Uma semana após o acidente

Emma conversou com Henry, que ficaria sete dias em casa, ela não estava com ânimo para os excessos de cuidados que todos iam ter com ela. Já tinha passado dez anos, mas por uns instantes toda aquela sensação de impotência e tristeza se apossou do seu ser. A tristeza lhe bateu a porta novamente, mas dessa vez ela está mais forte, não é mais aquela menina fraca e chorona de antes. Só que não conseguia ser totalmente imune a dor das velhas feridas.

Milena. – Trouxe seu chocolate quente minha querida. Entrou no quarto da neta. A mesma estava sentada na janela, com a expressão meio cansada.

Emma- Obrigada nona, nada melhor que uma boa caneca de chocolate para espantar sentimentos ruins. Foi até a senhora e deu um abraço de lado, pegou a caneca e foi se senta na cama. O dia estava relativamente frio.

Milena. – Seu tio ligou a pouco, como achei que ainda dormia não lhe chamei, ele disse que vira assim que possível, falei para que eles venham no natal. Cora expressou o desejo de passar a data todos juntos.

Emma.- Será ótimo, estou com muitas saudades de todos. Estranhei o fato de o Killian não ter vindo ao haras nesses meses. Pensei que ele assim que soubesse do retorno da Regina viria vê-la.

Milena. – Cora falou que ele esta se preparando para isso, e também queria dar tempo para ela se acostuma novamente com a família.

Emma.- Bem, foi melhor mesmo, porque do jeito que ela estava eles só iriam brigar.

Milena. – Pelo que tenho ouvido da Cora vocês têm se aproximado bastante. Fico feliz que Regina esteja se dando a chance de recuperar o laço entre ela e os pais. Só espero que seja possível entre ela e a Mel.

Emma. – Só fiz o que achei certo, assim como você, a ruby, meu tio e a família dele, e os Mills me ajudaram a me reerguer a ser quem sou hoje. Quis fazer o mesmo por ela.

Milena. – Não intérprete o silêncio dela no quarto naquele dia como uma afirmativa do que você disse. Ela só não sabe, mas como expressa seus sentimentos. Ela levou anos criando barreiras para se proteger e agora aos poucos você está a ensinando a deixa essas mais baixas. Vai leva tempo para pega prática.

Emma.- Só que, a frase me lembrou coisas ruins da época que vivi com eles, os Norlan. Às vezes tenho pesadelos com eles. Tenho medo de encontra-los. Não sei como iria reagir.

Milena.- Minha querida, enquanto viver não permitirei que nenhum deles chegue perto de você de novo. Agora toma esse chocolate antes que esfrie. Saiu do quarto. Foi direto para cozinha.

Bruna.- Como ela está patroa? Bruna é a governanta e chefe da cozinha. Empregada da Senhora Swan desde época que ela foi esposa de Gregório Norlan, quando se separou dele, Bruna foi junto para lhe fazer companhia.

Milena.- Ainda meio melancólica, ela logo voltara ao normal só precisar de uns dias para se recompor.

Bruna.- Tomara Lena, vou fazer o prato favorito dela.

Milena. – Faça ela ficara Feliz. Estarei no escritório qualquer coisa só manda alguém me chamar.

Haras

Regina estranha que durante a semana não tinha visto a loira em nenhuma parte do haras. Provavelmente a loira estava a evitando. Trovão relinchou como se estive bravo por ela não estar mais lhe escovando a crina.

Regina. – Desculpa amigão, me pedir em pensamentos.

Luiz.- Ele sentiu sua agitação interna. Na verdade consigo sente sua tensão lá do outro lado da cerca.

Regina. – Só estou distraída. Tenta disfarçar.

Luiz. – Sei, te conheço desde que nasceu Regina. Olhar o que achei ontem no velho depósito. Ele então lhe mostrou uma sela que estava meio suja.

De primeira ela não reconheceu, porém assim que o tímido raio de sol bateu na parte superior da cela, um pingente de ouro brilhou. Então ela viu a maçã aquela era sua primeira cela. Que seu pai deu de presente de aniversário quando fez 5 anos. – Nossa não acredito nisso. Foi até o velho amigo e pegou sentindo uma sensação única no peito. Uma alegria sem tamanho lhe agitou o coração.

