Entre Anjos
11 Capítulo 11
Notas iniciais
A primeira folha estava com uma primeira foto presa nela. Pelo que posso notar é da noite em que fui deichada na porta do orfanato. Na folha a um texto dizendo como foi.
A noite estava chuvosa, e por volta das 22:30 a campainha foi tocada. A governanta foi ver quem era. Ao abrir a porta não viu ninguém, e ia fechando a porta ao ouvir algo... o som de um bebe. Ela saiu porta a fora, e encontrou nas escadas, em uma cesta um bebe. Ficou espantada e surpresa ao vela alí. O bebe estava em uma cesta, enrolada em uma manta. Junto do bebe continha um colar de asas, com o nome Andy. A mulher pegou a cesta com o bebe, e a levou para dentro. Na cesta foi encontrado um papel, que dizia:
"Ao cair das folhas, concebida e protegida. Ao chorar das nuvens, escondida."
Em uma outra folha, uma foto minha ainda pequena. Essa folha pelo visto, dizia sobre mim. Os dias iam se passando, Andy ia crescendo. Todos encantados a ela. Niguém aparecia para vela, ou buscar algum bebe no orfanato. Nem unhma notícia foi dada de algum bebe desaparecido, ou algo do estilo. Foi investigado o caso por um bom tempo, e sem sucesso, que levou o caso a ser arquivado.
Já em outras folhas mais a frente, mostrava alguns exames feitos de mim, pelo que mostrava, o nome do hospital... não tinha nas folhas. Mas os resultados estavão todos ok, bons. Olhei pela janela da biblioteca, pensava distraidamente no que eu tinha visto até agora.
"Já deve ser umas 17:30." Pensei comigo. Voltei para a pasta, a próxima folha, mostrava mais algumas informações sobre a orfanato, no tempo em que estive por lá.
O caso de Andy fora esquecido com o tempo. Em um certo dia, começou apareçer um homem a visita da menina. Ele alegava não ser nada além de ver como ela estava. Seu sotaque russo, pele branca, olhos e cabelos castanhos, alto. Dizia querer aproveitar o seu tempo livre no Brasil, antes de ter que viajar a negócios para fora, na França. O nome dele, Apolo Sekhmet.
"Infelizmente o que obtive até agora com essa pasta, não foi exatamente o que eu esperava." Penssei enquanto pegava meus celular da minha bolsa. Rosalie estava me ligando. Atendi a ligação.
–Oi Ro. -Falei.
–Oi Ady. Onde voce está? -Perguntou ela.
–Na biblioteca da cidade.
–O que? -perguntou espantada.- Etsá maluca? voce abe que não deve sair de casa. Me espere ai, estou chegando ai.
Ela falou e logo desligou. O jeito seria esperar.
Você já se perguntou o que ele está fazendo?
Como tudo virou mentiras?
Às vezes acho que é melhor
Nunca perguntar por quê.
Onde há desejo, haverá uma chama
Onde há uma chama alguém está sujeito a se queimar
Mas só porque queima não significa que você vai morrer
Você tem que se levantar e tentar, e tentar, e tentar
Você tem que se levantar e tentar, e tentar, e tentar
ficou preocupado por isso poder ser arruinado?
Isso faz você querer chorar?
Quando você está por aí fazendo o que você está fazendo
Você está apenas sobrevivendo?
Diga-me você está apenas sobrevivendo
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