Pov. Henrique

Meu pai mesmo com o cabelo grisalho, parece mais nosso irmão do que pai. Sempre se vestindo de forma impecável. Meu irmão mais novo que eu, casado e já com um filho, o Adam. Quem diria; Manuel meu irmão, moreno claro, barba por fazer, usava roupa social, a gravata estava frouxa.

Meu pai, deu o ultimo gole em seu Uisk. Deixando o copo na escada. Desceu as escadas vindo ate mim. Deu um tapinha em minha costas.

–vejo que fez um bom trabalho. -falou ele.

–sabe qual destino dará para tudo isso? -perguntei olhando para ele. Logo em seguida apareceu Manuel de meu lado.

–irei ajudar. -falou ele quanto pegava uma caixa.- Onde levaremos, na biblioteca? — falou se virando em direção as escadas.

–uma parte mandarei para fora daqui, um outro lugar mais seguro.

Eu e meu irmão com a ajuda de alguns empregados levamos as caixas para o porão, a entrada era de um corredor na biblioteca; outras que não ficariam aqui, estavam na biblioteca.

Depois iriamos verificar o que pertences iriamos deixar em outro lugar.

Ao voltar do porão, meu pai estava na biblioteca verificando alguns documentos para os envios.

~~*~~

–sera que é seguro deixar o artefato la? -questionou meu irmão. Todos estávamos durante o jantar.

–pense comigo. -falou meu pai parando um momento com a mão na mesa e segurando os talheres.- qual o primeiro lugar que irão procurar?

–em nossa casa. Irão atras de nossa família querido. -falou minha mãe com a voz doce e calma.

–se realmente forem vir, como imaginamos... -continuou meu pai. Não encontraram o que procuram. Logo apos isso, vão começar a procurar por resposta. Vão querer noa forçar a forçar a falar... a falar onde estão as peças da ARPA e a chave do... -ele parou pensativo e voltou a falar e nos olhar.- eles são expulsos, caídos, e nos... pelo que sei, não ha nenhum caído. E sim, divinos do titulo que levamos a milênios em nossa família passadas a gerações.

–Nefilins. -falei ganhando a atenção de todos. Para meros humanos passamos despercebidos.- mas isso significa que devemos tomar todo o cuidado possível. O local onde deixaremos os artefatos, é um local publico, e com ótima segurança 24 horas. E muitos dos seguranças, se misturam com a multidão.

–o melhor a fazermos, é não deixarmos que ninguém saiba que nos e eles, mantemos contato ou alguma relação.- falou meu pai.

–vocês me convenceram.-falou meu irmão.- olha, é quase uma obrigação perguntar. Como vamos esconder lá o artefato, sem ninguém saber que mantemos contato com eles, se a segurança é 24 horas por dia?

Notas finais
Pois então Galerinha do meu coração, saudades? Eu sei que demorei nas postagens e peço desculpas por isso. Me desculpem pelos erros. Espero que tenham gostado. Quero ver suas opiniões. E fiquem tranquilos, mesmo eu não conseguindo postar toda a semana, não vou desistir da história. E conto com a compreensão de todos. Pois as coisas no meu dia a dia não tem ido fáceis. Eu sei como é ruim esperar por um capitulo demorado, também sou leitora.