Entre Um Vampiro e Um Pirata
20 Capítulo 20
Notas iniciais
– foi um grande mal entendido, tudo não passou de uma grande mentira e eu fico feliz por ter acabado, você tem muito o que conversar com ela, — Barnabas apontou para Angelica, esta estava sendo mimada pela prima mais velha.
– logo você me dizendo isso? – Jack falou surpreso.
–sim, mas faça-me um favor bucaneiro, vê se não estraga tudo dessa vez. – Barnabas brincou.
– não se preocupe meu caro, sou o capitão Jack Sparrow, sei exatamente o que falar.
– é mesmo Jack?! Então porque não fala, ela é toda ouvidos. – Ayla disse se aproximando junto com Angelica. Ambos os dois se olharam. Barnabas e Ayla, deixaram os dois sozinhos e se afastaram um pouco.
– e a senhorita quem é? – perguntou o vampiro.
– sou prima da Angelica, acabamos nos reencontrando aqui.
– ah, deve ser por isso se parecem.
– de fato, me chamo Ayla.
– luz do luar. – o vampiro disse sedutor.
– como disse? – Ayla perguntou confusa.
– luz do luar, é esse o significado do seu nome senhorita Ayla, é uma luz tranquila, mas que pode despertar os mais intensos sentimentos quando se é comtemplada a dois. – ele terminou de falar, Ayla o olhava como se estivesse hipnotizada pelo som da sua voz, ela só não conseguia tirar os olhos dos olhos dele.
– eu, eu... é eu não sabia disso, — ela suspirou fundo, e controlou sua respiração. – e o que mais sabe sobre mim? – ela perguntou irônica.
– não mais que isso que acabei de lhe contar, mas com todo o respeito, eu adoraria descobrir. – ele disse.
Perto dali, Jack e Angelica também tentavam conversar.
– eu estava decidida que iria com ele. – Angelica disse. — o amor entre duas criaturas sobrenaturais distintas é muito poderoso, Lucas o feiticeiro que matamos, ele era servo de Barnabas, ele sabia disso, então nos lançou um feitiço para nos apaixonarmos, — ela falava e Jack a escutava atentamente. – desde quando eu olhei pra ele percebi que tinha algo magico, algo em minha mente sempre me levava ao Barnabas, mas algo mais forte sempre me afastava dele.
– o que? – Jack perguntou ansiando a resposta.
– meu coração é seu capitão Jack Sparrow, por mais forte que fosse aquela maldita hipnose, não era mais forte que meu amor por você.
– Angelica em Tortuga, aquela prostituta foi um... – Jack tentou falar mais ela o interrompeu
– cala a boca Jack. – ela segurou as golas do casaco dele e o puxou pra o beijo, nesse momento toda a tripulação do pérola, Barnabas e também Ayla comemoraram.
– da próxima vez que quiser se esconder de mim, melhor procurar outro lugar. – ele disse sorrindo feito um bobo entre um beijo.
– eu achei que a Transilvânia era longe o bastante. – ela riu também.
– nenhum lugar seria longe o bastante pra mim, eu faria tudo de novo, só para ter o prazer de poder te beijar... – ele deu um beijo rápido nela e voltou a falar – te tocar, sentir o teu cheiro, e o prazer senhorita de ter você de volta para mim, só pra mim. — Jack sussurrou no ouvido dela – eu amo você.
– opa, opa, opa, eu detesto ser estraga prazeres, mas vocês ainda vão ter muito tempo para aproveitarem, só que eu sugiro que façam isso depois, porque o pérola chegou. – Ayla disse aproximando-se dos dois.
– ah, é claro, perdoe-nos, é que eu esqueci que vocês ainda estavam ai. – Angelica disse corando. Barnabas foi aproximando-se também.
– vai ser um pirata também? – perguntou Jack ao vampiro.
– Barnabas é um completo cavalheiro Jack, ele não tem vocação para ser um desonesto. – Angelica disse indo em direção ao bote junto com Ayla.
– de fato. – Barnabas concordou.
– posso ao menos lhe oferecer uma carona? – o capitão disse. – é o mínimo que eu posso fazer por cuidar tão bem da Angelica.
– nessa carona terá rum? – Barnabas falou fazendo todos no bote rirem. Eles chegaram ao pérola, o vampiro passava grande parte do seu tempo conversando com Ayla. Enquanto os dois conversavam Jack mandou traçar o curso para a Sérvia, então percebeu o clima entre o mais novo possível casal.
– olha só isso, quem diria. – ele comentou com Angelica enquanto passava as mãos em volta da cintura da moça.
– eu não tinha dúvidas que seria instantânea a afinidade entre os dois.
– o que combinaria mais com um vampiro a não ser a luz do luar?! – o capitão falou sorrindo. Os dias passaram-se depressa quando eles atracaram no porto da Sérvia. Já em terra Barnabas estava se despedindo de todos.
– está entregue sanguessuga. – falou Jack.
– cuida bem dela amigo. – eles deram um aperto de mão.
– pode deixar. – respondeu Jack.
