Ensinando a Beijar

4 As consequências das escolhas - Contada por uma ovelha


Notas iniciais
como muitos aki provavelmente querem a ovelhinha eu vou deixa-la contar essa história Particulamente, eu não gosto de POVs mas eu vou quebrar um galho aki E também porque como vcs já leram na sinopse é uma história que já tinha sido escrita e postada e na época, quando escrevi esse cap, tinha mesmo um POV do Near então assim alivia um pouco meu lado tbm hehehe :P Bom se tiver alguma coisa que não entenderem não hesitem em me perguntar assim como se também tiver algum erro Bjs, aproveitem ~Pakunna

Eu poderia contar essa parte da história

Mas não vou

Vou deixar ele contar

É, ele

Ele deve saber contar melhor

Ele estava lá

Mas ou menos

Mas eu sou simplesmente uma pessoa

Por trás da tela

Mas não um L

Talvez um P...

Mas vamos ao que interessa

Então Near, pode começar...

NEAR POV’S

Bom... Oi gente. Meu nome é Near mas vocês já sabem né...

A história que eu ouvi foi essa

Ela é verdadeira? Ela pode ser

Se você quiser que ela seja

Agora vamos a ela? A história... de como dei meu primeiro beijo... A história pode ficar longa então a Pakunna vai decidir se serão um ou dois capítulos

Talvez três

Mas, quem é Pakunna mesmo?

Não sei e não me interessa

Então onde nós estávamos?

Ah sim, meu primeiro beijo...

Não foi todo romântico como nos filmes e livros, nem sozinhos nós estávamos e não posso dizer que foi com alguém especial.

Bom, especial eu posso dizer já que todos nessa escola eram especiais e aquele que me arrancou a pureza dos meus lábios era especial

Para mim

Mas eu não sabia disso

Mas mesmo assim digamos que foi forçado!

Foi sim, já que eu não queria

Não naquela situação

Não naquele momento específico

Talvez em outra hora, outro pôr-do-sol

Vamos agora pelo começo, de onde paramos...

—__________________________________________________________________________________________________

— Você está expulso da Wammy’s House! – Roger falou

Primeiro silêncio

Depois um grito

Depois as perguntas

— C-como assim-m? — Matt falou (lê-se gritou): olhos arregalados, boca aberta, pernas tremendo... não acreditando no que tinha acabado de ouvir.

— Você violou uma das regras mais importantes deste instituto! Não queria fazer isso, mas eu não tenho escolha! Acha que gosto de fazer isso? – Roger falou, olhando nos olhos daquele aluno na sua frente

Melhor dizer “Ex-aluno”

— Não! Por favor, Roger, não! Olha, vamos fazer um acordo! – Levantou da cadeira, eufórico. Ainda tendo esperanças de mudar a decisão do diretor

Ou de voltar no tempo para consertar o seu erro

— EU FAÇO QUALQUER COISA, MAS NÃO ME EXPULSE, POR FAVOR! Não...! E-eu posso ficar para sempre de detenção... ou, ou quem sabe limpar cada canto daqui mas, por favor... — Ele falava, implorava com os olhos já com lágrimas solitárias. – Roger, por favor...

Eu não queria fazer isso Matt...

Queria ter outra escolha...

Mas...

FLASHBACK ON

Você não acha um exagero? Bom, eu não sei mas todas essas regras são mesmas necessárias? – Falava o diretor, com ele

Sim, ele

Mas nesse momento não era nada mais nada menos do que uma letra na tela de um computador

Um L

— Sim, eu acho necessário – Falava o L no computador, mas do outro lado da tela era apenas o maior detetive do mundo – Os alunos precisam aprender a respeitar, e a lidar com as conseqüências de seus atos e ações. – Explicava L

Pelo menos tentava

— Porque lá fora não vai ter ninguém para ajuda-los a tomar a decisão certa, seja ela difícil ou não. E se eles errarem, as conseqüências serão graves. Eles desde de já tem que aprender que o mundo é feito de escolhas.

