Notas iniciais
Temos novidades para vocês, acabamos de postar uma nova fic Doce Vingança, Doce Justiça. Tenho certeza que vocês vão amar, espero vocês lá.
Capitulo dedicado a Naninha, muito obrigada linda pela recomendação.

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Temos uma novidade para quem gosta de muito, romance, pergação, ação, mistério.

LINK:

https://www.fanfiction.com.br/historia/222008/Doce_Vinganca_Doce_Justica

Sumário

Justiça, palavra marcada a ferro em minha alma;


Vingança, dela provei o sabor amargo e sei que dela nada de bom vem, mas para muitos ela é doce como mel, qual o verdadeiro limite entre a justiça e a vingança? Até onde nossos instintos podem nos levar nesse mundo onde a justiça e a vingança andam de mãos dadas, onde aprendi a te amar cegamente?


Eu não vivo do ontem, apenas do presente.

Eu não penso no amanhã, eu só vivo intensamente.

Eu não carrego máscaras, apenas sou um ser independente que precisa do teu amor para sonhar livremente.

Para o mundo sou um labirinto, mas para você sou um livro aberto onde o céu é o limite no paraíso dos teus braços.

Não me importa como os outros me vêem, só quero que me ame loucamente!


“A lei do homem é adúltera, a lei de Deus é fiel”.

(~ Frase de Aucenir Gouveia)

DOCE VINGANÇA, DOCE JUSTIÇA

Tem um General SUPER GOSTOSO!

SPOILER:

[...]

http://www.kboing.com.br/beyonce/1-1081328/

Edward mirou os lábios rosados daquela mulher e em um impulso louco a beijou. Bella entre abriu os lábios cedendo passagem a língua dele, sem oferecer resistência alguma se entregou ao beijo deixando que ele explorasse cada canto de sua boca. A morena sentiu as mãos de Edward descerem para suas nádegas e gemeu de prazer quando ele apertou seu traseiro roçando seu membro na coxa dela...

[...]

Espero vocês lá! COMENTEM!!! E façam DUAS AUTORAS felizes!!!


*****

PDV do Narrador

Bella divertia-se vendo sua princesinha bombardear Edward de perguntas, ria internamente quando ele se embaraçava quando não sabia como responder alguma pergunta da pequena. A campainha tocou e Edward arqueou as sobrancelhas em uma pergunta muda.


–Não sei quem é. Não estou esperando ninguém. –Bella deu de ombros e foi atender à porta.


–Bom dia filhota. –Charlie saudou alegremente.


–Papai?!-Bella quase gemeu em desespero ao perceber que estava agora em uma situação complicada (ao menos para ela), Charlie não era um pai normal por assim dizer.


–Por acaso viu algum fantasma, Bells? Está pálida. –Charlie falou entrando.


–Você. — ela murmurou baixinho.


–O que disse?


–Nada. –estou ferrada!Pensou a Diretora. –Você não deveria estar no trabalho agora?-questionou tentando encontrar uma saída.


–Pego mais tarde hoje, daí pensei “por que não tomar café com meus filhos e minha netinha?”. –explicou Charlie.


–Emmett ainda não chegou. –Caramba, o que eu faço?Perguntou a si mesma.


–Ótimo, assim sobra mais comida para mim. Seu irmão é capaz de comer um boi inteiro sozinho. –e o seu genro também. Ela teve vontade de dizer lembrando-se da quantidade comida que preparou para o namorado, enquanto o pai ria do próprio comentário. –Vai ficar parada ai? Porque eu estou faminto!-seu pai disse caminhando na direção da cozinha. Bella o seguiu apressadamente. –Onde está minha netinha preferida?!-Charlie exclamou alegremente entrando na cozinha.


–Vovô!-Nessie gritou saindo da cadeira ao lado de Edward e correndo em direção a ele.


–Olá querida, sabia que é minha netinha predileta?-Charlie beijou a neta ainda não se dando conta da presença do General.


–Eu sou a única!-Edward riu da esperteza de Renesmee e acabou chamando a atenção para si. — Vovô meu novo papai não é gato?-Nessie disse animada.


–Novo papai?-indagou Charlie.


–Pai esse é Edward Cullen, Edward esse é meu pai Charlie Swan seu hã... sogro. –Bella disse em um fôlego só meio desconfortável, pois não sabia se Edward iria gostar da forma como ela o apresentou, mas como não gostava de rodeios...


