Bella

A barriga de nove meses já estava enorme, e não via a hora de meus filhos nascerem, meu príncipe e minha princesinha, um casal, e espero muito que sejam a cara do pai, lindos, com a pele bronzeada, olhos estreitos e escuros...Só de pensar em Jacob suspirava, era algo inevitável, já havia passado muito tempo desde o nosso encontro e ainda me surpreendia com a forma que ele entrava em meus sonhos, sucumbia meus pensamentos, e morava em meu coração. Era o pai dos meus filhos, e mesmo longe, ainda me trazia um bem estar tremendo, junto com um sentimento incrivelmente forte, apesar do tempo que havia passado.

Estava em meu novo apartamento, um mais amplo e espaçoso, minha mãe Renne esta hospedada comigo, sobre a justificativa de seus netos nascerem a qualquer momento, ela e Charlie após o susto e dezenas de perguntas a respeito do pai, enfim me deixaram em paz, para apenas paparicarem os netos, ainda em minha barriga. Sabiam que não eram de Edward, afinal contei tudo o que havia acontecido, claro que abstraí os detalhes sórdidos, aqueles que falei apenas para Jasper e Rose, meus amigos e confidentes.

Edward quando soube da minha gravidez ficou até feliz. Na verdade não temos muito contato, e em uma das minhas saídas para a compra do enxoval dos bebês o encontrei por acaso, e ele por sinal estava acompanhado por seu parceiro James.

Não guardava mágoas dele, e muito menos queria esse tipo de sentimento para mim. O cumprimentei educadamente e quando notou minha barriga de quase nove meses não pude decifrar sua expressão imediata, mas logo esboçou o seu sorriso sincero. Conversamos um pouco, ele não me fez muitas perguntas, mas acho que ele tirou suas próprias conclusões já que não omiti sobre meu tempo de gestação, notei ele fazendo uma conta mental. Óbvio, deduzindo que o traí, mas não disse nada, afinal ele me traía muito antes, não tinha o que reclamar.

Quatro anos depois...

Jacob

- Jake, não vou me mudar para uma cidade que mal conheço, deixar nossa linda casa e viver num apartamento qualquer, medíocre — era a vigésima sei lá quantas vezes que Leah dizia isso, não aguentava mais ouvir, estava irritado em altos níveis.

Juro que minha paciência já havia se esgotado a tempos, mas ainda assim procurava abstrair todo o desejo de mandar minha irritante e frívola esposa para o quinto dos infernos, mas não, pedindo calma a mim mesmo respirei fundo e bebi uma dose dupla de whisky. Já estava cansado de discutir por motivos fúteis e caprichos de Leah, então olhei para ela com toda a paciência que pude reunir e a respondi.

— Leah, já esta decidido, vamos ficar em um apartamento! — ela voltou abrir a boca para protestar, mas antes que falasse eu a interrompi continuando minha linha de raciocínio. — Mas será temporário, enquanto isso você terá liberdade para procurar a casa que quiser e compramos conforme a sua vontade — Dessa vez os olhos dela brilharam, ela abriu um grande sorriso e correndo pulou em meu colo, como uma criança que acabou de ganhar o melhor presente do mundo, me beijando em seguida.

— Jake, te amo! Você é maravilhoso, o melhor marido do mundo todo — ri amarelo, cansado por mais uma vez ter que ceder aos seus caprichos, mas melhor isso do que passar mais uma semana remoendo esse assunto, já estava cansado.

— Mas não se esqueça, nada exageradamente grande e ostensivo demais — A adverti usando um tom severo.

— Ai amor, deixa de ser pão duro — Reclamou fazendo bico.

Rolei os olhos ao escutar seu resmungo, nunca fui de contar centavos, ser pão duro, muito pelo contrário, sempre a dei tudo que quis, graças a Deus temos dinheiro o bastante, meus negócios vão melhor a cada dia, e graças a ele que estamos nos mudando para Nova Iorque, estamos abrindo uma nova filial, mais uma loja especializada na venda de automóveis e peças automotivas, além de conseguirmos a tão almejada fusão com várias outras concessionárias de menor porte.

Nessa fusão, não seria a mim que caberia a mudança e sim a meu sócio Paul, mas sua esposa e minha irmã Rachel esta grávida e a poucas semanas de ter o bebê, sendo assim tudo ficou em minhas mãos.

