Entre Tapas e Beijos

2 A vassoura, o bolo e o fantasma


Notas iniciais
Olá pessoas, Aqui está mais um capitulo, era para ter sido postado antes, mas não deu. Me perdoem caso haja algum erro na escrita, eu revisei, mas nunca se sabe, né?

Já era meia noite, após todas as apresentações, os cavaleiros puderam conhecer melhor suas "companheiras de casa" e algumas aproveitaram para arrumar as casas que agora defendiam, todos estavam descansando e dormindo em suas devidas casas... Quero dizer, quase todos.

Sim havia certa leonina que subia as escadas zodiacais sorrateiramente. Ela estava indo em direção a sagitário onde por acaso sua irmã agora residia. Assim que chegou notou que agora o lugar estava "um brinco" e que tudo estava bem arrumado e organizado.

Andou um pouco em direção a sala e ao chegar viu sua irmã Clarye deitada no chão abraçada a uma vassoura; usava um avental e um lenço azul na cabeça, estava muito engraçada tanto que Lia não aguentou e soltou algumas risadas.

A mesma se aproximou da irmã deitada no chão e se abaixou ficando de joelhos no chão. Lia fez uma cara de sapeca e sorriu. Encostou-se e no ouvido da irmã e disse rápido e muito alto:

– CLARYE! – Lia.

Na mesma hora a morena acordou assustada e arregalou os olhos violeta e depois olhou furiosa a irmã.

– Posso saber o porquê, de a senhorita ter me ACORDADO!? – Clarye questionou.

– Calma ai mana, relaxa. – A leonina se levantou e a ajudou a morena a se levantar também.

– ‘Ta bom, ta bom, mais agora pode me dizer o que faz aqui? – A sagitariana mais velha disse, ela já estava mais calma.

– Tive um pesadelo. – Lia fez cara de choro e depois abraçou a irmã fortemente. – Sei que já sou adulta, mais ainda fico com medo quando tenho aquele sonho. – A LEONINA pode sentir as lágrimas caindo do rosto de Clarye.

– Ora Lia. – Clarye enxugou as lágrimas com o avental. – Você pode até ser uma adulta, mais tem suas fraquezas isso é normal. – Afastou-se da irmã e colocou a mão no queixo da menor. — Mais agora deve ser forte, pois eu nem sempre estarei aqui, e você sabe.

– Sim eu sei. – Lia resmungou.

– Olhe vamos parar com essa choradeira e vamos. – A mais velha disse – Vou te levar de volta para leão, antes que Aiolia perceba que você desapareceu.

A pequena assentia com a cabeça e foi acompanhada por Clarye até leão. Elas deram sorte que ninguém estava acordado nem mesmo Aiolia, o que Clarye deu graças a Zeus porque havia esquecido-se de trocar e ainda estava com a roupa de faxina e a vassoura na mão.

Quando estava em escorpião à morena passou de fininho sem fazer barulho, mas quando chegou a sala principal tropeçou e deu de cara com o chão de cerâmica. Quando ergueu a cabeça viu que as luzes estavam acesas e que um homem alto e bonito estava com uma vassoura nas mãos apontada para ela.

Era Milo, Clarye reconheceu pelo enorme e lindo cabelo azul do rapaz. Ela se levantou, mas foi impedida pelo mesmo que parecia estar um tanto sonolento. Ele bateu o cabo da vassoura nas costas dela o que a fez soltar um pequeno gemido de dor. Ele colocou o pé cima das costas dela e disse:

– Quem é você e o que está fazendo aqui uma hora dessas da noite? –Milo disse, sua voz denunciava que estava morrendo de sono.

– Sou eu, Clarye! Agora sai de cima de mim seu imbecil! Senão...

– Senão o que? –O escorpiano se abaixou e disse ou pé do ouvida da amazona. – Vai me flechar?

– IDIOTA! – Clarye o empurrou com tudo conseguindo assim se levantar.

Milo começou a rir ao vê-la vestida daquele jeito. Riu tanto que acordou completamente.

– Posso saber do que está rindo I-M-B-E-C-I-L -? – A garota soletrou com um tom de sarcasmo.

– Não sabia que você era ficava tão “fofa” de faxineira. – Milo debochou em meio a uma gargalhada.

