Entre Ele e a Besta
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Se vcs não entenderem algo, é só me perguntarem...
Me digam o que vcs acharam por favoor
Beijoos
Mary Luce olhou mais uma vez para aquela sala de estar que por tanto tempo fora o cenário de sua vida. Memórias de momentos marcantes podiam se encontrar em sua mente.
Mas sabia que devia deixar logo o recinto, para que sua coragem não lhe esvaziasse.
Suspirou fundo, antes de sair trancar a porta da frente e sair a fora.
De longe, na frente de um GTO de cor violeta reluzente, encontrava aquele que lhe esperava. Raghe parecia de certo modo distraído. Apesar de Mary saber exatamente que seus instintos não se enganavam e seu corpo estava pronto e ansiado para a adrenalina ameaçadora que viesse.
Ao aproximar-se, sorriu com timidez reparando na beleza cinematográfica que seu companheiro exibia.
E de pensar que tudo isso era seu.
- Pronto. – murmurou á ele. Então se direcionando ao seu lado, ela pousou as mãos á cintura olhando para á frente, assim como Raghe que até agora parecia ainda distraído. – É estranho.
Ele a fitou, por um momento se perdendo em seus cabelos castanhos movendo-se á vontade do vento que assolava naquela noite.
- O que?
Ela se aproximou mais, logo sendo rodeada por seus braços longos e fortes.
- Estranho alugar uma fazenda – sorriu levemente.
Raghe suspirou fazendo com que os cabelos que encobriam o pescoço dela deixassem ali, rapidamente.
- Tem certeza que não quer vender?
Ela olhou para ele, como se pedisse por piedade. Ele a puxou mais sobre o seu corpo de certo modo achando-se um criminoso por contestá-la.
- Tenho. – ela fez uma careta labial. – É só que... há muitas recordações sob esse lugar. Eu simplesmente... não consigo...
Ela abraçou a cintura dele. Ciente de que não venderia aquela fazenda apenas por suas memórias. Mas por que tinha medo.
Medo de algo que tentava ao máximo não convencer-se á si mesma.
- Tudo bem. – ele falou. – Vamos então?
Ela mais uma vez olhou para aquele local. Então levantou a cabeça encontrando com as incríveis e azuladas íris dele. Sorriu.
- Vamos.
Ele abriu a porta do carro para ela, que logo entrara, encaixando o cinto sabendo que naquela noite Raghe parecia mais agitado do que de costume.
Ele já estava no assento, ligando o motor e pisando fundo no acelerador.
- Sinto muito por ter tomado seu tempo...
- Que nada – ele sorriu – fico mais do que feliz de estar junto de você, há estar na companhia de redutores mal encarados.
Ela riu.
- Você realmente vai lutar hoje?
Ela tentava ao máximo não pensar em como tudo era assustador. Mas depois de saber do assassinato de Wellsie, Sarelle e de todos os danos que um redutor causou á Zsadist e também há Phury, ela simplesmente pensava no que uma dupla desses, ou até mais poderiam fazer com seu Raghe.
Sim, ela sabia que ele era forte, além de ter aquela desembainhada besta que sempre ao seu descontrole se desvairava...
Ainda sim... tinha medo. Vai que Raghe se preocupando com ela, ou pego de surpresa é ferido gravemente?
Não ela com certeza não queria correr o risco.
Depois de tudo pelo que passaram sentia que Raghe era o seu motivo de viver. O único. E tinha certa convicção, de que ele não estivesse mais ali para caminhar junto á ela, simplesmente não haveria mais vida.
Iria para o Fade – como eles chamavam pronta para se encontrar com ele.
Perdida em seus próprios pensamentos ela com certeza não notara que Raghe a olhava compenetrante.
Ele estendeu o longo e musculoso braço para sua mão acariciar o rosto de sua amada.
- Se você quiser... Posso ficar na mansão com você.