Nosso outro sócio, Seth, irmão de Leah, também não irá, vai ficar e auxiliar Paul por algum tempo, depois seguirá também para Nova Iorque, afinal os negócios serão intensos e não vou poder dar conta de tudo sozinho.

Nesses últimos quatro anos minha vida financeira prosperou bastante, hoje possuo três lojas autorizadas na linhagem automotiva, reconhecidas como as melhores do mercado, as mais procuradas até mesmo por outras similares, que não oferecem os mesmos serviços. A loja de Nova York será a quarta, e a primeira fora da cidade.

Desde então, tenho condições de manter um certo padrão, Leah leva uma vida de luxo, apesar de não gostar de exageros, sempre gostei das coisas mais simples, afinal sou a prova cabal de que dinheiro não compra o essencial, felicidade, pode mobiliar uma casa, mas não pode trazer a paz, o amor, contudo minha estimada esposa parece não se apegar a esses meros detalhes.

Tenho certeza que se não tomar o devido cuidado ela vai comprar uma casa tão luxuosa e tão grande que é capaz de nós mesmo nos perdermos dentro dela, tudo por status, até que por um lado não seria nem tão ruim passar uns dias na mesma casa sem nos encontramos, ter um pouco de descanso de toda sua futilidade.

Tirando a parte financeira que vai muito bem, a pessoal não anda mal, mas também não anda bem, ela apenas segue...Desde os primeiros meses de casamento o amor que sentia por Leah vem diminuindo, juro que no início tentei de tudo para fazer nós dois darmos certo, viver bem e feliz, mas meus esforços foram em vão, a cada dia o amor ia se esvaindo, com as brigas, a descoberta dos defeitos, e hoje não sinto nem um terço do amor que sentia quando éramos noivos. Na verdade o que sinto por ela é carinho, afeto, não é mais amor de homem e mulher, claro que ela é uma mulher linda, desperta desejo em qualquer homem, mas em mim parece não surtir mais efeito.

Muitas vezes até pensei em pedir divórcio, mas acabava por não fazer, sempre pensava em nos dar mais uma chance, ela sempre faz tudo para me agradar, vejo o quanto seu amor por mim ainda esta lá, intacto, a medida que o meu foi se perdendo, e a maneira carinhosa que ela me trata sempre me faz repensar sobre a hipótese da separação. O comodismo me fez chegar onde estou hoje, aturando seus caprichos, e vivendo apenas por viver.

Em dado momento pensamos em termos um filho, que um bebê resolveria nossos problemas, nos faria uma família e seríamos mais felizes, mas infelizmente não conseguimos, após longos meses de tentativas, e após vários exames descobrimos que Leah é estéril, ela ficou acabada, procuramos os melhores médicos, fizemos longos tratamentos, mas sua esterilidade é permanente, então resolvemos seguir a vida sem essa possibilidade.

Por meses ela ficou num estado depressivo, cogitei a possibilidade de adotarmos um bebê, mas ela sempre muito orgulhosa dizia:

“Se não posso ter um filho gerado por mim não quero filho nenhum”

Apoiei sua decisão, mas confesso que a possibilidade de não ter filhos me entristecia, sempre quis ser pai. Muitas vezes via as famílias juntas e tinha inveja, seria algo que nunca iria ter. Nas minhas corridas matinais no parque próximo a nossa casa sempre me pegava invejando a família alheia, as brincadeiras dos pais com os filhos, também gostaria de estar ali com meu filho, com Leah essa possibilidade era impossível, não sei o porquê, mas pensando em família, filhos, me vinha ela em minha mente, Bella.

Anos haviam passado, ela agora devia estar feliz, com seu marido, ou devido a seus problemas deve ter se separado e encontrado o amor junto a outro homem, ter formado uma linda família, lindos filhos, e nesse momento não deve nem mais lembrar do que vivemos, daquela semana que pra mim apesar dos anos que passaram ainda é inesquecível, ainda esta gravada na minha memória, e até em meu coração.

Toda a noite quando fecho meus olhos e entro no mundo dos sonhos é sempre ela que vejo, sonho com nossos momentos juntos, com o som gostoso de sua risada, o toque macio de sua pele, com aqueles olhos tão doces, e por várias vezes sonhei com ela me dando a família que sempre desejei, estava enlouquecendo.

