Emissário Do Diabo
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Ela é a mais desejada e mais temida. A mais falada e a mais silenciosa. A mais pacata e a mais movimentada. Abafa os pedidos de socorro e encoraja os seus amantes. Guarda milhares de segredos, obscuros e aterrorizantes. Que buscam abrigo no seu manto negro para não serem descobertos. Recordações terrivelmente boas me rondam ao recordar dos que soubera. Com tudo amo essa cidade.
Ruas escurar, lugares vazios e vagalumes no sereno são o que você espera encontrar na imensa escuridão após o por do Sol, mas aqui não. Não no Vale das trevas.
Dizem os mais sábios, que além dos muros das trevas o mal não se diverte tanto. Aqui nasceu a origem do mal. O pai dos pais dos meus maiores exemplos, o fundador da cidade, o qual não tive a honra de poder conhecer.
Não importa por onde eu ande a morte do ébano sempre me acompanha. As ruas principais de Clivinton, o nome verdadeiro da cidade, é cobertas de perigo e pelo medo dos cidadãos vindos de outras cidades.
Caminhando na avenida principal pude observar dois bêbados se esfaqueando, por conta de uma birita, uma garota da noite tendo a bolsa arrancada de seus braços esqueléticos, cambaleando por conta do licor que devia ter ingerido. E a um beco de distancia, um homem disfarçadamente dormindo com as mãos apoiadas no abdômen. Segui esperando que ele me assaltasse. Ele veio por trás de mim e segurou meus braços.
-Dizem que o réu sempre vê um gato negro antes de morrer.-Disse malignamente bem.
Um felino de pelagem negra esfregou seu dorso nas canelas do homem. Soltei um de meus braços de suas mãos segurei-lhe o pescoço o joguei no chão mantendo deitando com o joelho pressionando seu tórax.
-Peça, socorro...-Ordenei.- Vamos, peça.- Retirei minha adaga da bota.
O cara correu. Arremessei está em sua cocha direita. Não ficou a mostra sequer um milímetro da lamina
-Corra devagar.-Eu disse ao alcança-lo.
Apoiei meu corpo dando impulso com as pernas em uma lixeira e coloquei-me em cima de seus ombros, assim ele caiu.
-Fraco. -Chutei sua cara,correndo delicadamente a outra lamina sobre sua cabeça agachei e disse suavemente:-Grite.
Ele permaneceu calado. Arranquei a minha adaga. E então o idiota abafou o grito com a mão.
-Grite. -Finquei ela em sua outra mão espalmada no chão.
Ele gritou.
-Será que você está com sorte? -Olhei para os lados a procura do gato. -Se o gato não aparecer você não poderá mais roubar nada aqui na cidade entendido? Entendido?
Ele balançou a cabeça positivamente.
-Ótimo. Já se ele der o ar de sua graça. -Sorri ao ver o felino. -Você roubará no inferno. -Cravei a adaga em seu crânio. -Fique com ela pra você, tenho várias. -Disse para ao cadáver.
Ruas escurar, lugares vazios e vagalumes no sereno são o que você espera encontrar na imensa escuridão após o por do Sol, mas aqui não. Não no Vale das trevas.
Dizem os mais sábios, que além dos muros das trevas o mal não se diverte tanto. Aqui nasceu a origem do mal. O pai dos pais dos meus maiores exemplos, o fundador da cidade, o qual não tive a honra de poder conhecer.
Não importa por onde eu ande a morte do ébano sempre me acompanha. As ruas principais de Clivinton, o nome verdadeiro da cidade, é cobertas de perigo e pelo medo dos cidadãos vindos de outras cidades.
Caminhando na avenida principal pude observar dois bêbados se esfaqueando, por conta de uma birita, uma garota da noite tendo a bolsa arrancada de seus braços esqueléticos, cambaleando por conta do licor que devia ter ingerido. E a um beco de distancia, um homem disfarçadamente dormindo com as mãos apoiadas no abdômen. Segui esperando que ele me assaltasse. Ele veio por trás de mim e segurou meus braços.
