem imediatamente com medo. Edward pegou no colo sua garotinha que prendeu os bracinhos com força envolta do pescoço do pai. Seu pequeno corpo tremia descontroladamente pelo choro. –Shhh... Princesa o papai está aqui, o papai está aqui amorzinho. –ele dizia acalentando sua menina que chorava carpiciosamente. No fundo seu coração estava apertado pelo sofrimento de Nessie. Como a vida podia ser tão cruel com alguém tão pequena quanto sua filha?-Shhh... Amorzinho... Shhh...

–Solte a menina Renesmee!-uma mulher que parecia ser a imprestável diretora do lugar ordenou ao General, que apertou os olhos em fenda antes de responder friamente.

–Para quê? Para que um bando de irresponsáveis continuem olhando minha filha ser discriminada e não fazerem nada?! Eu acho que não. –a ferocidade de suas palavras fez a mulher recuar um passo.

–Não há nenhum irresponsável aqui senhor. –cuspiu a mulher de forma abusada.

–Então por que raios a dez minutos da saída minha filha estava rodeada por um bando de fedelhos preconceituosos e mimados sem que ninguém fizesse nada?!-apesar do acido em suas palavras Edward controlava-se para mão gritar, pois sua filha estava ali encolhida em seus braços.

–Não sei do que o senhor está falando. –a mulher disse de nariz empinado.

–Tal vez você soubesse se tive coragem de tirar esse seu traseiro gordo do lugar e fizesse seu trabalho de verdade. –grunhiu o General.

–Posso processá-lo por difamação. –a mulher obesa e pequena disse como se pudesse amedrontá-lo com tal ameaça.

–Entre na fila da suprema corte então. –a resposta seca foi seguida de uma exigência. –Quero a transferência da minha filha imediatamente, do contrário eu não quero nem ver quando os muros dessa escolinha de quinta caírem. –um sorriso cínico e cruel surgiu no rosto de Edward.

–Isso foi uma ameaça?-a diretora perguntou tremula.

–Eu não faço ameaças, é uma promessa mesmo.

Não foi necessário dizer mais uma única palavra que fosse, a transferência de Renesmee foi feita imediatamente para a escola onde apenas os filhos dos SEAL’s estudavam. Por mais chocante que pudesse parecer nenhum documento de Edward foi exigido. Afinal quem iria querer desafiar um homem transtornado como Edward Cullen?

–Hei princesinha que tal enxugamos esse rostinho, hein?-Edward disse passando suavemente um lenço no rosto de Nessie. –Desde quando isso acontece querida?-perguntou ele carinhosamente a princesinha.

–Desde sempre. –respondeu ela fungado no banco da soverteria em que estavam.

–E sua mamãe sabe disso?-ele a pegou no colo.

–Eu contei uma vez, ela foi lá, mas depois eles continuaram. –Nessie contou de cabeça baixa.

–E porque você não disse para sua mamãe?-Edward procurava entender à pequena pacientemente.

–Porque o Gabriel tem razão. –lágrimas silenciosas rolaram pelo rostinho delicado.

–E por que esse menino tem razão?-Edward já desconfiava da resposta, mas quis saber assim mesmo.

–Ele disse que a mãe dele falou que eu sou uma... bastada...porque eu não tenho um papai.

–Hei amorzinho, e eu sou o quê? Hum?-indagou o General com carinho acariciando o pequeno rostinho em formato de coração.

–Mas e se senhor for embora que nem o Jacob?-Nessie parecia ter medo da resposta.

–Eu não vou, prometo. –disse Edward a fazendo olhá-lo diretamente nos olhos.

–Nem se o senhor e a mamãe brigarem?-Renesmee indagou receosa.

–Nem assim, meu amor por você não tem nada a ver com o que sinto por sua mãe. Eu sempre vou estar por perto, sempre vou te proteger filhinha. –ele disse abraçando Nessie apertado. –Minha bebê.

–Meu papai. –a garotinha disse dessa vez chorando de emoção que nem mesmo o temido General conseguiu segurar.

–Que tal irmos visitar a mamãe, hã? Só espero que ela não me mate. –a última parte ele disse para si mesmo.

[...]

–O que vamos fazer agora Bella?-Emmett indagou.

–Como eu vou saber? Você acha que algum dia me imaginei investigando o pai da minha filha assim?Não mesmo. Que ele se envolvia com coisas ilícitas eu sabia, mas tráfico de gente jamais.

–Imaginando ou não acabaram de jogar essa bomba em suas mãos e você não pode se recusar a investigar. –constatou o Sub-Diretor.

–Eu sei Emm, mas como vou olhar para minha filha depois de colocar o pai dela na cadeia?-Bella choramingou para o irmão caçula.

Duas horas depois de sua discussão com os agentes que quase puseram tudo a perder a Diretora Swan recebeu uma ligação de Sam Uley, Procurador Geral da Justiça dos Estados Unidos, que lhe encarregou de colocar a maior organização de tráfico humano de todos os tempos atrás das grades e o grande chefe por trás de tudo isso seria ninguém menos que Jacob Black seu ex-marido.

