Encontrando o Amor
37 Capítulo Trinta e Sete - Final
Notas iniciais

Três meses depois ...
Rick
Se eu fosse um homem normal, eu não teria aceitado morar com minha ex-namorada que claramente ainda amo e desejo. Só que sou masoquista. E idiota.
Carla e Jonathan tiveram a “brilhante” ideia de enganar Kyara e eu a morar juntos já que coincidentemente escolhemos a mesma universidade, e eles planejaram bem mesmo. Por que eu estava esperando morar com outro cara e de repente me surge Kyra na minha frente.
As aulas já começaram faz um mês, e estou amando e odiando cada momento de ser um universitário, amando porque faço o que amo, as pessoas que estudo são ótimas, os professores excelentes e odiando por que não paro de estudar. Quando não estou estudando, estou fugindo de Kyara. Quando prometemos não interferir um na vida do outro, eu estava disposto a cumprir. Só que eu não aguento mais me segurar em relação a ela, que há dois meses cismou que quer voltar e me provoca o tempo todo. Quando não são as camisolas, shorts, regatas é ela me provocando com um dos seus amigos ridículos do seu curso.
Então minha maneira de fuga é ser o primeiro a sair e ultimo a chegar em casa, agora mesmo estou indo pra casa e são 00h00. Assim que abro a porta, acendo a luz e deixo minhas chaves na vasilha ao lado, vou até a geladeira e pego um pouco de água e vou andando para o meu quarto, assim que passo em frente ao quarto de Kyara, ouço um soluço e automaticamente me aproximo da porta.
— [...] realmente acabou, mãe. Ele foge de mim o tempo todo, me ignora e eu me sinto uma idiota depois de fazer tudo para chamar a atenção dele. – ela fica em silencio, e então continua. – Eu sei, e eu ainda o amo muito. Só que já me organizei e arrumei um dormitório, vou embora amanhã de tarde.
Assim que a ouço dizer isso, meu coração se aperta e sinto uma falta de ar. É nessa hora que algo estala em minha mente e eu percebo a burrada que venho fazendo. E tudo por medo, depois que perdi minha mãe algo dentro de mim se rompeu e logo depois veio o acidente de Kyara, quase a perdi também. As duas pessoas que mais me importava se machucou por minha causa, minha mãe passou mal e eu não estava com ela. Kyara se distraiu e foi atropelada por que terminei e lhe disse coisas horríveis.
— [...] Eu realmente pensei que iriamos ficar juntos, mas parece que só eu queria isso. – ela diz chamando minha atenção novamente.
Vou ao meu quarto deixar minhas coisas, e espero um tempo para ela terminar a ligação. Ouvi de Kyara me fez perceber que estou apenas segurando o que mais quero e desejo. Nosso destino é ficar juntos, e tomarei uma atitude quanto a isso.
•
Quando não ouço mais nada vindo do quarto de Kyara, vou até lá e bato na porta. Torço para que ela não finja que está dormindo, e me deixe entrar. Bato mais algumas vezes e quando vou abrir a porta, ela a abre e me olha.
— Por que está me chamando a essa hora? – ela pergunta ríspida, mas vejo o inchaço em seus olhos.
— Acho que precisamos conversar. – eu simplesmente digo.
— Pode ser amanhã? – ela pergunta.
— Você sabe que não. – eu respondo, eu tenho minhas aulas na parte da manhã e ela pretendia ir embora sem nem me falar.
— Entra. – ela resmunga.
— Olha, eu nunca fui de meias palavras e você sabe. O que acontece é que eu ainda sou completamente apaixonado por você. E fingir que não estou morando com você é ridículo e patético. Eu sou covarde quando se trata de ser feliz, não estou acostumado com a felicidade, e então você surgiu e eu me sentia leve e feliz sempre. Quando minha mãe se foi, parece que o pequeno pedaço de mim que era feliz se foi e se partiu, então sabotei o nosso namoro para poder ser miserável de uma vez por todas e...
— Rick ...
— Não, Kyara. Deixe-me terminar, você me faz feliz. Você é a pessoa que mais amo, e eu não vou permitir que vá embora por que tenho medo de não ser o suficiente para você. – digo e então me aproximo dela e a puxo para meus braços. – Você é minha e eu sou teu. E não deixarei isso mudar nunca, pois nunca imaginei que viveria algo que se tornasse tão profundo como são os meus sentimentos por você. Eu te amo, Keller.
Assim que termino de falar e nós ficamos ali abraçados, nos olhando e então uma lagrima escorre do rosto dela e eu a limpo beijando sua face continuo distribuindo beijos em seu rosto e então capturo sua boca em um beijo apaixonado.
