Enlever le Masque

2 Capítulo 2 - Espérer?


Notas iniciais
Olá pessoinhas do meu coração! Primeiramente, gostaria de agradecer a todos que leram o primeiro capítulo, e pelos comentários deixados. Eles me fizeram muito feliz. Como fiquei bastante tempo sem postar, hoje vou presentear vocês com um capítulo maior. :) Segue o capítulo 2. Nos vemos nas notas finais!

“Debruçou-se sobre o corpo da amada, como se desta forma pudesse evitar que sua alma o deixasse. Como se pudesse impedir o fim de se aproximar.”

Foi quando viu uma luz vermelha sair dos brincos dela e um incrível brilho verde sair de seu anel.

“ Que ótimo Plagg! Vai me revelar também... é tudo o que preciso nesse momento”, mas ao invés da costumeira transformação, a luz vermelha e verde envolveu a garota em seus braços e ela voltou a respirar, de forma lenta e descompassada, mas ainda assim estava respirando. A abraçou com todas as forças e saltou de prédio em prédio com a garota nos braços para interna-la no hospital mais próximo.

Seu estado era crítico, mas talvez pudesse se recuperar em algum momento, claro que teve de explicar como ela ficou naquele estado, e não pode omitir a informação de que ela é a Ladybug, mas exigiu que ninguém pudesse visita-la além dos pais, ele e Adrien Agreste (pois naquele momento ainda não desejava que ninguém soubesse sua identidade civil), passando a visita-la durante o dia como Adrien e à noite como Chat Noir. O próximo passo foi avisar aos pais dela sobre o ocorrido e onde poderiam encontrá-la.

Resolveu que continuaria frequentando as aulas, para que pudesse passar as matérias à Marinette quando acordasse, mas não era fácil manter o foco durante o dia. Ele estava sempre pensando em sua Lady, e sempre que o fazia, as imagens de sua última luta vinham à memória e ele chorava.

Todos haviam notado que Adrien estava mais sombrio, sempre em silêncio, já não ria ou sorria. Sempre que tinham aula livre, isolava-se na biblioteca do Colégio, tentando encontrar uma resposta nos livros, queria desesperadamente saber se teria sua Lady nos braços novamente, se ela voltaria a sorrir ou a falar com ele novamente, afinal os médicos quase não tinham esperanças em sua recuperação. Será que ela se lembraria de suas últimas palavras?

Quando não estava na escola, o tempo livre que conseguia, passava no hospital, sentado em uma cadeira, ao lado do leito de Marinette, conversando com ela e segurando sua mão, pedindo para que ficasse bem logo. Quando seu horário não permitia que ele a visitasse durante o dia, ele o fazia durante a noite, transformado em Chat Noir, pois o gato sim, possuía a liberdade que ele não tinha.

Três meses se passaram desde a batalha contra o Dark Knight e Marinette continuava adormecida, fraca demais para abrir os olhos.

Já se passava das nove horas da noite em Paris, e naquele momento, Adrien estava em seu quarto na mansão Agreste:

— Aqui Plagg, lhe trouxe uma porção extra de camembert.

— Ah! Como eu amo camembert! Mas por que toda essa generosidade agora Adrien? – desconfiou o pequeno Kwami.

— Porque hoje nós iremos visitar a Mari... A Nathalie não facilitou pra mim hoje, mas verei minha Lady de qualquer forma. – deu um leve sorriso para o gatinho preto, e baixou o olhar pensativo.

Por algum motivo pra Plagg estava muito compreensivo naqueles últimos meses, talvez por ter conhecido o segredo de Ladybug e concordar que não havia alguém melhor para ser a heroína, ou talvez por ela ter se sacrificado por Chat Noir, sem nem ao menos saber quem é o garoto. Mas a verdade é que ele notara quanto a garota por trás da máscara era especial, não só para Adrien, mas para a maioria das pessoas que lhe cercavam. Notando o silencio de seu mestre, Plagg chamou sua atenção:

— Ei, garoto! – Adrien o olhou, esperando o kwami continuar — Ela vai ficar bem... É realmente uma garota muito forte, do contrário o Mestre Fu e a Tikki não a teriam escolhido...

