EmMusas - The Lost Canvas
10 A primeira caçada
Notas iniciais

Capítulo 10
Terpsícore estava enlouquecida, não sabia para onde ir, a casa parecia um labirinto. Quando achava que finalizava o corredor, deparava-se com um hall que intercedia mais dois corredores, e assim passou a correr por tempos. Já nem fazia ideia se os três minutos tinham passado, mas tinha quase certeza que sim. Entretanto, não conseguia se preocupar com isso, apenas queria sair logo daquela casa horrenda e sombria, até porque estava sendo caçada...
Lembrar-se disso fez a musa estremecer mais ainda e novamente tropeçar, dessa vez o tornozelo havia torcido — dificultando a corrida -, então parou para respirar. Estava toda suada e ofegante, o braço que Defteros apertara estava vermelho e provavelmente sua cintura também, o coração acelerado pedia um tempo, uma leve tontura ocupava sua mente. Ela queria chorar e gritar por ajuda. Não sabia o porquê de o cavaleiro fazer aquilo com ela, sabia que havia o irritado anteriormente, mas não havia necessidade para tanto. O terror psicológico imposto nisso superava qualquer incômodo sentido por ele antes.
Correu mais um pouco, porém mais lenta, e, para sua alegria, deparou-se com uma escada.
– Ah, que maravilha! — exclamou, pensando em como era bom encontrar algo diferente dos outros cenários que percorrera. Não hesitou em subir as escadas, já se sentia cansada demais, mas não se deixaria abater nessa hora. Chegando no topo, passou pela única porta que havia e observou o local: uma cama enorme ocupando o meio do quarto — os lençóis de seda de cor vinho -, duas enormes janelas fechadas, um espelho num dos cantos e um grande armário de madeira com detalhes trabalhados; além de alguns objetos de decorações, como tapetes e quadros — com cores predominantemente escuras — e uma máscara de ferro pendurada ao lado do espelho. O lugar era quase macabro por conter uma energia tão pesada.
Terpsícore foi tirada de suas observações assim que ouviu a porta atrás dela bater forte. Ouviu uma gargalhada.
– Foi cair logo na toca da besta, bela musa! — Defteros disse. Antes que pudesse se virar para ver o cavaleiro, Terpsícore foi arremessada na cama.
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Assim que se separou de Clio, Mel seguiu para a praça da vila, não tinha interesse em acompanhar a irmã até a casa onde haveria a reunião da comissão. Acabou pensando em Redka e seguiu para a loja de flores.
– Boa tarde! – disse a musa, abrindo delicadamente a porta. Olhou ao redor e não encontrou a amiga.
– Opa! – ouviu sua voz de longe e meio divertida. – Mel, é você? To aqui atrás! – informou um pouco mais alto e com uma animação evidente. Mel não deixou de perceber que Redka ficara empolgada ao conhecer as três musas no dia do evento, e, claro, a empolgação foi recíproca.
– Com licença, estava acompanhando Clio, mas não sabia que seria deixada tão cedo. – disse Mel, rindo no final e se encaminhando até onde Redka estava.
– Ah, Clio está entretida com esse assunto, não? Um amigo meu da comissão me contou sobre a participação de uma musa bem interessada. – as duas riram.
Redka estava agachada procurando uma tesoura especial; assim que achou, reergueu-se e se virou para Mel. As duas se abraçaram e sorriram, até Redka perceber o olhar curioso da musa para sua tesoura.
– Ah, essa é a poderosa. – informou a ruiva, segurando a tesoura com orgulho. – Ela é a responsável pelo corte nas minhas querida venenosas.
– Oh, sim! – Mel impressionada. A tesoura possuía uma lâmina mais grossa e com aberturas circulares minúsculas, parecia exigir força de quem a usasse. – Falando nisso, adoraria conhecer suas plantas venenosas!
– Eu sei que ofereci isso, mas nunca achei que você fosse realmente querer. – Redka respondeu animada, as duas riram. – Digo isso porque minhas venenosas assustam por serem bonitas. O que é engraçado, não? São tão lindas, mas foram “amaldiçoadas” com o fardo do veneno. Talvez uma admiração humana custe sua vida perto delas.
