Entre a Escuridão há Esperança
41 Especial Dia dos namorados - Uma Noite Inesquecível
Notas iniciais
NATSU POV’S
Duas semanas haviam se passado desde a batalha contra Zeref. Nesse tempo, eu e a Lucy nos aproximamos de uma maneira incrível. Eu estava em frente ao quadro de pedidos escolhendo a próxima missão que faria, quando ouvi os outros conversando:
– Ei Gray, tenho certeza que a Juvia vai gostar muito da surpresa. – falou Jellal – Eu também preparei uma coisinha especial para a Erza. E você Gajeel?
– Eu também fiz uma coisa pra baixinha, ou melhor, dei um livro novo pra ela . – falou dando de ombros. A essa altura eu já estava curioso pra saber do que eles estavam falando. Fui até eles.
– Do que vocês estão falando? – perguntei esquecendo o que estava fazendo.
– Quer dizer que não sabe? – perguntou Gajeel.
– Tadinha da Lucy. – falou Gray finfindo pena. – Como ela foi arrumar uma namorado tão tapado assim?
– Quer brigar freezer ambulante?
– Você vai encarar aberração rosa?
– Calma aí vocês dois. – falou Jellal nos separando – Natsu, não me diga que esqueceu o Dia dos Namorados?
– Puta que pariu, eu esqueci!! E agora? – gritei desesperado. Ele me olhou com cara de quem não estava acreditando. – Me ajuda gente. Eu tenho que arrumar alguma coisa legal para a Lucy.
– Foi mal aí, mas eu tenho que ir. – falou Gray.
– Eu também. – disse Gajeel.
– Desculpa Natsu, eu tenho que preparar a surpresa da Erza. – Jellal suspirou – Parece que você está sozinho nessa. – disse saindo junto com os outros.
“Bando de falsos, eu vou ter que me virar sozinho, agrth! Ótimos amigos eu fui arrumar.” Pensei mal-humorado.
Resolvi dar uma volta para clarear as ideias. Passei pela cidade lembrando os bons momentos que eu e ela passamos ali, o parque onde nos beijamos pela primeira vez, a colina onde tivemos o nosso primeiro encontro. Droga! Todos os lugares me lembravam dela, e eu ainda não tinha conseguido pensar em nada. Isso por que todas as vezes que eu tentei dar ou fazer algo para ela, algo sempre dava errado ou as coisas simplesmente pegavam fogo.
Suspirei derrotado e refiz o caminho de volta para a cidade. Já estava anoitecendo e eu ainda não tinha tido nenhuma ideia. Estava tão distraído que acabei esbarrando em alguém.
– Ei viado, olha por onde anda! – reclamei sem olhar quem era.
– Calma aí esquentadinho, não precisa me engolir não. – falou uma voz carregada de sarcasmo.
– Ah! Foi mal aí Gray. – me desculpei voltando a andar. Ele veio atrás de mim.
– Pera, pera aí! Você me chamou pelo nome? Certo, fala logo o que aconteceu?
– É que eu passei o dia inteiro pensando e... – ele me interrompeu.
– Minha nossa!! O NATSU, PENSANDO!!!!! É o fim do mundo! Corram pras colinas! Alguém me belisca pra ver se eu não tô sonhando!! – suspirei e voltei a falar.
– ...e eu não consegui pensar em nada para dar para a Lucy.
– Bem, agora já é tarde. Mas acho que se você disser a ela que passou o dia inteiro só PENSANDO, ela vai considerar um presente e tanto. – falou rindo.
– Arg! Quer saber, esquece viu. – fui para o apartamento dela esperando ao menos falar alguma coisa bonita na hora.
Abri a porta – sério, nem notei que entrei pela porta – e vi que tudo estava uma escuridão total. Tentei acender a luz, mas ela não estava funcionando. Entrei com cuidado, vendo que havia várias velas espalhadas pela casa e um forte cheiro de rosas emanava de todos os lugares. Olhei em volta, haviam realmente pétalas de rosa espalhadas por todo o chão e, principalmente, na cama.
Fui para a cozinha e lá tive a melhor visão da minha vida. Ela estava com um vestido tomara-que-caia curto vermelho bem provocante, com um decote imenso que deixava a mostra a maior parte de tudo mais. Ela usava uma meia calça com uma fita liga em uma das coxas e, amarrado à cintura havia um chicote.
– Oi amor, — falou com uma voz manhosa – chegou cedo. – quando ela se virou pude ver que ela usava orelhinhas de gatinha nos cabelos, o que lhe dava um ar sexy. — Cuidado pra não babar Natsu. – ela riu, e eu percebi que estivera esse tempo todo a encarando. – Preparei uma coisinha especial para nós. – falou apontando para a mesa repleta de guloseimas – Espero que goste. – ela sorriu.
