Notas iniciais
hiihih oii gente linda, pessoas lindas que eu tanto amo. qro como sempre agradecer oas comentários, mto obrigada por me motivarem a continuar escrevendo. capítulo 8 quentinho. espero que gostem, bjos e boa leitura. :)

O capitão do Pérola Negra encontrava-se no porto da Sérvia era apenas uma questão de tempo para chegar à Romênia. Como o próprio disse, iria até o fim do mundo se fosse preciso. Gibbs foi chama-lo, ele acordou bem e apesar das dores fortes de cabeça comuns de uma ressaca, ele parecia estar feliz, acordou de bom humor e muito decidido, ele caminhou para fora. Não dava pra seguir pelo mar, precisava de alguém que guardasse seu navio num lugar seguro. No dia em que Jack tirou seu navio da garrafa na qual estava aprisionado ele aprendeu também como coloca-lo de volta, por mais que odiasse ver seu precioso pérola preso em uma garrafa não tinha escolha a não ser levar o navio consigo, ele não confiava em mais ninguém a não ser ele mesmo, e de certa forma ele está certo afinal é impossível confiar em piratas, ele deu ordens para atracar é claro que levaria alguns de seus marujos consigo, Jack era bom em negociar, não demorou muito tempo para encontrar um meio de transporte adequado para leva-lo, conseguiu uma espécie de carruagem, não era muito nova mais dava pro gasto.

– tudo pronto sr Gibbs. Você, Pintel e Ragetti vão comigo. Só falta colocarmos o pérola na garrafa.

– capitão, e resto dos marujos? – Gibbs falou.

– os marujos vão pra garrafa também. – Jack sorriu. — não se preocupe eles vão ficar bem. E agora ande logo com isso, vá buscar a garrafa. – Gibbs obedeceu depois que retornou com uma garrafa vazia de rum, Jack fez uma espécie de ritual rápido e pronto não faltava mais nada já podiam pegar a estrada gelada a caminho da Romênia.

– porque ela tinha logo que ir pra um lugar como aquele? Não podia ser um pouco mais perto? Como, Flórida? Ou Brasil, talvez Singapura, mas logo a Transilvânia? Eu já ouvi falar de antigas lendas e disseram que acontecem coisas bem estranhas por lá. – disse Gibbs ao seu capitão, eles já estavam a caminho, pois Jack não queria mais perder tempo.

– porque ela está tentando esconder-se do mundo, esconder-se de mim senhor Gibbs. Isso explica o fato dela vir parar nesse fim de mundo. Quanto às lendas, são apenas lendas! E coisas estranhas marujo acontecem em qualquer lugar. Para nossa sorte está na primavera então, tempestades inesperadas de neve serão muito raras.

– e se a moça não quiser vir? – Pintel, um dos marujos que acompanhava Jack perguntou.

– bom, não pretendo força-la a nada, só quero que me escute e que saiba toda a verdade, dês de quando nos encontramos na primeira vez, eu tenho que contar a ela o motivo real de eu não ter retornado, e também o porque de eu tê-la deixado em uma ilha. Mesmo que se recuse a vir, tem o direito de saber o que houve e talvez assim ela me perdoe. – respondeu Jack, que pelo o percurso não pode deixar de notar as imensas montanhas cobertas de neve, a floresta bem densa entre outros detalhes, o pirata sempre foi bastante atento a detalhes e isso sempre ajudou Jack – sem dúvida é uma paisagem, bem bonita, extraordinária, e romântica. – ao dizer a ultima palavra lembrou que Angelica compartilhava essa paisagem não com ele, mas com outro isso lhe trouxe tristeza, raiva, uma mistura de sentimentos chamada ciúmes. Era por volta das três horas da tarde, o tempo continuava bom, e tudo corria bem, ele olhava constantemente sua bússola pra não haver nenhum desvio.

Pov Angelica

Eu estava deitada na cama, quando ouvi do lado de fora Lucas o empregado de Barnabas chamar.

– senhorita? – falou Lucas.

– eu não vou sair. Se eu for sair é pra ir embora de uma vez.

– não, perdoe-me, é só pra avisa-la que senhor Barnabas saiu.

– e o que eu tenho haver com isso? Seu patrão nada me interessa o que ele faz ou deixa de fazer.

– é que ele me pediu, pra dizer a senhorita que... – eu levantei e abri a porta e o interrompi.

– porque o próprio não vem? Por acaso ele não pode se rebaixar a ponto de pedir desculpas a ninguém?! Quanto orgulho tem os ricos, acham que só porque tem uma ótima casa, bons empregados, empresas e negócios acham que são os donos do mundo e podem conseguir qualquer coisa que quiserem, mas comigo não senhor Lucas. Diga isso a ele depois. – eu bati a porta com força, e fui em direção às escadas, desci e fui andar pelo castelo, Lucas veio atrás de mim.

