– M...Magali...- Mônica

– M...Mônica- Magali

– Porque esta aqui?- Mônica

– Eu estava perseguindo esse pássaro encrenqueiro pois ele estragou o enfeite de cabelo que você me deu- Magali

– Mentira essa passarinha aqui também- Mônica

– Será que pode me soltar e eu conto tudo- Brizinha

– Ta- Mônica

*Mônica solta brizinha e Magali o outro pássaro*

– Valeu por traze-la aqui mano- Brizinha

– De nada- pássaro

– Pera brizinha, esse pássaro ai é seu irmão- Mônica

– Sim- Brizinha

– E me chamem de raio- Raio

– Podem se explicar os dois planejaram isso?- Magali

– Na verdade sim e também armamos quando pegamos o enfeite e a pulseira- Brizinha

– Pera vocês pegaram nossas coisas de propósito- Magali

– Sim outro plano nosso pras duas se reencontrarem- Raio

– Mas pra que?- Mônica

– Porque achamos que as duas são as únicas que podem acabar com a rixa das suas tribos- Brizinha

– Mas...- Mônica

– Porque nós?- Magali

– Porque achamos que vocês podem ser elas- Raio

– Como assim elas?- Mônica

– Nos sigam- Brizinha

– Pra onde vamos?- Magali

– Nos sigam e vocês saberam- Raio

– Tudo bem- Mônica

– Iremos seguir os dois- Magali

*Magali e Mônica seguem os dois passarinhos, quando se passam uns 50 minutos Magali pergunta*

– Sem querer ser chata mas já estamos chegando brizinha?- Magali

– Sim Magali- Brizinha

– Sem querer sem chata também mas aonde estamos indo?- Mônica

– Vamos ver a Mademe Creuzodete- Raio

– Quem é essa?- Magali

– É a bruxa dessa floresta, ela sabe de tudo- Raio

– Prevê tudo e esta aqui a muitos anos- Brizinha

– Quantos anos ela deve ter?- Mônica

– Bom fiz 1500 anos passado- Madame Creuzodete

– Ahhh!!!- Falam Magali e Mônica gritando de medo

– Madame- Raio

– Olá Raio, olá Brizinha- Madame Creuzodete

– O que esta fazendo longe de sua cabana?- Brizinha

– Só pegando umas ervas e vocês- Madame Creuzodete

– Estamos levando elas pra te conhecer- Raio

– Achamos que podem ser as escolhidas- Brizinha

– Então venham comigo as duas pra minha cabana, obrigada por trazerem elas a mim Brizinha e Raio- Madame Creuzdete

– De nada madame- Raio

*Os dos passarinhos vão embora*

– Venham comigo meninas- Madame Creuzodete

– Pra onde vai nos levar?- Magali

– É- Mônica

– Pra minha cabana, vamos- Madame Creuzodete

– Ta legal- Magali

*Magali e Mônica seguem a Madame até uma cabana antiga e quando entram veem muitos, livros antigos, poções e artefatos de bruxaria*

– Nossa- Mônica

– Que cabana incrível- Magali

– Obrigada- Madame Creuzodete

– Mas o que é esse negócio de escolhidas?- Magali

– E vou explicar isso a vocês mas antes me mostrem suas mãos- Madame Creuzodete

– Hã?- Mônica

– Mostrem-me as suas mãos as duas- Madame Creuzodete

– Ta- Magali

– Como a senhora quiser- Mônica

*Magali e Mônica estendem suas mãos com seus símbolos que começam a brilhar novamente*

– Sãos vocês mesmas- Madame Creuzodete

– Nós somos o que?- Magali

– Venham comigo que eu contarei tudo a vocês garotas- Madame Creuzodete

*Magali e Mônica seguem outra vez Madame Creuzodete e vão até a clareira da parte proibida*

– Que lugar é esse?- Magali

– A clareira do passado- Madame Creuzodete

– Ei minha mãe me mandou vir pra cá no bilhete dela mas porque o nome?- Mônica

– Vocês estão vendo os símbolos ali naquelas pedras?- Madame Creuzodete

– Sim- Magali

– Aham- Mônica

– Mônica coloque sua mão na do simbolo de fogo e Magali na de água- Madame Creuzodete

– Ta legal- Magali

– Como a senhora quiser- Mônica

*Magali e Mônica vão paras as pedras e colocam suas mãos com os símbolos e de repente uma luz aparece*

– O que é isso?- Falam as duas juntas

– É a explicação pra sua situação, esse brilho quando as duas estão juntas- Madame Creuzodete

