Enseñame a soñar

15 Cap:15 - você é o motivo


No primeiro dia do novo ano os moradores e convidados acordaram bem tarde depois da grande festa. James e sua família partiriam no dia seguinte pela tarde. Já Killian e sua família ficariam por mais uma semana antes de retomarem a sua rotina.

Tinker olhava os empregados começarem a tiras a arrumação da festa. Pedida em pensamentos a respeito da conversa com a Mills, ou melhor, a briga! A loira se arrependeu das coisas cruéis que jogou na cara da morena, pois sabia o quanto aquelas coisas a machucavam. Enxugou uma lágrima solitária, não queria chorar perto da esposa. Já que a morena tinha pegando ranço de Regina por sua causar sem ao menos tentar entender o que fez com que a doce Regina que ela tanto amar se tornar essa mulher amarga e triste apesar da pose de mulher de ferro.- Será possível voltamos a ser o que já fomos? Suspirar e resolver desce para espairecer um pouco.

Regina estava na estufa admirando as orquídeas azuis que foram presentes de mãe de Tinker a Cora. Flores é uma das paixões de passatempos de Cora! Ela não conseguiu dormir direito então pegou um edredom grosso e foi para estufa com uma garrafa termina de café. Passou o resto da madrugada ali olhando as flores e pensando o que faria naquele novo ano. O que pretendia retornando para casa que havia abandonado sem pensar duas vezes. Seu coração se partiu mais uma vez com a notícia da morte dos pais de Tinker, os tinha como segundos pais, saber que eles partiram e nem pôde se despedir deles. Agora não se sentia no direito de pergunta a loira onde eles foram enterrados. – Como queria ter toda essa confiança que a Emma tem que posso recuperar as pessoas que abandonei. Encolhesse no sofá e acabar pegando no sono inquieto.

Na casa Emma acordar meio inquieta e vai tocar piano para tentar afasta essa sensação de inquietude. Provável que seja por causar da passagem do seu aniversario, vinte anos! Devido ao acidente ela parou de comemorar a data. Por mais que tenha passado tanto tempo às vezes ela se pegar pensando como eles estão hoje! Entregou-se a melodia para espantar seus fantasmas do passado. Mais um ano se foi! Uma nova chance de ser feliz 365 dias. A musica sempre foi um bálsamo para Emma tanto que se perdeu no som das teclas do piano que não ouviu os passos de Tinker no corredor na sua saída, todavia a loirinha voltou correndo, pois ela tinha ouvido os sussurros de Regina, contudo ainda era cedo para ela deixa Regina entrar em sua vida.

Emma. – Tinker? Swan vira para porta.

Tinker até pensou em fingir que não ouviu a amiga, no entanto sabia que Emma tinha ouvido seus passos. — Bom dia! O que faz aqui tão cedo?

Emma fica em alertar com o tom de voz da coreografa. — Sentar aqui! Bate no banco para Tinkersentar ao seu lado. — O que aconteceu para está assim tão cedo nem tente mentir.

Tinker. — Acordei cedo pensando na briga com a Mills. Falei tanta coisa que a feriu e não estou me sentindo bem com isso. Não tinha o direito machuca-la desse jeito. Deitar a cabeça no ombro da mais alta.

Emma a abraçar. — Oh meu bem! Isso era de se esperar, a ferida havia fechado com o tempo foi preciso abri-la para as coisas ruins saírem. Agora é espera fechar e recomeça a amizade de vocês. Só que no seu tempo, a Regina não vai cobrar nada ela lhe dará o espaço que precisar. Agora vá deitar ainda é cedo. Foi estava na estufa? Ela sentiu o cheiro das flores.

Tinker. — Sim. A Mills está lá. Vou deitar um pouco obrigada por sempre ter as palavras certas. Te amo loira.

Emma volta até o quarto e fez um agasalho grosso! Aquele horário a temperatura é baixar. depois Caminhar até a estufa e sentindo a pele se arrepiar com o vento frio da manhã. Tatear a parede de vidro e encontra a maçaneta e abri a porta com cuidado para não assustar a morena. Transitando pelo local sentindo nas pontas dos dedos a delicadeza das pétalas e perfumes de cada uma. Seguir até o sofá no canto esquerdo onde tinha uma mesa e cadeiras para se tomar chá ou fazer um lanche. Ela sentir o perfume de Regina e sentar ao lado da morena. – Queria ter o poder de fazer essas dores sumirem! Mais elas nos tornam mais fortes. Sei que agora as coisas vão começar a melhorar pequena. Ajeita o coberto e tentar sair mais é impedindo pela mão firme em seu pulso.