Ela sacudiu a cabeça levemente tomando cuidado para não desfazer o contato de seus dedos, com a própria pele.
O que estava fazendo?
O impedindo de lutar? Era isso que ele fazia! Além de ajudar parcialmente no controle da besta. Ela não podia simplesmente fazê-lo desistir cada vez mais de uma noite de luta. Estava sendo tola.
Ele fora treinado para isso. Estava lá para isso. Para proteger sua raça. Para salvar vidas... vampirescas, mas eram vidas...
Não devia impedi-lo.
- Estou sendo boba – sorriu com as linhas do rosto tensas – não vou lhe impedir de lutar.
Olhou para ele vendo que ele logo parecia perceber o que se passava com ela.
- Não tem problema nenhum Mary – reparou que já estavam frente ao imenso portão de ferro negro. – Quer dizer...
Ele logo estacionara frente à mansão.
- Está tudo bem Raghe... – ela saiu do carro reparando que estava também saia. Indo até ele, logo o abraçou. – Olha... Na semana passada você já ficou dois dias sem lutar e... Acho que estou até te tirando uma diversão. Dá para ver o quanto você está ansioso para isso.
Ele sorriu, acariciando a face dela. Depositou um bom beijo ali, escutando brevemente o estalo.
Os dois riram.
- Mary não quero que você...
- Olhe, vou ficar bem. Só me prometa que vai tomar muito cuidado, e que vai voltar inteiro...
- Com todos os pedacinhos?
Ela entrou na brincadeira com ele.
- Sim, com todos. – ela fez um mero cachinho com uma mecha loura dele. – Se estiver sem algum... vai ser castigado.
Ele produziu um som estrutural, parecendo fazer a atmosfera tremer.
Mary riu com malicia.
Ele logo tomou seus lábios com selvageria a apertando contra si. Mary o afastou poucamente quando lhe sentiu uma ereção pressionada contra sua barriga.
- Raghe... – riu sapecamente, vendo que ele estava para arrastá-la para o quarto. – acho melhor pararmos por aqui.
Ele também sorriu.
- Vai me deixar ir, nesse estado? – indiciou o próprio corpo. – Posso acabar ficando incapaz, e assim minha vida corre mais risco do que nunca.
Ele falava com graça, mas percebeu que Mary ficou tensa em seus braços. E que seu rosto já não carregava o singelo tom rosado, e sua boca agora parecia uma linha reta.
- Mary, Mary... Oh Mary... – ele a apertou mais para si. – Me perdoe. Eu não quis...
Ele se perdeu ás palavras enquanto os braços dela os apertaram com força.
Á essa altura, já não se sentia tão excitado.
- Tá legal, grandão. – ela o soltou sorrindo.
Ele logo pôde perceber que ela forçava ali um clima mais descontraído.
- É melhor você ir... Vou te esperar no quarto, e... Acho que talvez eu tome um banho na sua Jacuzzi.
Ele sorriu, reparando que ela já se animava ao pensar na imensa banheira.
- Sua também. Tudo bem, — ele deu um último intenso beijo nela. – fique com o celular á mão.
Ela sorriu vendo-o entrar no carro.
- Claro, estarei com ele o tempo todo.
Viu então o carro sumir pelo imenso portão da mansão por onde antes tinham adentrado.
Após adentrar o recinto, vira logo Fritz aproximando-se para dar-lhe boas vindas, cumprimentou ao doggen e então subindo ás escadas encaminhou-se para o quarto de alguém que conhecia.
Pensava agora em como se sentia preocupada. Não era algo que escolhesse sentir...
Era tão instintivo.
Bateu duas vezes na porta logo escutando um resmungo, e assim o homem que mais a assustava quando naquele mundo entrou, surgiu.
Zsadist.
Mas este então pareceu ficar aliviado ao vê-la.
Desde que descobrira que Bella estava grávida este tinha o maior cuidado com sua shellan. Fazendo todo o possível para não ficar muito tempo longe dela, e sempre a impedindo de fazer muito esforço.