– senhorita Teach, o senhor Collins vai ficar bravo, tem alguns locais da casa que é proibida a entrada.

– eu não posso sair? Não posso andar pelo castelo? Estou farta. Diga ao senhor Collins que eu não dou a mínima pras ordens dele, eu também não permiti ele me beijar. Dane-se.

– é... Mas a senhora não vai sair não é?! – Lucas parecia meio espantado com minha reação.

– e se eu for?! Eu devia sair mesmo, odeio receber ordens e odeio está presa.

– a senhorita ta brava?!

– hahahahahaha claro que não. – eu parei de ri e fiquei séria – olhe pra minha cara senhor Lucas eu pareço estar feliz?

– acho que não.

– acertou, e por favor, pare de me seguir, não vou sair desse maldito castelo se esse é seu medo, mas só pelo fato de não ter nada que me leve daqui a capital porque se houvesse eu já teria ido. – eu saí andando, acho que fui bastante grossa com ele, mas eu odeio receber ordens, e estou muito estressada, e qual o problema de andar pelo castelo? Subi para uma das torres, eu tive curiosidade de saber como é a visão de la de cima. Encontrei uma porta, tentei abrir, mas estava fechada, tirei um grampo do cabelo e coloquei na fechadura da porta, umas mexidas e ela se abriu, esse truque aprendi com Jack. Melhor não pensar nele, essa hora deve está se divertindo com alguma prostituta e rindo de mim achando que estou presa na ilha, miserável. O quarto estava muito escuro, eu vi uma vela dentro de um lampião e ascendi, tomei um susto quando vi que alguns morcegos estavam ali, e a curiosidade só aumentava, fui caminhando, tinha uma infinidade de livros empoeirados, até que bati em algo, o barulho foi baixo, eu iluminei com a vela pra saber o que era, quando nem acreditei no que vi, um caixão, tinha um caixão aos pedaços ali, céus, mas porque um homem como senhor Collins tinha um caixão em casa? Será que tinha alguém lá dentro? Devagar, eu abaixei e quando estava abrindo eu ouvi gritos vindos lá de baixo, deixei o lampião cair e ouvi o barulho dele quebrando. Rapidamente desci as escadarias quando cheguei ao salão de festa, vi uma das empregadas horrorizadas, gritando feito uma louca. – o que está havendo? – eu perguntei querendo entender o motivo de tanto escândalo.

– piratas! Rápido senhorita venha por aqui temos que nos esconder porque os empregados dessa casa não foram contratados pra lutarem e sim pra limparem. Venha, venha. – faltou-me chão de baixo dos pés quando ouvi a palavra “piratas”. A mulher me puxava tentando me esconder.

Angelica Off.

– capitão tem certeza que é essa a casa? – perguntou Gibbs.

– absoluta. – Jack começou a correr pela casa e pelos quartos.

La fora a carruagem que trazia Barnabas chegou, ele olhou para o portão da sua casa todo escancarado, e a fechadura arrombada com um tiro. Ele logo viu que tinha algo errado.

– Angelica! – Barnabas falou pra si mesmo correu pra o castelo. Ele entrou pelos fundos, estava procurando sua hospede, e a encontrou junto de algumas empregadas, rapidamente ele as guiou para a porta dos fundos pra que ninguém as visse sair.

– Adelaide você vai acompanhar Angelica, escutem bem, aquela carruagem vai leva-las ao litoral, eu vou tirar esses piratas da minha casa. – disse Barnabas a sua empregada que se chamava Adelaide.

– mas... – Angelica ia falar mais foi interrompida.

– eu vou em seguida busca-la. Agora vão. – ele abriu rapidamente a porta da carruagem e as duas entraram, Angelica tentava falar, mas ele não deu chances, foi tudo muito rápido. Em seguida ele mandou seguir estrada e voltou ao castelo.

O capitão pirata se encontrava nesse exato momento no quarto onde Angelica dormia, para sua decepção o quarto estava vazio, ele pegou uma camisola que estava em cima cama, segurou com as duas mãos como se tivesse tocando a própria Angelica, ele cheirou e sorriu ao sentir doce aroma da pele dela.

– onde você está Angelica? – ele falou baixinho. Quando foi tirado dos seus pensamentos por uma voz um tanto familiar.

– você? – era Barnabas, na porta do quarto.

Jack colocou de volta a camisola na cama e tirou a espada da bainha e virou-se.

– você! – sim, eles já se conheciam

Notas finais
é sim os dois se conhecem e isso vai fazer os nervos esquentarem ainda mais. comentários??? bjos até o próximo.