— Eu sei mas, acho essas punições muito severas. Você está falando de expulsão! Retirar o lar dessas crianças assim... – Falava Roger

— O mundo vai tirar coisas muito piores do que isso se não medirem suas ações, diretor Roger – Explicava L

— Eu sei mas, — Ainda querendo argumentar ele continua — E se o destino planejar algo para eles? De nada adiantaria isso aqui. Acho essas punições muito severas.

— Destino? – Perguntava L – Senhor Roger, não chame de destino as conseqüências das suas próprias escolhas – Falando isso logo a tela ficou preta deixando um senhor sem escolhas

Que ironia, não?

FLASHBACK OFF

— Sinto muito Mail... Arrume suas coisas já. – Roger falava, com peso em suas palavras, sabendo o que era isso que tinha que fazer.

Essa é a conseqüência de suas escolhas, Matt.

— M-mas Roger, pra onde vou? – Perguntava, aflito agora

— Vá Matt! E não volte. – Falou com firmeza

Pelo menos na voz

Ou talvez nem tanta assim

Matt saiu da sala ainda não acreditando no que ouvia.

Quando a porta fechou

A porta que separava os dois

Ouviu-se choro

Dos dois lados da porta.

—____________________________________________________________

Mello estava em seu quarto

Comendo uma barra de chocolate

Deitado na cama

Olhando para o teto

Pensando...

Matt, o que vai acontecer com você??

De repente ele, Matt, entra no quarto encontrando a última pessoa que ele queria ver no momento

Seu amigo

Seu colega de quarto

Por enquanto...

— Matt – Exalta Mello, indo logo na direção do amigo — O que aconteceu, Matt? O que vai acontecer? – Pergunta, já impaciente e nervoso

— Nada de mais – Mente

Sem sucesso

— Nada de mais? Acha que eu sou idiota? Fala logo cara... – Matt estava mentindo e Mello sabia que ele estava mentindo, mas POR QUE ele estava mentindo?

— Mello, olha eu sei que você quer saber – Ele não queria contar

Não devia

Não podia

Para que contar?

Todo mundo sabe no que resultaria: Um Mello nervoso capaz de fazer uma loucura insana

Uma loucura insanamente insana

Sabia como o amigo era

— Não me leve a mal, mas eu preciso de um banho e um bom sono. Tive muita coisa hoje, me deixa descansar... por favor! – Pedia Matt, cansado triste, oprimido...

Mello não disse nada, não era o momento ideal agora

Só deixou ele segui até onde queria

E Matt entrou no banheiro, trancando a porta depois....

Não queria vê-lo, não queria ouvi-lo, não queria estar junto a ele...

Para Matt, Mello não poderia saber que eu fui expulso

Mas uma hora ou outra sabia que ele vai acabar sabendo...

Entrou no chuveiro e o ligou. Deixando a água quente escorrer pelo seu corpo

Desculpe-me, Mello... Não busquei isso...

Mas essa é a consequência das minhas escolhas...

CONTINUA...

.

.

.

.

.

Vocês podem estar se perguntando:

Como tudo isso tem haver com meu primeiro beijo...

Com o título da história...

Mas que história?

Pergunte a Pakunna

Mas quem é ela mesmo?

Notas finais
Bom, é isso. Eu queria fazer um cap diferente por isso que eu me introzei com o Near neste Vcs podem estar se perguntando: Por que o Near faz aquelas perguntas? Bom eu estou escrevendo uam história com ele e como ele não existe (infelizmente, é um fato que temos que aceitar) ele não sabe quem eu sou e não sabe dessa história E aí sacaram? Pegaram essa? Bom me mandem comentários, vão me fazer feliz e eu tirarei suas dúvidas hehe Solicitações são bem vindas kk Bjs, até daqui a pouco ~Pakunna