Era impressionante a ligação entre aqueles dois, Plagg conseguia descobrir apenas em um olhar os sentimentos do garoto. Naquele pouco tempo no qual estavam juntos, já haviam se tornado grandes amigos. Adrien pensava nisso quando o kwami chamou sua atenção, afirmando que estava pronto para sua missão secreta, e em alguns segundos Chat Noir saia por uma das imponentes janelas da Mansão Agreste. Parou no caminho para comprar flores para a garota.

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Quando Marinette fora internada, ele utilizava a porta de entrada do hospital quase diariamente, porém Plagg lhe alertou que isso poderia gerar suspeitas com relação aos seus sentimentos para com ela, e qualquer vilão que quisesse prejudica-lo poderia utilizá-la para obter qualquer coisa dele, já que no momento ela não conseguia se defender sozinha. Resolveu que não utilizaria mais as portas quando a visitasse como Chat Noir, então, a cada visita, utilizava uma janela diferente para entrar no hospital, esgueirando-se pelos cantos, evitando os olhares curiosos. Entrava no quarto da garota e trancava a porta, para que não o incomodassem.

Naquela noite resolveu utilizar a janela do quarto de Mari, pois não conseguiria se esconder com as flores, ao adentrar o quarto, correu até a porta e a trancou, sentou-se em uma poltrona ao lado da jovem e segurou sua mão e com lágrimas nos olhos começou a conversar:

— Oi Mari! Como você está se sentindo hoje? Está melhor? – fez uma pausa, dando um suspiro – Espero que esteja se sentindo bem... Sabe, todo mundo está sentindo sua falta na escola... até a Chloe! – sorriu tristemente – Você precisa acordar logo, a Alya quer me matar... ainda bem que ela não sabe que estou sentado com o namorado dela todos os dias... – permaneceu alguns minutos em silencio, apenas observando o semblante tranquilo da garota adormecida. – estou com saudades princesa... – suspirou e fechou os olhos, apenas imaginando como seria quando a garota acordasse. Será que ela o aceitaria? Seria ela capaz de aceitar suas máscaras? — Volta pra mim? Eu sinto tanto a sua falta... – deixou uma lágrima solitária rolar por sua face, tocando gentilmente pele da mão da jovem que estava entre as suas.

— Huhm...

Chat Noir voltou a abrir os olhos assustado, ela tinha mesmo resmungado? Ou seria apenas um truque cruel de sua imaginação? Então ele ouviu um suspiro, e Marinette começou a se remexer na cama, abrindo os olhos lentamente. Ao vê-la despertando, Chat Noir abriu o maior sorriso que já dera em toda a sua vida e a cumprimentou:

— Boa noite Princesa! Como está se sentindo?

— Bom dia... – respondeu ainda sonolenta, mas ao olhar para a pessoa ao seu lado, assustou-se – CHAT NOIR!!! O que está fazendo no meu quar... – observando melhor, percebeu que não estava em seu quarto, mas sim em um cômodo todo branco, com alguns aparelhos conectados a si e muitos vasos com flores e caixas com cartões sobre algumas mesinhas de apoio e até mesmo no chão. Confusa, olhou para seu acompanhante perguntando com receio – C-Chat... o-onde eu estou?

Ele a observou curioso. Será que ela não se lembrava de nada? Nem mesmo da luta? Teria de ser ele o responsável por lembra-la de toda aquela tragédia? Se sim, ele iria por partes, para não apavorá-la.

— Você não se lembra de nada, Princesa? – Ela fez algum esforço, tentando se lembrar, mas depois de algum tempo, apenas balançou a cabeça negativamente – Bem... você está em um apartamento particular do hospital, porque sofreu um “acidente”.