Sério que ela não achou outra forma de me torturar, não? Assim que não ia resistir por muito tempo, mas quem liga? Ele se aproximou lentamente e me deu um selinho calmo.
– Vem, vamos comer. – falou me puxando pelo braço.
Agarrei sua cintura, colando nossos corpos. Nossos rostos estavam a centímetros, eu sentia sua respiração quente varrendo o meu rosto, o cheiro doce que emanava de sua pele me deixava louco de desejo. Tomei seus lábios para um beijo. Pedi passagem com a língua e ela cedeu. Nossas línguas travavam uma batalha, se movimentando em perfeita sincronia, eu explorava cada canto da boca dela. Ela mordeu levemente o meu lábio inferior, mas infelizmente o ar acabou e nós tivemos que nos separar. Ela estava ofegante e eu lutava para recuperar o controle, mas agora não era hora para isso. Ataquei seu pescoço, mordendo levemente o seu ombro, ela soltou um gemido abafado. Subi devagar até chegar ao seu ouvido.
– Que tal a gente pular a refeição e ir direto para a sobremesa, ein? – falei coma voz rouca fazendo com que ela se arrepiasse toda. Em resposta ela me puxou para mais um beijo e enlaçou as pernas em mim. Carreguei-a até a cama sem interromper o beijo e a joguei de costas na cama.
Ela deu um sorrisinho safado e me chamou. Deitei ao seu lado, ficando por cima dela. Enquanto nos beijávamos, passei as mãos pelas suas coxas retirando a meia calça e subindo levemente o seu vestido. El puxou meu cachecol com os dentes e beijou o meu pescoço dando leves mordidas, em seguida passou as mãos por dentro da minha camisa expondo o meu peitoral.
– Cuidado pra não babar Lucy. – revidei com um sorriso.
– Nem sonhando. – ela inverteu as posições, ficando por cima. Passou as mãos pelo meu peito devagar sentindo os músculos a cada toque. Ela voltou a me beijar e eu senti algo prendendo as minhas mãos. Olhei para ela que estava um pouco corada, e em seguida para as minhas mãos, que estavam amarradas com o chicote.
– Minha vez de brincar. – ela riu e voltou a me beijar, descendo o caminho pelo meu pescoço e o mordendo, passando em seguida para a minha barriga, me fazendo soltar gemidos baixos. Senti suas mãos lutarem com o botão da calça, eu queria ajuda-la, precisava sentir o seu toque, mas as minhas mãos estavam amarradas e eu estava a ponto de queimar o chicote. Finalmente ela conseguiu tirar a minha calça, me deixando somente com a box preta que eu usava. Ela olhou para mim como se pedisse permissão, eu assenti e ela retirou minha cueca com os dentes de uma maneira sensual. Senti suas mãos massagearem o meu membro, já duro, para em seguida o engolir por completo, me levando a loucura. Queimei o chicote, finalmente me soltando e ficando por cima dela.
– Suponho que seja minha vez. – falei mordendo o nódulo da sua orelha e rasgando o seu vestido e o sutiã que ela usava, ela me abraçou com força não me deixando ver o seu corpo. – Calma Lucy, se você não quiser eu vou entender. – ela respirou fundo e me soltou. Beijei-a ternamente, descendo os beijos pelo seu pescoço e chegando aos seus seios. Mordisquei um deles enquanto massageava o outro, e logo passei para o outro fazendo-a gemer. Desci os beijos pela sua barriga e continuei a massagear e a apertar os seus seios. Tirei sua calcinha com os dentes, pelo canto do olho pude ver que ela ficou muito corada. Penetrei-a levemente com os dedos sentindo o quanto ela estava molhada, e em seguida penetrei-a com a língua, fazendo-a gemer o meu nome e se arrepiar toda. Voltei para seus lábios.
– Tem certeza que quer fazer isso? – perguntei acariciando o seu rosto. Ela assentiu.
– Quero ser toda sua. – falou me beijando.
– Penetrei-a devagar sentindo uma leve resistência, olhei para ela que assentiu, e rompi o seu hímen, ela me abraçou forte cravando as unha nas minas costas, vi que ela tinha algumas lágrimas nos olhos.
– Tudo bem? – perguntei preocupado.
– Doeu um pouco no início, mas agora está tão bom. – ela assentiu.
Comecei a fazer movimentos de vai e vem, aumentando aos poucos o ritmo e a profundidade das penetrações. Ela gemia, assim como eu, e rebolava. E assim, juntos, nós chegamos ao nosso ápice. Ela desabou sem forças na cama e eu deitei ao seu lado. Abracei o seu corpo e nos cobri com o lençol. Acaricie o seu rosto rubro.
– Você foi incrível Lucy, como em tudo que você faz. – ela sorriu.
– Obrigada Natsu, por ter sido tão gentil comigo. – ela me beijou e nós dormimos, assim, abraçados.
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