Entre Saltos E All Stars

27 Forever young, I wanna be


Notas iniciais
Oieeeeeee loves!
Bom,. sim eu demorei :X Desculpem!! E já peço desculpas pelos dois próximos capítulos que provavelmente vão atrasar porque minha semana de provas começa nessa segunda e, eu tenho que estudar :(
Maaaaas, falando de coisas boas!!! O FILHO DE NETUNO !!! Aposto que a maioria de vocês já tem e já até terminou de ler!! Bom, eu ainda não terminei (sem tempo ]:)
Quem ai pirou quando o Nico apareceu no livro??? Não pode ter sido só eu kkk (sim, eu dei a louca)
Bom, boa leitura :D

POV Annabeth

-Cabeça, me deixe dormir. — choraminguei para mim mesma.

Revirei-me nas cobertas mais uma vez, assim como fiz nas últimas duas horas.

Amanhã é sexta. Sim, meu último dia. Estou pensando sériamente em não ir, vai ser extremamente deprimente.

-Ok, eu preciso dormir. — meus olhos estão rígidos de sono. — òtimo, estou falando sozinha. — reviro os olhos e me enfio ainda mais debaixo do edredon.

Graças à Hípinos eu consigo dormir em menos de meia hora.

"Forever Young, I wanna be forever you.

Do you really wanna be forever..."

Bate a mão no celular e ele para de tagalerar. Meus olhos estão se recusando terminantemente a se abrirem. Passos os dedos pelo rosto e o quarto entra em meu campo de visão.

-Vamos lá. — murmuro e pulo para fora da cama.

Visto as primeiras peças que encontro, pego minha mochila e meu celular e desço as escadas rapidamente.

Perseu está tomando seu habitual café da manhã de gente gorda. A única questão é, como ele continua gosto... magro, isso, como ele continua magro?Isso não é da sua conta Annabeth.

Balanço a cabeça para afastar esses pensamentos e pego uma maça da fruteira. Pego também as chaves do meu carro e saio pela porta dos fndos indo até a garagem.

Giro a chave e dirigo sem a mínima pressa até o campus.

Por costume, minha mão direita tateia pelos botão do rádio e eu entro uma pedaço de papel grudado nos botões.

-Mas, o quê...? — pego-o e passo os olhos pelas palavras.

"Talvez você não precise sair do curso Annabeth. Me encontre no ginásio no quarto tempo."

O que é isso? Alguém tentando pregar uma peça ou coisa parecida? Ou... Franzi o cenho enquanto refletia.

As aulas passaram como um borrão pela minha mente. Quando finalmente toca o sinal do quarto tempo.

Deixo minhas coisas no armários e sigo para o ginásio.

Sei que provavelmente não vai haver ninguém me esperando lá. Mas... A essa altura do campeonato, eu estou me agarrando a qualquer chance de permanecer aqui, e... Não vou perder nada se for até lá.

A primeira vista estava tudo vazio. Arquibancadas desertas, bolas empilhadas dentro do carrinho, vitros abertos criando uma pequena corrente de ar pela quadra.

-Como eu imaginava. — murmurei frustrada.

-Como você imaginava o quê? — uma voz pergunta às minhas costas me fazendo dar um pulo.

Viro-me imediatamente procurando autor do susto. Só poderia ser. Meus olhos encontram suas órbitas imprecionantemente verdes e ele sorri com o canto dos lábios.

-O que você quer? — pergunto irritada. — Mandar um recadinho para Kate? Quando eu chegar e Nova Iorque eu entrego, fique tranquilo. — disse ironicamente.

Ele morde o lábio inferior reprimindo o sorriso anterior e encara o chão da quadra.

-Você não leu o bilhete não? — questiona ele.

-Claro que li, se não, não estaria aqui. — revirei os olhos.

-Então já deveria saber que vim para falar sobre seu curso aqui na faculdade.

-Então fala. — digo apressadamente.

Ele coloca as mãos nos bolsos e se balança nos pés por alguns momentos. Cruzo os braços impaciente.

-Bem... Eu falei com meu pai ontem... Sobre você precisar sair. — fico com uma cara interrogativa. Não sei o que Poseidon tem a ver com isso. — Meu velho tem uma pequena parcela das ações. Não estou aqui à toa. Ou achou a faculdade tinha me aceito pelo meu alto potencial intelectual? — ele ri debchado.

Solto um risinho.

-An... Então, eu falei com ele. E... Ele falou com o pessoal da faculdade e, digamos que você pode ter uma bolsa de sessenta por cento, se quiser. — Percy levanta uma sobrancelha esperando uma resposta.