Kyara
Deslizo a mão sobre as costas de seu couro cabeludo, e deslizo meus dedos pelo seu cabelo que cresceu nos últimos tempos. Quando os nossos olhos se encontram eu puxo sua cabeça para baixo, e nossos lábios se encontram em outro beijo leve. Nenhuma língua. Nenhuma urgência. Como se tivéssemos todo o tempo do mundo para explorar o que sentimos um pelo outro. Afasto-me lentamente, e encontro seus olhos e seu olhar contém tanto calor cru e palpável que assusta um suspiro fora de mim. E a próxima coisa que sei é que sua boca cai sobre a minha outra vez, e é pura fome.
Meu coração está batendo muito rápido. Santo inferno, eu estou incrivelmente ligada. Assim como ele — sinto a prova disso quando ele agarra minha bunda e me puxa contra ele, moendo nossas partes inferiores juntas. E então ele enterra o rosto no meu pescoço e acaricia-o com suaves beijos de boca aberta que deixam um rastro de arrepios.
— Eu senti tanto sua falta, do seu cheiro, do seu toque. – ele diz. Eu estou incomodada e ansiosa demais, e então eu tiro sua camisa e varro minhas palmas das mãos sobre barriga desnuda.
Ele faz um barulho rouco e enfia os dedos no meu cabelo, me olhando com os olhos cheios de amor e algo mais enquanto acaricio seu peito. Traço cada gomo esculpido com meu dedo indicador, e então capturo um mamilo plano e o aperto. Ele engasga sua respiração ficando mais rápida. Seus lábios encontram meu pescoço novamente. Com dedos hábeis ele trabalha o material da minha camisa para cima e a puxa sobre minha cabeça, prazer inflama dentro de mim quando ele segura meus seios. Ele varre os polegares sobre os meus mamilos e geme baixinho.
— Você não sabe o quanto eu senti saudades te tocar assim novamente. – ele fala roucamente. Minha cabeça cai para o lado, e ele aproveita e lambe um caminho do meu pescoço para o meu ouvido. Ele suga leve o lóbulo e eu inclino-me contra seu peito quente, perdendo-me na sensação. Rick continua provocando meus mamilos, mas usa apenas as pontas dos dedos. Ele mal está fazendo contato, e meus mamilos apertam dolorosamente toda vez que ele passa as pontas dos dedos fantasmas sobre eles. Ele abaixa sua cabeça, e eu grito quando ele passa rapidamente a língua sobre o meu mamilo direito. Depois dessa tortuosa não atenção, a lambida firme e decidida que ele me dá é como um choque elétrico através do meu corpo. E então ele continua. Pelo menos com a parte de sucção. Ele fecha os lábios em torno do pico duro e o puxa em sua boca quente e molhada.
— Oh merda. – eu suspiro.
— É bom? — Sua respiração faz cócegas nos meus seios enquanto ele beija seu caminho para o meu outro mamilo.
— Mmm-hmmm.
— Deixa você molhada?
Murmuro algo ininteligível, porque ele está lambendo círculos brincalhões ao redor do meu mamilo e eu já não me lembro de como criar palavras com a minha boca.
— O que você disse? – ele brinca. Mais sons saem. "Mmrrmblergh."
— Ok, então. Acho que vou ter que descobrir por mim mesmo. – Rick diz rindo, então conecta as duas mãos sob a minha cintura e puxa meus shorts para baixo junto com a calcinha. Depois que eu as chuto fora, ele não perde tempo trazendo a mão entre minhas pernas.
Não espero quando ele desliza dois dedos dentro de mim.
— Oh meu Deus. – eu gemo. – parece que faz uma eternidade desde a ultima vez que ele me tocou. A onda de prazer quase me derruba, quando ele nos deita na cama.
Algumas horas depois, desperto e me assusto ao ver Rick acordado e olhando para mim.
— Eu que sou conhecida por te observar dormindo. – eu digo, me aconchegando ainda mais a ele.
— Fiquei com medo de que não fosse real. – ele responde simplesmente.
— Isso é real. – eu simplesmente digo. – Será que teremos nosso para sempre?
— Eu te prometo que teremos, por que eu não sei o que seria minha vida sem você, Kyara Keller.
— Eu também não saberia o que é se sentir completa se não fosse por você, Ricardo Becker.
— Eu te amo, baby. – ele suspira enquanto me dá um beijo na testa. Aconchegamo-nos e adormecemos, pois ainda temos muito tempo pela frente para continuar escrevendo nossa história.
FIM
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