– Ora! – Clarye arrancou o lenço e o avental os jogando no chão. Foi em direção ao escorpião com a vassoura apontada a ele. Assim que chegou perto o bastante o empurrou com força para parede e apoiou o braço esquerdo na parede e olhou furiosa para o escorpião. – Escute bem seu imbecil! Não invente de fazer estas brincadeiras de mau gosto comigo! Entendeu?

– Okay. – Milo desfez o coque da morena com uma das mãos.

– O que pensa que está fazendo? – A amazona de sagitário perguntou.

– Fica mais bonita assim. – O cavaleiro a fitou com um olhar sapeca que Clarye não gostou nada. – Brava e com os cabelos soltos. – Se aproximou mais de Clarye, colocando as mãos em sua cintura.

A sagitariana com o sangue quente que tem vendo o que Milo acabava de fazer deu duas vassouradas na cabeça do mesmo. O que o fez cair no chão.

– Au! – Passava a mão na cabeça. – Por que fez isso? – Perguntou o escorpiano.

– Abusado! – A garota recolheu suas coisas e começou a ir em direção a saída da casa de escorpião. – Imbecil. – Aquelas palavras fizeram Milo dar um pequeno sorriso.

No dia seguinte...

O dia amanheceu belo e tranquilo. Era o primeiro dia em que as novas amazonas começariam a defender suas respectivas casas zodiacais. E cada uma estava mais ansiosa do que a outra, mas na verdade algumas já imaginavam que o dia seria normal, apenas estariam em uma casa diferente.

Depois da visitinha a casa de sua irmã estava mais calma, mais ainda sim faminta igual a um leão. Assim que se levantou, colocou a máscara — que só lhe cobria a parte superior do rosto – e fez sua higiene matinal; depois se direcionou a cozinha mais não aguentou e parou a frente da porta do quarto de Aiolia que estava aberta. A mesma encontrou o leonino dormindo profundamente apenas de cueca o que a fez corar de leve, fechou a porta e continuou, pois o estômago falou mais alto.

Mal havia pisado na cozinha e já sentiu um agradável aroma de que emanava do fogão. A cozinha estava um verdadeiro forno o que não agradou nada a Lia. Abriu o fogão e deu de cara com um bolo de chocolate que lhe parecia delicioso; ela pensou que estava muito cedo para isso mais acabou se rendendo ao cheirinho e comeu tudo.

Aiolia apareceu na cozinha já vestido e a expressão de sono ainda reinava em seu rosto, mais ao ver a bandeja onde estava o bolo – que havia preparado para uma comemoração na casa de Milo – vazia arregalou os olhos e a boca se abriu. Foi em direção à janela da cozinha e logo viu uma pequena ruivinha sentada em uma pilastra olhando pro nada. Seus dentes rangeram e cerrou os punhos, pulou a janela e caminhou em direção a Lia.

– Caham... – O leonino limpou a garganta. – O que achou? – Seu tom de voz estava irritado e isso fez com que Lia desse um pulo de susto.

– Ai Aiolia! – Lia se virou pra ele. – Que susto! E como assim “o que achou?” do que está falando?

– Do bolo! – Aiolia cruzou os braços e dava leves batidas no chão com o pé direito.

– Ah, o bolo! Estava delicioso, e muito obrigado pela surpresa. – O sorriso amarelo da menina fez com que o leão se irritasse mais ainda. Ficou bem mais próximo dela e bufou.

– E quem disse que o bolo era pra você, pirralha?! – O cavaleiro de leão questionou. A expressão de assustada dela mudou radicalmente para de furiosa.

– Olha aqui seu filhotinho de gato escaldado! Pirralha é a tua vó! E eu só comi um bolo! – A leonina ficou na ponta dos pés para conseguir ficar da altura do cavaleiro.

– Todo! Imagina se eu tivesse feito dois! – Aiolia resmungou a ultima parte, mas Lia ouviu claramente.

– Idiota! Tá me chamando de gulosa? – Lia perguntou, com um pouco mais de raiva.

– Imagina... – Disse o leonino.

– ARG! – Deu alguns passos para trás e juntou as mãos em concha. – RELÂMPAGO DE PLASMA! – Lia lançou em direção a ele, que desviou por pouco.

– Ah! Então é assim, não? – O cavaleiro de leão ficou na postura de luta. – Então vamos lá! CÁPSULA DO PODER!

E lá estavam os dois tentando se matar por causa de um bolo.

