Entre a Escuridão há Esperança
31 Sentença de Morte - Parte 2
Notas iniciais
– VOCÊ VAI PAGAR PELO QUE ME FEZ COM A SUA VIDA!!– parti pra cima para o ataque – Kansou! Armadura do purgatório – ergui o bastão e mirei o golpe em sua cabeça ele esquivou para baixo, mas já estava preparada para isso. Desci o bastão na sua direção colocando o máximo de força. Ele desapareceu, deixando uma cratera enorme aberta no local. Todo o lugar tremeu com a força do impacto.
– Kansou. Armadura Imperatriz do trovão. – peguei a lança e a girei me virando, pois seria ali que ele apareceria. E, como previsto, ele se materializou e eu avancei, e por pouco a lança não o acertava. Olhei para ele e dei um sorrisinho siníco, um forte choque o atingiu e ele caiu de joelhos. Apliquei-lhe um chute que o fez voar alguns metros e se estabacar na parede.
– Hora de acabar com isso – falei caminhando lentamente na sua direção – Kansou! Armadura do coração! Vou fazer você sofre pelo que me fez – ergui a espada e a encostei em sua garganta – Suas ultimas palavras? — em resposta ele pegou alguma coisa no bolso, era o relógio, apertou o botão lateral e tudo congelou. Ele se levantou calmamente e passou a mão no meu rosto.
– Que pena, ter que destruir um rosto tão bonito... – eu não conseguia me mover – Mas você deve entender que quando vocês vieram salvar a garota, seus destinos foram selados com a morte.
– Kansou! Armadura Deusa do Tempo! (N/A: Armadura inventada) – depois disso consegui me mexer, novamente, segurei bem firme as duas espadas – Nunca pensei que teria que usar essa armadura em uma luta, tão rápido. – era verdade, eu tinha conseguido há poucas semanas, enquanto treinava com Jellal. Basicamente ela se resumia a uma saia dourada com duas listas horizontais brancas e um topo preto com algumas linhas finas douradas. As espadas tinham o cabo dourado forjado em ouro com um pequeno relógio entalhado no centro. Meu cabelo estaca metade preso em um pequeno coque com duas tranças finas envolvendo. Também estava usando uma fina tiara trançada a ouro, e dois braceletes dourados com algumas fitas pretas e brancas.
Ele se afastou alguns metros, claramente assustado.
– Mas como você quebrou a magia de congelamento do tempo? – perguntou.
– Essa armadura me permite estar presente em diferentes fluxos temporais. Sua magia funciona por um deslocamento nesse fluxo, não é? – falei segurando as espadas em um X na minha frente – Vamos acabar com isso – investi, ele tentou usar sua deslocamento, mas não funcionou muito bem, agora que eu podia ver seus movimentos quase em câmera lenta – Corte Temporal – avancei desfazendo o X das espadas. Ele caiu no chão com um baque surdo. Virei-me para olhar o estrago, era possível ver duas linhas cruzadas em seu peito. Desviei os olhos e desfiz a transformação. O tempo voltou a fluir normalmente. Corri para ajudar Jellal, ele ainda estava respirando, apesar de tudo, ele ainda continuava vivo.
Tirei o seu casaco e rasquei algumas tiras para estancar o sangramento. Amarei outra tira em volta do ferimento e ele abriu lentamente os olhos.
– Jellal! – gritei – Que bom que ainda está vivo! – falei o abraçando.
– Calma ai não tão forte. Ai!
– Ah, desculpa. Vamos procurar Wendy para ela poder te curar – falei me levantando – Consegue se levantar ou quer que eu te carregue?
– Ser carregado por você vai ser humilhante – eu ri – Eu ainda consigo andar – falou se levantando apoiando na parede. Passei uma das mãos pelo ombro e a ajudei a seguir pelo corredor.
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