Entre Rosas E Guerra
1 Prólogo
Notas iniciais
A manhã era talvez uma das mais frias que o pequeno país de Gales vera. Catarina de Gales talvez fosse a resposta pela a manhã, a dor de saber que o país que um dia ela governará está a beira de chegar ao fundo do poço. A falta de empregos, pessoas se recusando a pagar os impostos — muito altos por sinal — camponeses saindo de seus campos e abandonando terras e o país preste a entrar em guerra com a nação vizinha. Sim, isso era quase o final do poço. O final seria a guerra.
A jovem de cabelos negros tentava se acalmar, os servos serviam chás nas quais ela quebrou todas as xícaras, banhos de espumas, onde sua pele apenas ficava mais irritada de tanto esfregar a esponja no corpo branquicelo e até mesmo a prática de yoga. Não funcionava.
- Me desculpe Mandeleine por quebrar a terceira xícara,não espere que uma dose de chá arrume os problemas de meu futuro país... — catarina disse tentando ser gentil com a mulher, provavelmente foi tão grossa quanto uma pedra. A jovem jamais deve o dom da gentileza e delicadeza com seus pais tinham.
A empregada mais velha que ela deu um suspiro e retirou os últimos cacos do chão. — Se deseja saber Catarina, existe outras formas de evitar que País de Gales não entre no buraco de uma vez por todas. Chá, acredite... chá ajuda. — A loira de cabelos levemente grisalhos disse enquanto saia da sala.
O primeiro ato de coragem da mulher foi o suficiente para tirar a jovem do sério que lançou um vaso contra a parede, sendo mais especifica. Um quadro do pai.
- O SENHOR É O REI DO PAÍS! TOME UMA ATITUDE! TRAGA OS SERVOS NOVAMENTE, MATE OS INIMIGOS, ENFORQUE OS CONTRÁRIOS AO GOVERNO MAS TOME UMA ATITUDE E EVITE A GUERRA! — Catarina gritou enquanto via o vaso se quebrar contra o retrato do pai que caiu no chão se rasgando. Ah, pobre Leornado Da Vinci que dera tanto trabalho de fazer o retrato.
A garota desejou falar um palavrão mas como a mãe havia ensinado. " Cuidado com as palavras minha filha, esse castelo possui orelhas e bocas e elas estão onde menos espera ". Catarina poupou o palavrão e se via a ser chamada por uma nova servente.
Um jovem negro, pele brilhante tento quando o chão que ele limpava, os olhos azuis brilhando de forma que a deixaria cega. Ela jamais sentiu algo por ele porém admite que seria divertido brincar com ele por alguns minutos.
- Senhorita Catarina — o jovem disse com a voz tremula ao perceber o estrago da sala — O rei, seu pai a lhe chama na sala principal. — How disse fazendo uma leve reverencia e se direcionando a bagunça. Ela ouviu um palavrão dele,deu um sorriso.
Catarina queria ter aquele privilegio. Trocaria uma cota de chá por dizer vá a merda.
Seu andar era lento, mas logo queria chegar e acabar com tudo isso antes que um ataque acertasse o castelo.
Observou a porta negra e a abriu sem cumprimentar. — Pai? — Ela perguntou ao ver que o coronel principal do segundo batalhão também conhecido como Arthur Porte-Negro, a mãe e um jovem moreno alto que lembrava o coronel em poucos aspectos como exemplo. Os olhos.
- Que raios o inimigo faz aqui! — pela a primeira vez a jovem gritou a frente dos pais, seu andar se tornou apertado enquanto ela caminhava de forma ofensiva ao príncipe de Legonas. — Filha... — A rainha reprendeu a filha que tomou a postura novamente.
-Desculpe-me, queridos presentes o que um traidor vem a vossa moradia? — Ela perguntou a cruzar os braços, o vestido amarelo ficou ainda mais grudado a seu corpo.
- Filha, acho que está pode ser uma grande oportunidade para os dois reinos. Certo príncipe Thales?
O jovem inimigo concordou. — Pai... — A dúvida me cercava.
Seria que eles teriam descoberto minhas noites com o jovem coronel Arthur, nosso romance e novo plano de fuga?
Não, seria impossível.
- Princesa Catarina de Gales gostaria de passear comigo pelo os belos canteiros de rosas de seu castelo? São adoráveis.
Por favor, cale a boca. Catarina apenas desejava isso.
- Sim. — As palavras formaram em sua boca sem controle. Os olhos do coronel se arregalaram mas logo voltavam ao normal.
catarina lhe deu o braço e saiu em direção a porta com o único pensamento.
Merda.
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