A via em uma linda casa, com aquele sorriso perfeito, brincando com as crianças, enquanto preparava um típico churrasco de domingo, parece piegas, mas muitos dos meus sonhos eram assim, vem do meu sub inconsciente, do sonho de revê-la, de ter feito tudo diferente, ter tido coragem e ter feito uma louca escolha, quem sabe hoje não seria realmente feliz.

Em uma de minhas viagens, após beber mais do que devia, tentando extravasar e esquecer os problemas, acabei topando com uma mulher com algumas características de Bella. Estava bêbado e acabei acordando em sua cama, ela tinha a pele alva, cabelos castanhos avermelhados, mas era só, não era a mulher que realmente desejava. Resultado, enquanto estávamos na cama, acabei chamando a tal mulher várias vezes pelo nome dela, Bella! O verdadeiro nome daquela mulher desconhecida eu não sabia, e sinceramente nem queria saber.

Sei que minha atitude não foi legal, primeiro por dormir com uma pessoa pensando estar com outra, segundo por ter traído Leah. As vezes me sinto meio perdido, querendo encontrá-la a todo custo, ver se tudo continua o mesmo, a paixão, a atração, o desejo, e outras vezes queria esquecer, mas como já percebi que a segunda opção é impossível vivo frustrado, estou casado, mas sem amor, ambos deveriam andar juntos, mas a tempos andam devidamente separados.

Bella

- Daniel, Sarah, o que diabos é isso? – Perguntei, quase histérica, vendo a lambança que estava formada bem no meio da minha cozinha, em apenas 5 minutos de distração enquanto tomava banho havia acontecido aquela “situação”, não pude entender muita coisa, apenas que a cozinha estava toda branca, assim como eles.

— Bolo mamãe – Daniel falou com um sorriso qualificado no mínimo como travesso, dando ênfase aquelas covinhas lindas.

— Aniversario da vovô – Sarah como sempre terminando as frases do irmão.

— Deus, vocês não podiam me esperar sair do banho para me informarem o plano de vocês antes de fazerem essa bagunça? – Perguntei num tom sério, me forçando a não sorrir, porque a cena era trágica só de imaginar o trabalho que ia me dar para limpar tudo, mas também extremamente cômica. Os dois me olharam por longos instantes, perdendo aqueles sorrisos travessos do rosto, já via os biquinhos de choro se formar. E isso emudeceu o meu coração mole de mãe coruja.

- Certo, certo, nada de choro, vamos limpar essa bagunça, depois eu ajudo vocês a prepararem um bolo para o aniversário da vovó – Disse vencida, olhando a bagunça que teria que limpar, eles mesmo sujos de farinha se jogaram em cima de mim, me lambuzando toda, sorri feito boba, mesmo precisando de outro banho urgente, assim como eles.

— Te amo mamãe – Disseram ao mesmo tempo, havia no mundo alguém que não se derretesse ao ouvir isso? Sorri ainda maior, beijando os dois seguidamente, me lambuzando na farinha.

— Mamãe também ama vocês, muito, mas do que tudo – Disse com os olhos rasos d’água, após um tempo abraçados falei – Certo, agora vamos organizar essa bagunça. — Após pegar tudo o que precisava para a limpeza do ambiente, respirei fundo, e mãos a obra, mas antes mesmo que começasse a campainha tocou, era Clair, a babá, felizmente.

— O que houve aqui Bella? Por acaso aqui nevou antes do tempo? – Perguntou encarando toda a bagunça, bufei e apontei o dedo para as duas pessoinhas responsáveis pelo caos.

— Pergunte a eles, os artistas – Disse voltando a pegar a vassoura – Clair por favor leve eles pro banheiro, precisam urgente de um banho, enquanto isso vou dando um jeito em tudo – Disse vencida, ela sorriu.

— Vamos seus pestinhas, marchando pro banheiro – Falou e os dois saíram correndo, gargalhando em diversão, e eu fiquei com a pior parte, mas ainda assim sorri, até me fazendo trabalhar horrores eles eram graciosos.

Desde que nasceram eles são tudo de mais precioso que possuo, são a minha felicidade, as pessoinhas mais importantes do mundo, e não apenas pra mim, mas para seus avós que os mimam até demais e seus tios babões.