Ele ao menos gostava de deixá-la sozinha, quando tinha que junto á seus irmãos partir para lutarem.
Ultimamente ele ficava mais em casa do que a Raghe, á quem quase sempre estava lhe pedindo para não lutar.
- Ah, Mary... – ele coçou a nuca um pouco sem graça. Já estava vestido para lutar. Com suas peças chamativas e inconfundíveis de couro, mas Mary percebia ali, certa dificuldade como sempre para deixar Bella sozinha.
- Zsadist? – Bella surgiu na porta também. – Mary!
A mulher sorriu.
- Nalla, não pedi que ficasse na cama? Não deve fazer esforço físico...
Bella suspirou revirando os olhos.
- Está vendo? – indicou o homem. – Ele ainda me enlouquecerá! – então se direcionando á seu hellren ela fez um bico. – Você não deveria ir lutar?
O homem soltou o ar fortemente pelas narinas, deixando claro que não gostava nem um pouco da idéia de deixá-la á só.
- Tudo bem Zsadist. Posso ficar com Bella.
Mary lhe sorriu singelamente. Nada melhor do que alguma distração para esquecer-se de que Raghe estava lá fora, lutando com aqueles seres assustadores.
- Beth irá preparar um chá, e seria perfeito para que colocássemos a conversa em dia, e também para darmos uma folga á Fritz. Ultimamente ele anda bem sobrecarregado. – falou revezando o olhar entre Bella e o guerreiro.
- Ele bem que está satisfeito com isso – as duas riram cúmplices.
Zsadist suspirou derrotado.
- Voltarei logo nalla. – ele beijou-a carinhosamente na altura da cabeça e então assentindo para Mary sumiu quarto adentro, fazendo Mary saber exatamente que ele tinha se desmaterializado.
Bella logo riu acenando para que Mary entrasse.
- Deixe-me apenas vestir algo melhor – Mary reparou no roupão de seda preto que ela vestia. Bella sumiu dentro de um closet e logo voltou vestida em uma simples camiseta com um casaco por cima, e usava também uma saia lilás.
Mary remexeu-se, sabendo que aquele quarto tinha um cheiro bem particular. Como um cheiro parecido áquele que Raghe emanava quando estavam íntimos. Mas aquele cheiro era totalmente diferente do de Raghe.
Bom, mas ela particularmente sentia-se mais inebriada pelo cheiro de seu amante.
Descendo as escadas juntas, Mary reparara em cada passo de Bella, estando cuidadosa por saber que a gravidez vampiresca era algo de total risco.
Tanto para a criança como também para a mãe.
- Como está com Raghe?
Mary sorriu tensa.
- Estamos bem.
Bella a fitava com desconfiança.
Sabia que algo estava errado, sentia no ar a preocupação e hesitação de Mary.
- Você está preocupada com ele, não é? – Bella perguntou.
Mary fechou os olhos, pensando que devia estar ali para esquecer-se disso, não comentar o assunto.
Ainda sim, resolveu que, afinal de contas qual era o melhor jeito de resolver as coisas se não aceitando e comentando sobre aquilo?
Sim, devia dar-se á si mesma os mesmos conselhos que dava antes na linha direta para prevenção de Suicídios.
- Sim, tenho muito medo...
Bella suspirou, enquanto as duas juntas já no primeiro andar encaminhavam-se para a cozinha.
- Honestamente Mary, acho que não devia se preocupar tanto. De certo modo já fiquei muito vulnerável ás mãos desses redutores... – o sangue de Bella gelou. Apenas por lembrar.
Mas então se memorou que devia estar aconselhando á Mary, não tomando pânico á sua frente, o que apenas pioraria a situação.
