Entre Anjos
9 Capítulo 9
Notas iniciais
Oi gente linda. Eu sei que demorei um pouco para postar o próximo capítulo, mas aqui está. Espero que gostem. Boa Leitura.
Hoje de manhã foi o exame, a principio ocorreu tudo bem, vamos ver o que vai ser do resultado. Eu não esperava que Henrique fosse vir hoje. Ele agora, parece mais a vontade, sorridente do que no outro dia. Percebi que ele trouxe com algo. E como o esperado, ele percebeu minha curiosidade e surpresa, por ele vir.
–Você deve estar cansada da comida desse hospital, sem sal. -Falou ele convencido, com um sorriso de lado. Afirmei com a cabeça um sim. Então ele sentou em uma cadeira de meu lado, entregando a mim a sacola que estava em sua mão.- Para você. -Ele falou.–Obrigada. -Respondi. Café, salgados... O cheiro estava ótimo. Fiquei feliz por alguém lembrar de trazer algo, realmente bom para mim.- Não sei como poderei retribuir.Henrique, forma doce e sorridente, deu sorriso um malicioso, descarado em seu sorriso de lado. Então disse:–Claro. Falaremos sobre isso depois. -Depois ficou me encarando, me deixando constrangida. Não soube o que responder, por isso, resolvi comer meu lanche de uma vez.Mais tarde, ao por do sol ele estava indo embora.–Até mais anjo. Preciso ir. -Ele deu um sorriso e antes de abrir a porta, alguém abriu entrando. Minha mãe. E estava com Rosalie.–Olha quem veio te ver. -Disse ela. Deu de cara com Henrique. -Henrique, muito obrigada por ter ajudado.–Não precisa agradecer. -Ele disse. Ele olhou para mim,depois saiu.–Disseram que amanhã cedo, você pode voltar para casa. -Mamãe falou.–Que bom. E qual o resultado dos exames? -Perguntei curiosa.–Isso é o que menos importa agora querida. -Ela sorriu. Uma enfermeira apareceu chamando minha mãe. Depois que ela saiu, Rosalie veio até mim.–Fiquei muito preocupada com você, quando eu soube. Eu ligava para você e não atendia. E no dia seguinte não apareceu. então sua mãe me ligou, e disse o ocorrido.–Rosalie, você é uma ótima amiga. Não precisa se preocupar...–Preciso sim! Você é minha melhor amiga, como não iria me preocupar? Tá indo maluca?Ela sorriu e eu sorri também.–Pelo jeito o acidente afetou meu cérebro. Deixei uns parafusos cair.Ela riu mais ainda.–Eu ia quase esquecendo. Aqui seu celular. -Ela me entregou meu celular.- Pediram para mim entregar a você.Eu o peguei agrandeçendo, e perguntei com quem estava.–Sua mãe disse que estava com Henrique. Ele viu no dia do acidente, no chão, perto do carro. Então entregou a sua mãe. E por sinal, foi ele que ajudou a polícia, capturar o cara que se negou a te ajudar.–Nossa! Isso eu não sabia. -Eu não sabia o que dizer.As duas passaram quase a noite toda ali comigo, até o fim do horário de visitas. No dia seguinte, meu pai veio me buscar, de manhã é difícil ela ter um horário disponível. De manhã, ela geralmente cuida de crianças, ela sempre fala... " A turma do prézinho."–Desculpe não vim antes. -Meu pais disse depois de me dar um abraço. Ele me deu uma muda de roupa que minha mãe deixou para mim vestir. Um vestido branco de renda, até os joelhos, sapatilha. Eu poderia vestir as sapatilhas, mas uma boa parte de minha perna, estava enfaixada. E ainda doía.–Cuide bem dessa perna, que logo ela melhora e assim, poderá tirar os curativos.Disse uma enfermeira ao sairmos da recepção. A mesma que me levava os remédios.Depois de um dia mofando em casa, sem poder sair... Era cansativo. Claro que como eu ia voltar aos afazeres normalmente depois de uma semana. Então olhei o horário no relógio, 15:00 da tarde, minha mãe ainda não chegou, meu pai chega a noite, meus irmãos estão no colégio. E eu, cansada de ficar fazendo os trabalhos da faculdade e do trabalho em casa. Me arrumei, e sai para o portão de casa, ali esperava um táxi que eu chamei. Se pelo menos meu carro estivesse bom. Agora eu sei que vai demorar para eu ter outro.Onde a senhorita pensa que vai? -A voz que eu ouvi me assustou, fazendo eu parar entre a porta do táxi e a calçada. Primeiro eu me lembrei de Henrique, então me virei, não era ele. confesso que não fiquei muito feliz por ver quem era. Mas eu não posso ser mal educada por isso. A final, ele nem demonstrou muita preocupação pelo que aconteceu comigo. Bom, eu não vou ficar parada ali feito uma estátua. Com minha perna doendo um pouco, fui em direção dele. Ele parecia estranhamente feliz, ou era fingimento para encender algo? Havia um corte fundo um sua testa, e sua mão esfolada.
Notas finais
Obrigada de coração aqueles que acompanham e comentam. Desculpem algum erro. Qualquer comentário é bem vindo. Até a próxima. Bjos.
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