Entre Anjos
15 Capitulo 15
Notas iniciais
Ola meus amores, como vão? Conto com a opinião de vocês. O que estão achando da historia?
Adam ficou tagarelando o tempo todo, durante o caminho. Ele é um amor de criança. No caminho me fazendo varias perguntas.
Ao chegarmos na casa da praia, Henrique estacionava o carro, enquanto eu e Adam observava o lugar, a praia... O vento fresco do mar, as ondas. Uma paisagem em que eu não casaria de ver. Adam foi correndo ate a casa para abrir a porta. A casa cor branca de madeira, de frente para a praia. A rua de asfalto fica a uns minutos dali. O bom é que daqui da para ver algumas lanchonetes, barzinhos. A casa grande na sala estava vazia, uma escada ao lado esquerdo levava ao segundo andar, onde Adam seguiu caminho. Uma porta mais a frente levava para a cozinha, que também estava vazia. A porta do lugar era grande, com vista já para a areia da praia e a água.Subimos para o andar de cima, em um dos quartos entramos. Henrique disse ser o quarto dos pais dele. —São essas aqui. Meus pais deixaram aqui, e pediram para mim buscar. Livros, mapas, documentos, quadros, medalhas...-falava ele enquanto mexia nas caixas, retirando um quadro antigo.-esse aqui era o time de meu pai, onde ele jogava. —Serio que ele jogava?-perguntei curiosa pela revelação. —futebol americano. Veja...-ele levantou, e apontou para um dos caras da foto, do time.- ele aqui... —vocês são parecidos...-comentei. —faz tanto tempo... ele jogava no time mesmo com meu avo proibindo. Meu avo queria que ele continuasse com os negócios da família. Ele não quis abandonar o time, e por isso teve que enfrentar as consequências de sua decisão com seu pai. Só agora que meu avo esta morto que ele assumiu os negócios da família.-ele guardou a foto de volta na caixa, onde continha varias medalhas. —Nossa... —é melhor levarmos essa caixas de uma vez.-ele sorriu levantando uma. Olhou para mim, sorriu e saiu pela porta levando a caixa. Olhei para o quarto enorme, olhei para as varias outras caixas que ainda tínhamos que levar para o carro, que por sinal era enorme. Eu já me via, me arrastando pelo caminho com as caixas. —Força Andy... é isso ai.-falei para mim mesma enquanto pegava a primeira e seguia pelo caminho. ~~*~~ Caminhávamos pela praia conversando, e o garoto aproveitava o tempo nadando na água. Henrique contava sobre seu trabalho e seu pai. —eu não irei deixar de ajudar meu pai, mesmo com o trabalho em que estou. Comentou ele —Os dois parecem ser bem diferentes um do outro.-falei me referindo ao avo e o pai dele. —sim, ficaram muito tempo sem se falar, mais a doença de meu avo venceu essa distancia entre os dois. Eu tinha oito anos na época. Ele era rígido, firme e muitas vezes frio na educação dos filhos. —o que sua mãe falava diante da situação? —ele é uma pessoa muito querida, carinhosa. A melhor pessoa para aconselhar e conversar.-ele falou. —vocês não vão vir?-gritou Adam da água, que logo voltou ao seu nado. —Então, agente não vai?- falou Henrique sorrindo. —o que?... N-Não...-que melhor momento para mim, gaguejar.-eu fico aqui. Sorri sem graça. Ele olhou para água e depois para mim. —tem certeza? A água parece estar ótima.-ele apontou para o garoto que se divertia. —e minha.... —não vale a desculpa que sua perna não esta boa.-ele segurou um riso. —Eu, não ia dizer isso.-neguei com a cabeça. —você vai ficar mesmo ai?-Henrique fez uma expressão de surpreso. —vou.-Confirmei com a cabeça. Ele em silencio, tirou o tênis, a camisa e a calça jeans, ficou com o necessário para entrar na água, revelando seu corpo musculoso bem definido. Isso me deixou mais sem graça e sem vontade de entrar na água. Antes de começar a andar e minha frente, ele me encarou. De repente ele se virou, voltando em minha direção dizendo com um sorriso de lado. —Mas não mesmo. -ele falou chegando cada vez mais perto de mim. E com a expectativa do que iria fazer ou do que queria dizer, meu coração acelerou.
Notas finais
Desculpem se tiver algum erro...
Obrigada por aqueles que acompanham e os deixam aqui sua estrelinha e comentário.
Fale com o autor