Regina. – Pensei que ela nem existia mais. Passava os dedos pela cela com cuido.

Luiz.- Posso limpa-la, vou deixa como nova.

Regna.- Serio? Mas se não for atrapalha você?

Luiz.- Depois que meus filhos saíram de casa para cuidar da própria vida, quando não estou trabalhando, faço pequenas tarefas para passar o tempo. Não é incomodo nenhum.

Regina. – Obrigado Luiz. Por alguma razão lhe venho o desejo de contar a emma sobre isso. – Você viu a Emma por aí?

Luiz.- Não sabe, ela não vem essa semana esta em casa.

Regina. – Como? Minha mãe falou que ela recebeu alta na manha seguinte ao acidente. Agora a morena ficou preocupada.

Luiz. – Calma Regina, ela só pediu uns dias para se recompor do susto, ela está bem.

Regina. – Ou ela está me evitando.

Luiz.- Por que ela faria isso, além do mais Swan não é de fazer isso, quando ela volta vocês resolvem.

Regina.- Bem provável que ela vá me evita agora, falei o que não devia sem saber.

Luiz. – Assim como você a emma tem feridas do passado, pessoas que ela confiou a magoaram, às vezes acontece coisas até bobas para alguns, para que para ela são gatilhos para lembranças ruins e sentimentos piores. Tenho certeza que não falou nada demais, logo vocês voltaram a se falar normalmente.

Regina esperava que Luiz estivesse certo, pois agora que ela estava começando a admiti que começou a gosta da companhia da loira. Voltou a cuida de trovão assim que terminou levou até a baia. Foi saindo e viu o rapaz ruivo do acidente com a loira.

Regina.- Você garoto, temos uma conversar pendente.

Milton.- O que foi agora madame? Falou com deboche. Ele não aguentava mais leva sermão por causa do ocorrido na semana passada.

Regina.- Olhar como falar comigo pirralho, qual parte que ninguém além de mim, iria cuidar do trovão você não entendeu? Por usa causa a Emma se machucou, poderia ter sido pior. Aí você vem com essa atitude de rebelde para cima de mim? Você vai aprender a ser mais responsável e aguenta a consequências de suas escolhas.

Milton.- Como se você se importasse com ela, desde que chegou a tratou mal e foi uma ogra com ela, agora vem com esse papinho de estar preocupada, é medo dos seus pais te deserdarem?

A morena estava se controlando ao máximo para não voar no pescoço do garoto. Antes que ela pudesse dar uma boa resposta alguém entrou no estábulo.

Luiz.- Milton isso é jeito de trata a filha dos donos, e mesmo que ela não fosse, antes ela é seu colega de trabalho, pois ela também é funcionária do haras, por tanto a trate com devido respeito, e a ordem venho do Henry, aparte de hoje você cuidara da limpeza das baias e fica responsável pelo esterco que é usado como fertilizante para o jardim. Até segundo ordem.

Milton.- O QUE? Isso não é justo. Mas viu que se falasse alguma coisa e fica ainda pior.- Sem senhor. Saiu pisando duro.

Regina.- Como meu pai o deixou fica ainda?

Luiz.- Ele sempre foi um bom garoto, mas depois da morte da irmã, que morreu atropelada, e responsável nunca foi preso. Revoltou-se com o mundo. O pai é um velho funcionário do haras está no asilo, depois do derrame. Seu pai cuida dele. Prometeu fica de olho no garoto.

Regina.- Nossa, sei que é uma barra, mas..

Luiz.- Não se preocupe, tudo vai fica bem. Ouviu que seus pais iram jantar na casa da Lena, por que não aproveita vai com eles.

Regina.- Não sei, não quero força minha presença.

Luiz.- Deixe de besteira, vá a Emma ficar feliz.

O casarão da fazenda Esperança era no estilo colonião e pelo jeito boa parte da fachada era original. Logo os Mills entraram sem fazer cerimônia, pois já era de casa mesmo.

Bruna.- Boa noite, sejam bem-vindos.

Regina então viu uma senhora de bochechas rosadas lembrando aquelas avós que gostavam de encher os netos de comida e doces. De longe se via a alegria e energia que a mesma emanava.

