Notas iniciais
Adivinha quem ta de volta!?!? isso mesmo, euzinha haha então, prometi que ia ter uma segunda parte aqui estamos nós. Antes de começar essa segunda parte queria deixar claro que vou introduzir personagens novos, mas não vou seguir o desenrolar da serie não, eles vão seguir meus propósitos aqui, ok?

Emma se revirou na cama e deu de cara com Regina, ela demorou um segundo pra entender onde estava, então quando se deu conta sorriu. A rainha ainda dormia e a xerife apenas a observou por um tempo. A loira tinha adormecido da cama da prefeita, as duas tinham adormecido, a noite passada ainda parecia um sonho pra Emma, tudo que tinha acontecido era surreal demais, estavam mesmo juntas, ninguém estava tentando as separar agora, podiam ser felizes.

A xerife levantou da cama, ainda sem tirar os olhos de Regina, ela devia parecer desconfortável já que havia caído no sono completamente vestida, mas ela não parecia, na verdade parecia em paz, como nunca estivera antes.

– Você não está fugindo, está Swan? – Regina disse com a voz rouca.

– Por que eu fugiria, se tenho tudo que preciso aqui. – Emma voltou rapidamente pra cama e tomou Regina em seus braços, beijando-a. – Bom dia. – Sussurrou contra seus lábios.

– Gosto da ideia de acordar com seus beijos de bom dia todos os dias.

– Você quer mesmo que eu fique vivendo aqui?

– Você não quer ficar?

– Claro que quero... é tudo que mais quero, mas... tenho medo que você enjoe de mim.

– É, você tem razão, tinha esquecido do quanto você é irritante. – Regina sorriu. – acho que vou mesmo enjoar de você rapidinho.

Emma também sorriu, mas depois ficou seria. – Eu falo serio. Não quero apressar nada, não quero fazer nada errado.

– Hum... por isso você... hum...se comportou tão bem ontem?

Emma mordeu o lábio. – Você queria que eu não me comportasse?

– Não sei...

– Eu não tentei nada, porque você não tentou nada... eu achei que era cedo.

– Talvez seja, não sei... isso é complicado.

– Eu nunca fiz isso... bom, não com outra mulher...

Regina afundou o rosto no travesseiro. – Podemos só não ter mais essa conversa, isso é estranho...

Emma sorriu e fez Regina se virar para ela. – Você ta mesmo ficando vermelha? Não achei que isso era possível.

– Emma, por favor... podemos só deixar que aconteça naturalmente. Vamos só parar de pensar sobre isso.

– Vai ser meio difícil, sendo que vou estar na mesma cama que você todos os dias.

– Nós vamos dar um jeito nisso.

– Dar um jeito? É assim que estão chamando agora? – As duas começaram a sorrir.

– Idiota.

– Esse vai ser o jeito carinhoso que vai me chamar quando eu estiver dando um jeito em você? – O ar de divertimento tinha deixando totalmente o rosto da loira, ela se colocou sobre a rainha, prendendo os pulsos dela contra a cama.

– Emma... – Regina encarou a xerife, que tinha o rosto acima do seu, os fios dourados caiam dos dois lados formando uma cortina em volta delas.

– O que...? – Emma arrastou seus lábios pelos da morena. – rápido demais?

– Não... – Regina tinha a respiração pesada. Ela se permitiu tocar Emma, suas mãos deslizaram pela cintura da loira e por suas pernas, apalpando-a e puxando-a para mais junto de si.

A xerife tomou isso como um incentivo, ela se afastou ficando sentada sobre o ventre de Regina, e encarou a morena enquanto se livrava de sua própria camiseta. A rainha observava tudo com cuidado, não queria perder nenhum detalhe.

– Devo continuar? – Emma disse erguendo a sobrancelha.

– Por favor. – Regina mordeu o lábio.

Emma alcançou o feixe de seu sutiã e logo ele estava fora do caminho. Ela sentiu Regina respirar profundamente embaixo dela.

– Você é... perfeita... tão perfeita. – Regina se inclinou, traçando o abdômen da loira com a ponta dos dedos, de baixo para cima, ate alcançar os seios dela. Por um segundo a rainha se deteve, mas então os segurou firmemente, massageando-os.

Emma ofegou quando sentiu a morena puxar seu corpo contra o dela. Logo Regina estava sentada com Emma sobre ela, as pernas da loira em volta da sua cintura. As duas se encararam por um tempo que pareceu muito longo e então selaram os lábios com um beijo, que Regina desceu pelo rosto e pescoço de Emma, ate chegar aos seus seios.

Os lábios da morena eram quentes contra a pele da loira, que agora repirava com dificuldade. Regina podia nunca ter feito aquilo, mas com toda certeza sabia exatamente o que estava fazendo. – Regina...