–Então esse é o responsável pela sua cara de bem comida outro dia?-Edward que havia se levantado para cumprimentar Charlie engasgou-se com a pergunta e começou a tossir como um louco.


–Papai!-Bella o repreendeu indo acudir o namorado.


–Filha! –seu pai devolveu em tom brincalhão.


–Papai o que é bem comida?-Nessie quis saber, se a situação já estava constrangedora depois dessa então...


–Isso não é coisa para crianças meu bem. –Bella respondeu apressada.


–Muito prazer senhor Swan. –Edward disse quando finalmente se recuperou lançando um olhar sapeca para sua morena, lembrando-se do comentário de seu sogro, o que não passou despercebido para Bella que como sempre corou até a alma.


–Ai essa doeu, eu não sou velho assim para ser chamado de senhor, me chame de Charlie.


–Certo Charlie.


–Você já tem uma neta, papai. –Bella disse apenas querendo irritar o pai. Charlie não suportava ser chamado de velho.


–Minha namorada não acha. –Charlie disse sorridente.


–Que namorada?-O prato que a Diretora iria colocar no balcão foi ao chão devido ao tamanho de sua surpresa e ciúme.


–Sua mãe está com ciúmes. –Edward sussurrou para a pequena que riu alto.


–O que vocês estão falando aí, hein?-Bella indagou servindo uma generosa porção de panquecas a Edward.


–Nada mamãe, papai só contou uma piada engraçada. –papai, fazia tanto tempo que Edward não ouvia está palavra e vinda dos lábios de Nessie parecia tão natural. E ela era tão esperta que não pode evitar ficar abobalhado.


–Sei, vou fingir que acredito. –Ela abriu um amplo sorriso para seus amores. Sim amores, pois o amor por sua filha era incondicional e Bella tinha certeza que o que sentia por Edward ia muito além de uma simples paixão. -Que namorada Charlie?-Ela só chamava o pai pelo nome quando estava irritada, ou melhor, com ciúmes. Charlie engoliu em seco.


–Você vai amar Sue, querida. Ela é um amor. –seu pai respondeu sem jeito com os olhos brilhando e Bella decidiu deixar para lá... Por enquanto, talvez essa Sue fosse diferente da coleção de mulheres com quem seu pai se envolveu.



*****


Depois dos primeiros momentos de constrangimento o café da manhã correu perfeitamente bem, rodeado de brincadeiras com Charlie sempre soltando suas pérolas.


–Hei Edward se tem amor aos seus países baixos é melhor não pular a cerca, acredite minha filha é perigosa.


–Não se preocupe, eu amo demais meus países baixos. –o General já estava bem à vontade com o sogro.


–Como o papai vai pular a cerca se a gente nem tem cerca. –todos riram com a inocência de Nessie que agora estava sentada na mesa a frente de Edward enquanto ele fazia “aviõezinhos” para levar o cereal à boca da pequena. Nessie sabia muito bem se alimentar sozinha, mas não ia perder a oportunidade de ser mimada. Tal mãe, tal filha e se ele queria mimá-la um pouco que mal tinha?


*****


–Bella, Nessie. –a voz de trovão de Emmett ecoou pela casa.


–Aqui na cozinha Emmett. –foi Charlie quem respondeu.


–Hei meu velho... Mas até aqui Isabella?-Emmett que havia acabado de chegar em casa questionou furioso vendo Edward alimentando Renesmee. Isso já era demais, o grandalhão não deixaria esse miserável se aproximar da sua princesinha.


–Bom dia para você também Emmett. –a irmã rebateu com ironia.


–Hei crianças o que há?-perguntou o pai deles não gostando nem um pouco do clima entre os irmãos.


–Nada pai. –a Diretora respondeu inocentemente. –Emmett, três meses. –ela lhe lembrou do recadinho que havia dado antes para controlar o irmão.


–Sua chantagista barata. –resmungou ele fazendo um bico enorme.


–Vem cá bebê. — ela abriu os braços para o irmão caçula com um imenso sorriso nos lábios e Emmett foi prontamente, o que fez Edward de maneira infantil fechar a cara.


