Enterrado nas Sombras
1 Prologo
Notas iniciais
Prologo
¨ Há um garoto parado em frente há Lucy, com asas negras da cor da escuridão da noite, encharcadas com sague que escoria em cada pena de suas asas e que iam direto para a montanha de ossos, que estavam embaixo dos seus pés. Olhos cor de mel, cabelo negro e ficava ainda mais negro em contraste com sua pele pálida. O cheiro de metal e sangue impregnava o local. Lucy queria gritar, mais sua voz simplesmente não saia. Seu coração estava disparado, ainda mais depois que percebeu que o garoto segura sua irmã em uma de suas mãos e na outra algo que reluzia... Metal ... Uma faca... ¨olhe oque você me fez fazer ¨ouve-se o garoto sussurrar, e aquelas palavras iam e vinham na mente de Lucy. O garoto que agora vinha em sua direção, com a faca em sua mão ¨se prepare sua hora está chegando ¨foi tudo que Lucy ouviu e as palavras foram se transformando em sussurros e de sussurros a ecos. Tudo que queria era sair correndo, porem suas pernas não se moviam. Como se tivessem sido coladas no chão. O céu estava escuro, não avia estrelas e nem lua. Ele veio em direção a ela ¨Sua hora esta chegando, se prepare¨ disse o garoto. Sua respiração acelerou, ela foi andando para traz, até que trombou em outra montanha de osso, ela viu um esqueleto que possuía um colar... O colar que Lucy ganhou de sua mãe e que estava usando naquele momento, ela caio no chão, o garoto que agora estava tão perto que dava para sentir sua respiração, o garoto ergueu a faca e em seguinte desceu rapidamente em direção ao coração de Lucy...¨
Lucy acordou, estava assustada, suando frio, sua garganta doía como se tivesse gritado em quanto dormia, lembrou-se da imagem de sua irmã sangrando nos braços do garoto.
Lucy se desesperou, rapidamente olhou para a cama ao lado da sua... Maia estava deitada, estava acordando. O sol estava brilhando através das cortinas feitas há mãos por sua mãe, nuvens pairavam sobre o céu. Perguntas rodeavam a cabeça de Lucy ¨Quem era aquele menino¿ oque ele quis disser com sua hora está chegando¿¨. Perdida em seus pensamentos nem percebeu que sua irmã tinha acordado.
– Oque foi Lucy¿- Lucy imediatamente voltou para a realidade – Você está bem¿- Perguntou Maia, meio sonolenta.
– Sim. Estou, só tive um pesadelo. Maia começou a encarar a irmã
– Jura¿ Também tive um pesadelo.
¨Será que ela teve o mesmo pesadelo que eu¿¨pensou Lucy – No meu eu fui perseguida pelo Daniel, ele estava bravo com migo porque eu bati nele!- Disse Maia se despreguiçando, ouvindo isso Lucy não conseguiu segurar as risadas. O silencio de repente tomou conta do quarto ¨Ela é linda!¨pensou Lucy, Maia tinha cabelos lisos que terminavam com as pontas enroladas de cor marrons escuros, olhos cor de topázio ao contrario de Lucy que tinha cabelo liso cor castanho bem clarinhos, olhos cor de mel, as duas possuíam quase a mesma altura mesmo Maia sendo um ano mais velha.
– Pare de me olhar desse jeito! Já esta me assustando- fez uma pausa- Tem alguma coisa em mim¿¨disse Maia começando a ficar preocupada com ela mesma.
–Não... Não era nada.
–Bom, mais não me olhe mais desse jeito. Lucy acenou que sim com a cabeça – E qual foi o seu sonho¿- disse Maia antes de tudo voltasse a fica em silencio novamente.
– Nada que você precise se preocupar- disse Lucy que deu um sorrisinho para Maia.
–Garotas! Venham comer!- Disse uma voz feminina vindo da cozinha. Chegando há cozinha avia uma mulher parada ao lado da mesa, uma mulher de cabelos ruivos e olhos verdes com marrom, era Madalene, a mãe adotiva de Lucy e Maia, ela estava olhando furiosamente para as irmãs
– Por que demoraram tanto¿- disse Madalene que agora andava em direção a Lucy e Maia – Eu já estava ficando preocupada...
