Notas iniciais
Heeey. Tá eu sei . Tö sumida.
Estou meio que sem inspiração por isso está dificil de escrever. Na verdade estou assim em todas as minhas fics.
Mas já tinha algo pronto para esse capítulo e decidi postar logo.
Está pequeno e não muito esclarecedor, mas acho que se eu postar logo esse será mais fácil de escrever o próximo.
Também não queria deixá-los esperando mais.
Enfim... me desculpem pela demora. Vou tentar postar o próximo o mais rápido possível prometo.

Para Carl Benson, aquele estava sendo um dia em tanto. A manhã tinha o desgastado mais do que nunca, e ele nunca pensou que a idéia poder conhecer a filial de sua empresa em Caldwell se tornaria tão desgastante.

O seu escritório da advocacia já se espalhava por todos os Estados Unidos, mas ainda sim, tratava-se de um negocio simples e bem arranjado.

Ele digitava alguns números em seu celular, enquanto relembrava a fazenda pela qual passara coincidentemente quando dirigia pela estrada á fim de chegar ao escritório.

Parecia um bom lugar.

Ainda sim, lhe era estranho... alugar uma fazenda.

Mas Carl gostava de muito espaço, e o dia-a-dia na cidade, muitas vezes o irritava. Seria um bom lugar para se hospedar. Pelo menos por enquanto.

Tudo que Carl sabia, era que se continuasse hospedado naquela pousada lhe cobrava a metade do seu salário por dia, ele simplesmente teria a conta rapidamente zerada.

Depois de alguns toques, o telefone foi atendido.

Ele se surpreendeu por escutar uma voz feminina.

Quando vira aquele imenso casarão, achou que na certa alguma família grande morava ali.

Bom.. talvez morasse afinal de contas.

- Oh. Está interessado? – a mulher do outro lado da linha falou.

- Sim. – ele falou ajeitando melhor o celular entre o ombro e ouvido, quando um homem esbarrou em si. – Se não se importar gostaria de me instalar o mais rápido possível. Há como agilizarmos a negociação?

Um momento de hesitação se sucedeu do outro lado.

- Hum, sim. Acho que sim. – a mulher suspirou. – Podemos nos encontrar amanhã?

Amanhã? Por que não hoje?, pensou ele.

Mas logo concordou.

- Podemos jantar juntos amanhã, quem sabe? – sugeriu.

- Sim, claro.

- Então... – Carl se interou de que não sabia onde afinal de contas, as pessoas marcavam encontros de negócios em NY. – Posso lhe pegar amanhã, ás sete e então vamos á um restaurante... – comentou ele, dando-se uma chance para pensar num local perfeito.

- Não! – a mulher se precipitou. – Quero dizer... podemos nos encontrar... no T.G.I. Friday’s?

Carl franziu o cenho. Aí estava, um lugar que ele coincidentemente conhecia naquela cidade.

- Certo. – confirmou. — A propósito, me chamo Carl Benson.

- Mary Luce.

- Então, ás sete?

- Ás sete.

- Então até amanhã Mary – se despediu ele.

Quando chegou ao conhecimento do Rhage aprisionado que Butch estava desaparecido, as coisas saíram do controle para a besta que controlava seu corpo.

Porém, assim que Rhage voltou á ter controle sob si mesmo, ele se encontrou pensativo. Não conseguia escutar uma palavra que Wrath falava e pensava á todo instante em Mary.

Ele se perguntava como a besta tinha assumido o controle absoluto.

Poderia ela fazer de novo?

Como ele poderia garantir que ela ficasse em seu lugar?

E se ele se transformasse... ela tomaria o controle de novo?

Essas perguntas o assolavam, o desesperavam...

- Ei. – Rhage saiu de seus devaneios, fitando ao Rei que o olhava fixadamente. – Rhage, meu Irmão está aqui conosco?

O louro sacudiu a cabeça, como se os pensamentos antecessores fossem sair por seus ouvidos.

- Sinto muito. – acalentou. — Prossigam, por favor.

O Rei lhe dirigiu apenas mais um olhar analítico antes que se dirigisse para Vishous.

Foi então que Rhage despertou totalmente de seus problemas relacionados á besta quando escutou algo que V. disse-o.

Wrath imediatamente levantou-se da cadeira por trás de sua mesa, para ficar cara-a-cara com Vishous.

- Deixei-o beber de mim. – o irmão com a tatuagem na têmpora falou.

- É um homem. É humano. Em que diabos estava pensando?

Rhage prestou atenção na discussão em que se ocorreu ali, ciente de que Wrath, e não só o resto dos irmãos, mas ele próprio estavam atônitos. Mesmo quando Vishous explicou que não o tinha dado de beber da sua própria veia.

E também que Butch ao menos sabia do que se tratava quando bebeu.

A última coisa que o irmão falou antes de deixar como encerrada o assunto da reunião, fora que...

- Morreria antes de nos delatar. Garanto. Meu amigo é bom.