Regina. – Ficar! Sua voz era rouca tanto do sono como pelas emoções que Emma sempre fazia sentir quando estava perto ou dizia as coisas certas. Ela sempre dizia o que seu coração precisava para contínua a lutar pela cura. Regina encarar o rosto alvo que fica sereno se ganhar um leve sorriso. Ajeita-se no sofá abrindo espaço para Emma. Que sem cerimônia deitar no peito da morena lhe abraçando. — Obrigada por tudo que tem feito por mim. Beijar a cabeleira loira.

Emma.- De nada! Agora dormir. Bate de leve no ombro da morena. Que ri com o gesto.

Um mês depois

Um novo ano começa e novos sentimentos viram a torna! Regina e Emma cada vez mais próximas e ligadas. O que não tem deixando Elsa muito feliz, já que os únicos momentos que ela tem tido com Swan é quando elas se reiunem para os preparativos do casamento de Anna que seria dali a um mês e meio.

Nesse momento Elsa estava na butique onde Anna comprou seu vestido e as madrinhas iriam escolhe os seus. Elsa já tinha escolhido um modelo só faltava Emma prova Ruby entrou com ela no provador para lhe ajudar. A médica estava mais ansiosa em ver Emma vestida de madrinha do que a irmã de noiva.

Cora. – Tudo bem Elsa? A matriarca dos Mills tinha notado o nervosismo da loira.

Elsa. – Estou bem sim. Só estou um pouco ansiosa! Nunca imaginei que Anna se casaria tão cedo. Mais sei que o Christopher vai cuidar bem dela e vice versar. Eles formam um bom casal. São meio atrapalhados mais é o jeito deles. Olhar para a taça de Champanhe. Pensando se um dia seria ela ali comprando seu vestido de noiva.

Henry precisava fazer uma ligação importante, porém Cora tinha lhe mandado uma mensagem pedindo para ele lhe leva o cartão de crédito que tinha ficado no criado mudo do quarto.- Graças a deus está aqui filha. Leva esse cartão para sua mãe na butique. Entrega e sair praticamente correndo para o escritório.

Regina fica olhando da palma da mão onde o cartão estava e as costas do pai que fecha a porta. – Oi?

Lúcia. – Ela está na butique da Ângela.

Regina.- Obrigada Lu! Beijar a testa da senhora e sair ruma a cidade.

O que Regina não viu foi o sorriso gigante de Lúcia deu quando ouviu o velho apelido que Regina sempre a chamava. — Nossa menina está se curando! Obrigada meu senhor. Olhou para o alto agradecendo.

Regina tinha recebido o convite do casamento pessoalmente dado pela ruiva. Apesar de ainda achar o jeito falador da ruiva irritante. Acabou se acostumando, todavia não deixava transparecer por que era possível que Anna não a deixasse em paz. Ainda lembrava se de onde ficava a loja. Estacionar o carro e sair atravessando a rua com o pensamento longe. Memórias de uma época distante.

Provador

Emma- tem certeza que ficou bom? Nessa hora a loira se sentir inútil! Por não conseguir ver como está!

Ruby. – A Anna que me desculpe mais você está mil vezes mais linda que a noiva. Ele caiu como uma luva em você. Pegou a loira pela mão guiando a mesma para fora.

Cora conversar com Elsa, Anna num canto com Ruby e Tinker. Teodora brincava com o pequeno Al. Quando Ruby chamou a atenção delas. Todas ficaram de queixo caído! Realmente o vestido tinha se moldado ao corpo da loira como uma segunda pele. A delicadeza da peça era perfeita.

Emma.- Por que o silencio! ficou ruim?

Elsa.- Nem se quisesse poderia ser possível. Está linda.

Milena. – Estar perfeita querida.

Emma se aganar com os elogios.