Eu vacilo. Não estava esperando aquilo. Mas logo me recomponho com uma resposta quase imediata:

-Não preciso disso Perseu. — respondo secamente.

-Não? Você vai embarcar para Nova Iorque nesse final de semana.

-Não preciso de caridades suas.

-Qual o problema Annabeth?

-Qual o problema? — reviro os olhos estressada. Nemeu sei qual é o problema. Só sei que por mais que meu lado emocional diga que essa é uma chance única que eu tenho que aceitar, meu orgulho diz que não posso.

-Vamos, aceite. — insiste ele.

-Não. — respondo com firmeza. — Não quero favores vindos de você.

-Não seja orgulhosa Annabeth. Você sabe que essa é sua última chance. Não a jogue pelos ares por causa de algumas brigas.

-Não Perseu!

Ele me encara com tristeza. Respira fundo.

-Pelo menos eu tentei. — ele pensa por um momento. — Pense nisso Annie. Pense como um presente de Poseidon, não meu. Eu só quero que você continue aqui.

O encaro por alguns segundos. Meus lábios se abrem, mas rapidamente se fecham numa linha rígida.

Passo o peso do meu corpo de um pé para o outro e acabo saindo da quadra em silêncio, deixado o moreno parado sob a cesta de basquete.

POV Luke

-Luke! – a garota correu na minha direção e me abraçou forte. Separei-me dela depois de um abraço forçado e sorri nervosamente.

-Drew. – cumprimentei.

-Pronto pra aula?

-Claro. – assinto com a cabeça e vamos para dentro da academia.

-Oh pai, graças ao meu turno aquela aula acabou. – resmungo vestindo minha camisa depois de um banho gelado.

Guardo minhas coisas na mochila e vou para a cozinha, onde fui encarregado de fazer os espetinhos de frutas para a festa havaiana dessa noite.

Coloco as luvas brancas, pego as caixas com as frutas e os espetos e começo a enfileirar as frutas.

-Ótimo, sexta à tarde e eu fazem espetinhos de frutas. Divertido! – falso entusiasmo.

Ouço passos vindos da porta da cozinha. Provavelmente é aquele chefe de avental apertado que me manda segurar as facas enquanto ele cozinha.

Uma musiquinha começa a tocar aos fundos. Meus olhos procuram a fonte mas não encontro nada. Ei, eu conheço essa música.

-Hey I jus met you, and this is crazy! – cantarolei.

- Here is my number, so call me maybe! – uma voz conhecida cantarolou aos meus ouvidos.

Virei-me para ela e encontrei a morena de olhos azuis elétricos. Ela sorria divertidamente e balançava levemente a cabeça com o ritmo da música.

-O que está fazendo aqui? – perguntei colocando as mãos em sua cintura.

-Fiquei sabendo que o chefe Luke ia fazer os espetinhos para a festa de hoje e... Resolvi dar uma mãozinha. – ela sorriu. – Posso?

-Você não deveria, já que é uma sócia do clube. Sabe, não pegaria bem. – brinquei. Ela fez um biquinho. – Claro que pode morena. – sorrio abraçando pela cintura.

-Então vamos personal. – ela dá um tapinha no meu ombro e coloca uma toca nos longos cabelos escuros.

-Não precisa usar isso. – digo rindo.

-Ah, não?

-Não. – nego com a cabeça. – Se prender o cabelo pra trás já resolve. – ela dá de ombros é faz aquela mágica que as meninas sabem fazer. Mexer alguns segundos no cabelo e ele fica preso do nada.

-Musica? – ele sugere o ipod.

-Escolhe uma.

-I write sins not tragedies. – anuncia ela e dá play.

-Milagre! Thalia Grace ouvindo alguma coisa desse século!

-Shiu! – ela coloca o dedo indicador sobre os lábios. – Sou muito atual, ok?

-Claro que sim. – assenti a puxando para meus braços e lhe dando um selinho.

-Se você continuar assim os espetinhos de frutas vão ficar prontos só pra festa do Ana que vem. – sussurrou. Ela morde meu lábio inferior e se volta para o trabalho.

Tento fazer o mesmo. Mas como eu disse,tento. Mas é difícil de se concentrar no trabalho com Thalia dançando do seu lado enquanto enfilera as frutas.

Notas finais
Gostaram??
Espero que sim (yn)
Bom... Acho que não tenho nada pra falar... Então...
Tchau o/ Bom final de semana pra vocês!
Beijinhos sabor suco tangue de laranja com muito muito muito açúcar! (não lembro se é isso hahaha)