Os estrondosos barulhos que vinham da casa de leão fizeram com que a curiosidade de Syha se despertasse. Ao escutar os barulhos Syha deixou o que estava fazendo de lado – estava decorando a casa de câncer – e subiu as escadas correndo.

Assim que chegou viu os dois leoninos rolando no chão tentando acertar golpes um no outro. Ela ficou um tempo pensando: “O que será que aconteceu? Deve ter sido algo muito sério pra essa briga.”. Então ela chegou perto dos dois — que ainda não tinha a visto — e soltou um alto e horrível grito, que chamou a atenção dos dois — também se não chamasse néh, eita menininha que grita alto senhor.

Ao ver que estava em cima de Lia, Aiolia corou ferozmente junta com a mesma. E num ranger de dentes a ruiva empurrou Aiolia para longe dela e se levantou.

– Agora que os dois se levantaram podem me dizer o por que da briga? – A canceriana disse calmante.

– Ela – Aiolia apontou para Lia. – comeu o meu bolo de chocolate TODO! –Fez bico.

– O que? – Syha.

– Comi mesmo! Mais vou te contar uma coisa, já comi bolos bem melhores que o seu. – Lia cruzou os braços e virou a cabeça de lado.

– É, mas comeu ele todinho né? – Questionou Aiolia.

– Só por educação. – Lia. (WHAT?).

– E que educação hein, pirralha. – Disse o leonino.

– PIRRALHA É A TUA VÓ! PROJETO DE SIMBA! – A amazona de leão gritou com raiva.

– Ora sua... –Aiolia cerrou os punhos e partiu pra cima da ruiva novamente.

Os dois começaram de novo a “luta” enquanto Syha apenas olhava incrédula. Ela levou a mão direita até a testa e deu desceu um pouco para os olhos pensando: “Ah, não. De novo não.”.

Vendo que não conseguiria resolver a situação sozinha, Syha subiu rapidamente às escadas zodiacais até chegar à casa de sagitário, onde Clarye estava. No caminho Monna, Shaka, Milo, Jordana e Lorrany decidiram acompanhar Syha.

Quando chegaram à casa de sagitário viram Clarye dançando e varrendo a entrada de sua casa enquanto escutava Cindy Luper — Girls Just Wanna Have Fun. A morena dançava com a vassoura alegremente, tanto que não havia percebido a presença do “público” que ria incessantemente. Quando ela os viu correu para dentro de casa para desligar o som e tirar a roupa de faxina. Quando ela voltou estava corada, mais não de vergonha e sim de raiva, pois todos estavam rindo muito dela especialmente um escorpiãozinho azulado.

Syha decidiu não contar o motivo da briga entre Aiolia e Lia mais disse que ambos estavam tentando se matar. Na mesma hora Clarye saiu correndo o mais rápido que podia para tentar salvar a irmã pra depois mata-la (brincadeirinha gente). Quando Clarye chegou lá viu os dois lançando golpes com o cosmo, ambos conseguiam desviar dos golpes mais ainda sim estavam já se cansando. Clarye se aproximou e num descuido de ambos ela parou seus golpes com as mãos.

– MAIS QUE BADERNA É ESTA? – Clarye perguntou autoritária.

– Oi maninha. — Lia deu um sorriso amarelo, encolheu os ombros e acenou para a irmã constrangida.

– Vish... – Aiolia comentou baixinho.

– Podem me dizer o por que da briga? – A sagitariana questionou.

– É claro, e sua irmãzinha ai pode te explicar tudinho! – O leonino disse olhando, ainda com raiva, para a menor na sua frente.

– CALA A BOCA AIOLIA! – Lia gritou. – Bom, é que... Eu... Eu comi o bolo de chocolate dele inteiro.

– Vish, agora os dois estão fritos. – Syha cochichou para Jordana e Monna.

Clarye ficou parada por alguns segundos olhando para os dois que estavam com um sorriso amarelo. Ela deu uma olhadinha rápida para o chão, logo depois começou a rir muito, tanto que até caiu no chão.

Todos começaram a olha-la e todos estavam com a mesma impressão, que tudo ia voar pelos ares quando ela soubesse que aquilo era verdade.

– Por favor, não me façam mais rir – Clarye levantou-se, ela ainda ria um pouco. – Agora me digam o motivo real da briga, por favor.

– Mas... – A leonina mais nova tentou falar.

– Esse foi o motivo. – O cavaleiro completou a frase da menor.