Regina é levada por uma das funcionárias para a parte da loja onde sua mãe estar. Quando entrar ela encontrar uma visão da perfeição era a única explicação. Emma trajava um lindo vestido na cor perola. Com pequenos detalhes com pedras que eram pequenas então não era nada chamativo. A peça caiu em um encaixe perfeito no corpo esbelto de Emma. Era como se ele tivesse sido feito exclusivamente para ela. – Você estar deslumbrante Emma!
Emma vira na direção da voz de Regina sem nota abrir um sorriso gigante. Seu rosto se iluminar de tal maneira que reflete em todo o lugar. – Oi! A loira sentia seu rosto pegando fogo devido a vergonha.

Regina caminhar até a pequena passarela onde a loira estava e estende a mão e Swan a pegar descendo da mesma para perto da morena. Que não conseguia esconde o encanto que Emma havia lançado sem saber. A doçura que Emma daquela jovem vem derretendo o bloco de gelo que tinha crescendo por dentro da Mills. Quando elas estavam juntas era como se esquecessem de tudo em torno delas.

Milena olhar para o lado onde Elsa encarar a cena nem um pouco feliz. Mais o que ela poderia dizer! No coração ninguém mandar, se Emma daria uma chance ao que parecer estar nascendo entre ela e Regina já é outra história. Seu olhar encontra o surpreso de Cora, mais que também trazia alegria por ver suas meninas caminhando por essa estrada novamente depois de toda a dor que elas passaram.

Tinker fica encarando a cena sem acreditar no que se passava bem ali a sua frente! Será possível que Regina esteja se apaixonado por Emma? Mais se caso for, será que daria certo? Quero dizer Emma se julgar em capaz de ter um amor de verdade depois da brincadeira de mal gosto do desgraçado do Neal. Regina é outra que se fechou para o amor! Elas iriam lutar contra isso e a última coisa que ela queria era ver qualquer uma delas sofrer novamente.

Regina.- Ele foi feito para você! Acredite Swan está divina. Tirou uma mecha de cabelo dourado que cair constantemente em seu rosto.

Emma abaixa a cabeça sem jeito diante aos elogios de Regina. Ela tem ultimamente deixado sempre com uma sensação estranha no peito. – Obrigada! Mais precisar exagera. Dar o costumeiro beijo na testa da morena e chamar Ruby para ajudar a tira o vestido.

Regina se aproxima da mãe. – Boa tarde. Cumprimenta as demais. — O papai tinha alguma coisa para fazer por isso me mandou. Como já estava vendo a cidade.

Cora.- Obrigada minha querida. Abraça a filha.

Milena. — Por que não nos acompanhar no lanche?

Teodora. – Será bem vida querida.

Emma. – Será divertido Regina. Abraçar a morena de lado.

Lanchonete

Todas estavam na mesma mesa ficar um pouco apertada mais nada que não fosse suportável. As demais conversavam animadamente sobre o casamento que estava cada vez mais perto. Hora ou outra respondia alguma perguntar feita por Teodora. Que era uma mulher muito forte aguentou firme a morte da única filha e do genro e terminou de criar a neta. A morena bate o joelho na mesa quando sentiu um chute em sua perna. Olhar para frente encarando as demais que a olhavam com se esperasse uma respostar. – Algum problema?

Emma. – A Tinker perguntou que quer ir conosco na quermesse que começa nessa sexta?

Regina engasga com o suco quando ouvir as palavras de Emma. – Como? Encarar a loirinha que sorri meio amarelo.

Tinker. – Temos que começa de algum jeito não é. Mais e quiser.

Regina.- Claro. Quero sim, não. Quero dizer sim. Coçar a nunca meio sem jeito.

Tinker ri do jeito da morena. – Bem, espero ainda saiba como se divertir em uma quermesse Mills. Até gente. Pegar o filho do colo da madrinha do menino e sair puxando a esposa que olhar e cara feia para Regina que retribui.

O resto da semana transcorreu na mais perfeita ordem. A cidade estava que era só alegria com a chegada da quermesse. A cidade acabou se torando um grande ponto de turismo depois do comando de Cora. A prefeita naquela semana dormiu na mansão da família que tinha na cidade. Para conseguir dar conta de tudo para a festa.

Emma. – Regina! Vamos chegar tarde! Grita do pé da escada. Elas ficaram para ir por ultimo.

Regina. – Já estou aqui sua apresada.