–Pare de brigar com elas, elas não são mais crianças Madalene – Entrou um homem de cabelos escuros com olhos cor de topázio, era Stephen, o pai adotivo das irmãs.
–E também não são adultas Stephen!- falou Madalene furiosa.
–Sim, mas as crie elas como guerreiras, elas sabem se defender- fez uma pausa- E oque iria acontecer a elas no quarto¿- Disse Stephen com um tom calmo... –Oi, ainda estamos aqui então os senhoritos poderiam brigar depois¿- disse Maia, empurrando a cadeira para sentar, Lucy também sentou.
–Desculpa meninas- disse Madalene, que agora falava com mais calma.
–Podemos perguntar uma coisa¿ — Disse Lucy, Madalene e Stephen se encaravam, preocupados com o qual poderia ser a pergunta.
–Claro, queridas- disse Madalene
–Podemos ir caçar¿- Perguntou Maia e Lucy ao mesmo tempo.
–Claro, treinei vocês para isso – disse Stephen antes que Madalene pudesse falar.
–Não, acho melhor não – disse Madalene.
–Mas mãe...
–Vocês não podem ir, e muito perigoso- Disse Madalene interrompendo Lucy.
Colocando o prato de lado Lucy falou furiosamente- Isso é injusto! –Disse Lucy com a voz cheia de raiva.
–Olha como a senhora fala com migo! Sou sua mãe você obedece a mim!- diz Madalene com um olhar perigoso- Vocês não vão e ponto! E vocês nem sabem se defender!- Quando Lucy ouviu-o essas palavras ela explodiu.
–Você está errada sobre agente! Você esta errada ao pensar que pode mandar na gente -Deu uma risadinha — Você nem é nossa mãe de verdade! E alias...
–Já chega Lucy!- Maia disse e depois colocou a mão sobre os ombros dela. Lucy se acalmou e se arrependeu de ter falado com eles daquele jeito e antes que ela pudesse se desculpa Madalene disse:
–Vocês podem ir caçar mais que vocês voltem antes do por do sol. Antes que Madalene pudesse acrescentar mais alguma coisa, Lucy e Maia já estavam na porta pegando suas coisas.
–Voltaremos antes do por do sol, não se preocupe- disse Maia. A porta se fechou atrás de Lucy e Maia, Madalene virou para Stephen.
– Precisamos contar para elas- disse Stephen.
–Elas não estão prontas – Disse Madalene.
–Estão sim, é você que não está- concluiu Stephen.
Flashback
¨Eram tempos de guerra e dava para sentir o cheiro de sangue que pairava no ar, o sol estava se pondo e já podia prever a tempestade que estava por vim e os primeiros pingos de chuva começava a cair.
– Por favor, abram a porta!- disse uma voz feminina vindo do outro lado da porta. Stephen e Madalene que agora andavam em direção há porta, se perguntavam quem estaria lá fora em um dia como este. Quando abriu a porta a mulher avia sumida e avia uma cesta deixada em frente da porta, avia duas lindas bebes lá dentro. Também avia uma carta que dizia: ¨ Estou em grande perigo, e não posso cuidar de minhas filhas, uma maldição caiu sobre minha família e agora as forças do mal estão atrás de mim. A mais velha se chama Maia e a outra Lucy, quando estiverem prontas os seus poderes florescerão, então peço que as ensinem a caçar e as preparem mentalmente. Antes de tudo eu peço que dica que eu as amos, e se não fosse a maldição e estaria ao lado delas.¨ Madalene e Stephen pegaram as meninas no colo e entraram em casa, a chuva agora caia com toda força.
–Não podemos ficar com elas- disse Madalene ainda segurando a carta na mão. Mas depois de um tempo, se apegaram pelas meninas e resolveram ficar com as pequenas meninas. ¨
Fim do Flashback
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