Enganos
10 Capítulo 10 Não me deixe
Notas iniciais
Guardem as armas, bombas, sapatos ou qualquer objeto cortante para amanhã ouviram??????????
Beijos meus anjos!
- Bella! – Edward gritou quando eu saia do banheiro.
- Edward pára de gritar pela casa.
- Amor, não levanta sem avisar.
- Edward eu estava muito apertada. Esses dois ocupam muito espaço.
- Mais alguns dias amor. Sue falou que vai marcar para esses dias.
Eu estava com oito meses completos e Sue não queria mais esperar, ela tinha medo da pressão alta e também do último episódio. Eu trabalhava em casa e contratei um empregado para a loja. Que fazia muito sucesso e já pensávamos em abrir outra numa outra cidade vizinha para que as pessoas não dirigissem horas para comprar as compotas. Tudo muito controlado por Edward, que não me deixava trabalhar mais que duas horas por dia mesmo no computador e deitada. Sue falou que eu poderia andar um pouco para esticar as pernas, mas ele também acompanhava de perto essas caminhadas pela nossa casa. Que agora estava linda e pronta para receber nossos pequenos. Os quartos foram projetados por Jared e Edward, ficou lindo e tivemos que nos mudar alguns dia para uma pensão pequena porque o cheiro da tinta era muito forte e Edward um exagerado é claro. Mas correu tudo bem e pude voltar alguns dias depois. Caroline e Augusta já brigavam com Edward por conta dos bebês, segundo cada uma era de responsabilidade delas tomarem conta dos bebês e que se ele metesse alguém estranho elas sairiam pela porta da frente com malas. Isso assustou a todos na casa e eu falei para Edward deixar que elas se virariam, ele achava que elas não dariam conta e Augusta listou o numero de crianças que passaram pela casa e que hoje estão grandes e nas suas casa e felizes. Foi uma discussão feia. Mas no final Augusta e suas panelas venceram, até porque ela gritou, bateu o pé e disse que os bebês só comeriam o que ela preparasse e uma estranha ia dar pitaco na sua cozinha. Isso era inconcebível.
- Edward Augusta não quer, ela não vai embora e Caroline pode ajudar. Todos vão ajudar.
- Bella e quando eu viajar?
- ESTÁ PRETENDO VIAJAR E ME DEIXAR SOZINHA NESSA CASA?
- Não. – ela abaixou a cabeça e a discussão acabou.
Estava uma manhã agradável de verão e eu estava feliz deles nascerem no verão, um clima bom para crianças pequenas e quando estivessem maiores poderiam enfrentar o famoso frio que Caroline tanto falava. E mais uma coisa mudou depois da briga que tive com Edward sobre ele viajar, ele fez parceria com Phill e agora estavam investindo em produtos orgânicos. Edward amou a fazenda dele e disse que isso renderia muito porque estava em alta no mercado. Phill estava muito feliz com o investimento que Edward fez e até contratou uma empresa especializada para fazer tudo o que precisaria para a fazenda ser reconhecida como uma fazenda que produzia alimentos orgânicos. Eu acho que se o que eles quisessem dessem certo Edward realmente investiria mais em toda a cidade, ele já tinha falado com Jared sobre sua loja... algo sobre vender na internet e até o Prefeito veio um dia almoçar conosco e eles discutiam sobre pequenas franquias de fast-food. Ele disse que atrairia um público bom, emprego para os mais novos e uma ótima quantia de dinheiro para a Prefeitura. Edward era um ótimo administrador, ele sempre foi e todos lucravam um pouco com isso.
- Ed.. – a dor não me deixava continuar a frase.
- Bella! – ele gritou me vendo no chão do quarto.
- Doi amor... dói.
- Bella olha... – eu ouvi alguns passou e depois algumas vozes, a dor me tirava os outros sentidos e o medo de perder minha família me assombrou.
- Tome com...con.. – era muita dor. – Ed... se eu morrer...
- Não fale merda!
Mas tudo apagou.
EDWARD
Meu mundo, minha vida ali eu sem poder fazer nada. Chegamos ao hospitale Sue já estava lá. Foi uma correria, ela parecia mais pálida e tudo que podia fazer era esperar. Esperar que ela sobrevivesse, que meus filhos não sofressem. Eu chorava feito criança na sala que me mandaram esperar. Havia sangue em minhas mãos, sangue dela.
- Sr. Cullen precisa ser forte. – era Agusta. Ela tinha o olhar mais triste que já vi aquela mulher altiva e petulante ter. – Eu trouxe as coisas de Bella.
- Acho... – não conseguia pronunciar nada. Minha vida, meu mundo, minha família.Pensei em quantas vezes implorei para ela ir para a cidade ter nossos filhos, pensei em quando a vi grávida na loja e a achei a mulher mais linda que já havia visto em toda minha vida. Lembrei de que mesmo com raiva não poderia odiar ela nunca e todo meu desprezo era uma mágoa porque eu não entendia como ela, minha Bella poderia ter feito algo tão monstruoso. Deitar com Jacob... ela sempre foi minha. Nunca me enganou, nunca me traiu. Era tão pura que todos ao seu redor viam o que minha mágoa não deixava.
- Olhe nossa casa amor. – eu abraça depois que voltamos de uma viagem para que tudo se acalmassem entre nossos parentes.
- É linda, nosso filhos serão criados aqui. Seremos muito felizes.
- Filhos?
- Vamos encher essa casa Edward! – e ela ria abrindo a porta.
Como eu daria tudo para ter seu sorriso. Que aquele não fosse meu último sorriso hoje de manhã, que eu a tivesse ainda em meus braços e a oportunidade de amá-la mais uma vez. Que tudo que eu tivesse fosse dela ... meu coração para ela se precisasse, ela tinha que sobreviver, Jacob não venceria assim....
- Sr. Cullen precisa falar para alguns amigos de Bella irem para casa, o hospital está lotado.
E olhei ao redor e vi, a Sra. Macfiel, o casal Hale segurando um terço, Augusta e Caroline sentadas desoladas, Phill e Jared em pé de braços cruzados, a esposa do Prefeito estava com um vestido simples e chinelos, ela tinha vindo de casa? Ela segurava um celular na mão e o apertava freneticamente.
- Ninguém vai embora. – eu disse para a enfermeira.
- Não vamos mesmo! – era Phill irritado. – Augusta arranje café para todos e vamos tirar essa cara de enterro! É um nascimento! Phill pegue os charutos, assim que Edward souber que as crianças estão bem vamos fumar e beber!
Apesar horrorizados com a atitude de Phill, Augusta se levantou e sumiu por corredores, Jared veio sentar ao meu lado. Eu olhava minhas mãos ensangüentadas...
- Venha lavar essas mãos, não vai segurar seus filhos com essas mãos não é mesmo?
Precisei concorda.
- Arranje roupas para ele Albert. Ele vai tomar um banho num dos qaurtos do hospital.
- Isso não é hotel! – uma enfermeira falou.
- Cala a boca! – todos falaram e fui tirado de lá. Tomei um banho e vesti roupas que Albert conseguiu com um médico. Quando voltei os olhos de todos estavam na mulher parada na porta. Sue.
- Edward precisamos conversar.
Notas finais
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
BEIJOS E COMENTEM!
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