Enseñame a soñar
20 20 - Onde quer que esteja, estarei do seu lado
Emma tem ficado tão focada em controla o próprio coração e manter o que sentir por Regina escondido que nem notou o quanto afastou as pessoas de si. Sentada na sombra do velho carvalho pensando o quando o destino é cruel com ela. Dando esperança em algo que saber que não é possível que se ela se entrega a esse amor vai sofrer.
Killian vai até a varanda da casa e avista Emma ao longe sozinha. Desce os degraus e vai até ela. Sentar ao lado e esperar que ela inicie a conversa, no entanto ela permanecer calada. – O que está acontecendo Emma? Tenho te visto tão triste esses dias. O que têm de afligido tanto. Segura suas mãos que tremiam um pouco. – Sabe que pode conta qualquer coisa. Estou aqui para o que for.
Emma. – Sei disso Kil. Deita a cabeça no ombro do moreno. – É tanta coisa que nem sei o que dizer. Só não estou pronta para encarar isso ainda.
Killian. – Bem, quando estiver saiba que estarei aqui. Vamos entrar é quase hora do almoço.
Emma. – Vou daqui a pouco vá à frente.
Killian abraça de lado e ficar de pé ao olhar para o andar de cima do casarão enxerga Regina na janela olhando na direção do carvalho. Ele acena e ela retribuiu. Assim que entrar acaba ouvindo uma conversa entre os pais e Milena sobre Regina e Emma. Ele se esconde para saber o que se tratava.
Milena. – Sabia que a Emma não se permitiria viver esse sentimento. Comentar com pesar.
Henry. – Sabíamos que ela relutaria a viver outro amor depois do que passou com o Neal. Mas está sendo ainda pior! Ela vem se fechando em si mesma.
Cora. — Não podemos obriga-la a dizer a Regina que está apaixonada por ela. Isso tem que ser feito no momento que ela se sentir bem. Sei o quanto está sendo difícil vê-la assim tristonha, mais por, mas que a amamos não termos o direito de interferir dessa forma. É torcer para que no fim tudo sair bem.
Killian ficar paralisado com a informação. Como assim Emma se apaixonou pela Regina?
Milah. – É feio ouvi conversa atrás da porta amor. Sussurra para o marido. Que deu um pulo do susto.
Killian. – Quer fica viúva mulher! Espera ai, você não parecer surpresa.
Milah segura à mão do marido e sai puxando até a varanda. – depois falamos disso! Agora não é o melhor momento. Aponta para Emma que estava voltando para casa. O moreno concorda.
Cidade
Regina preferiu ficar na cidade até o início da noite. Estava sendo muito difícil suportar a distância que Emma tem colocado entre elas. Estava sentada no café em frente ao mar no píer.
Elsa estava correndo na praia quando avista ao longe Mills sozinha com a expressão distante e triste. – Boa tarde Mills.
Regina vira e encontrar Elsa. – O que deseja? Estranha a atitude da médica. Elas desde sempre nunca gostaram uma da outra. Esse sentimento só piorou quando se deu conta dos próprios sentimentos com relação da Emma.
Elsa. – Só quis ser educada! Não me parecer bem, sabe que não começamos bem! Mais termos alguém em comum do qual queremos o melhor para ela. Por tanto proponho uma trégua. Além do fato que sempre soube que o coração da Emma estaria destinado à alguém tão formidável quando ela. Então aconselho a não desanima assim tão rápido. Ela tem muita coisa a ser curada ainda! Só não desista da sua felicidade em da Emma. Ainda a amo e isso vai demorar a passar. No entanto o que mais desejo é felicidade dela em primeiro lugar. Só diga a ela como se sentir. Até mais.
Regina. – Também desejo isso! Só diz isso e vê a loira sair.
À noite no haras
Tinker tentar incentiva Emma a contar o que sentir. – Emma precisar se libertar desses medos. Isso vai acabar sofrendo mais.
Emma. – Você prometeu que não tocaria nesse assunto novamente. Não vou fazer isso nunca! Gritar com a loira menor. A discussão entre elas fica intensa. A ponto de Regina que passava pela sala de musica e ver as duas brigando. – HEY meninas o que se passar?
Emma fica mais tensa do que já estava. – Não é da sua conta. Caminha até a janela. – Poderia sair.
Tinker encarar a loira mais alta. – Emma pelo amor de deus! Você está sendo covarde e cruel.
Emma. – Sendo covarde? Então estamos empatadas nos três. O trio das covardes.
Regina ficar incomodada. – Por favor, nada de brigas ok. Tinker é melhor tomar um ar. Apertar o ombro da melhor amiga. Tentar parar a discussão e acaba sobrando para ela. Emma briga com Mills que ficar com cara de tacho pela atitude explosiva da loira que sai batendo a porta. Regina. – Ótimo! agora ela me odeia. Emma sair pisando duro pelo corredor e acaba trombando com Jones. — Kil poderia me leva para fazendo da nona?