Charlie não conteve o riso e Nessie foi para o colo de Edward o abraçando com toda sua força e depois passou de forma suave a pequena mãozinha pelo rosto do General.


–Não fica assim não papai lindo...


–O QUÊ?-Emmett gritou interrompendo o que sua sobrinha iria dizer.


–Ai Emmett assim você me deixa surda. –resmungou sua irmã se afastando dele.


–Que papo é esse de “papai”?


–Ah é Edward, Emmett morre de ciúmes da irmã e da minha netinha. –disse Charlie risonho.


–Não morro não!-o grandalhão cruzou os braços e bateu o pé como uma criança.


–Morre sim. –todos disseram em uníssono.


*****


–Hei Bella, você não me disse como foi seu encontro com aquele SEAL miserável, espero que o cretino tenha tratado você bem. –Bella e Emmett se entreolharam e caíram na gargalhada. A gafe do pai tinha sido demais e a expressão indignada de Edward era impagável. -Disse alguma coisa errada?-ele indagou confuso. Até onde sabia seus filhos não suportavam o sujeito.


–Eu agradeço muito os elogios Charlie. –foi Edward quem falou. Os olhos de Charlie arregalaram-se de incredulidade.


–Ohh! Eu disse que todo aquele ódio era tesão reprimido. –a essa altura as mãos de Edward já estavam nos ouvidos de Renesmee, pois sabia que seu sogro soltaria algo que com certeza ela não deveria escutar.


–Nessie florzinha, que tal assistir o Bob Espoja com o titio gatão aqui?-Emmett apontou para si mesmo certo que ela largaria o General e correria para seus braços.


–Papai e eu vamos desenhar tio, amanhã. Tá bom?-A garotinha soltou um beijo para o titio querido fazendo ele bufar. Ele estava sendo trocado? Era isso mesmo? Mas que ultraje!


[...]


Charlie se foi, já estava quase atrasado e depois de muita bajulação Emmett conseguiu levar a sobrinha para ver o tal desenho deixando a Diretora e o General sozinhos.


–Seu irmão ainda me odeia. –ele comentou como se falasse do tempo.


–Vocês parecem duas crianças. –Bella murmurou risonha.


–Criança é? E uma criança faz isso?


Edward agarrou com força a cintura de Bella trazendo-a de encontro ao seu peito. Ela arfou de desejo com a pegada firme. Esse homem era uma perdição.


Bella que estava lavando louça até então, mas não pode deixar de sentir o membro pulsante de Edward contra seu traseiro. Ela mordeu os lábios reprimindo um gemido, suas costas contra o peitoral firme dele enquanto ele mordiscava e lambia sem piedade seu pescoço.


–Edward... –Ela tentou se afastar mesmo sem vontade alguma, mas sua filha poderia aparecer.


–O que foi neném?-Ele deslizou as mãos por seu abdômen. –Não gosta quando faço assim?-Ele soprou contra sua nuca e depois beijou o lugar de forma sedutora.


–Isso é golpe baixo. –acusou lutando para se controlar.


–Isso o que é?-ávido como uma águia Edward introduziu a mão por debaixo do vestido que ela usava afastando de imediato sua calcinha e passou a acariciar seu clitóris.


–Humm... Isso é covardia. –Bella virou o corpo e se agarrou ao pescoço de seu garotão com todo desejo esquecendo porque deveria resistir.


Edward a ergueu envolvendo sua cintura com as pernas de Bella e logo depois a sentou no balcão e entre diversas caricias quentes, palavras de carinho e sedução eram trocadas. As coisas estavam cada vez mais quentes, o casal estava tão absorto um no outro durante os beijos ardentes que nem se deu conta que alguém se aproximava.


–MAIS QUE POUCA VERGONHA É ESSA?!-Bella acabou derrubando alguns objetos que estavam sobre o balcão tamanho foi seu susto e enjôo com a última voz no planeta que ela gostaria de ouvir.


–Quem te deu permissão para entrar na minha casa assim?!-Grunhiu Bella tentado se recompor.


–Eu não tenho culpa se você estava tão entretida com seu amante cretino e não ouviu a campainha. –Isabella sentiu o sangue ferver ao ouvir Edward ser insultado. Atingi-la tudo bem, mas Edward não!