Ela arregalou os olhos, parecia recobrar as memórias do suposto acidente. Marinette sentia a cabeça doer, parecendo que iria explodir enquanto alguns flashes borrados passavam por sua memória. E então as lembranças voltaram com tudo, o que a fez sentar-se rapidamente na cama, causando-lhe uma dor terrível nona região abdominal, com isso ela soltou um sonoro gemido de dor, falando quase em desespero total:

— O akuma! Eu preciso capturá-lo!

A cada palavra dita, ela deixava escapar uma careta, era visível que o esforço a feria, trazendo uma imensa dor física e psicológica.

— Mari! Deite-se, agora! – Chat Noir a olhava com olhos duros e assustados, não queria que sua lady, sua princesa se ferisse mais... vendo-a obedecer, continuou mais calmo – o akuma foi purificado, não se preocupe. E mesmo que não tivesse sido, já teria desaparecido – ele suspirou preocupado, era muita informação pra ela absorver de uma única vez – Mari... você está nesse hospital há três meses... deixou todo mundo desesperado quando se atirou na frente daquela espada. O que você estava pensando?

— Você não tem o direito de falar assim comigo, seu gato de rua! – respondeu fazendo bico

— Tudo bem... Vejo que você não quer minha companhia... Vou deixa-la sozinha... – ele já estava sobre o parapeito da janela, quando ela o chamou de volta:

— C-Chat... – ele olhou por cima do ombro – fica aqui comigo... eu não quero ficar sozinha... de novo. – baixou os olhos e deixou uma lágrima rolar, Chat Noir que não suportava vê-la daquele jeito, desceu imediatamente da janela e a abraçou.

— Senti tanto a sua falta My Lady – Marinette não podia ver, mas os olhos do gato também deixavam escapar algumas lágrimas delatoras enquanto ele a apertava forte em seus braços. Há tanto tempo ele esperava por aquilo, que não notou a surpresa da garota ao ouvir suas palavras.

— V-vo-você sabe?

— B-bem... quando você foi atingida, sua transformação começou a oscilar, até que se fixou em sua identidade civil... sua kwami também ficou bastante ferida e muito fraca...

— Ai meu Deus! Tikki! – Ela entrou em desespero quando passou as mãos nas orelhas e não sentiu o par de brincos de joaninha. Vendo-a agitada, Chat Noir a tranquilizou:

— Calma Princesa, ela está bem! O Guardião a levou para tratar de seus ferimentos e cuidar dela enquanto você estivesse impossibilitada. – quando ela se acalmou, ele lhe perguntou – Você quer conversar? Acho que você deve ter muitas perguntas para fazer...

— Há-há quanto tempo você disse que estou aqui?

— Daqui alguns dias completam três meses — ele respondeu calmamente, pois conhecendo a parceira da forma que conhecia, sabia que ela surtaria assim que descobrisse toda a situação até aquele momento

— Meu Deus... — Ela praticamente sussurrou as duas palavras arregalando os olhos – e-eu perdi três meses de aulas! TRÊS MESES INTEIROS! Já estou vendo tudo: serei reprovada, meu curriculum será manchado e eu nunca conseguirei me tornar uma designer famosa! E o pior de tudo: ficarei de castigo por tanto tempo que não poderei mais ser a Ladybug...

Ela silenciou por alguns segundos e Chat Noir se aproximou mais dela:

— Mari – sua voz saiu quase como um sussurro, enquanto encarava a imensidão azul daqueles olhos assustados – escuta, não se preocupe com a escola, tem um amigo seu que está copiando o conteúdo estudado pra você, e logo que você se sentir melhor, ele irá ajudá-la com os deveres e trabalhos atrasados. Ok?

Por algum motivo, Marinette não desejou desviar seu olhar do gato preto a sua frente, ela sentia algo familiar neles, e pensando nisso uma pessoa veio à sua mente: Adrien Agreste. Por que diabos o modelo estava invadindo sua mente? Ela já havia decidido desistir dele há algum tempo, já tinha sentimentos muito fortes pelo gatinho à sua frente. Então por que se lembrar dele naquele momento?

