Encanto Árabe

3 Tom imperioso


Notas iniciais
Ai deus! Segundo Cap... O homem vem ai. Preparadas? Boa leitura!!!

Povs Edward...

Vancouver, Canadá. The Sutton Place Hotel. 18:45 final da tarde.

Estava na ampla e luxuosa suíte do meu quarto, sentado na cara mesa de mogno que havia ali e digitando em meu notebook. Vim a Vancouver a negócios. Como príncipe do Catar e filho único do grande Sultão Carlisle Cullen, cabia a mim agora administrar as empresas de exploração de petróleo que meu pai tinha pelo mundo. Meu secretário pessoal Seth Clearwater, estava sentado em uma poltrona de couro que ficava no canto oposto a mim, lendo um jornal.
Seth era Árabe, muito bem treinado e qualificado, e cabia a ele administrar tudo o que envolvia a minha segurança. Que ia desde inspecionar a minha comida, até os seguranças que me cercavam. Em meu país se um secretário falhasse em suas funções pagaria com a própria vida. Havia um segurança que guardava a porta pelo lado de dentro, dois do lado de fora e muitos outros espalhados pelo hotel. Todos Árabes também, altamente treinados e qualificados pra que nenhuma ameaça pairasse sobre mim.
Houve duas batidas na porta, e quando Seth a abriu um homem uniformizado empurrou um carrinho que continha várias travessas, era o meu jantar. Ele provou cada prato, como era sua função em seguida dispensou o homem que parecia intimidado ao ver tantos seguranças. Ele se aproximou de mim com uma leve mesura.
– Posso mandar servir o jantar, sumuww? (alteza)
Fiz um leve sinal positivo com os dedos. Em seguida três mulheres entraram, também uniformizadas e serviram a comida em uma sala de jantar que ficava um pouco a frente de onde estava, a vista dali era linda. Comi calmamente, enquanto Seth estava em um canto, em pé. Sempre solicito.
– Mais suco, sayidi? (meu senhor)
Nós árabes não bebiamos álcool.
– Nem. (sim)
Não era o costume um Sheik agradecer a um empregado. E dificilmente pedia algo também. Os funcionários tinham que saber exatamente o que queríamos. E tinham que sentir um imenso orgulho em nos servir. Ainda que seguisse a risca todas as tradições, já quebrei alguns costumes.
Como estudar no ocidente, por exemplo. Meu pai foi totalmente contra na época, mais precisava saber como as pessoas vivam do outro lado do mundo, e no que elas eram diferentes de nós e assim fiz duas faculdades: administração e advocacia. Aprendi seis línguas e conheci a maioria dos países existentes no mundo. E as mulheres... Sim... As mulheres acidentais eram muito diferente das nossas.
Elas trabalhavam, faziam sexo livremente... Isso eu achava um absurdo. A mulher tinha apenas que ter um homem pra si e cuidar dele. Sempre fui contra os haréns, outra coisa que discordei de meu pai, já que ele mantém o seu até hoje. No entanto, ainda acho que uma mulher deve pertencer ao seu marido, ser amada e protegida por ele, dar e receber muito prazer. Porém, não pretendo ter um casamento arranjado, outro ponto que deixa meu pai furioso. Se um dia chegar a me casar... Será por amor.
É claro que o modo livre como as ocidentais vem a vida tem suas vantagens. E como adoro sexo... Sim, já tive muito prazer com as mulheres que conheci pelo mundo, no entanto, nenhuma delas alcançou meu coração. Assim que terminei o jantar fui até a sala onde meu chá foi servido. A bebida verde e servida bem quente era outra tradição em meu país. O telefone que ficava no quarto tocou e Seth atendeu. Era meu assessor Felix e gostaria de marcar uma reunião comigo e combinamos um almoço no dia seguinte.
Meu carro blindado chegou ao restaurante por volta de 12:30. Os seguranças ficaram do lado de fora. Seth entrou comigo e o metre nos conduziu a mesa reservada. E Felix apareceu logo em seguida.
– É um prazer vê — lo, alteza.
Apertamos as mãos, pois Felix era americano.
– Kayf halik? (Como está) Soube que tem uma importante proposta pra mim.
– Sim, a empresa "Status Mcfil" entrou em contato comigo e gostariam de um contrato. E lhe ofereceram 45% dos lucros.
Ele me passou o papel que continha os detalhes e franzi o cenho.
– Mas, é uma empresa americana. Lla tajeal alssafaqat fi 'amrika. (não faço acordos na américa)
– Eu sei disso, senhor. Porém, a proposta é muito vantajosa. Já fiz os cálculos... Num contrato usual o senhor só lucraria 25%
Por que sentia que havia algo mais? Isso soava estranho... vantagens demais. Meu pai fez acordos na américa no passado e só perdeu dinheiro.
– Tem algo mais que queira me dizer, Felix?
– A impresa anda com algumas dificuldades financeiras, alteza. Porém, tem um nome limpo e muita credibilidade no mercado, pois já investiguei tudo.
O que? Uma empresa falida? Ele quer que eu feche contrato com uma empresa dessas? hasal 'an takun tamzah. (ele só pode estar brincando)