Lúcia. – Estão um espetáculo meninas. Vão arrasar hoje. Beijar as duas e emburram para fora de casa. — Não se atrevam a aparecer em casa antes do meio de amanha. Bate a porta nas costas delas.

Regina.- Ela acabou de nos expulsar de casa? Encara a loira que só naquele momento ver o quanto a mesma estava linda. Usava um vestido florido de cintura bem marcada. Uma delicada sapatilha. – Está maravilhosa Emma. Vamos. Caminhar para o carro sem dar chance de a loira reagir. A viagem foi feita em silêncio! Mais elas gostavam desse silêncio às vezes.

Cora Mills fez o discurso de abertura da quermesse que já começou animado, pois havia mais pessoas que no ano anterior. Cora foi de encontro ao marido e o grupo de amigos! Todos ficaram perto durante um tempo depois os mais velhos saíram e os jovens se espalharam pela quermesse.

Ruby de cara feia para o lado de Regina não saiu de perto da esposa que aos pouco começava a se aproxima da velha melhor amiga, que também de forma delicada fazia o mesmo. Emma era só alegria tanto pelo grande passo que Tinker deu como o esforço da Mills em fazer parte novamente da família.

Regina não conseguia não se encantar com o jeito meio moleca de ser da loira. Sempre com o ar alegre e fazia até mesmo alguém tão seca e meio morta como ela era sorri de verdade depois de tanto tempo sem fazê-lo. Como sua vida nunca é totalmente alegre em um dado momento Elsa aparecer e rouba Emma do grupo deixando Regina na companhia de Tinker e sua pequena família. Tinker dar uma bronca na esposa e a mandar sair de perto delas.

Tinker. – Desculpa pelo jeito a ruby, ela é muito protetora.

Regina. – ela tem razão em desconfia de mim. Fico feliz pela chance que está me dando.

Tinker. – no fim das contas também estou. Só não faça isso de novo. Aperta o filho no colo. Que brincar distraído com o balão em forma de carro.

Regina. – Ele é lindo se parece muito com você. Elas começam a ir a algumas barracas e aos poucos vão se soltando e conversando sem aquele clima ruim.

Elsa levou Emma em todas as barracas de comida que ela sabia que Swan gosta depois foram nos brinquedos. — Roda gigante agora?

Emma. — Por que não. Ela iria pedir que Elsa procurasse Regina depois de descerem da roda gigante.

A roda gigante parou no alto e Esla olhar o perfil da loira mais nova. Naquela noite Emma estava mais radiante que nunca. Seu coração batia mais rápido que o normal. – Emma?

Emma vira o rosto na direção de Elsa estranhando o tom usado por ela.- Sim.

Lá em baixo Regina comprava um soverte enquanto Tinker ajudava o filho a tomar o dele sem se sujar todo. – Cuidado meu filhote se não vai acabar igual a sua dinda.

Regina. – O que tem a Emma? Por falar nisso onde será que ela está.

Tinker. – Ela às vezes é pior que o Al. Na hora de comer a comida favorita dela. Sorvete então nem se falar. Ela se ajeita para jogar o potinho no lixo quando seus olhos param em uma cena na roda gigante.

Regina.- O que foi parece que viu um fantasma.

Ruby. – Até que fim a Elsa tomou coragem. A morena mais alta se fez presente ao lado da esposa. Ela tinha o filho no colo.

Al. — O que a tia Elsa tá tão perto da dinda? Eca elas estão fazendo. O menino fez careta.

Regina então vira na direção que elas olhavam e ver Elsa beijando Emma. Ela tocava o rosto da Swan enquanto elas se beijavam. Típica cena de filme de romance. Uma raiva subiu por sua espinha, o sentimento era tão forte que ela apertou tanto o sorvete que a casquinha arrebentou espalhando em sua roupa como no chão. Seu olhar poderia fulminar alguém sem dúvida.

Tinker piscar algumas vezes e olhar para regina que nem piscava olhando a cena na roda gigante. A veia do pescoço e da testa da morena parecia que iria explode a qualquer momento. – Ruby poderia ficar de pico calado ai.

Ruby. – o que falei de errado? Você disse alguns meses atrás que torcia para Emma se permitir amar novamente. Por que isso agora! Quem mais poderia fazer a Emma se sentir especial?

Tinker suspirar fundo quando avista Regina se afastar pisando duro. — Por que tudo tem que ser tão complicado. Perguntar ao céu.

