Notas iniciais
Meninas, felizmente a milly melhorou! Obrigada pelo apoio, viu? Muito obrigada pelos comentários, ainda não respondi porque estou com uns probleminhas, mas logo, logo farei isso.
Esse capitulo é dedicado a Leila Canuto, muito obrigada pela recomendação linda.
Beijos.

-Eddie! Estava com saudades. –Bella ouviu uma voz anasalada e extremamente irritante.

-Tanya o que... –antes que ele pudesse ter qualquer reação a criatura se jogou nos braços dele e o beijou com volúpia.

–MAS QUE PORRA É ESSA?!-Bella gritou furiosa Sua visão estava vermelha.

Capítulo 13

PDV do Narrador

_Quem é você? – a criatura sem um pingo de amor a vida perguntou olhando-a de cima a baixo.

_Quem é você perguntou eu!

_Eddie quem é essa mulher?! E o que ela está fazendo aqui no nosso ninho de amor?!!!

_Ela...

_É Eddie, quem sou eu?

Bella perguntou o fuzilando com os olhos, o General ficou desconfortável com a situação e para piorar Tanya não desgrudava do seu pescoço, ele estava vendo à hora de Bella arrancar literalmente as mãos dela. Ele rapidamente empurrou Tanya de perto de si e olhou para Bella pedindo com os olhos que ela compreendesse a situação. Bella lhe lançou um olhar que dizia: eu matarei você e comerei suas bolas.

_Vamos Eddie, diga a ela quem eu sou.

_Tanya, a Bella ela é minha namorada e...

_É o quê? Você namora é comigo!!!

_Não ele comia você, é diferente.

Bella falou olhando para as unhas da mão tranquilamente enquanto Tanya ficava vermelha de raiva.

_Bella, por favor, me deixe resolver isso, ok?

_Ok. Estarei no quarto, se livra da vadia e vem logo. Ou eu começo sem você.

Ela falou e deu as costas ao casal saindo tranquilamente rebolando pelo corredor entrou e fechou a porta calmamente. Ele detestou essa calma dela, era como um mar antes de uma tempestade. E uma tempestade brava. Ele olhou para a mulher a sua frente e respirou fundo indo para o outra lado da sala porque se ele sabia de alguma coisa era que Bella tinha os ouvidos muito bons, qualquer coisa que Tanya fizesse, qualquer movimento mínimo que fosse, ela ouviria e cabeças rolariam, e a dele estava na frente.

_Tanya, por onde você andou?

_Estive ocupada.

_Ocupada você quer dizer que estava com um amante?

_Você nunca pediu exclusividade Eddie.

_Eu sei, só perguntei por curiosidade. Escute Tanya a Bella é especial para mim, ok? O que temos é sério. Muito sério.

_Você estava comigo, não podia me trocar!

_Não grite, não levante a voz para mim Tanya.

_Você não podia ter me trocado por essa, essa...

_Pela mulher que eu... Bella é importante pra mim Tanya.

_Mais importante do que eu?

_Muito mais. – ele respondeu sem hesitar. _ O que tivemos foi bom, mas eu não posso mais continuar com isso. Preciso de estabilidade.

_Eu posso te dar estabilidade. Quer compromisso sério? Eu posso te dar isso também!

_Não, não pode, você sabe que não consegue e mesmo que conseguisse, eu quero Bella. Só ela pode me dar o que eu preciso.

_Essa é boa! Se estava procurando uma parideira por que não disse logo? Quer saber eu estou cansada desse papo de família morta, e filha que nunca verá crescer e blá, blá, blá... Eu posso te fazer feliz dar tudo o que você precisa, te fazer esquecer da sua família morta! Será que não vê?

_O que você pode me dar Tanya? Uma boceta rodada? – ele riu com escárnio e ela tremeu diante de suas palavras acidas._ Nunca te falei de minha família porque nunca te achei digna de ouvir minha história, eu não sei como você soube, talvez um dos meus poucos excessos de álcool, porque sóbrio eu não te contaria nada nem fodendo. Agora quanto ela não poder me dar o que eu quero? Querida. Ela já me deu. Você é carta fora do baralho Tanya, desculpa terminar assim, não deixe a porta bater na sua bunda quando sair.