– Mãe! – A voz de Henry veio da porta de entrada. Emma pulou da cama tão rápido quanto foi humanamente possível.

– Você ter que sair daqui. – Regina também já estava de pé.

Emma pegou suas roupas e encarou o quarto sem saída. – Agora! – Regina disse ao ouvir os passos do garoto pela escada.

– Espero não parar em nenhum lugar estranho. – Emma disse antes de desaparecer em uma nuvem de fumaça dourada.

– Ei, ai está você! – Henry disse entrando no quarto. – Pensei que ainda estivesse dormindo.

– O que faz aqui? – Regina disse ainda desconcertada.

– Hoje é sábado, sempre tomamos café da manhã juntos no Granny’s.

– Hum... claro... você pode me dar só um minuto pra eu terminar de me arrumar?

– Claro. – Henry disse começando a sair do quarto e então se deteve. – Você se importa se eu chamar minha mãe? – disse já tirando o celular do bolso e ligando pra Emma.

– Não. – Regina disse antes de conseguir se dar conta de que o celular de Emma estava em sua mesa de cabeceira.

Henry e Regina encararam o aparelho tocando sobre a mesa. – Por que o telefone da minha mãe está com você?

– Henry... – Emma apareceu atrás do garoto. – temos que conversar.

***

– Acho que ele reagiu bem. – Emma disse sorrindo e encarando o filho que estava há alguns metros de distancia conversando com Ruby no balcão do Grannys.

– Bem demais, você não acha? Ele nem pareceu se abalar.

– E isso não é bom?

– É, mas só não achei que seria fácil assim. As coisas nunca são fáceis assim, não pra nós.

Emma tomou a mão de Regina com a sua. – Talvez agora sejam, porque esse é o nosso final feliz, as coisas sempre dão certo no final, não é o que dizem?

– É, talvez.

– Então... – Henry disse se juntando a elas. – nós vamos morar com a minha mãe agora? – Encarou Emma em expectativa.

– Bom, eu convidei Emma pra ficar com a gente. Você se importa?

– Se eu me importo de ter minhas mães na mesma casa? Claro que não. Vocês não estão meio que namorando? Então faz sentido vocês morarem juntas.

– Você realmente não acha isso estranho? – Foi Emma quem perguntou.

– Mãe... – Disse encarando Emma e depois Regina. – Eu amos vocês duas, você duas me amam. Como o fato de vocês se amarem poderia ser estranho? Eu... gosto de ter você duas juntas... não importa o que os outros vão dizer ou pensar, pra mim vocês juntas parece... certo. Sempre quis que as duas tivessem seus finais felizes e se esse final feliz é um só então ótimo. Eu passei por muita coisa nesses últimos anos, vocês também, nós crescemos como uma família e famílias devem ficar juntas.

– Henry, desde quando você ficou tão esperto garoto? – Emma disse com lagrimas nos olhos.

– Eu não sou mais aquele garotinho que bateu na sua porta mãe.

– Não, não é. – Emma tocou o rosto do filho.

– E não sou mais aquele garotinho que fugia de você porque não entendia as coisas. – Seus olhos encontraram os de Regina. – Eu amo vocês. – Henry colocou a mão sobre as mãos de Emma e Regina que estavam juntas. – e amo mais ainda vocês juntas.

***

– Nosso filho cresceu tanto. – Regina disse se juntando a Emma em sua cama.

– Ele é um bom garoto.

– Fizemos um bom trabalho. – Regina sorriu e descansou o rosto sobre o peito de Emma. Era seu novo lugar preferido no mundo.

– Fizemos, mesmo em meio a toda essa loucura que é nossa vida.

– É bom ter um pouco de paz pra variar.

–Mas o melhor de tudo é ter você aqui comigo. – Emma envolvei Regina em seus braços. – Prometa que não vai a lugar algum.

– Pra onde eu iria, amor?

– Não sei, só prometa.

– Você não precisa ter medo de me perder Emma, não vou a lugar algum. Mas se faz você ficar tranquila, eu prometo.

– Ótimo. – A voz de Emma era só um sussurro.

– Você está cansada?

– Por que?

– Porque... bom, eu pensei em continuar de onde paramos de manhã.

Emma sorriu. – Eu estava contando com você dizer isso.

***

A cidade estava silenciosa, era quase meia noite quando o carro desconhecido cruzou a entrada de Storybrooke, a mulher morena dirigia rápido, parecia saber exatamente pra onde ir e o que procurar.

Notas finais
Então, gostaram da minha volta? haha justo no dia das bruxas em homenagem a regina heuheu mentira, to enrolando a semana toda pra postar esse capitulo, mas esperam que tenham gostado, me deixem saber :D PS: Quem acertar quem é a mulher misteriosa ganha um beijo! mentira não ganha nada não haha