Na mesma hora Syha, Monna, Jordana e Lorrany tamparam os olhos e disseram em coro.

– Agora tudo vai pros ares. – Todas as meninas presentes, exceto Clarye e Lia, falaram ao mesmo tempo.

As risadas e sorrisos de Clarye desapareceram imediatamente depois que soube da verdade. Cerrou os punhos e rangeu os dentes, depois pegou pelas golas das camisas Aiolia e Lia, fazendo com os erguessem no ar e mostrando sua cara de furiosa.

– ENTÃO QUER DIZER QUE ESSA CONFUSÃO TODA É SÓ POR CAUSA DE UM BOLO ESTÚPIDO?! – Clarye Berrou.

– Bem... – Aiolia tentou falar, mas tinha que admitir que estava com medo da sagitariana.

– É isso mesmo. – Lia completou a frase do maior.

Na mesma hora Clarye os largou no chão fazendo que os dois caíssem de barriga pra baixo.

– Ai! – Lia resmungou.

– Olhem bem seus pentelhos! – Clarye – Não quero mais nenhuma confusão aqui entenderam? – Ela jogou um olhar assassino nos dois leõezinhos que ficaram com medo.

– As únicas pentelhas aqui são vocês duas. – Aiolia apontou para as irmãs. – Eu sou mais velho que as duas.

– Pode até ser, mais quem tem mais maturidade e juízo aqui entre nós sou eu, seu panaca! – A sagitariana deu um tapa na cabeça dele. – Agora peçam desculpas um para o outro, depois arrumem esta bagunça senão eu vou bagunçar os dois!

– É pra já! – Os dois leoninos falaram ao mesmo tempo e ficaram frente a frente. – Me desculpe! – Deram uma risada por terem falado ao mesmo tempo.

– Me desculpe por ter comido o seu bolo inteiro. – Lia disse.

– Ah deixa quieto. – Aiolia – Além disso, eu peguei muito pesado com você e... – Nesta hora a pequena ruiva deu um abraço apertado nele, o que o fez corar.

– Tudo bem. – A menor se afastou e sorriu. – Eu te perdoo, mas também tem que me perdoar.

– Claro! – O cavaleiro confirmou.

– Bom, já que todos já se desculparam... Limpem esta bagunça... AGORA! – Clarye “ordenou” em seu estado autoritário.

– Tudo bem, mas tenha calma. – O leonino disse.

– É maninha, relaxa. – A amazona de leão disse apoiando Aiolia.

– Eu estou calma. – Clarye respondeu calmamente. – Agora limpem tudo! – Praticamente gritou.

Com o fim da confusão todos foram para casa descansar. Aiolia e Lia conseguiram se entender e ficaram muito amigos e terminaram bem rápido de arrumar a bagunça que fizeram na entrada da casa de leão. Depois do trabalho duro Aiolia foi almoçar sozinho, pois Lia estava completamente abarrotada, por causa do bolo.

Eles passaram uma boa e tarde agradável conversando e se conhecendo melhor.

Todos estavam muito bem e felizes. O dia foi bem tranquilo depois da confusão de manhã, e todos estavam se dando mais do que bem. Quero dizer... Alguns, porque Clarye e Milo ainda estavam se estranhando.

À noite, Atena convidou todas as novas amazonas e cavaleiros de ouro para um jantar de boas vindas, e por mais que seja estranho e assustador o jantar havia ocorrido tudo bem e tranquilo. Depois do jantar todos foram até o salão principal e começaram a conversar e a se conhecerem melhor.

Menos Akira que estava num canto da sala apenas olhando para o nada e a cada cinco minutos dava um longo suspiro. Ela estava sozinha até que nossa sagitariana preferida percebeu uma das meninas não estava ali e foi falar com Akira.

– Com licença. – Disse Clarye se aproximando. Akira apenas rolou os olhos em direção a ela e depois voltou a olhar para o nada. – É Akira, não?

– Pra que quer saber? – Akira perguntou fria.

– Eita, garota arrogante. – Se sentou ao seu lado. – Gostei de você. – A sagitariana sorriu.

– Como? – Akira perguntou um pouco confusa.

– Achei você bem legal. Mais que é arrogante, ah isso é. – Clarye respondeu.

– Se me acha arrogante, por que está aqui? – A aquariana perguntou, ainda fria.

– Pare de ser tão chata menina. – A sagitariana disse – Apenas vim fazer amizade com você.