Em nenhum momento, até mesmo nos mais difíceis, me arrependi de ter tido eles, e assim que vi seus rostinhos após o parto, eu pude perceber que o amor que sentia por eles era ainda maior. Recordo perfeitamente os meus olhos rasos de lágrimas, transbordando amor, apesar de tão pequeninos já notava os traços do pai, principalmente Daniel, que a cada dia se torna uma pequena miniatura de Jacob, pele morena, olhos estreitos, sorriso encantador, tenho certeza que quando crescer vai arrancar muitos suspiros das meninas, e claro, dar muita dor de cabeça a mãe ciumenta aqui.

Sarah por sua vez não fica atrás, e apesar de serem gêmeos, seus traços são um pouco diferentes do irmão, seus cabelos são negros e lisos como os do pai, nesse momento estão cumpridos, um pouco abaixo do ombrinho, seus lábios são carnudos, mas os olhos são os meus, e o sorriso é igual ao da minha mãe, e isso deixa a dona Renne toda derretida.

É nítido que meus filhos puxaram mais características físicas do pai. Jasper até brinca dizendo que fui apenas uma barriga de aluguel, e apesar de não conhecerem Jacob, pelo que descrevi dele, eles sabem o quanto é gritante as semelhanças físicas com ele.

A escolha do nome teve suas peculiaridades, não sei o porquê, mas a partir do momento que descobri o sexo dos bebês, esses dois nomes vieram em minha mente, num dos muitos sonhos que tive com Jacob. Sarah e Daniel, e ficaram na minha cabeça, não havendo outros mais. Muitos me deram opções de nomes, mas nenhum me agradava, ou eram perfeitos como esses.

Com o passar dos anos todos me faziam a mesma pergunta a respeito do Jacob, caso tenha a oportunidade de vê-lo novamente o que faria? Contaria sobre nossos filhos? Minha resposta era sempre a mesma, “não tenho a mínima ideia”.

Primeiro por que após nosso romance passageiro a quatro anos atrás não nos vimos mais, não podia chegar com uma bomba dessas, filhos, e ainda por cima dois... Rose sempre dizia: “Se você mesma diz que as crianças são a cara dele, porque ele duvidaria? Só se ele for cego.” Sim, esse era um bom ponto, mas ainda assim tenho meus medos e procuro não pensar muito, afinal em quatro anos nunca o vi, nem mesmo de relance pelas ruas.

Acabei a limpeza, tomei um banho, e junto com Clair e os dois pequenos traquinas fizemos o tão aguardado bolo. A noite batemos parabéns para dona Renne, e ela chorou de emoção ao saber da lambança que os netos fizeram na tentativa de ter o bolo da vovó, e nesse clima familiar e gostoso a noite passou rapidamente por entre nossos dedos.

Com meus dois amores na cama, adormecidos, pude respirar tranquilamente, vesti um confortável pijama, me joguei sobre a cama, me aconchegando nos lençóis, e dormi um sono profundo.

Na manhã seguinte acordei revigorada, enquanto Clair e dona Renne não chegavam preparei o café da manhã, e os arrumei para o dia de aula. Ao deixá-los na escola segui para a empresa, que estava muito bem, crescendo consideravelmente, até tínhamos contratado alguns novos funcionários para nos auxiliar principalmente na área de jardins e pequenas reformas, que vem sendo cada vez mais solicitada.

Cheguei a empresa, estacionei meu carro na vaga costumeira, com minhas pastas e esboços dos meus projetos nas mãos subi para o meu andar. Abri a porta da empresa e fui bombardeada por Jasper, louco e eufórico.

— Bella, Belita, anda logo mulher.- Jasper me pegou pelo braço, sem me deixar dar um bom dia decente ao pessoal, e saiu praticamente me arrastando até minha sala.

— Que é isso seu louco? Pra que tanto chilique? Onde é o incêndio? — perguntei me liberando dele, soltando minhas coisas sobre a poltrona, indo sentar em minha cadeira.

— Ei, nada de sentar-se, fique bem linda que temos um cliente muito importante a nossa espera – Falou ainda com euforia, devia ser alguém importante mesmo para ele estar assim, pensei.

— E quem é? Michele Obama? — perguntei cruzando os braços e abrindo um sorriso debochado. Ele rolou os olhos, colocou a mão no quadril e disse.

— Não chega a tanto, ainda, mais é um projeto dos bons. – Concluiu.