Cora.- Boa noite querida Bruna. As mulheres se abraçaram. – Nossa que cheiro maravilhoso.

Bruna.- Fiz aquele marcarão ao molho branco que a Emma ama. Quis anima-la um pouco. Espero que gostem do menu. – Essa desse ver sua caçula. – Olá. A mulher nem deu tempo da Millsresponde o cumprimento. Foi engolida pelo abraço de urso da velha senhora. Ela cheira a doce e temperos. Era aconchegante.

Milena.- Boa noite meus amigos.- Que alegria em te recebe Regina.

Bruna.- Bem, já que a patroa chegou, voltarei para cozinha finalizar o jantar. Saiu cantarolando.

Regina. – Ela é sempre tão energética. Os demais riram.

Emma. – Como boa italiana, ela esbanja energia e alegria quando está junto dos seus. Emma disse descendo as escadas. Ela vestia calça de moletom cinza e uma blusa de manga longa preta com uma esfera desenhada e mesmo assim ainda estava linda. Cabelo loiro caia como uma cascata pelo ombro direito.

Henry.- Querida linda como sempre. Ele lhe estendeu a mão para ajuda-la a desce. lhe beijou a mão.

Cora. – Tenho que concordar com ele querida, sempre uma bela visão. Foi até ela abraçando com carinho.

Regina só olhava a forma amorosa que seus pais tratam a loira, ali mais uma vez notou o quanto foi tola em ter abandonado sua família e amigos. Se não tivesse feito isso, sem duvida ainda seria a regina, que era doce, amigável, amiga, que sabia amar. Ela deu um pulinho de susto quando sentiu os lábios frios toca sua testa.

Emma. – Desculpa, estava na varando do quarto o tempo está bem frio hoje.

Regina.- Sem problema querida. Elas ficaram assim a poucos centímetros de distancia sem sabe bem como agir. Os três se olharam e saíram de fininho, para que elas pudessem se entende.

Emma.- Que cheiro é esse?

Regina. – É da torta que estou segurando, é de maça espero que goste. Entregou loira.

Emma.- Obrigada, não lembro se já come torta de maça. Vou leva para cozinha que me acompanha?

Regina.- Tem certeza que quer minha companhia? Falou meio incerta.

Suspirou profundamente. – Olhar, vamos deixar aquele dia para trás, não vale pena fica remoendo aquele dia. Peço desculpa por ter gritado. Só que o disse me lembrou de coisas ruins, sei que não falou por mal. Ela esticou o braço pegou a mão da morena e apertou. Como se quiser transmitir pelo toque confiança para a mulher mais baixar. – Estar tudo bem ok, não a nada para se preocupa, achou que iria se livra de mim, assim tão fácil Mills? Saiu puxando a morena pela mão até a cozinha.

O jantar transcorreu normalmente a conversar fluía de forma calma.

Cora.- Bruna me passe essa receita depois. Pois amei. Até quebrei meu regime. Falou risonha.

Henry.- Meu bem você contínua linda, não precisa de regime nenhum. Esticou e deu um selinho da esposa.

Regina achar linda a forma tão cúmplice que seus pais agiam mesmo depois de três filhos e longos anos de casamento, ainda terem essa sintonia. O amor entre eles ainda vivo como fosse o início. Será que era possível isso ser para ela novamente? Por que estou pensando nisso. Balançou a cabeça para afastar esses pensamentos.

Emma.- Amei essa torta serio, quem fez merece um prêmio. A loira nem sabia mais quantos pedaços já tinha comida.

Cora.- A cozinheira esta ao seu lado meu bem.

Emma.- Regina? Virou na direção da morena com tom de grande surpresa.

Regina.- Por que o espanto, mamãe me ensinou a cozinha quando ainda era pré-adolescente. É só uma simples torta Swan.a morena ficou um pouco desconfortável.

Emma.- Simples torta? Está brincando não é? É a melhor torta que já comi, não quer abri um restaurante posso ser sua sócia, será um sucesso! A cabeça da loira já começava a fervilhar de ideias.

A morena engasgou com o vinho. – O quê? Emma, uma coisa é você cozinha para família e amigos, outra bem diferente é abrir um restaurante, não sou formada em gastronomia.

Emma. – Hora, só começa um curso ano que vem, já estamos perto das festas de fim de ano. Novo ano, novo começo.