Ele se virou e ia saindo da sala, mas ela o agarrou pelo braço e quando ele se virou ela o acerto na cara. Doeu como o inferno e ele ergueu a mão para revidar, mas parou no último segundo. Ele não batia em mulheres. Nunca e Tanya não poria para fora o pior dele. Nunca.

_Vai embora Tanya, me dá as chaves que eu sei que você tem. Acabou.

_Você não presta, eu vou adorar quando souber que ela te colocou um par de chifres! Eu vou gargalhar quando ela te chutar!!! Quero ver você correr para mim com o rabo entre as pernas!!!

_Eu acho bom você esperar deitada, de preferência em um caixão, porque você estará morta e enterrada quando a idéia de me abandonar passar remotamente pela cabeça dela, o que temos Tanya vai muito além da compreensão de qualquer um.

Ele foi à porta e manteve ela aberta. Tanya passou feito um furacão por ele e entrou no elevador. Ele respirou fundo e fechou a porta olhou ao redor e decidiu que aqui não era um lugar legal para ficar com Bella. Lembranças demais. Ele se virou e a viu parada no corredor estava lhe olhando, os olhos transparecendo um sentimento que ele teve medo de identificar, de ter esperanças.

_Vem aqui neném.

Ele ergueu os braços e ela veio para ele o abraçou apertado.

_Você sabe que eu estou profundamente chateada com você e que eu vou caçar aquela vadia e arrancar os olhos dela, não sabe?

Ele sorriu e lhe ergueu do chão para está no nível dele, ela era uma coisinha perigosa quando estava com raiva. Ela ficava deliciosamente sexy nesse estado.

_Vem neném, vamos para um lugar mais calmo. O ar está impreguinado com cheiro da Ta...

_Não ouse dizer o nome dela na minha presença. Quer morrer?

_Só se for de prazer e em seus braços neném.

_Bom. Acho muito bom mesmo, senhor fodo com qualquer uma que vejo na minha frente.

_Querida que maldade, você não é qualquer uma. É minha Bella. — ele falou e riu quando levou um tapa no braço.

_Palhaço. Aonde vamos?

_Surpresa, vem.

Ele pegou em sua mão e saíram do apartamento, Edward achou que estava na hora de se livrar do imóvel, ele tinha toda a certeza de querer se mudar em definitivo para casa dela o mais rápido que pudesse. E seria logo, logo.

Bella ficou calada o tempo todo durante o trajeto, ela estava ressabiada por conta da outra, não que ela achasse que um homem como Edward tivesse feito voto de castidade depois da morte da mulher, mas imaginar e ver sua amante eram duas coisas bem diferentes, ela ainda achava difícil de engolir a cena dela agarrada em seu pescoço e enfiando a língua na boca dele. Estava com ciúmes isso era mais que lógico. Ela sentia na ponta da língua e era ruim como o inferno.

Eles pararam em frente a uma casa de dois andares em um bairro nobre da cidade, a casa era linda. Quem morava aqui tinha um bom gosto do caramba. Ele desceu, deu a volta abrindo a porta para ela, estendeu a mão e Bella pegou no mesmo segundo. Se dirigiram para a porta da frente. Ele a abraçou apertado e respirou fundo.

_Ed? De quem é essa casa, não é de nenhuma outra amante não, né? Detestaria ter que passar por tudo de novo.

Ele sorriu e escovou os lábios nos dela quando pararam na soleira da porta.

_Fique tranquila neném. Essa é a minha casa, minha verdadeira casa.

