Algo se perdeu no caminho

Algo que jamais voltará

Pois o vento há muito carregou os restos

Onde o amor não existe

Onde a esperança não reside

Onde a morte é sua companheira

E a desilusão lhe conhece desde que nascera

A dor a conforta

O frio a faz permanecer

E a espera a enfraquece

Talvez não haja um amanhã

Assim como, também não houve um ontem

E também nunca houve um hoje

Pois nem vida teve.

Gotas translucidas caem do céu

Talvez fossem as lagrimas que ela nunca poderá derramar

Talvez ela, talvez ela nunca sofreu

Talvez ela nunca viveu

Talvez porque... o direito de viver foi tirado dela antes dela começar a viver.

Notas finais
Muito obrigada por ler. Qualquer duvida me comuniquem.
Küss.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!