– E quem te disse que eu quero fazer amizade com você? – Respondeu ainda mais arrogante.

– Ninguém, mas não preciso de convite para isso. – Clarye respondeu fazendo Akira fechar a cara e apenas ficou olhando para o nada, enquanto a sagitariana pensava no que fazer. — Bom... Fale-me de você.

– Como? – Akira.

– Para uma amizade começar temos que "trocar informações" sobre cada uma. – A amazona de sagitário disse. – Vamos, você pode dizer o que quiser, não precisa contar toda a sua trajetória de vida.

– Tudo... Tudo bem. – Akira colocou o dedo indicador sobre os lábios e olhou para cima. – Por onde começo...

Depois disso as duas começaram a conversar muito. Deram-se muito bem e estava felizes com a amizade nova, só que Akira ainda continuava a ser arrogante com as outras meninas

As horas foram se passando e logo chegou a meia noite, onde todos foram rumo à suas respectivas casas.

Na Casa de Câncer...

Syha acabara de chegar e estava exausta, retirou a máscara e os sapatos os jogando para longe e subiu — se arrastando — as escadas. Quando chegou ao segundo andar sentiu um calafrio percorrer seu corpo e escutou algumas vozes que ela não conseguia entender o que diziam.

Ela achou normal que houvesse almas por ali, pois aquela casa antes de ela chegar estava cheia de cabeças das pessoas que o antigo cavaleiro de ouro de câncer havia matado. Deu ombros e continuou a caminhar ao banheiro — que ficava em seu quarto — e tomou um bom banho. Depois do banho vestiu-se e com a maior cara de sono caiu na cama de qualquer jeito adormecendo profundamente.

Duas horas se passaram e Syha dormia esparramada e confortavelmente em sua cama. Isso até ela escutar um grito em seu ouvido, o que a fez cair da cama.

– Au! – Syha passou a mão na cabeça e se sentou. – Mais o que aconteceu?

Levantou-se e se deitou novamente na cama mais desta decentemente. Após 5 minutos ela escuta outro grito em seu ouvido e abre os olhos com tudo. Assim que os abre vê um homem de cabelos curtos rebeldes da cor azul escuro, com olhos da mesma (talvez um pouco mais claro) tonalidade de seus cabelos estreitos intensos e ao mesmo tempo assustadores. Ele sorriu assustadoramente e estava flutuando por cima do corpo da canceriana.

Ela ficou imóvel e não conseguia mexer ou dizer algo. Estava analisando toda a situação em sua cabeça, ou apenas estava em pânico e não pensava em nada. Um grande silêncio se arrastou durante 10 segundos quando o "fantasma" o quebrou:

– Bú! –O fantasma disse calmo e baixo.

Os olhos de Syha ficaram maiores e desta vez conseguiu falar algo.

– FANTASMAAAAA! – A canceriana se levantou e correu até a porta do quarto para abri-la e ir embora dali. Mas para a sua infelicidade a porta estava trancada e o tal fantasma se aproximava cada vez mais dela. – AI MEU ZEUS! NÃO CHEGUE PERTO DE MIM SEU FANTASMA TARADO!

– Calam garota! – O fantasma se aproximou cada vez mais dela. – Mas por que me chamou de tarado?

– Estava em cima de mim, e deve ter me visto tomar banho. – Syha respondeu ainda assustada.

– Bom, que eu estava em cima de você isso é verdade, mais não precisa fazer nenhum alvoroço por causa disso. – Ele sorriu maliciosamente. – Ver você tomar banho eu não vi, mais esse shortinho curto está uma beleza. – Disse ele olhando para as pernas dela. Realmente Syha estava com um mini short, porque pijama é pijama e não precisa ser uma saia longa né?

– Tarado! – A canceriana se aproximou para bater na cara dele, mas foi em vão porque acabou o atravessando e caiu na cama.

–Como você disse eu sou um fantasma, não adianta se fazer de ofendida e tentar me bater, não vai dar em nada. – O fantasma disse enquanto ria da atitude de Syha. – A propósito, eu tenho nome sabia?

– Idiota! – Syha se sentou direitinho na cama. – E então, qual é o teu nome, fantasma tarado?

– Muito prazer, eu me chamo Máscara da Morte, antigo cavaleiro de ouro de Câncer.

Continua...

Notas finais
Mais uma vez, desculpe-me por qualquer erro.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.