Por um momento, Mel se desligou. De alguma forma, as palavras de Redka a tocaram.Assustam por serem bonitas. Amaldiçoadas com o fardo do veneno. Admiração custe sua vida perto delas. Mel já tinha passado por isso, aliás, passava por isso todos os dias por não poder apreciar verdadeiramente a mais bela flor que encontrara: Albafica. Sim, era quase como se Redka estivesse descrevendo a real essência do cavaleiro de peixes.
Albafica aguenta o preço de seu cargo com muito esforço, por mais que finja que não. Acredito que, no caso dele, só um veneno para impedir outro. Dessa vez, a voz que viera na mente de Mel não fora a da amiga, e sim a da deusa. A musa não entendeu muito bem o motivo de ter se lembrado dessa conversa, mas agradeceu profundamente seu subconsciente, pois foi como se uma luz tivesse aparecido para ela.
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– Hmmm, de acordo com essa data e esse horário, podemos esperar algo assim. – Urânia articulou o planisfério celeste de acordo com um dos documentos que Athena lhe entregou. – Mas, Athena, em que turno foi registrado esse céu?
– Todos os que lhe mostrei possuem algo em comum, Urânia. O horário é único. – respondeu Sasha enquanto organizava alguns outros papéis.
As duas estavam na sala particular da deusa, na qual havia muitos livros, dois telescópios, uma pequena luneta, um gnômon (relógio solar), um astrolábio de ouro, um grande mapa das constelações, um sofá e uma longa mesa. A musa e a deusa já completavam algumas horas de investigação, quando uma das servas as interrompeu para que se alimentassem.
– Athena, perdoe a curiosidade, mas... Não deixei de reparar no quão antigos e incríveis são esses registros. Além disso, todos possuem a mesma letra. Quem os fez? – Urânia perguntou cuidadosamente, sempre observando as feições da deusa.
Sasha sabia que ora ou outra despertaria tal curiosidade na musa, mentalizou a forma de falar por um bom tempo, pois não queria informar demais.
– A reencarnação de Athena anterior à minha. – respondeu a deusa. Urânia não evitou arregalar os olhos com a surpresa, por um momento não soube o que dizer.
– Bom, imagino que não queria falar muito sobre isso, mas, deixando a curiosidade de lado, o que puder falar, Athena, é importante para a leitura. Talvez seja crucial para uma observação mais aprofundada. – dessa vez, a musa passou a seriedade que queria.
– Compreendo. – Sasha mordeu o lábio, não pensara nas informações prudentes para a investigação. – Tudo bem... Acho que sei como ajudar. Pelo o que pude perceber, minha reencarnação passada anotou através de pequenas sugestões algo que não consigo decifrar. Mas, observando o canto direito superior das folhas, dá para ver dois tipos de marcações:impetum e comminatio.
– Ataque e Ameaça. – Urânia traduziu, tinha conhecimento de latim e muitas outras línguas. Sasha assentiu.
– Acredito que, se ela registrou dessa forma, é porque achou útil guardar a informação. Mas qual é a informação e sua utilidade? Não consigo acreditar que seja apenas um registro despretensioso... – a deusa seguiu até a janela e observou o céu. – O que ela queria dizer através das estrelas que a observaram? De quem são esses ataques e ameaças?
Urânia rapidamente iniciou a conta das datas, sabia que os registros foram feitos num período próximo da Guerra Santa passada. Enquanto Sasha refletia acerca das intenções de sua reencarnação passada, a musa da astronomia lia mais atentamente as estrelas; tinha um palpite que talvez ajudasse a deusa a desvendar a utilidade disso tudo.
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– Mel? Melpomene... – Redka chamou a musa assim que percebera seu estado distante.
– Desculpe-me. – respondeu ela, mexendo a cabeça. – Onde estão as outras plantas venenosas?