E quando os irmãos se agitaram dispersando-se do escritório de Wrath, Rhage pensou que devia fazer uma coisa antes de chegar á Vishous.

Ele conseguiu interceptar o irmão de juba exuberante antes mesmo que ele deixasse o corredor do escritório.

- Phury. – parou-o com uma mão no ombro. – Sinto muito por antes. No quarto. Não estava bem...

Phury lhe sorriu reconfortante, porém com o olhar vazio.

- Está tudo bem, Irmão.

Ele logo se afastou.

Rhage sabia que o irmão não guardaria ressentimentos. Mas não era por isso que se via preocupação no rosto com beleza hollywoodiana.

Já fazia um tempo, desde que Phury não se via mais tão vivo como antes. O irmão parecia cada vez mais sombrio.

Ele deixou isso de lado, por um momento enquanto seguiu V. até o pátio.

- Não fará isso sozinho – grunhiu com veracidade. Sua personalidade feroz aos poucos voltava. – Acha o tira, e então nos chama.

V. não respondeu.

Rhage imediatamente pegou pela nuca sacudindo-o com veemência. Apesar de Vishous ser quase tão alto quanto ele.

Aproximou a face, com um semblante nem um pouco feliz.

- Vishous, você me escutou?

- Muito bem, OK. – Vishous se desvencilhou, só para assim lembrá-los que então toda irmandade os aguardava, armados até os dentes, prontos para agir.

O irmão se concentrou, e logo absorto por sua própria mente sacou a arma, bem á tempo de que Rhage segurasse-o a mão mais uma vez.

- Vamos com você.

- Tenho que ir logo.

Rhage esbravejou.

- Me prometa! – ele sabia que V. tentaria resolver as coisas á seu modo. – Vishous...

- Chamarei vocês quando o for seguro – e o maldito filho da mãe desmaterializou-se.

Todos praguejaram.

- Estão de saída?

O corpo de Rhage se acendeu, quando a voz de sua mulher, chegou-lhe aos tímpanos.

A fúria o atingiu, de maneira que seus irmãos ficaram surpresos ao farejarem-lhe. Mas não era por Mary que sentia tal intento.

A besta dentro de si, parecia gargalhar por ter tocado Mary... ter feito amor com ela...

Foi instintivo que o cheiro de seu vinculo sobressaísse-se no ar.

Ele foi até ela, que se encontrava lá em cima, no primeiro degrau da escada, enquanto que logo lançava um franzido olhar para seus irmãos advertindo-os sua posse.

Não demorou muito, para que os olhares estivessem longe de sua Mary.

Suas mãos foram para sua cintura, e ele a puxou para si não se demorando á encaixar a face em seus longos cabelos castanho.

Deus... ele estava de volta.

De volta em seu corpo... de volta para sua Mary...

Ele sentiu o seu instintivo impulso, para que a levasse para o quarto, enquanto marcava-a com sua semente, mostrando para a besta quem estava no controle.

E de quem era a sua Mary.

- Ei Hollywood – ouviu Wrath pigarrear. – acho que Vishous ainda vai demorar... talvez haja tempo para...

Rhage já estava caminhando pelo vasto corredor, antes que o Rei terminasse o que tinha para falar. Com Mary nos braços, ele não lhe dava brecha para falar ou ousar, enquanto sua boca permanecia-se sob a dela.

Ao chegar frente ao quarto, atirou a porta ao chão com apenas um chute, quando viu a hesitação nos olhos de Mary, em um momento que não estiveram se beijando.

Ele então se tocou que aquilo não devia acontecer entre eles. Ele vira aquela mesma hesitação... o medo, nos olhos dela quando a besta tinha estado no controle.

Ele não queria que fosse assim entre eles. Entre ele, Rhage e ela Mary.

Depositou-a na cama com delicadeza quando logo se voltou para porta, tentando-a colocar de volta no lugar.

Quando se virou... ele viu aquela mesma expressão. Mary o olhava com temor.

- Mary... – ele foi até a cama, e então se ajoelhou sob ela sentada á beirada da cama. – eu... – ele parou pensativo, se perguntando o que afinal de contas deveria dizer á ela.

Ah, olá. Eu sou seu homem. E... sabe aquele monstro, que quase sempre ficava aprisionado dentro de mim? Então ele decidiu sair...

E apenas por que ele quer você inteiramente para ele.

E então, agora vamos nos desesperar juntos!

Não, ele não queria que ela carregasse esse fardo junto com ele.

Era verdade que desde que tinha se instado juntos os dois, tinham compartilharam todos os seus temores e dores.

Mas ele primeiro... precisava saber com que estava lhe dando. Não queria envolvê-la nisso, mais do que já estava envolvido.

Queria mais do que nunca, que a paz reinasse em suas vidas.

Fim do Capítulo

Notas finais
Tã ficou uma bosta. u.u
Mas pelo menos me digam um oiiiiiiiii !
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.