-Dizem que o réu sempre vê um gato negro antes de morrer.-Disse malignamente bem.
Um felino de pelagem negra esfregou seu dorso nas canelas do homem. Soltei um de meus braços de suas mãos segurei-lhe o pescoço o joguei no chão mantendo deitando com o joelho pressionando seu tórax.
-Peça, socorro...-Ordenei.- Vamos, peça.- Retirei minha adaga da bota.
O cara correu. Arremessei está em sua cocha direita. Não ficou a mostra sequer um milímetro da lamina
-Corra devagar.-Eu disse ao alcança-lo.
Apoiei meu corpo dando impulso com as pernas em uma lixeira e coloquei-me em cima de seus ombros, assim ele caiu.
-Fraco. -Chutei sua cara,correndo delicadamente a outra lamina sobre sua cabeça agachei e disse suavemente:-Grite.
Ele permaneceu calado. Arranquei a minha adaga. E então o idiota abafou o grito com a mão.
-Grite. -Finquei ela em sua outra mão espalmada no chão.
Ele gritou.
-Será que você está com sorte? -Olhei para os lados a procura do gato. -Se o gato não aparecer você não poderá mais roubar nada aqui na cidade entendido? Entendido?
Ele balançou a cabeça positivamente.
-Ótimo. Já se ele der o ar de sua graça. -Sorri ao ver o felino. -Você roubará no inferno. -Cravei a adaga em seu crânio. -Fique com ela pra você, tenho várias. -Disse para ao cadáver.
Classificação 14+
Suspense
Nanami
Sinopse
Ela é a mais desejada e mais temida. A mais falada e a mais silenciosa. A mais pacata e a mais movimentada. Abafa os pedidos de socorro e encoraja os seus amantes. Guarda milhares de segredos, obscuros e aterrorizantes. Que buscam abrigo no seu manto negro para não serem descobertos. Recordações terrivelmente boas me rondam ao recordar dos que soubera. Com tudo amo essa cidade.
Ruas escurar, lugares vazios e vagalumes no sereno são o que você espera encontrar na imensa escuridão após o por do Sol, mas aqui não. Não no Vale das trevas.
Dizem os mais sábios, que além dos muros das trevas o mal não se diverte tanto. Aqui nasceu a origem do mal. O pai dos pais dos meus maiores exemplos, o fundador da cidade, o qual não tive a honra de poder conhecer.
Não importa por onde eu ande a morte do ébano sempre me acompanha. As ruas principais de Clivinton, o nome verdadeiro da cidade, é cobertas de perigo e pelo medo dos cidadãos vindos de outras cidades.
Caminhando na avenida principal pude observar dois bêbados se esfaqueando, por conta de uma birita, uma garota da noite tendo a bolsa arrancada de seus braços esqueléticos, cambaleando por conta do licor que devia ter ingerido. E a um beco de distancia, um homem disfarçadamente dormindo com as mãos apoiadas no abdômen. Segui esperando que ele me assaltasse. Ele veio por trás de mim e segurou meus braços.
-Dizem que o réu sempre vê um gato negro antes de morrer.-Disse malignamente bem.
Um felino de pelagem negra esfregou seu dorso nas canelas do homem. Soltei um de meus braços de suas mãos segurei-lhe o pescoço o joguei no chão mantendo deitando com o joelho pressionando seu tórax.
-Peça, socorro...-Ordenei.- Vamos, peça.- Retirei minha adaga da bota.
O cara correu. Arremessei está em sua cocha direita. Não ficou a mostra sequer um milímetro da lamina
-Corra devagar.-Eu disse ao alcança-lo.
Apoiei meu corpo dando impulso com as pernas em uma lixeira e coloquei-me em cima de seus ombros, assim ele caiu.
