Ensaio Poético
1 Poesia de Outubro
Notas iniciais
A primeira estrofe não contém mitologia. Apenas conto sobre meu sangue. Isto é, minha família e minhas raízes.
A última estrofe contém (indiretamente) o nome da pessoa que amo. Quem sabe, em algum futuro longínquo, ela leia isto.
Mês do Opala, majestosa joia de enorme desejo meu
Mês este que veio minha Deusa de Maio
E minha Protetora de mesmo sangue meu
Mês que renasceu o Gigante Vermelho, pós Bromium séculos
E da reconstrução do Porto depois de Mille anos
Num mês que a Balança vibra intensamente
Sinto-me Balder perante Loki
Óh Manto Escarlate que percorre meu corpo
Levo-me para Nilfheim e adentra em mim
Os pulsos de Fenrir e Jormungand
Manto Escarlate que usa em Março
Afoga-me na Insanidade como Skol persegue Sol
Corrói visceralmente, tal qual torturado era Loki
Dever seja escalar Mjolnir e simbolizar Ourobolos
Pois rege no fim, a vontade de Hel em Asgard
Dedico este poema e aguardo Bragi
Se um voto é me dado, este seria Theu
Sangue meu que borbulha fervorosamente
Sua felicidade é nada mais que minha Kura
Peço se não ousado, a benção das Nornas
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