Killian estranha, todavia percebe que a loira estava bem. – Claro, só faltar pegar as chaves. O caminho foi em total silêncio. – Está entregue! Está tudo bem?
Emma. – Não, não está mais com o tempo quem saber. Obrigada pela carona. Beijar o rosto do moreno e sair do carro.
Regina ficar irrita com a situação. Pois não sabe como agir. Não quer força a barra, muito menos assustar ou ferir a loira! O maior problema é descobrir o melhor momento para dizer a Emma que está apaixonada por ela. – Por que a vida tem que ser tão complicada! Se jogar na cama.
Alguns dias depois
Elsa foi visita Emma para contar que seu projeto no hospital foi aprovado que agora elas poderiam dá continuidade as ideia que tiveram antes da sua viagem para Berlim. – Ainda não acredito que conseguir! Comenta já estava na porta no escritório da Swan. Era só uma visita rápida.
Emma. – Parabéns mais uma vez. Puxa a médica para um abraço apertado. Ela estava feliz e muito orgulhosa da amiga. A visita da Frozen fez muito bem. Seu cansaço emocional não tem dado trégua. – Estarei aqui para o que for. Faz carinho no braço esquerdo da Elsa.
Regina já morrendo de saudade da loira resolve fazer uma visita surpresa. Vai até o escritório do haras e encontra Elsa e Emma aos risos na entrada da sala da Swan. – O que ela faz aqui? Infelizmente seu tom de saiu mais alto do que deveria. Não tinha culpa de o ciúme fala mais alto. Ela vai fazer uma visita para matar a saudade que está sendo da Emma. E vê a loira tratar a Frozen com tanto carinho, sendo que com ela tem colocado distância enorme.
Emma. – Que modos são esses Mills? Elsa é uma velha amiga e sempre será bem vinda em minha sala. Do contrário de outras pessoas.
Regina. – Outras pessoas. Pessoas que roubam beijos? A morena estava realmente furiosa. – Palmito estragado sabia que você não prestava! Não vem com essa carinha de boa moça. Mais é uma cobra.
Emma. – Basta Regina! Não tem direito de me meter na minha vida pessoal assim. Muito menos falar de coisas minhas assim. Emma sai pisando duro querendo distância da morena. – Quem ela pensar que é.
Elsa. – Só passei para conta a ela do meu projeto do hospital. E naquele dia fui sincera em cada palavra.
Regina vê que exagerou e bate na própria teta pela atitude idiota. Manda tudo para os ares e correr atrás da loira que já ia longe. O céu já estava se fechando, uma tempestade está para cai a qualquer momento. Regina alcança Emma e seguro pelo pulso. – Não quero perder a chance que o destino me deu de recomeça minha vida Emma. Assim como não deixarei que você jogue sua felicidade fora por medos que pessoas colocaram em você. EU TE AMO Emma Swan! Puxa a loira para si. Ficando a poucos centímetros do rosto da loira
Emma jurava que seu coração parou por alguns segundos. Ela ouviu realmente o que entendeu Perdeu o juízo! Isso é impossível.
Regina. – Tudo é possível quando se trata de amor. Emma você me trouxe de voltar à vida. Meu coração se curou com você. Cada palavra e gesto seu um pedacinho dele ia se colando. Eu te amo e não quero mais esconder isso de ninguém muito menos de você. Por favor, meu pequeno cisne permita te fazer feliz. Aceite meu amor e carinho. Deixe que meu amor transborde para o seu coração. De testas coladas as primeiras gotas de chuva caiam.
Elsa. – Seria melhor fazê-las entrar? Olhar para o lado onde Henry acompanhava a cena.
Henry. – É melhor deixa-las se resolverem primeiro.
Elsa. – Até que fim! Achei que sua filha tinha desistido.
Henry. – Mills Jones não desistem daquilo que é valioso.
Emma. – Não posso me entrega a isso! Se eu cair novamente não terei forças para me levantar.
Regina. – Estarei lá para lhe ajudar a fica de pé no momento que se sentir forte para isso! Quem ama cuidar e espera o momento certo das coisas, mais não quero perder tempo. Quero te vê sorrir e ser feliz de verdade e juntas. Abra seu coração e permita que meu amor por você nos cure das últimas feridas do passado. Por que te amo e não pretendo ir a lugar nenhum sem você ou nossa futura família que iremos construir juntas aqui. Mills segura o rosto da loira e olhar com devoção e amor. – Dê essa chance meu amor!
Emma se sentia desesperada com a descoberta dos sentimentos da morena. Mais ao mesmo tempo seu peito parecia pequeno demais para tanta alegria. Ela me ama! Só que o medo gritava para ela correr. – Tenho medo Gina.