- Mas Raghe é muito forte. Apenas para que saiba, ele é o mais forte de todos os irmãos. – ela suspirou. – E além de ainda ter a besta que nunca vi, mas que parece ser aterrorizadora... Bom ele tem os outros irmãos, que o ajudariam com certeza se ele de certo modo ficasse vulnerável. O que acho bem difícil.
- Está preocupada com Raghe de novo?
As duas direcionaram seus olhares para a figura de Beth que com a mão na cintura observava Mary.
Ela se sentiu envergonhada. Agora estava preocupando aquelas fêmeas.
- Bom... – sentiu-se sem palavras.
Beth se aproximou, deixando de lado uma xícara que estava prestes á colocar na mesa, fazendo com que Fritz antes agoniado atrás dela vibrasse de felicidade, logo tratando de pôr-se á arrumar toda a mesa, antes mesmo que Beth retomasse o trabalho.
Os ombros de Mary foram acariciados por Beth.
- Ah, no fundo todas nós ficamos apreensivas que algo aconteça á nossos machos, não é mesmo?
Bella sorriu junto á Beth.
- Sim com certeza – Mary murmurou sentando-se em uma das cadeiras envolta á mesa, vendo Beth se sentar e Bella também sorrindo radiantemente.
As mulheres olharam interrogativas para Bella.
- Vocês não têm idéia de quanto tempo faz desde que me sentei por conta própria nesta cadeira.
As mulheres caíram na risada, cientes de que o hellren de Bella era de certo modo cuidadoso ao extremo.
- Então você vem?
O homem pensou com cuidado e achava que ir á alguns daqueles bares não era de certo modo uma boa idéia.
Negou para o irmão observando o ambiente ao redor.
- Qual é Hollywood, só para beber alguma coisa forte. Não vamos te arrastar para mulheres.
Olhou para V. com uma cara feia. No seu caso uma bela cara feia.
- Já disse que não estou afim. Vou ficar aqui e ver se encontro alguns redutores. – deixou claro. Viu que V. ainda o olhava atrativo. — Caramba meu irmão, pare de me encher o saco e vai logo! – alisou as coxas com as mãos nervosas.
Precisava lutar.
Vishous riu, então logo atravessando á rua, encaminhando-se junto ao tira, até o One eye.
Poderia voltar para a mansão em questão de segundos – já que tinha chego ali com o carro do V. – mas pensava que descarregar sua tensão toda em Mary não era certo. Além de ter que eliminar mais redutores do mundo.
Merda pensou.
Resmungou fortemente ao fazer caminho até o ZeroSum como antes vira Vishous.
Só beberia algo.
A noite já estava acabando, se achara numa escassez de redutores voltaria logo para casa e ficaria com Mary, sabia que ela pouco gostava que ele ficasse ali.
Ultimamente ela andava super protetora com ele.
Sorriu pensando nisso.
Sua Mary parecia estimá-lo cada vez mais.
A saudade já batia, pensando em seus cabelos agora maiores derramados sob o colo, enquanto a pele nua...
Ah, Deus.
Com certeza não era uma boa idéia pensar nisso agora. Principalmente neste local cheio de mulheres promiscuas e com poucas peças sob seus corpos.
Apesar de definitivamente não certamente excitar-se com elas.
Para ele, por mais que olhasse para elas, tentava sempre encontrar uma parte de Mary nelas.
De qualquer maneira, não tinha o porquê de procurá-la nessas fêmeas e humanas. Mary era apenas sua.
Ela estaria o esperando quando chegasse em casa. Sentiu-se completo.
- Ei grandão. – acenou para o tira que tomava um gole de uma garrafa de uísque escocês. Sorriu pensando que ele não abria mão de uma daquelas.
- Decidiu vir?
- Sim, nenhuma droga de redutor lá fora. – respondeu para V.
Suspirou de descontento ao observar uma fêmea incomoda se aproximando.
- Oi V. – Caith o olhava com cobiça. – Raghe.
Deu um leve menear de cabeça logo desviando o olhar daquela mulher.