–O único cretino aqui é você!-Bella usou todo seu autocontrole para não gritar lembrando que Renesmee estava lá em cima com seu irmão e não deveria escutar nada.


–Eu posso ser um cretino, mas você é uma vadia!-rebateu o infeliz.


–Lava sua boca para falar da minha mulher. –Edward colocou o corpo estrategicamente na frente de Bella e, apesar de sua voz controlada, a ameaça implícita era clara. Ele não mediria esforços para protegê-la. Agora Bella tinha alguém ao seu lado que verdadeiramente a amava e seria capaz de sacrificar a própria vida por ela.


–Sua mulher?-a gargalhada de Jacob Black era sóbria.


–Sim, minha mulher. E eu não vou permitir que um filho da puta como você venha aqui e a ofenda. Fora daqui!-Bella se sentiu protegida, cuidada. Ela gostava de se sentir assim. Era bom, reconfortante, mais que isso era sublime.


–Quero ver minha filha. –Black simplesmente fingiu não ouvi-lo. –E se tentar me impedir eu mato você.


–Se eu fosse você não faria ameaças. –avisou Edward estranhamente calmo. E Bella temeu tal atitude.


–Vai se esconder atrás da grande Diretora do FBI?-Questionou com deboche. Esta foi a vez de Bella gargalhar.


–Jacob por acaso, você sabe o que pode custar ameaçar um oficial da marinha? Pior ainda, um General?-Como Edward previa diante de suas perguntas o covarde ficou branco feito um fantasma.


–Eu vou, mas pode apostar que Isabella se arrependerá amargamente. –Tais palavras fizeram com que um calafrio atravessasse a espinha de Bella e antes que ela pudesse ter qualquer reação Jacob Black foi imprensado contra a pia.


–Se tem amor à sua fodida vida fique longe da minha mulher. –Uma raiva descomunal queimava nos olhos de Edward. -E esqueça Renesmee, ela agora é minha responsabilidade, minha filha. Suma da minha frente cachorro. –Jacob não duvidou. Sabia que não teria chances contra o General e não tinha o menor espírito suicida.


–Edward...


–Me desculpe neném, eu não deveria ter expulsado ele assim, sem seu consentimento. –só então Edward se deu conta da forma possessiva que agiu com relação à Bella e Nessie.


–Tudo bem, eu só temo que ele faça algo. –Confessou a Diretora.


–Não fique assim, neném. –Edward a abraçou ternamente. -Ele não vai mais incomodar você e Nessie, prometo a você. –Bella queria perguntar o que Edward queria dizer com aquilo, mas preferiu ficar quieta. –Vem, vamos dar uma volta.


[...]


Edward decidiu levá-la para seu apartamento por algumas horas. Lá era como se nada pudesse atingi-los.


–O que acha de terminarmos o que começamos lá na sua cozinha?-Edward perguntou entre beijos na sala do apartamento.


–E o que começamos lá?-ela se fez de desentendida.


–Tem certeza que não sabe?-ronronou ele.


–Humm...humm...


–Pois vou te mostrar. –ele agarrou as nádegas de Bella de forma possessiva. Enquanto ela enlaçou seu pescoço e depois grudou seus lábios aos dele ficando na ponta dos pés. O beijo se tornou sôfrego, Edward a apertava cada vez mais contra si, ela o queria, precisava dele urgentemente, mas foram interrompidos pela campainha.


Mais que merda! Por que raios o porteiro não avisou?!


Pensou Edward irritado.


–A campainha. –Bella murmurou contrariada.


–Deixe que toque. –ele disse antes de voltar a colar os lábios deles, mas a droga da campainha continuava.


–Arg!-a morena gemeu frustrada com a interrupção. -Vai logo. –ela o empurrou usando de toda sua força de vontade para se separar de seu garotão.


–Já volto neném.


–Eddie! Estava com saudades. –Bella ouviu uma voz anasalada e extremamente irritante.


–Tanya o que... –Antes que ele pudesse ter qualquer reação a criatura se jogou nos braços dele e o beijou com volúpia.


–MAS QUE PORRA É ESSA?!-Bella gritou furiosa Sua visão estava vermelha.

Continua...


Notas finais
Meninas, não sei se terá poste na quarta, pois a milly tá com alguns problemas e ela ficou responsável pelo próximo capitulo, sorry, espero que entendam.
Beijos lindas!