Ela estancou no lugar. A casa em que foi feliz com sua família, onde encontrou os corpos. Onde mulher nenhuma tinha pisado os pés. Ele a trouxe para aqui, ela respirou fundo e conteve as lágrimas, ele se abria para ela, estava deixando ela entrar em um lugar que era só seu. Seu refugio. Eles entraram e Bella olhou ao redor, tudo organizado, ela foi para estante e observou uma foto de uma garotinha de cabelos loiros sorrir era linda, a outra foto era de uma mulher ruiva linda igual à filha. Seus tesouros. Edward estava lhe mostrando seus tesouros, ela olhou ao redor, hesitante a princípio, curiosa no final. Tinha um quarto Sá ao lado da sala fechado, a chave estava lá na fechadura e ela rodou destrancando, ela abriu a porta e se surpreendeu com o que tinha lá. Era...

_Meu refugio da dor Bella. Ou meu próprio inferno pessoal chame-o como quiser.

Tinha brinquedos espalhados pelo local, uma TV enorme presa em uma parede, muito DVDs caseiros ao lado de uma poltrona, ela leu as etiquetas: primeiro dia em casa com a Mellany. Primeira troca de fraldas de Mellany. Primeira vez que eu dei mamadeira a Mellany. Nosso casamento, nossa gravidez. O parto de minha princesa.

Bella se virou para ele chorando e abriu os braços, ele foi para ela, sentaram no chão e ele se permitiu chorar como uma criança pequena e assustada que não entendia porque tudo a sua volta tinha mudado. Porque tinham lhe tirado tudo.

_Shhh... garotão. Tudo bem. Estou aqui para você, sempre estarei aqui para você.

Ele a abraçou apertado depois de um longo tempo ele ergueu a cabeça e lhe capturou a boca em um beijo faminto, desesperado até, ele a despiu e se livrou das próprias roupas. Não foi gentil o modo que fizeram amor, foi rápido e intenso, ele a amou com desespero. Ela entendia o que ele estava fazendo. Ele estava quebrando o último laço com o passado. Ele queria viver de novo, e para isso ele dependia dela, de sua força para arrancá-lo da escuridão, do seu apoio, do seu amor. E ela daria a ele tudo, qualquer coisa para vê-lo feliz e curado. E as próximas palavras lhe saíram direto do mais profundo canto do seu coração por que ela sabia que eram verdadeiras.

_Amo você Edward. Amo você desesperadamente.

Ele ergueu a cabeça do seu pescoço em seus olhos uma mistura de desejo, luxúria, medo, esperança. Aceitação.

_Te amo também neném. Ajude-me.

_Sim, te ajudarei, estou aqui, estou aqui.

Ela falou enquanto o abraçava com os braços e as pernas. Se moveram em uníssono, cada um dando tudo de si, se curando. Subiram para o quarto um par de tempos depois, se amaram e adormeceram abraçados um protegendo o outro.

Quando Edward acordou estava sozinho. Não só no quarto, mas na casa. Ele soube que ela tinha ido embora.

_Eu empurrei demais essa situação e ela fugiu de mim.

Ele se ergueu e foi ao banheiro tomou uma ducha relutante em tirar o cheiro dela do seu corpo, se vestiria e iria para casa dela, ele não deixaria que ela saísse de sua vida assim tão facilmente. Quando voltou para o quarto ele encontrou um bilhete em cima do travesseiro dela. E letra elegante e forte dizia muito da mulher que ela era.

“Meu querido, fique tranquilo, não fugi de você. Apenas precisei sair volto logo, me espere para passarmos o dia juntos. Hoje meu amor é de fato o primeiro dia de nossas vidas.

Da sua e sempre Bella”

Ele sorriu e como um adolescente imbecil ele beijou o papel rindo do quanto ela o conhecia tão bem ao ponto de adivinhar sua reação ao acordar sozinho. Ele desceu e uma mesa farta de café da manhã o esperava, ela tinha caprichado e pelo jeito ela tinha saído há pouco tempo. Três horas depois a campainha tocou e ele se ergueu do sofá indo atender.

_Papai!!!

