Notas iniciais
Vou tentar ter 1.000 palavras pelo menos ;)

– Olha lá! — Gritou Maquena, apontando para uns patos que estavam a beira de um lago, um lago cristalino ali era um lugar lindo, o sol batia na água que refletia como um espelho.

–Fica quieta!- Disse Maia abaixando a cabeça de Maquena com as mãos, enquanto Lucy revirava os olhos.

– Cala a boca as duas! Ok?- Disse Lucy que não aguentava mais as duas brigando.

Agora os cincos tentavam fazer o mínimo de barulho, mas Lucy não queria que tudo voltasse a silencio sabia que se isso acontecesse iria começar a chorar novamente, Lucy não conseguiu espera e pegou o arco de Maia.

–Ou! Devolve aqui!- Disse ela tentando não gritar, Lucy lançou lhe um olhar que a fez desistir de pegar o arco de volta.

Lucy agarrou uma flecha, a colocou no arco, o arco de Maia estava enfeitado com uma águia desenhada, mirou e a lançou, a flecha passou entre as arvores, mas mesmo com todo o esforço ela errou por pouco.

Maia vendo que as aves iriam voar agarrou o arco de Lucy e atirou com toda força, com esperança de acertar em alguma coisa.

***

– Elas estão demorando muito Stephen!- Disse Madalene inquieta.

– Pelo anjo! Para de se preocupar tanto! — Fez uma pausa e olhou para a janela — E alias o sol nem se pôs!

– Eu sei mas...

– Eu as criei como guerreiras elas sabem se cuidar!- disse Stephen falando mais alto.

– Mais você lembra oque estava escrito na carta, e se elas estão em perigo!- Madalene começou a gritar.

– Fala baixo, você que todos descubram?...- disse Stephen que agora olhava para os lados, vendo se não avia ninguém- Se descobrirem vão as chamar de bruxas, e você sabe a punição para bruxaria. — Terminou falando quase sussurrando.

–Mas...

Foi ininterrompida com um estronde de trovão.

***

– Vamos sair daqui- Outro estrondo- Vamos embora- Disse Luce.

Começaram a correr de volta para a vila — Isso é muito estranho — fez uma pausa- Não era para chover!- Disse Maquena, no que era verdade, a primavera já estava no fim e ninguém esperava uma tempestade.

Enquanto passava pela floresta Lucy tudo que avistava eram arvores que passavam cada vez mais rápido dependendo o quanto corria e algo chamou a sua atenção, uma sombra.... de uma pessoa, ela parou de correr.

– Eu já alcanço vocês!- Gritou Lucy para os outros, enquanto corria em direção a floresta olhando para trás para ver se Maia não a seguia.

– Você vai ficar bem?!- Gritou Maia com a esperança que Lucy voltasse para casa com ela.

– Eu vou, eu prometo- Terminou Lucy, que agora corria mais rápido.

***

Assim que entraram na vila, Luce foi em direção a sua casa, Maquena fez o mesmo, enquanto Daniel havia sumido da visão de todos, Maia foi em direção a sua casa, o vento parecia que não queria que ela entrasse em casa.

–Mãe! Abre a porta!- Gritou Maia do outro lado da porta.

Madalene correu para a porta, quando abriu teve uma surpresa ao ver que Lucy não estava com ela.

–Cadê a Lucy!?- disse quase gritando, enquanto fechava a porta.

– Ela já vem- ¨Eu espero¨ Pensou Maia enquanto colocava um saco em cima da mesa, aonde havia colocado a sua caça- Cadê o Papai?.

– Está lá no celeiro acalmando os cavalos- Disse com um tom preocupado.

– Vou lá ajudar ele.

–Ok, mas tome cuidado...- Maia havia deixado a mãe falando sozinha e saído pela porta.

O vento estava cada vez mais forte, o céu começava a ficar cinza.

–Pai! -disse gritando, pois se fala-se baixo o vento sufocaria suas palavras.

– Estou aqui!- gritou em resposta.

Os cavalos pareciam gritar como se quisessem falar ¨nos tire daqui!¨ os cascos batiam forte no chão.

–Onde está Lucy?- Disse Stephen, mas Maia o ignorou, estava indo em direção ao seu cavalo e o de Lucy.

Maia estava muito preocupada para responder seu pai — Calma!- Disse para sua égua e o cavalo de sua irmã, sua égua Estrela é magnifica, com a clina branca e com seus olhos azuis encantavam tanto Maia, já o Cavalo de Lucy Lunar era negro com olhos castanhos que pareciam penetrar se ficasse olhando por muito tempo, Maia lembrava de quando haviam ganhados os cavalos, Lucy tinha ficado tão empolgada com o presente, Maia lembrou de seu sorriso e agora se culpava de ter deixado Lucy sozinha e começou a chorar...

¨- Onde estou? — disse Maia, sua voz vinha e ia.

– Não chore filha, não chore — Uma voz vinha de traz de Maia.

Maia se virou e não viu nada — Quem esta ai?!

– Pare de chorar, você vai acordar sua irmã. — Uma voz doce.

E de repente Maia se viu em uma casa simples de madeira, havia uma mulher, não dava para ver seu rosto, estava colocando duas menininhas em uma cesta e rapidamente escrevendo um bilhete...

– Abra a porta!- disse uma voz grosa, mais não era de um homem era uma mistura de varias vozes.

A mulher começou a correr passando pelas portas do fundo, tudo que Maia tinha ouvido era a porta batendo bem forte. A cena avia mudado, agora estava em frete a uma casa a mulher estava abaixada se despedindo das meninas, ouvia cascos de cavalos que corriam com toda a velocidade.

–Ali está ela!

A mulher virou para traz e depois voltando para frente e bateu na porta e começou a correr.

Minutos depois Stephen e Madalene saíram, leram a carta pegara as meninas e entraram para casa. ¨

Maia havia adormecido junto aos cavalos, o vento não havia cessado os cavalos ainda estavam estressados mais os cavalos de Lucy e o de Maia estavam quietos, como se não ligassem para o que estava acontecendo.

–Pai?- Seu pai não havia respondido ¨Deve ter ido para casa¨.

Maia se levando e agora começava a tirar as palhas de seu cabelo e vestido — Eu já volto tá Estrela?- Estrela respondeu passando sua cabeça em Maia.

Maia saio de perto de seu cavalo, mas algo chamou sua atenção, era seu pai ele estava caído no chão.

–Pai!- Gritou Maia correndo em direção a ele, quase caindo, seu vestido havia enroscado em um prego e rasgado, antes seu vestido era de com bege e comprido agora estava sujo de terra e rasgado.

–Pai você esta bem?- disse quase sussurrando.

Maia pegou o braço de seu pai e o virou para ela, Maia olho para sua mão ¨Sangue¨ Maia se desesperou, seu pai esta ferido.

–Pai! Acorde! Pai! — Disse desesperada.

– Maia — Seu pai avia acordado, sua voz estava fraca.

– Pai — Maia agora sentia as lagrimas queimando seu rosto enquanto caia -Oque aconteceu com você?- Disse Maia que pegava a cabeça de seu pai e colocando em seu colo.

– Maia diz para sua mãe que a escuridão achou agente...- Passou a mão no rosto de Maia- e que eu as amo- Disse Stephen deixado sua mão cair.

–Pai! — gritou Maia — Não me deixe! Pai acorde!- Gritava Maia balançando seu pai — Acorde pai! — Não suportou e começou a chorar desesperadamente.

Notas finais
Stephen morreu :(