– Sou formado em advocacia e apesar das vantagens... Essa proposta não me interessa. Ainda mais uma empresa que perde mais do que lucra.
– Entendo, alteza. Acontece que já estão mandando um representante amanhã. E gostariam de qualquer forma de lhe explicar os detalhes o contrato. Quem sabe não pode mudar de idéia?
Acho difícil. Preferia o mercado europeu. As empresas eram mais fortes lá, mais sólidas. Não costumava correr riscos desnecessários ainda que tivesse mais lucro. Quem me garante que me ligar a uma empresa quase falida não me traria problemas depois? Sim... Com certeza traria muitos problemas. Mas, se eles preferiam levar um "não" pessoalmente, não lhes pegaria isso.
– Hasanana. (está bem) Mande o representante deles me procurar no hotel, sa'akun fi aintizar. (eu estarei esperando)
E almoçamos logo após encerramos o assunto. No dia seguinte a tarde estava no saguão reservado do hotel. E uma cena curiosa chamou minha atenção. Seth vinha andando com passos apressados e parecia irritado. E uma moça vinha atrás dele tentando chamar sua atenção, mas, era ignorada. E quando me encontrou, ele disparou.
– Fomos enganados, alteza. a representante deles é uma mulher, walllah! (por deus) Isso é uma ofensa.
A mulher parou tomando fôlego, imagino que não foi fácil acompanhar Seth. Nos encaramos e por alguns segundos ignorei tudo a minha volta. Seus olhos eram lindos, profundos, sua boca rosada, carnuda. Seus cabelos longos com leves ondas na ponta. Usava um terninho discreto, azul com meias e sapatos pretos. Era pequena, porém com curvas generosas. A roupa lhe dava um ar elegante, e sensual. Ela me encarava de volta num misto de admiração e surpresa. E a voz de Seth me trouxe de volta.
– La taqalliqe ya sayde. (não se preocupe, senhor) Mandarei os seguranças a tirarem daqui agora mesmo. Onde já se viu uma mulher tratar de negócios? Com quem eles pensam que estão lidando?
Os dois seguranças se aproximaram dela.
– Não! Por favor, alteza. Me dê uma chance, sei que posso convencê — lo a contratar conosco.
Ela era linda, sexy, mas, quando se tratava de negócios ainda era conservador, mesmo quando recusaria o contrato, como agora. E no meu país... Mulheres não tratavam de tais assuntos... Suas funções eram outras. Os seguranças a agarraram pelos braços, a moça se debateu com valentia.
– Sou advogada, senhor Cullen e ajudei a redigir o contrato. Garanto que é a melhor proposta que teve nas mãos, por favor. Me escute.
– 'Ashukk ya zahrat. (duvido, minha flor) Sua empresa está praticamente falida, não sou um homem tolo. Vantagens demais... E problemas demais, com certeza. Wa'iilaa janb kl amra'at... (além de tudo é uma mulher) E a única função de uma mulher é dar prazer a um homem. O mundo dos negócios não competem a vocês.
Ela ficou furiosa e disparou.
– Pode achar que é o dono do mundo com seus bilhões no banco, e seus poços de petróleo. Só que não sabe nada sobre a realidade e pessoas que precisam trabalhar pra sobreviver, só se preucupada com seu "mundo perfeito". Não passa de um babaca machista!
E um silêncio constrangedor se espalhou no ar com suas palavras duras. Os seguranças arregalaram os olhos, Seth escancarou a boca. Nunca na minha vida alguém falou daquele jeito comigo, sempre fui bajulado, temido e obedecido. Ela parecia uma rainha agora com o nariz em pé e com os olhos desafiadores. Uma mulher com uma personalidade dessa em meu país... Wade alrrakbatayn alssultan. (colocaria um sultão de joelhos)
Todos esperavam uma reação ríspida, sem dúvida. No entanto, sua valentia só despertou meu interesse e meu desejo também. E meu sangue esquentou e senti um formigamento na virilha. E nunca uma mulher antes me causou tal efeito. Dei um sorriso lento, sensual e a vi morder os lábios enrubescendo e disse num tom imperioso:
– Naze min alkhitaf alfatat ealaa alfawr! (soltem a moça, imediatamente)

Continua...

Notas finais
Hum... Mais um Cap relâmpago, gostaram? Uau! A Bella enfrentou o gostosão Árabe... Ai deus! Que calor! Que homem é esse jesuuuuuuuus!!!!!??? E o próx. Cap vai pegar fogo, então preparem - se pra perder as calcinhas, KKKKKKK!!!! A resposta da enquete passada foi a letra A, acertaram? Promo!!! Vcs vão decidir quando vai querer que o próx. Cap seja postado, ok! Basta seguir as regras abaixo: A) Quero que o próx. Cap seja postado apenas na semana que vem. ( RECOMENDEM A FIC UMA VEZ) B) Quero que o próx. Cap seja postado na quinta feira dia 24. ( RECOMENDEM A FIC 3 VEZES) Vamos lá, gente!! Agora vcs decidem!!! Tenho uma ótima notícia! Adivinhem? Consegui uma pessoa pra me ajudar a postar as FICS. Sabe o que isso quer dizer? Que mais uma fic novinha será postada ainda hoje. Não percam! BEIJOCAS!!!