Emergency

1 Voltando ao Limoeiro


Notas iniciais
Alguem ai ?

Viro o ultimo gole de Coca que resta na minha latinha. Meu coração esta acelerado, eu não devia estar assim. Pare de falar asneira Monica, é lógico que você devia estar assim! Você esta voltando pra casa – me alerta uma voz na minha cabeça

É, quem diria depois de dois anos longe de todos eu estaria voltando ao Limoeiro, e ainda sozinha já que meus pais não conseguiram transferência ainda, então eu passarei uns tempos sozinha.

Não sou mais a mesma Monica de 3 anos atrás, meu cabelo esta colorido – pretendo pintar ele de novo logo, logo – uso roupas pretas, não choro mais pelo Cebola. Enfim, muitas coisas mudaram desde que ele me aguou, e aquela foi a ultima vez que eu me permiti chorar por ele.

Aquela foi a gota d’água! Não sei se deixei de amá-lo, mas que o que eu sinto por ele deixou de ser intenso, isso deixou.

Me encaminho ate o portão de embarque.

Entro no avião acho o meu lugar e me sento colocando meus fones. Coloco pra tocar Zombie – The Pretty Reckless.

Não demora muito e o Avião decola, sinto um frio na barriga, mas não por estar no avião, e sim, por estar voltando ao lugar que me trás lembranças que deveriam ficar esquecidas.

Acabo adormecendo antes da segunda musica acabar. Acordo quando o avião já esta pousando – suspiro – é agora não tem mais volta.

Assim que ele pousa e é liberado a saída, eu saiu. Chego ao Aeroporto e olho em volta. Exatamente como eu queria, ninguém me esperando.

Amanha na escola, eles vão ter uma grande surpresa ate porque eu tenho ate uma roupa especial. Eu vou causa esse ano, não vou me abalar por causa do Cebola e a Irene.

Pego minha mala e entro em um Taxi, todos me olham como se fosse um ser de outro planeta. Sinceramente não entendo os brasileiros, se você usa uma saia que mostra ate o seu útero é normal agora anda de preto pra você ver os olhares que você ira receber, usa cabelo colorido então – reviro os olhos – quando o taxi para em frente a minha antiga casa. Pago e desso.

Nesse momento uma garota acaba trombando em mim por estar mexendo no celular

– Er, me desculpa – ela diz levantado a cabeça e puta que pariu é ela

– Não foi nada – digo sorrindo

– Mo-mo- Monica? – pergunta em estado de choque

– Em carne e osso – digo sorrindo – Sentiu minha falta Maga?

Continua...

Notas finais
Se tiver alguem ai, me avise se os links não estiverem abrindo Bjus, e me digam se devo ou não continuar