Encanto Árabe
7 A viagem
Notas iniciais
Povs Edward...
Eu era um sheik Árabe, governante do Catar. Mas, na última hora não agia com a racionalidade e a paciência costumeira. Bella Swan me tirava a sanidade com sua recusa e sua auto-suficiência de mulher ocidental. Ela acha mesmo que não falava sério sobre o casamento ou sobre o fato de termos filhos? Ela acreditava realmente que brincara ao dizer que a farei minha rainha? Talvez se me conhecesse melhor saberia que um árabe nunca voltava atrás em sua palavra e que nunca desistia fácil do que quer. E eu quero essa mulher sem dúvida, w 'ana ln tatakhalla hatta yanjah. (e não vou desistir até conseguir)
Minha família estranhará pelo fato dela não ser de nossa terra. Porém, terão que se conformar. Como filho único do sultão Carlisle tenho o direito de escolher qualquer esposa. E será essa doce, linda e temperamental mulher. Por isso a levei até o quarto de minha suíte... na esperança de lhe seduzir e lhe mostrar todo o prazer que serei capaz de lhe proporcionar. Entretanto, ela insistia no seu discurso de sempre. Que estava ali a negócios, que nunca se casaria comigo... E ainda teve a ligação que atendeu... Era um homem, com certeza seu chefe. Wa'awwal marrat kunt ghuyur, (pela primeira vez tive ciúmes) e uma grande vontade de tirar o aparelho de sua mão e quebrar em mil pedaços.
Mas, preferi me acalmar. A toquei, rasguei sua meia louco de vontade de tocar a pele suave de suas pernas torneadas sem nenhuma barreira. Muaqqafi ghadab laha. (minha atitude a enfureceu) Bella se jogou contra mim disposta a me machucar com as mãos e as unhas. A segurei a tempo e caímos no chão. Fiquei por cima dela e prendi suas mãos acima da cabeça.
– Me solta! Sai de cima de mim.
Ela ficou ainda mais irresistível ali embaixo de mim. O rosto rosado, o peito arfante. Deus... wakanat 'iilhat kamila. (ela era uma completa deusa)
– A tenho exatamente onde quero. Porém, não seria melhor fazermos isso na cama, makaki. (meu anjo)
– Tente pra ver!
Ela tentou me acertar com as pernas, mas me pus entre elas e sua saia subiu... Sim, era uma visão puramente erótica. Bella se contorceu, todavia, tremia também e podia jurar que estava excitada. Meu corpo reagiu na hora e meu membro endureceu.
– Quando sair daqui... Vou a polícia e...
Sua voz estava baixa e aguda.
– E dirá o que? Tudo que fiz até agora foi rasgar sua meia, lm yakun dhillak? (não foi)
Acariciei a perna com a meia rasgada e Bella arfou.
– Está me assediando... E sabe disso... Além do mais não me deixa sair.
Minha voz saiu rouca agora.
– Fala isso pelo beijo, pela meia rasgada... Ou por a estar prendendo embaixo de mim, baladay jaria? (minha odalisca)
– Por tudo... por tudo, droga!
Olhei pros seus seios empinados dentro da blusa. Fiquei a um passo de rasgar o tecido e desnudar aqueles montes cremosos e levá — los a minha boca.
– Estou falando sério quando digo que quero que seja minha rainha. E não vou desistir, entendeu, easal? (doçura)
– Eu também não vou desistir... Até que entenda que estou aqui apenas pra fechar um contrato.
Pelo visto salvar sua empresa era quase "uma obsessão" pra ela e formei um plano em minha mente, mas antes precisava lhe tocar um pouco mais. Enclinei meu corpo pra frente, cheirando seu pescoço e cabelos. Bella se debateu ainda mais.
– Para! Me deixa em paz! Seu sheik estúpido!
Deus... Que língua afiada! Era impossivel ficar ainda mais excitado, entretando, eu fiquei. E sussurei dominado pelo desejo.
– Quero... Lhe tocar entre as pernas.
– Não... Eu não quero.
Mas o modo como respirava e o modo como se mexia dizia outra coisa. Liberei suas mãos, me afastei um pouco, abri suas pernas e vi sua pequena vagina coberta pelo tecido branco da calcinha. Bella ficou imóvel, apenas respirava rapidamente e tinha o rosto corado e o olhar vidrado nos meus movimentos.
– Por favor... Só me deixe ir embora.
– Quer mesmo ir, zahrati? (minha flor)
Não... Ela não queria. O desejo que sentia era tão grande e tão intenso quanto o meu. Porém, uma batida na porta cortou a magia. Bella se debateu novamente e conseguiu se libertar e correu pro outro lado do quarto. E fui tomado pela irritação. Quem quer que fosse não poderia ter escolhido uma pior hora pra aparecer. E falei sem abrir a porta.
– Min hw? (quem é)
– li ya mawlay. (sou eu, alteza) O Seth. Só vim lhe aviar que seu avião já está pronto e partirá em meia hora como o esperado.
Havia esquecido totalmente que ainda hoje voltaria pra casa. Bella me fez esquecer de tudo. E essa viagem veio no melhor momento. Só precisava convencer minha linda americana a embarcar e já sabia como. Então, dei um sorriso lento.
– Está bem, Seth. yumkinuk aldhdhahab. (Pode ir)
– Tamamaan ya mawlay. (perfeitamente, alteza)
Olhei pra Bella que havia ajeitado sua roupa o melhor que pode. Porém, a roupa amassada e os cabelos desalinhados a deixavam ainda mais linda e sexy.
– Mandarei lhe trazer roupa e meias novas, pegaremos o avião em meia hora.
Ela me olhou com ceticismo.
– Como é? Não vou a lugar nenhum com o senhor.
Então dei a grande cartada.
– Pelo visto não quer salvar sua empresa, eatifa? (carinho)
Seus olhos se iluminaram com esperança.
– Quer dizer... que pensa em reconsiderar e nos dar uma chance?
– Viaje comigo e verei o que posso fazer.
Seu olhar agora ficou desconfiado.
– Viajar pra onde? O que realmente quer de mim?
Dei um riso rouco.
– Não pretendo tomar nada que não queira me dar livremente, isso eu lhe asseguro, baluday almalkat. (minha rainha)
Ela enrubesceu e mordeu os lábios.
– Só quero lhe mostrar que falo sério nas coisas que disse antes.
– Alteza, eu...
– Sei o que vai dizer, mas pense bem. Estou lhe dando uma chance de salvar sua empresa. Basta que aceite viajar comigo.
Bella franziu o cenho completamente em dúvida.
– Se eu aceitar... Promete mesmo que não me forçará a nada?
– Se não sabe poderia ter feito isso a alguns minutos atrás... malaki. (anjo)
Sim... Quando a tive embaixo de mim poderia ter rasgado sua calcinha e mergulhado no seu interior. E mesmo que negue podia jurar que Bella adoraria. Ela deu um suspiro profundo antes de responder.
– Eu... está bem, Sheik. Pra onde vamos?
– Pra minha casa, pro meu país, o Catar, wabitabieat alhal! (é claro)
Bella focou pálida e pensei que fosse desmaiar.
– Pra onde?
Continua...
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