–Eu queria te ajudar maninha, mas você sabe que eu não posso. –disse Emmett carinhosamente.

–É, então mãos a obra. –Bella se ergueu disposta a entrar em ação. –Emmett quero que entre em contato com a Divisão de Crimes de Justiça Criminal e faça Alice conseguir um mandado para colocamos escutas nas linhas telefônicas, nas casas desses filhos da mãe, nos escritórios, no carro e outro mandado para quebramos o sigilo bancário de cada um dos envolvidos. –ela saiu dizendo ordens a torto e a direito chegando a deixar o Sub-Diretor tonto.

[...]

–Toc. Toc. Posso entrar?-Edward disse colocando a cabeça para dentro da sala de Bella.

–Oi amor, claro. –nesse momento a morena colocou uma espécie de máscara disposta a ocultar suas verdadeiras emoções. –Fico me perguntando o que um certo garotão ainda faz parado ai com essa porta aberta que não vem e me beija logo. –murmurou ela risonha. Apesar de Edward não ter dito nada ele notou que algo estava errado a conhecia muito bem, mas iria respeitar seu espaço, pelo menos por agora se ela não queria conta nada.

Os lábios de sua mulher estavam famintos por ele quando o General se aproximou e a tomou nos braços cheio de desejo e paixão. O beijo começou cálido, mas foi à medida que o tempo foi passando as coisas foram esquentando. A batalha das línguas era árdua e sensual. O beijo sôfrego e cheio de intensidade. Quando o ar lhes faltou os dois foram finalizando o beijo com doces selinhos.

–Podemos conversa?-perguntou Edward mantendo as mãos na cintura de sua morena ficando com ela abraçando.

–Claro. –ela respondeu beijando o tórax dele por cima da camisa. –Sobre o que quer conversa?-Isabella questionou sentando-se na mesa e prendedo o General pela cintura com as longas e torneadas pernas.

–Renesmee. –respondeu ele hesitante.

–O que tem nossa bebê?-Por que será que eu sinto que ele aprontou alguma coisa? Pensou Bella.

–Eu a tirei da escola. –Edward mirou atentamente a reação de sua namorada.

–E eu suponho que você tenha uma razão muito forte para fazer isso. –disse ela tranquilamente.

–Não está brava?-indagou Edward duvidoso.

–E por que estaria? Você não faria isso sem um bom motivo. Faria?-Bella alisou o rosto dele.

–Não. Hoje eu fui buscar a Nessie e...

–E?-ela o incitou a continuar falando.

–Peguei nossa garotinha sendo discriminada. –o General continuou cautelosamente.

–Outra vez? –a Diretora suspirou tristemente. –Agora não há motivos para hesitar prender o Jacob, ele é um verme imprestável mesmo.

–O que disse?

–Merda!-Bella praguejou baixinho ao perceber que não havia pensado e sim falado alto. –Esquece amor, é besteira. –ela murmurou tentando sair da mesa para escapar do namorado.

–Nem pensar neném, desde que eu entrei aqui você está estranha, o que aconteceu?-perguntou com delicadeza, pois de outra forma sua morena não diria nada.

– O Procurador Geral da Justiça dos Estados Unidos me ligou esta manhã e eu recebi ordens expressas de investigar e prender meu ex-marido por tráfico humano como chefe da tal organização. Como vou olhar para Renesmee, Edward?-Isabella limpou os olhos reprimindo as lágrimas que teimavam em cair.

–Desculpe-me, neném. –Edward abaixou o rosto como se acabasse de ser flagrado fazendo algo feio. –Eu não havia pensado nisso.

–Por que está me pedindo desculpas?-indagou ela confusa.

–Porque a culpa disso tudo é minha, eu queria que Jacob te deixasse em paz então revirei a vida dele de cabeça para baixo em buscar de algo que pudesse usar contra ele, só não imaginei mesmo com tudo o que você me disse que seu ex-marido pudesse ser tão nojento. –Edward fez uma pequena pausa. – Eu não tive outra saída se não denunciá-lo. Consegui me entender?-Bella mantinha os olhos fechados enquanto respirava fundo, então o General não sabia o que esperar. Ela podia explodir com ele ou aceitar o fato de que ele só queria protegê-la. Vindo da sua mulher tudo se podia esperar. –Bella neném falar alguma coisa, por favor. –E agora o que seria?

Continua...


Notas finais
Doce Vingança, Doce Justiça
[...]
De forma inconsequente ela se jogou na frente de uma bala dirigida ao General, aquela mulher era teimosa e não importavam as consequências nem circunstâncias Isabella Swan cumpriria seu dever e naquele momento seu dever era proteger o General, ainda que custasse sua vida.
A bala a atingiu dois centímetros acima do coração, um pouco mais e teria sido fatal, mas ela ainda seguia viva, portanto significava perigo, perigo em potencial e só provou isso ao pegar seu rifle Barrett Light Fifty e eliminar cinco dos vinte e sete ainda de pé e ferir sete dos vinte e dois restantes e Edward se viu em uma difícil situação....
[...]
Até os comentários meninas.