Chat Noir tocou seu braço gentilmente, tirando-a de seus devaneios.

— Está bem. — ela respirou fundo, e continuou com as perguntas – As pessoas já sabem não é? Que eu sou a Ladybug... Estão muito decepcionadas?

— Infelizmente sim, todos já sabem... na verdade, a essa altura, acredito que toda a França já saiba sua identidade... mas as pessoas não estão decepcionadas, um pouco confusas, mas não decepcionas. As que mais importam, estão orgulhosas da nossa pequena Marinette!

Ela sorriu timidamente

" NOSSA Marinette?

" Ehr-é! A-acho que me refiro q-que seja dos amigos e familiares que tanto te amam. — Ele corou violentamente tentando disfarçar — Todas as pessoas que te amam, são importantes e você pertence a todos eles por isso! Mas eu adoraria que pertencesse somente a mim...— murmurou a última frase em tom de profunda tristeza e com um sussurro quase inaudível. Quase. A garota a sua frente corou com a afirmação — Se-seus pais estão preocupados e tem vindo visitá-la todos os dias. Eles te amam muito, sabia?

Ela confirmou com a cabeça, afinal, sempre fora muito claro o amor que seus pais lhe dispensavam. Acabou deixando escapar um breve sorriso pelas lembranças que se passaram por sua mente, ela amava demais aqueles dois, sempre fazendo de tudo para demonstrar a gratidão e amor que possuía para com eles.

— E quanto à Alya, como está reagindo a isto? – havia tristeza (e Chat Noir podia jurar que até um pouco de receio) oculto em sua voz – Ela está muito brava? Deve estar furiosa por eu não ter contado a ela quem eu realmente era....

— Não se culpe My Lady... no início ela realmente ficou furiosa, nem queria que disséssemos seu nome próximo a ela. Mas os dias foram passando e consegui que ela compreendesse que você não o fez por mal, mas sim para proteger a ela e todos aqueles que você ama. No fim, ela só quer matar a mim, por não ter autorizado sua visita... – ele abriu um leve sorriso, mas havia uma tristeza indescritível em seu olhar

— E-ela me perdoou? – ele apenas confirmou com um movimento de cabeça – Mas porque você a proibiu de me visitar Chat Noir?

— Em primeira estancia, porque ela estava furiosa com você e mesmo que tivesse autorização, não viria, mas principalmente porque direta ou indiretamente, ela é uma das principais repórteres vidradas em nós dois... e também achei que seria meio incômodo para você ficar recebendo tantas visitas...

— Isso tudo é instinto de proteção, ou é só ciúmes Chat? – o garoto se arrepiou com o tom de voz utilizado por ela ao dizer seu nome.

— Ci-ciúmes, My Lady?

— Você sempre teve uma quedinha pela Ladybug, Chat! Isso nunca foi segredo pra ninguém...

— Ah! Isso... então, eu meio que não gosto mais da Ladybug, lembra?

— Se decepcionou comigo quando descobriu, não foi? — Havia muita tristeza em sua voz, e naquele momento, Chat Noir notou que a garota ainda não se lembrava de tudo o que aconteceu naquela luta

— Eu jamais me decepcionaria, My Lady! Você ainda continua perfeita pra mim... — corou com o ultimo comentário, acrescentando logo em seguida — Quer que eu a deixe sozinha para absorver as informações? – ela negou – posso te perguntar uma coisa Princesa?

— A-acho que sim... só não tenho certeza de que poderei responder...

— Você realmente não se lembra de nada daquele dia?

— B-bem... e-e-eu me lembro de estarmos lutando contra o akuma, de tê-lo visto em perigo, lembro-me do desespero, da dor... e da escuridão...

— Entendo... Mari, eu preciso ir... já está ficando muito tarde e eu tenho aulas amanhã...