- Procurando por uma presa?
Ele tentou ignorá-la, pensando que logo Vishous á calaria e levaria dali. Como sempre o irmão gostava de ficar com aquela fêmea. Talvez só por necessidade então.
- Procurando por alguém que não seja você. – ele sorriu significativo para ela.
Caith fez um murmúrio zangado.
Então ela logo se aproximou de Raghe subindo sobre as coxas do loiro sentando ali. Arqueando-se para ele.
V. se surpreendeu com a ousadia da mulher.
Nunca antes ela tinha feito isso.
- Saia de cima de mim agora. – Raghe falou lentamente com os dentes cerrados. Aquela fêmea estava o provocando.
- Caith...
Ela interrompeu Vishous.
- Vai dizer que não quer? – ela olhava dentro daqueles olhos extremamente azuis. Franziu o cenho quando percebeu as pupilas dele se embranquecerem.
Raghe sabia exatamente o que iria acontecer ali. Já estava nervoso por não achar nenhuma droga de redutor por aí, e ainda estava longe de ter um alivio por meio de gozo, contando que não estava perto de Mary.
E agora Caith subia em cima de si, provocando-o com veemência. Dessa maneira iria logo se descontrolar. Poderia até mesmo chegar á se transformar.
Ah, droga sentia tudo em pleno descontrole. Sua mão á pouco quase tocara em Caith.
Levantou-se a tirando de seu colo então com afobação indo para os fundos daquele lugar.
Ignorou os murmúrios de V. e Butch, mesmo sabendo que eles logo o seguiam.
Foi aí que na saída da boate, detectou em um beco escuro dois redutores... ah sim...
Finalmente.
- Senhorita, parece que os guerreiros chegaram – Mary observou Fritz olhar com atenção pela janela da cozinha.
Esqueceu-se sobre o que conversavam, e observou pela janela Raghe apoiado cegamente no ombro de V.
Analisou todo o corpo dele, vendo que usava um casacão de couro preto gigante. E podia notar por suas pernas desnudas que ele não usava nada por baixo.
Isso significava que a besta lhe tinha irrompido.
- Ah, — olhou para as duas mulheres que também observando a situação agora a fitavam.
- Vá...! – assentiu para Bella, então correndo para a porta principal por onde notou V. com Raghe apoiado já estava adentro.
- Raghe?! – ela se aproximou suspirando.
Ele tentou focalizar de onde sua voz vinha, mas seus olhos estavam inutilizáveis agora. Apenas podia sentir a mão dela, que logo acariciara seu rosto.
Depois de o mergulharem na imensa banheira que Mary eficientemente encheu logo de água morna, Mary logo se apressou ao pegar uma pastilha de Alka-Seltzer enquanto V. depositava uma boa parte de água que estava numa jarra, á cômoda do lado da cama num copo dando logo á Mary.
Ela jogou a pastilha dentro do copo com água, esperando que este se dissolvesse por completo.
Assim que estava feito, ela logo se ajoelhou ao lado da cabeça de Raghe na banheira e disponibilizou o copo em seus lábios, que demoradamente sugaram todo o líquido que tinha ali dentro.
- Mary. Mary? – Raghe tateava o escuro, — já que seus olhos nada o disponibilizaram – pedindo pela presença dela.
- Estou aqui. – ela pegou a mão dele. Se agachando ao lado dele. Acariciava o cabelo loiro para trás murmurando palavras ternas.
- Vou para o buraco – olhou de soslaio para V. – qualquer coisa, chame-me.
Assentiu para ele, e viu-o passando porta a fora, fechando-a quando passara.
- Você está bem? – sussurrou baixamente para ele.
Ele assentiu, apreciando seu toque de olhos fechados, enquanto seu corpo deitado completamente na banheira relaxava á presença de sua Mary consigo.
Fim do Capítulo
Notas finais
Espero que tenham gostado
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