— Bom, fico feliz, lhe indique um dos nossos decoradores, ou especialista em paisagismo e reconstrução, um que atenda suas necessidades — disse tranquila, afinal era um procedimento padrão.

— Bella acorda, Darling! Se fosse para qualquer um fazer já tínhamos enviado alguém, ela é cliente vip, veio por indicação da nossa digníssima Tanya Denali, e ela quer a nós usando nossas mãos mágicas em sua nova casa, mas ninguém.

— Ok, vamos lá, onde essa cliente está? – Perguntei concordando, já que ele se referiu a indicação de uma de nossas melhores clientes, não poderia decepcioná-la.

— Está na sala da Rô, como você não havia chegado ela a atendeu – Disse me guiando até a porta.

— Ótimo, vamos lá! – Seguimos até a sala da Rose, bati na porta e assim que ouvimos a afirmativa de Rose, adentramos a sala.

Logo que entrei olhei a silhueta feminina sentada a frente de Rose, de costas para a porta. Rose sorriu ao me ver e disse.

- Veja, a Bella chegou, agora podemos começar a nossa pequena reunião – Disse sorrindo, logo fazendo as devidas apresentações — Bella esta é a senhora Black — ela indicou ficando de pé, me aproximei analisando a linda mulher parada a minha frente. Morena, sorriso bonito, cabelos curtos num corte clássico. Bem vestida, mas um tanto extravagante. Ela pôs-se de pé, estendendo a mão para mim num cumprimento cordial.

— Prazer, sou Leah Black, mas pode me chamar de Leah, detesto ser chamada de senhora. Soa como se eu fosse velha, coisa que não sou, lógico — ela rolou os olhos, e eu apenas assenti.

Ok, a minha primeira opinião sobre ela era, dondoca, fútil, mas até que é simpática, parecia ser uma boa pessoa, com certeza se dará muito bem com Jasper, contudo havia algo nela que me intrigou, não sabia bem o que, talvez o cheiro, seu perfume era adocicado, mas parecia ter um quê a mais misturado a ele, um mais forte, almíscar talvez, não sabia ao certo, então resolvi deixar de mão já que não conseguia identificar, então estiquei minha mão aceitando a sua.

— O prazer é todo meu Leah, me chamo Isabella Swan, mas pode me chamar de Bella, como todos fazem– Disse e todos nos sentamos para ouvir o que a simpática e pomposa perua rica queria de nós.

Notas finais
N/Cléa: Bella é mãe de dois filhos, duas pequenas copias de Jacob, e apesar do tempo ainda pensa nele frequentemente.
Jacob não é feliz no casamento, não há mais amor entre ele e Leah, com o casamento veio o desgaste, os defeitos do outro se tornaram insuportáveis e ele apenas leva o casamento como pode.
Ainda é apaixonado por Bella, pensa nela muitas vezes, e nas possibilidades que teria se tivesse tido a coragem de ficar com ela e jogar seu casamento para o ar...até trair a Leah já traiu por pensar em Bella, a situação dele é complicada.
E eis que o destino resolveu brincar um pouco mais com a vida dos nossos personagens, trazendo Jacob e Leah para Nova York, e fazendo Leah estar bem a frente de Bella como sua mais nova cliente.
O que o destino reserva para todos eles? É o grande X da questão, e aos poucos vamos desvendando.
Amores, muito obrigado a todos que estão acompanhado a história.
Reviews? Indicações?
Bjs e até o prox. cap.
(...)
N/Aloenne: Olá meninas!
Após alguns anos, Jacob está casado com Leah e a cada dia q passa, está mais irritado com toda a sua futilidade. O casal foi morar em Noa Iorque, afinal a vida financeira do moreno prosperou consideravelmente, contudo ele está certo q o dinheiro pode comprar tudo, exceto paz, tranquilidade, amor...
Olha, alguém aqui conseguiu não se apaixonar por Daniel e Sarah? Nossa, adoro esses dois, são tão fofos! E Bella quanto está com eles, está em êxtase, afinal são seus dois tesouros, dois pedacinhos do Jacob!
O destino as vezes pode ser cruel não é mesmo? Tanta gente pra procurar os serviços da Bella e tinha q ser logo a perua Black? Ai, ai, ai...
Meninas, continuem apoiando essa fic q é divina, é um capítulo melhor q o outro!
Grande bj e logo tem mais.