— Chat! Por favor... não vá! E-eu gostaria que ficasse aqui comigo. Não quero ficar sozinha... não quero ficar sem você... – uma lágrima solitária desceu por seu rosto, enchendo o coração de seu parceiro de esperança...

— Por que eu ficaria agora que sei que está bem? – as palavras eram cruéis, mas precisavam ser ditas, pois ele precisava de uma resposta – Deve haver alguém que você ame, e que possa estar aqui com você...

— Ma-Mas Chat... eu quero você... queria poder tê-lo aqui comigo, pelo menos até poder voltar pra casa... – em seguida começou a resmungar consigo mesma – deixe de ser egoísta Marinette... ele provavelmente tem algo muito melhor pra fazer do que ficar aqui te ouvindo lamentar a vida... sem a máscara você não tem nada a oferecer...

Aquelas palavras cortaram o coração do garoto. Claro, que se não fosse pela audição melhorada, graças ao miraculous, ele jamais teria ouvido aquilo... porém ouviu, e perguntou com o mesmo tom frio:

— Por que quer a mim? Por que não uma outra pessoa qualquer?

Ela estranhava a reação de se amado gato preto, mas ainda assim respondeu com lágrimas nos olhos

— Por que nenhuma delas é você, seu gato idiota! Eu quero a sua companhia po-porque você é o único garoto que esteve sempre comigo quando eu precisei! POR QUE QUE TE AMO! Não importa quem esteja por baixo da máscara... — Chat podia notar seus batimentos acelerados através do monitor cardíaco e quando se virou para olhar novamente em seus olhos, notou que ela os havia fechados com todas as suas forças, como se as palavras ditas a assustassem, pois as lágrimas insistentes não paravam de rolar por sua face. Ela tremia da cabeça aos pés. O garoto não suportou mais vê-la tão fragil e vulnerável, então lançou-se em sua direção para um abraço apertado, afinal, aquelas eram as palavras que ele tanto esperava ouvir não só de Ladybug, desde o dia em que se conheceram, mas também de Marinette, desde que a notara ao enfrentar o Evilustrator e passara a visitá-la com certa frequência.

— Não sabe por quanto tempo eu espero para ouvir isso... — disse, também entre as lágrimas, tão próximo ao seu ouvido que a garota estremeceu, enquanto a apertava em seus braços, pois tinha medo de que se a soltasse, ela desapareceria como sua mãe. — Nunca mais faça isso! Entendeu?

Ela se afastou um pouco do abraço, dando espaço para que ele se deitasse ao seu lado, realmente ela não queria que ele saísse de perto de si, pois tinha medo de perdê-lo.

Chat Noir fez como ela havia pedido e deitou-se ao seu lado, colando sua testa à de sua amada, então começaram a conversar em um tom de sussurro:

— Esta semana os médicos haviam dito que assim que você acordasse poderia voltar pra casa, disseram que seus ferimentos já estavam praticamente curados, por isso poderiam lhe dar alta... mas você ainda vai ficar de cama mocinha – deu um leve sorriso – eu irei garantir isso pessoalmente.

— Você ainda irá me visitar? Não vai me esquecer? — a garota sorriu tristemente, pois ela não acreditava que possuísse algo para oferecer ao herói de Paris, na verdade ela se via como uma garota totalmente sem graça, então porque ele se importaria em visitá-la agora que ela já estava bem?

— Eu passaria o resto de minha vida com você, Princesa, e mesmo que assim desejasse, eu jamais a esqueceria... os dois acabaram adormecendo e, quando acordaram, o dia já começava a nascer. O gato preto beijou a testa de sua joaninha, destrancou a porta do quarto e fugiu pela janela.

Notas finais
Eai, pessoas? Gostaram? Sei que ficou bem parado... mas prometo mais emoções nos próximos capítulos, ok? Gostariam que eu mudasse alguma coisa? Sentiram falta de algo? Críticas e feedbacks são muito bem-vindos! Abraços e até o próximo capítulo.