Renesmee gritou e estendeu os braços para ele que a pegou rapidamente. Ele riu feliz com a surpresa, ela estava atrás sorrindo para ele com algumas sacolas nos braços, ele lhe sorriu de volta, mas seu sorriso murchou quando viu Emmett com cara de raiva parado lá com um mamore de sacolas, um carro parou logo em seguida e saiu dele Charlie, outro parou e Jasper saiu de dentro com uma pequenina mulher.

_O quê...?

_Viemos passar o dia com o senhor papai. Feliz aniversário!!!

Foi aí que ele se lembrou de que aniversariava hoje. Bella foi até eles e lhe beijou nos lábios.

_Feliz aniversario amor, perdão, mas quando eu disse falei lá em casa todos quiseram vir, Jasper estava lá com a Alice quando eu cheguei, minha intenção era apenas trazer a Nessie, mas...

_Não tem problema. – ele falou feliz.

_Ok, ok, momento EMO passado vamos entrar, acho bom você ter uma churrasqueira de presença Edward porque eu sou o rei do churrasco e a de Bella é de chorar de tão ruim que é.

Charlie falou lhe abraçando e tirando sua neta dos braços dele.

_Não precisa se incomodar eu acho o caminho, a Nessie me ajuda.

E entraram Jasper veio ao seu encontro e lhe deu um abraço e apresentou sua namorada. Alice era muito bonita. Entraram e ele olhou para seu cunhado parado feito um dois de paus no meio do seu jardim.

_Pode entrar Emmett, lhe garanto que não vou atirar em você. Talvez um murro para descontar.

Edward falou com a cara mais descarada do mundo. Bella revirou os olhos e sorriu lhe abraçando.

_Como se você fosse homem para isso.

Emmett falou e abriu um sorrisão de provocação, Bella sabia o que isso queria dizer, seu irmão cabeça da ventou estava chamando seu namorado para briga.

_Durmo com tua irmã, sou mais que homem meu amigo, eu sou O CARA. Agora você...

_Ok parou vocês dois. Parecem crianças!

Ela ralhou com eles e eles fizeram bico, literalmente, ele projetaram seus lábios inferiores para fora fazendo um bico difícil de resistir. Ela negou com a cabeça e entrou deixando os dois lá fora.

_Sempre funciona. – Emmett falou sorrindo.

_Eu sei. – Edward respondeu sorrindo e entraram na casa, dariam uma trégua por hoje. Mas... só por hoje.

O dia se passou tranquilamente, Bella fez o almoço enquanto Charlie cuidava do churrasco. Edward ficou o tempo todo com Nessie na piscina brincando com sua princesinha e por mais que ela dissesse que sabia nadar ele não a deixou na boiar sem que estivesse com as mãos por baixo suspendendo-a na água, sua princesinha nunca se sentiu tão amada como estava se sentindo, e ela estava amando. Na hora do almoço se sentaram ao redor da mesa do quintal e começaram a encher os pratos a campainha tocou e ele foi atender.

_EDDIE!!! – uma loira se pendurou em seu pescoço lhe enchendo de beijos o rosto e enroscando as pernas em torno da sua cintura. Ele riu e lhe devolveu o abraço.

_ EDWARD CULLEN, DE NOVO NÃO!!!

Sua mulher falou as suas costas e ele se arrepiou todo, a tempestade despontava no horizonte. E o alvo era ele.

Continua...

Notas finais
Link da minha mais nova maluquice, Edward gostoso SEAL rsrsrs...
https://www.fanfiction.com.br/historia/222008/Doce_Vinganca_Doce_Justica
No próximo capitulo...
[...]
Só podia ser brincadeira! Por que raios esse homem gostava tanto de loiras?! E por que todos amavam se jogar sobre ele? Essa era pior, essa era ainda mais bonita e sabia onde o seu homem morava de verdade!
Bella estava se sentindo ultrajada, melhor dizendo furiosa. Duas mulheres em menos de 24 horas. Era demais, mas essa não ia escapar. Essa sim ia sentir o peso da sua mão e Edward era um futuro defunto do qual ela cuidaria depois.
[...]
Vejo vcs nos comentários amores!
Nilcia.