Emma se sentia sem chão e surpresa. Delicadamente se afastar de Elsa. — Elsa! Eu..

Elsa. – Emma! Só peço uma chance. Fiquei longe e pensei que o que sentia por você acabaria indo embora. Só que ele só cresceu! Eu te amo que a única coisa que desejo é fazer você a mulher mais feliz do mundo. Tocar seu rosto com carinho.

Emma suspirar e abrir os olhos suas esmeraldas ainda tinha uma cor viva. Não tanto como antes do acidente. – Sinto muito! Mais não posso. Por favor, me lhe até as meninas. Se afastar da medica e enxugar uma lágrima. Por que não sentiu nada com o beijo de Elsa? Sem mesmo um frio na espinha ou a sensação de flutuar?

Elsa nada disse e assim que saíram do brinquedo avista as meninas de longe e conduz a loira até lá e sair sem nada dizer. A noite havia acabado para ela ali. Quando estava indo para o carro seu olhar encontrar o castanho de Regina que a olhar como se fosse lhe queima só com o olhar. Então ela sorri! Pois ali ela soube que a morena viu seu beijo com Emma.

Ruby. – Como foi Emma? Diz animada. Porém leva um soco na barriga da esposa.

Tinker. – Tudo bem? Tocar o ombro da loira.

Emma. – Não sinto a presença da Regina! Onde ela estar?

Ruby. – Ela viu que não era desejada e saiu.

Emma. – RUBY! Suspirar e massageia a têmporas. Mais do nada parar e seu rosto ficar pálido. – Ela estar aqui quando? A loira sentiu seu sangue gelar.

Tinker. – Ela estava. Ela nota o desespero da amiga e suas desconfianças começam a fazer sentindo. Mais pelo jeito nem Emma muito menos Regina se deram conta as situação. – Tudo vai se resolve fique calma.

O resto da noite passou lentamente para Emma e Regina enquanto os demais se divertiam elas remoíam pensamentos nada felizes.

Na hora de voltarem para o haras todos notaram o clima estranho entre as duas que no inicio da noite. No entanto lerem no olhar de Tinker que seria melhor não perguntar nada no momento. Emma acabou indo com Regina que não se deu ao trabalho de puxar assunto na volta. Emma muito menos tinha coragem para tal. Chegando no haras Emma sair do carro correndo para o quarto e se jogar na cama chorando em ter certeza do quê chorava.

Regina encarar o volante e sair vagarosamente do carro e entrar. Passando em frente as porta do quarto de Emma ouvir o som de choro abafado e correr para o quarto. – Emma? Aproxima-se da casa vendo a loira se encolher tentar se esconder. — Querida o que foi? Sentar na borda da cama.

Emma. – Não sei! Só deu vontade de chorar.

Regina tira os sapatos e meio que se deita meio sentada. — Emma foi pelo beijo da palmito? Pergunta entre dentes.

Emma.- Não quero falar disso ,por favor!

Regina. – Ela forçou o beijo? Vou acabar com a raça daquela ave albina.

Emma. – Não foi isso. Ela só me pegou de surpresa! Não posso reviver tudo aquilo de novo.

Regina ficar preocupada com o jeito frágil da loira. — Tome um banho e troque de roupa vou preparar um chocolate quente volto já. Beijar a loira e saiu do quarto de Emma indo para o próprio. Trocar de roupa rápida e desce dando de cara com seus pais que a olham preocupados. – Estar tudo bem, pode dormir tranquilos. Retornar ao quarto e encontrar Emma sentada na cama abraçando os joelhos. — Aqui.

Emma bebe em silencio. — Obrigada. Deve pensar que sou estranhar, por chora depois de ser beijada.

Regina. – não! Não acho. Um beijo é algo que deve seja desejado pelas duas partes. É um momento único onde duas pessoas se conectam de forma singela. Se quiser posso ficar aqui que durma.

Emma. –Ficaria?

Regina pegar a caneca e coloca no criado mudo. Arrumar acama e puxa a loira para deitar em seu peito. A sensação de ter a loira em seus braços tem sido a melhor em muito tempo! Era como se fosse para ser assim. Começa a cantar uma canção para acalmar a loira até que ela percebe que Swan tinha dormido. Mas não faz menção de sair dali. – Durma bem meu anjo.