Regina olhava para a loira com cara de tacho, ela estava brincando? Pensando bem, de fato quando era criança uma das coisas que ela gostaria de trabalhar era como cozinheira, mas a essa altura do campeonato, para falar verdade ela nem se lembrava do sonho de infância. – Sem chance Swan.

Cora.- Deveria pelo menos pensar um pouco querida, seria uma boa forma de iniciar um novo capitulo da sua vida. Você voltou para casa depois de anos, já esta na hora de encerrar de vez aquele capitulo.

Regina. – A senhora tem razão, porém para fazer isso, ainda falta conversar com a Amélia.

Milena.- Tudo ao seu tempo querida, vocês iram se acerta, tenha paciência. Depois os três saíram e foram para o escritório. Deixando elas sozinhas.

Ela então olhou a sua volta e viu vários porta-retratos. Bem a sua frente na mesinha de centro. Viu fotos dos pais, o irmão do meio Killian, nossa não lembrava nem quando foi a última vez em que o viu.

Em uma era Emma vestida de alguma coisa que ela não conseguiu identificar.

Bruna.- Ela está fantasiada de branca de neve. No halloween.

Regina.- Nossa, nunca imaginei você de princesa.

Emma.- Na verdade odeio essa fantasia, queria mesmo era o batmen. Mas minha mãe tinha essa mania de querer me vesti como se fosse uma boneca, ela atuou como branca de neve quando criança e na adolescência. Então na logica dela eu tinha que ser uma verdadeira princesinha.

A forma que a loira falou a palavra mãe soou tão estranha, pelo jeito não tinham uma relação boa. – Bem, eu diria que você ficaria muito bem de príncipe encantado. Ou uma princesa mais como Valente ou Moana. Garotas fortes e que sabem cuida de se mesmas e se proteger.

Emma ficou com o rosto pegando fogo. – Então você seria uma rainha?

Regina. — Na verdade minha última fantasia era de EvilQueen, na festa da faculdade.

Emma. — Alguém único e marcante, excelente escolha. Alguns minutos depois os Mills se foram.

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Segunda-feira chegou e Regina já estava indo para os estábulos. Queria dar um passeio com trovão antes de começa a trabalhar. Assim que saiu de casa deu de cara com Emma que acabava de sair do carro.

Emma. — Bom dia Regina. Caiu da cama. Caminhou até a mais baixar lhe saudando com costumeiro beijo da testa. Ela adora o cheiro de maçã que a morena emana, era como o ele fizesse parte dela.

Regina. — Bom dia Emma. Eu que deveria fazer essa pergunta, sempre chegar tão cedo assim.

Emma. – Na verdade vem cedo torcendo para ter ainda um pedaço daquela torta. Fez a carinha do gato de botas.

Regina acabou gargalhando. – Para sua sorte ontem dona Cora me coagiu a fazer duas tortas ontem. Então tem torta sim, bem como já é de casa, só ir para cozinha.

Emma. – Não fará companhia?

Regina. – Até queria, mas tenho que leva trovão para se exercita, para que se recupere melhor, então deixar para outra hora. Até mais tarde.

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Elsa.- Bom dia Carol. A Emma está ocupada?

Carol. – Bom dia Dra. Fronze. Não que eu saiba, ela só esta pondo as coisas em ordem, depois que ficou uma semana em casa, vou informa-la que estar aqui. Antes que ela pegasse o telefone a porta a sua esquerda foi aberta.

Emma, — Carol poderia.. Então a loira virou para o lado. – Elsa o que faz aqui? Foi até a outra loira abraçando a amiga.

Elsa apertou bem forte a Swan, ela ama a combinação de chocolate e canela que a pele alva emanar. Na verdade ela ama qualquer na Swan. Ela não deseja solta a outra mulher, porém era preciso. – Vem dá uma olha em você sabe como tem passado finalmente conseguir organizar no hospital, agora posso ter um tempinho a mais para sair.

Emma. – Que bom. Se importa de espera só uns minutos, ai podemos ir a casa grande fazemos um lanche enquanto comemos.

Elsa.- Por mim, sem problema espero.

Emma. – Ok, no máximo vente minutos.

