Notas iniciais
Oii. Estou de volta com mais um capítulo. Sei que é complicado esperar por mais um capítulo, e que eu demoro... Mas entendam, meu tempo é limitado, curto. Por isso a demora. Tento ao máximo que posso, um tempo para atualizar. Mas enfim, Boa leitura! ;-) E Obrigada por aqueles que colocaram em sua lista de favoritos e acompanhamentos.

Enzo e eu fomos em nossos próprios carros; Eu não pretendia ir com ele em seu carro. Aliás, com tantos amigos dele que iriam também, não teria espaço o suficiente no dele. Então foram no meu também.
Fizeram bagunça durante o caminho todo, as conversas, risadas, e pelo que falavam... Eu diria que iria piorar depois que chegacemos ao nosso destino. Claro que pretendo ficar em uma mesa sentada acompanhando tudo de longe.
Estou nervosa só de pensar no que irei encontrar nesse Bar Shows. Não que eu conheca esse lugar, ou já fui lá; só ouvi falar, até hoje.
Na entrada do Bar Shows, olhei para Enzo, ele estava com um sorriso no rosto, um sorriso diferente da que eu vejo nele diariamente; a palavra encrenca estava escrita em seu rosto. E de ver isso nele... Me arrepiou. Devo dizer que ele anda muito estranho ultimamente. Então ele olha para mim. Lança um sorriso e um olhar, como se estivesse dizendo que tudo está bem. Sinto um calor percorrer meu corpo, meu coração pula em meu peito.
Assim que me dei conta, já estávamos dentro do lugar. Percebi que não era um lugar onde costumo ir. E falando sério? me senti um peixe fora d'agua.
Várias pessoas na pista de dança, dançando juntos. Suas roupas coladas em seus corpos, por estarem encharcados pelo suor. E não pareciam ligarem se estavam com uma do mesmo sexo ou do oposto.
Dei uma rápida olhada no andar de cima. Mesas postas, umas com cadeiras ou sem, que as pessoas parecem não se exportar com essa diferença. Parecia mais calmo lá do que aqui embaixo.
Uma mão firme pegou em meu pulso. Por um momento, olhei um pouco assustada do meu lado e ver quem era. O alívio meu ocorreu no mesmo momento em que vi ser Enzo. Ele me puxou e sorrindo disse.
–Vamos. Não vá pensar que irá ficar parada aí a noite toda. Não foi para isso que trouxe você aqui.
Ele gargalhou. Mas por um segundo fiquei na dúvida se ele estava rindo de mim ou para mim. Achei melhor não perguntar. Eu ri também, por via das dúvidas. A risada dele era um tanto engraçada, não havia como não rir. Foi aí que me deixei ser levada... Hora, pela música, pela animação em minha volta, por ele. O sorriso de Enzo é contagiante. Sim, eu estava feliz. Tem coisa melhor do que você estar com alguém que gosta? Não né? Só sorvete de chocolate, que eu me amarro em um.
Nós dois fomos para o balcão. Sentamos lado a lado numas banquetas. Enzo pediu dois copos com uma bebida que não ouvi qual era. Uma ele pegou para si, outra empurrou para mim.
Ele espera mesmo que eu beba? Não mesmo! Não irei beber. Como se ele adivinha-se o que eu pensava falou me olhando pelo canto do olho:
–Espero que beba.
Depois olhou para mim e o copo.
–E...eu...-que vergonha eu estava gaguejando. Tentei de novo.- não bebo, não sou acostumada.
–Então... -Ele estendeu o ão no final.- se acostume.
E falou rindo com um ar de deboxe.

Eu havia pensado que conseguiria me soltar de tal forma hoje quando cheguei aqui. Bem, eu gostaria de dizer que não bebi, e fiquei no canto tímida, excluída. Mas não posso dizer isso, pois não foi bem assim que as coisas aconteceram... Eu perdi um pouquinho do controle, está bem! O todo o controlhe, depois de dez copos que bebi. Pelomenos eu acho que foram dez. Sentindo o álcool dessendo quente pela garganta. Até que Enzo me levou para dançar com ele.
Devo confessar que da parte dele, eu não sentia muita química. Infelizmente percebi que ele só estava afim de me levar para a cama.
Se eu me afastei dele por causa disso? Não. Pois tem mal em aproveitar um pouquinho? E alem do mais, eu estava bêbada de mais para isso. No fundo, eu me condenava por causa disso. Mentir é feio, então eu estava gostando.
Dançamos juntos, deixando nossos corpos mais próximos que de costume, e levar-se pela música. Me surpreendeu quando Enzo me puxou si, colando nossos corpos um no outro. Seu rosto foi chegando cada vez mais perto do meu. Será que ele ia fazer o que eu estou pensando? Meu coração acelerou pelo pensar.
Ele me puxou para um beijo. Meu coração pulando no peito. Uma voz no fundo de minha cabeça dizia... Que eu deveria me afastar dele... Que eu poderia me maxucar se não o fizer.
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–Andy você está louca?!
Minha amiga ruiva de cabelos encaracolados estava a minha frente, preocupada comigo pelo ocorrido da noite anterior. Estamos em horário do almoço.
Ela é branca, algumas sardas no rosto, que a deixa mais bonita ainda, olhos verdes esmeraldas. Da mesma altura que eu, altura média.
–Eu sei, confesso que perdi o controlhe.
Falei levando um copo de café para a boca.
–O que pensava quando aceitou sair ontem?
–Não sei, não pensei.
Falei colocando a mão na cabeça, como resultado acordei com uma enorme dor de cabeça hoje.
Eu e Rosalie minha amiga, trabalhamos juntas, em uma empresa de publicidade. Estamos a um ponto da faculdade, que já tralhamos em meio período sobre o assunto do nosso estudo. Buscamos informações para a coluna jornal, revista, blog. Eu conheço Rosalie desde sempre. Ela morava na mesma rua que eu até ano passado. Até resolver se mudarve ir morar sozinha, no centro da cidade... Em seu apartamento.
Depois de termos almoçado colocando a conversa em dia, pagamos o almoço, no restaurante em que estávamos, e saímos fazendo o trajeto paravo trabalho.
Adentrandomos a porta do prédio onde é nosso trabalho, depois de uns minutos de caminhada. Estávamos planejando distraidamente o que colocaríamos no blog.
Meu corpo foi empurrando com força para trás, me desequilíbrei e cai sentada no chão. Assustada olhei para os lados e ver quem tinha me empurrado. Até meus olhos encontrar a minha frente, um destraido parado, segurando o telefone em sua mão, que estava caído ao seu braço do lado do corpo. Ele me olhava com os olhos arregalados pelo susto. E nesse momento eu já o fugilava com os olhos pela raiva. Como ele acha que pode andar por aí dessa forma? A expressão dele mudou para uma expressão de desculpas. Mas eu ainda estava furiosa.

Notas finais
Espero que tenham gostado. Comentários por favor. Se não acharei que estarei falando sozinha aqui. Digam o que acharam meus fantasminhas. Não reparem nos erros, eu escrevo muito rápido. Até a próxima.