– Quem é essa garota?- Magali

– Essa é Carolina uma garota da aldeia da água e filha do cacique a séculos atrás- Madame Creuzodete

– E aquele outro?- Mônica

– E esse é Willian o filho do fecha da tribo do fogo séculos atrás- Madame Creuzodete

– O que tem eles?- Magali

– Esses dois tiveram um caso a muito tempo- Madame Creuzodete

– Verdade?- Mônica

– Sim e nesse tempo as suas aldeias eram amigas- Madame Creuzodete

– Então os boatos eram verdades...- Magali

– Nossas tribos já foram mesmo amigas- Mônica

– Mas porque isso acabou?- Magali

– Vejam enquanto eu explico- Madame Creuzodete

– Estamos vendo- Mônica

– Bom, um dia quando esses dois jovens estavam passeando e passaram por essa parte proibida- Madame Creuzodete

– E...- Magali

– E nas suas tribos perceberam que os dois estavam demorando e foram procura-los mas os encontraram mortos, Carolina com uma marca de queimadura em seu pescoço e Willian todo pálido- Madame Creuzodete

– Ai eles acharam que um matou o outro?- Mônica

– Sim- Madame Creuzodete

– E isso é verdade?- Magali

– Todos acham que sim mas não sabem o verdadeiro vilão da história- Madame Creuzodete

– Quem era? Mônica

– Um aldeão da tribo do fogo que não desenvolveu seus poderes e que achava as pessoas da tribo da água não prestavam- Madame Creuzodete

– Como era o nome desse cara?- Magali

– Marcelo- Madame Creuzodete

– Mas como esse Marcelo conseguiu matar o Willian?- Mônica

– Ele veio até a minha cabana e fez uma poção que lhe permitiu ter poderes de água e de fogo assim...- Madame Creuzodete

– Permitindo que ele possa matar os dois e deixar vestígio que um matou o outro- Magali

– Isso mesmo- Madame Creuzodete

– E o que a gente tem haver?- Mônica

– É que vocês podem ser as descendentes ou reencarnações deles dois- Madame Creuzodete

– E o brilho?- Magali

– É que vocês tem uma ligação que é forte- Madame Creuzodete

– Então se falarmos sobre isso..- Mônica

– Nossos pais podem voltar a ser amigos e essa rixa vai acabar e também...- Magali

– Eles vão ver que estavam errados em nos separar!- Mônica

– Agora vão meninas- Madame Creuzodete

– Muito obrigada por nos ajudar madame- Magali

– Eu não ajudei, só dei um empurrão nessa sua busca- Madame Creuzodete

*As meninas saem da cabana da madame*

– Adorei saber disso tudo- Mônica

– Eu também, agora vamos acabar com essa rixa- Magali

– O único lugar pra onde as duas vão é comigo-???

– Não...- Mônica

– Você é aquele chefe dos contrabandistas de animais!- Magali

– Me chamem de Alberto- Alberto

– Você pode ter escapado uma vez mas agora a gente te pega!- Mônica

– Com o que querida?- Alberto

*Mônica joga umas bolas de fogo em Alberto que segura com suas mãos e a joga pra mesma que desvia*

– M...,mas como?- Mônica

– Eu tenho poderes de fogo?- Alberto

– É...- Mônica

– Não esquenta, ele pode ter de fogo mas eu posso pois tenho de água!- Magali

*Magali joga bolas de água nele que as pega também e joga nela*

– Mas...- Magali

– Ah é, eu também tenho poderes de água- Alberto

– Como pode ter os nossos poderes?- Mônica

– Você já devem ter ouvido falar do meu tataravô a alguns minutos- Alberto

– Você é um descendente do Marcelo?- Magali

– Sim e não suporto as duas tribos e agora quero grana!- Alberto

– Você e nem seu tataravô não prestam! Por culpa dele nossas tribos se odeiam!- Mônica

– Sim e vou acabar com todos de suas tribos- Alberto

– Mas seu tataravô era da minha tribo- Mônica

– Estou pouco me importando pois a sua tribo e a da água sempre me impedem de pegar os bichos mais raros dessa floresta- Alberto

– Mas como você é ganancioso!- Magali

– Qual o problema?- Alberto

– E como você acha que vai conseguir acabar com todos da nossas aldeias?- Mônica

– Eu não vou fazer isso com minhas mãos, eles mesmo é que vão se matar- Alberto

– Como?- Magali

– Matando as filhas do chefe e os culpando- Alberto

*Alberto tira uma arma do casaco e aponta pra Mônica mas Magali toca o braço dela e fica em sua frente, depois um som de uma explosão e as duas caem*

– Agora que elas estão mortas esta na hora do meu plano- Alberto