Lucia.- Que surpresa boa Elsa, achei que tinha esquecido dessa velha aqui. Abraçou a loira de olhos safira. Elsa. – Nunca que ia esquecer-se da melhor cozinheira que conheço?

Lucia. – Vou fingir que acredito, vão para varanda que irei leva o lanche para vocês.

As duas se acomodaram na varanda, Lúcia trouxe a torta e café fresco, ficou com as meninas por alguns minutos, mas logo voltou para cozinha.

Emma. – Como vai Ingrid? Não lembro a ultima vez que falei com ela. Emma já estava no segundo pedaço de torta. Ela estava viciada na torta.

Elsa.- Está bem, ela finalmente se permitiu viver, ela deu uma chance para o Ângelo, estão juntos finalmente. E você como passou esses quase três anos?

Emma. – Bem, foi calmo, conseguir supera do que ele me fez. Não sou mais uma criança, sou adulta e tenho que encara a situação da melhor forma. Estou mais forte seja lá o que a vida mandar não vou cai tão fácil assim. E a conversar foi longe.

Emma do nada abriu um sorriso tão lindo que Elsa ficou com a maior cara de tacho olhando.

Emma. – Hey!

Regina.- Hey! Já estar atacar a torta Emma? Vai fica sem apetite no jantar. Aproximou-se da loira porém seu sorriso que nem ela sabia estava dando morreu na hora que seus olhos encontram com os azuis da médica. – O que faz aqui?

Então Elsa se deu contar que o sorriso luminoso que Emma tinha não era para ela e sim para a mulher que foi responsável pelo acidente. – Eu que pergunto o que ainda faz aqui no haras. Alguém tão irresponsável não deveria trabalhar para alguém tão admirável como o Henry. Ficou de pé. Tinha algo naquela mulher que a irritava.

Regina. – Palmito você não me conhece para fica me chamado de irresponsável, eu moro aqui, é melhor baixa seu tom quando falar como.

Elsa. – Eu falo como quiser pintor de rodapé.

Emma não entendia nada, de onde elas se conhecem e porque estavam trocando farpas daquele jeito. Ai ela lembrou que Elsa estava no quarto quando ela meio de surtou. – Elsa, por favor, esqueça isso, já me acertei com a Regina, então deixe isso para lá. Não a trate dessa forma. Somos amigas e não gostei da forma que falou você não a conhecer, por tanto não fale o que não sabe.

Regina.- Só não lhe coloco para fora porque pelo jeito você é amiga da Emma, mas faça um grande favor, não fale comigo. Pois não tenho paciência para aturar gente como você. A morena saiu pisando duro. Se isso tivesse acontecido quando voltou daria uma lição naquele palmito estragado.

Elsa. – Isso mesmo vá embora como a covarde que é.

Regina parou e olhou com um ódio tão grande que poderia sair faísca dos olhos. Ela marchou para varanda como um tanque de guerra. – Você não sabe com quem está brincando.

Emma.- Chegar Elsa, para de agir assim, seu que essa não é você. Somos amigas e sabe que ódio esse tipo de comportamento de sai julgando as pessoas sem conhecê-las. É melhor você ir embora, se acalme depois conversamos. O tom da Swan deixava claro que não teria escolha.

Pegou o casaco deu um beijo de despedida fez questão de esbarrar no ombro da mulher menor. Que ódio briguei com a Emma por causa daquela mulher.

Emma.- Desculpa pela Elsa, não leve a serio o que ela disse, ela assim como ruby tem a mania de ser protetora de mais.

Regina. – Quem precisa perder desculpa é ela não você. Ela olhou para Emma. – Você não sabe o que me aconteceu há dez anos não é? Mas pelo jeito a palmito sabia. Mas como ela não saberia toda cidade sabe como ela foi triada pelas duas pessoas que ela amava e confiava. De toda a humilhação que foi, apesar de todos não falassem nada na sua frente ela sabia que foi assunto para fofoqueiras da cidade por anos a fio.

Emma.- Não, se um dia for do seu desejo me contar estarei aqui, até lá vamos esquecer esse assunto, não a forma melhor do que comendo uma ótima comida, que no caso é sua torta.

Regina. – Essa foi a pior desculpa que você já deu para poder comer mais Swan. Ela então se serviu de um pedaço.