Regina. – Também tenho medo de perdê-la para sombras do passado. Mais estou disposta a lutar por nós todos os dias até que chegue o dia que você se sentira segura a ponto de não precisar sentir mais medo do nosso amor.
Emma abrir os olhos que já não tinha o mesmo brilho intenso de outrora, mais ainda assim tinha sua beleza. Tocar o rosto da morena a sua frente. – Você é linda! Aproxima seu rosto da outra mulher.
Fim
Sete anos depois
Dois meninos de cinco anos brincavam na varanda do Haras um com tintas e outro com lápis. E dezenas de folhas coloridas espalhadas pelo chão e mesa de centro.
Uma camionete azul parou e uma mulher sai do carro seguido por um casal da mesma idade. A porta de trás é aberta e uma menina de uns 11 ou doze anos é tirada do carro e posta em uma cadeira de rodas.
Laura encarava o casarão com ar nostálgico. Ela tinha prometido que no momento que ela sentisse que sua vida finalmente estava nos eixos voltaria ao haras para agradecer a Regina pelas palavras de consolo e concelhos também. E a jovem de cabelos loiros, que foi extremamente gentil. – É lindo não é? Além de ter uma áurea de paz e calmaria relaxante. Olhar para a família.
Samuel. – Você não exagerou em nada. O lugar parece tudo aquilo que descreveu. Ele olhar para esposa, que ainda estava bem abalada com a perda do bebê! Era a segunda vez que eles perdem um filho. Eles já têm o filho Ítalo de nove anos que ficou com seus pais. Ambos são filhos únicos, sabem o quanto pode ser solitário. Aí tomaram a decisão de engravida, todavia não saiu como planejado.
Natália estava ao lado da afilhada Morgana e olhava tudo a sua volta. Até onde sua visão permitia vê o lugar parece ser um pedaço de paraíso como sua melhor amiga falou. No entanto o peso em seu peito ainda era sufocante. Ela sente um toque leve e morno em seu braço.
Morgana. – Você não está só. Te amamos e ficaremos aqui até o fim.
Natália segura o choro e olhar para frente vendo o marido que também sofria com a morte do filho. Sua melhor amiga que saiu do seu lar e atravessou o mar para lhe dar suporte em um momento tão difícil da vida. – Sou grata a Deus por ter uma família incrível como vocês.
Regina vinha lendo um correio eletrônico importante quando vê um grupo de pessoas perto de um carro. Nos sete anos que passou o haras acabou expandindo os negócios e agora eles tem um par de Chalés e uma pousada. – Boa noite! Falar parando ao lado do grupo.
Laura vira para encontrar com Regina mais ela estava bem diferente. – Regina?
Regina. – Sim! Olhar com mais atenção e abrir um sorriso terno quando reconhece a jovem. – Olá Laura! Aproxima e abraça a outra mulher. Durante o abraço encontra três pessoas atrás de Laura e lembra pelas conversas deveria ser o casal de melhores amigos e a menina que ela encontrou no orfanato. – Olá pessoal! Sou Regina filha do dono do haras sejam bem vindos.
Antes que eles falassem uma dupla de meninos sujos de tinta correm para perto deles. – MAMA! Os dois abraçam sua cintura.
Regina. – Boa noite meus amores! Beija o topo da cabeça dos filhos. Um loiro e um moreno. – Digam oi para eles. Esses São Henry e Einar meus filhos mais velhos.
Laura fica surpresa com a novidade. – Parabéns Regina eles são lindos. Olá meninos esses aqui fazem parte da minha família. Minha filha Morgana e meus melhores amigos. Samuel e sua esposa Natália.
De inicio eles se mostraram tímidos, porém logo aproximaram e conversaram um pouco antes de saírem correndo para tomar banho para o jantar. – Eles são meio tímidos com estranhos. Mais querem um chalé ou um quarto na pousada?
Laura. – Como assim? Ela estranha a perguntar.
Regina. – Muita coisa mudou nesse meio tempo. Agora termos uma pousada dentro do Haras e dois chalés na parte mais ao norte da propriedade. Venham que mostro para vocês. Regina acomodou os quatro na pousa e retorna para o casarão para tomar um banho e jantar com a família. Assim que entrar conseguia ouvir as vozes dos filhos vindo da cozinha. Era reconfortante ouvir o som da risada dos pequenos pela casa. Aquilo aquecia seu coração! Caminha tranquilamente pelo corredor lembrando-se de tanta coisa não só dos últimos oito anos do seu retorno da Europa. Abriu a porta do quarto do térreo onde dormirá pelos próximos cinco meses. Na cama dormindo tranquilamente estava à razão de ter permanecido no haras e ter tentado recuperar seu lugar na vida das pessoas que tanto amava. Tira as botas para não fazer barulho e foi direto para o banheiro. A morena estava de costas quando sentiu um par de braços rodeando sua cintura e um beijo cálido em sua nuca. – Oi amor.
Fale com o autor