-Fraco. -Chutei sua cara,correndo delicadamente a outra lamina sobre sua cabeça agachei e disse suavemente:-Grite.
Ele permaneceu calado. Arranquei a minha adaga. E então o idiota abafou o grito com a mão.
-Grite. -Finquei ela em sua outra mão espalmada no chão.
Ele gritou.
-Será que você está com sorte? -Olhei para os lados a procura do gato. -Se o gato não aparecer você não poderá mais roubar nada aqui na cidade entendido? Entendido?
Ele balançou a cabeça positivamente.
-Ótimo. Já se ele der o ar de sua graça. -Sorri ao ver o felino. -Você roubará no inferno. -Cravei a adaga em seu crânio. -Fique com ela pra você, tenho várias. -Disse para ao cadáver.
Ruas escurar, lugares vazios e vagalumes no sereno são o que você espera encontrar na imensa escuridão após o por do Sol, mas aqui não. Não no Vale das trevas.
Dizem os mais sábios, que além dos muros das trevas o mal não se diverte tanto. Aqui nasceu a origem do mal. O pai dos pais dos meus maiores exemplos, o fundador da cidade, o qual não tive a honra de poder conhecer.
Não importa por onde eu ande a morte do ébano sempre me acompanha. As ruas principais de Clivinton, o nome verdadeiro da cidade, é cobertas de perigo e pelo medo dos cidadãos vindos de outras cidades.
Caminhando na avenida principal pude observar dois bêbados se esfaqueando, por conta de uma birita, uma garota da noite tendo a bolsa arrancada de seus braços esqueléticos, cambaleando por conta do licor que devia ter ingerido. E a um beco de distancia, um homem disfarçadamente dormindo com as mãos apoiadas no abdômen. Segui esperando que ele me assaltasse. Ele veio por trás de mim e segurou meus braços.
-Dizem que o réu sempre vê um gato negro antes de morrer.-Disse malignamente bem.
Um felino de pelagem negra esfregou seu dorso nas canelas do homem. Soltei um de meus braços de suas mãos segurei-lhe o pescoço o joguei no chão mantendo deitando com o joelho pressionando seu tórax.
-Peça, socorro...-Ordenei.- Vamos, peça.- Retirei minha adaga da bota.
O cara correu. Arremessei está em sua cocha direita. Não ficou a mostra sequer um milímetro da lamina
-Corra devagar.-Eu disse ao alcança-lo.
Apoiei meu corpo dando impulso com as pernas em uma lixeira e coloquei-me em cima de seus ombros, assim ele caiu.
-Fraco. -Chutei sua cara,correndo delicadamente a outra lamina sobre sua cabeça agachei e disse suavemente:-Grite.
Ele permaneceu calado. Arranquei a minha adaga. E então o idiota abafou o grito com a mão.
-Grite. -Finquei ela em sua outra mão espalmada no chão.
Ele gritou.
-Será que você está com sorte? -Olhei para os lados a procura do gato. -Se o gato não aparecer você não poderá mais roubar nada aqui na cidade entendido? Entendido?
Ele balançou a cabeça positivamente.
-Ótimo. Já se ele der o ar de sua graça. -Sorri ao ver o felino. -Você roubará no inferno. -Cravei a adaga em seu crânio. -Fique com ela pra você, tenho várias. -Disse para ao cadáver.
Notas adicionais
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual, sendo vedada a utilização por outros autores sem minha prévia autorização. -Espero que gostem ^^
Escrito por
Nanami
Classificação 14+
Tags:
Suspense
Livro em andamento
Publicado em 20 de set. de 2013, 22:03
Atualizado em 5 de out. de 2013, 01:27
4981 palavras
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Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual, sendo vedada a utilização por outros autores sem minha prévia autorização. -Espero que gostem ^^
Autor
Nanami
Classificação 14+
Tags:
Suspense
Livro em andamento
Publicado em 20 de set. de 2013, 22:03
Atualizado em 5 de out. de 2013, 01:27
4981 palavras