Enquanto respirarmos, seremos nós
2 1998, por Lilith. As lágrimas.
Mathews bateu em minha porta no final das férias de verão, ensopado pela chuva e sujo dos pés a cabeça com greda.
Ele estava horrível! Parecendo completamente pequeno e frágil, sem nem ao menos conseguir disfarçar suas lágrimas.
— Eles estão me deixando louco... — gaguejou, se afogando com seu choro. Era a primeira vez em anos que ele me "pedia" ajuda — Eu não aguento mais...
Eu não o convidei para entrar e me arrependi amargamente disso.
Apenas fechei a porta, ignorando o garoto franzino que carregava um fardo grande demais sozinho, mas que eu certamente não ajudaria a carregar.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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