– senhorita Teach... – chegou a vez de se despedir de Angelica.
– eu vou sentir saudades Barnabas. – ela disse com os olhos marejados.
– eu também e... – ela o interrompeu.
– eu sei, eu sei, vou me cuidar. Prometo.
– assim espero. – eles se abraçaram, então Barnabas foi até Ayla, ela estava diferente, estava triste e cabisbaixa.
– senhorita Ayla foi um prazer conhece-la.
– digo mesmo senhor Collins. – ela falou de cabeça baixa, e ele deu um beijo em sua bochecha.
– Adeus. – ele disse dando as costas e caminhando em direção a cidade.
– Angelica, eu vou com ele. – Ayla falou para a prima.
– o que? – Angelica disse, ela não esperava aquela reação.
– não sou igual a você prima, se meu coração que tá falando eu o escuto na primeira vez. Amo você, se cuida, e você cuida bem dela. – Ayla disse para os dois piratas. – BARNABAS? – ela gritou e imediatamente ele virou. – ESPERA! – ela correu para acompanha-lo, quando o alcançou eles se abraçaram.
– que bom que aceitou meu convite. – ele disse.
– foi uma proposta tentadora. – os dois se beijaram, depois de mãos dadas, seguiram juntos sua jornada.
– bom, enfim sós. – disse o capitão agora já de volta a sua cabine no pérola.
– Jack como pode dizer isso, eram nossos amigos? – ela fingiu estar brava, ele riu e a abraçou a empurrando-a para a cama.
– perdoe-me mas é não suporto mais ter você tão perto e não poder... – ele falou mordendo a orelha dela. Angelica mordeu o lábio inferior da sua boca. Ela logo sentiu sua intimidade ficar molhada, conforme o pirata intensificava seus carinhos. Ele facilmente rasgou a blusa que ela estava usando, deixando seus seios cobertos apenas pelo delicado sutiã branco, e percorreu seus lábios famintos por toda a pele exposta dela, suas mãos desceram para a calça, rapidamente desabotoando os botões, ela facilitou seu trabalho movendo-se para ficar o mais rápido o possível livre da peça de roupa. Ela aproveitou para tirar a camisa do capitão, que rapidamente voltou para o que estava fazendo, ele a beijou outra vez, e seus indiscretos dedos já estavam por dentro da sua calcinha, os movimentos eram suaves, Jack sabia que tinha que ser calmo, bem devagar ele penetrou um dedo, ela gemeu em resposta.
– acalme-se já fizemos isso uma vez, sua única e primeira vez, até agora. Não vou machuca-la eu prometo. Só vou leva-la ao paraíso. Calma – ele sussurrava, com os beijos, ele acalentava e a mantinha mais tranquila. Ele tirou o sutiã dela, e voltou sua atenção para os seios, onde encheu-os de caricias os sensíveis mamilos rosados, até que parou por um breve momento, Angelica abriu um pouco seus olhos e pensou ter visto sobre a fraca luz das velas, o capitão tirar as calças que o próprio estava usando, ela teve certeza quando ele voltou para cima dela e a despiu completamente, agora pele com pele.
– olhe para mim Angelica. – ele falou, e ela abriu os olhos, suavemente ele levantou as pernas dela, e passou ao redor dele. Ele foi penetrando bem devagar, para que ela pudesse se acostumar com o tamanho. Ela gemia baixinho, e fechou os olhos de novo.
– olhe para mim Angelica! — pediu Jack mais uma vez, que continuou com os constantes movimentos de vai e vem. Ela de novo abriu os olhos. – eu quero te ter de corpo e alma. – ele falou intensificando os movimentos.
– já tem. – ela disse entre os gemidos.
– quero que me olhe e lembre-se que eu fui o primeiro a está aqui, — ele foi um pouco mais rápido, mas com cuidado para não machuca-la. – o primeiro e o único.
– não tem como... esquecer disso. – ela tentava falar.
– você entende? – ele perguntou e seus olhos ardiam de desejo.
– que eu sou sua?! Eu entendi isso desde a primeira vez que me olhou. – ela cravou as unhas nas costas dele.
– que bom, por que eu nunca permitirei isso a outro. – mais forte ele a penetrou, ela ia gritar, mas ele a beijou abafando seu grito, eles encontraram um ritmo e continuaram amando-se, agora já suados estavam perto do mais alto nível de prazer, ela chegou primeiro, gemendo descontroladamente, ele foi logo em seguida, sua respiração era acelerada, exaustos, ele deixou seu corpo cair por cima do dela, Angelica passou as mãos no cabelo do seu capitão, tentando de alguma forma agradecer a maravilhosa transa.
– não permitirei nunca, nenhum outro a não ser você. Eu te amo, meu capitão.
– não tanto quanto eu. – eles deram um terno beijo, e Jack ficou por baixo, ele trouxe Angelica para cima de si e a abraçou, os dois adormeceram, ainda teriam muitas aventuras pela frente, mas não importava o quanto difícil fosse o desafio, eles o enfrentariam juntos.
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