As duas caminharam até um pequeno jardim com pequenas divisórias baixas de madeira, formando várias áreas quadradas onde as espécies ficavam separadas. Algumas possuíam uma tela envolta da área, outras não, e uma espécie tinha um tipo de proteção de vidro com furinhos. Os muros altos impediam que curiosos se atrevessem a olhar as plantas e se machucassem. Tudo era pensado para que nada atrapalhasse o crescimento delas.
– São tão lindas. – Mel comentou após se apresentada a cada espécie, não conseguia se decidir em qual era mais bonita. – Redka... Você as usa para fazer elixir também?
A pergunta deixou Redka um pouco intrigada.
– Na verdade, não. Elas são potentes demais no veneno para que possam ser desfrutadas dessa forma. Seria burrice utilizar um elixir com alguma delas, seria mais burrice ainda criar um! – disse ela, rindo no final, mas parou assim que observou a expressão pensativa de Mel. – Posso saber o motivo da pergunta?
– Eu... Quero experimentar um elixir com Antúrio. – respondeu ela, sem escrúpulos. Redka gargalhou.
– Mel, eu sei que as venenosas convidam tais loucuras, mas nem brinque com isso. – Redka divertida.
– Estou falando sério. Você sabe de quem as musas são filhas? Você realmente acha que esses venenos me matariam? – perguntou séria e fitando a amiga ruiva nos olhos. A expressão de Redka logo se transformou em horror.
– Melpomene, isso é loucura! É arriscado e, sobretudo, inútil! – falou, segurando as duas mãos no peito.
– Não, amiga... Não é... – a voz serena da musa da tragédia acalmou um pouco a ruiva, mas ainda assim nada era convincente. – Eu preciso que confie em mim.
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– Ah! — Terpsícore de cara no lençol macio, tentou se erguer e percebeu que o vestido subira totalmente, deixando o corpo exposto da barriga para baixo. Virou-se de imediato para Defteros e o viu lamber os lábios enquanto fissurava a vista de seu corpo. Ela se apavorou e engoliu seco, puxando o vestido para baixo e sentando na cama totalmente encolhida. Sentia-se a presa, segundos antes de ser abatida. Num ato de desespero, levantou-se da cama e correu para o lado de uma das janelas.
– Tão tola. — Defteros apareceu na frente, amparando-a, e aproveitou para apertá-la nos dois braços. — E tão bela. — os olhos azuis profundos dele penetraram os olhos verdes dela, deixando-a mais nervosa. Ele gostou da reação e a soltou para que corresse em direção à porta.
Novamente, Terpsícore esbarrou nele.
– Deixe-me sair, por favor! — implorou, os joelhos fraquejaram e ela se desequilibrou, mas foi pega por Defteros antes de cair.
– É mais bela quando implora, adoraria ver em outra ocasião. — ele sorriu com a malícia clássica, Terpsícore perdeu o ar, ele era absurdamente lindo.
– Defteros... — ela arfou, pois ele a apertou mais após ouvir seu nome dito. — O que você quer de mim? — como uma criança chorona.
– Quero que me diga o seu nome. — mantinha os olhos devorando-a. Adorava a expressão de desespero em sua face, só o excitava.
– Você sabe o meu nome!
– Nunca disse que não sabia, mas me diga o seu nome. — percebeu resistência da parte dela. — Obedeça. — a voz dele agravou.
– Terpsícore.
– E é musa de quê? — aproximou o rosto do dela, roçando os narizes. Ela corou fervorosamente e estremeceu mais ainda; como consequência, levou mais uma apertada nos braços, que já estavam doloridos e demasiadamente vermelhos.
– D-da dança. — engoliu seco. Não fazia ideia da intenção do cavaleiro com essas perguntas. Ele a pegou no colo com força e seguiu até a cama, Terpsícore lutou para se desvencilhar de seus braços, mas ele intensificou a pressão, deixando-a muito próxima. Sentiu as unhas da musa em sua pele e abriu um sorriso com a sensação, acabou atirando-a na cama novamente.
– Não prenda a respiração, Terpsícore, isso te impede de pensar. — disse sério. Ela mal percebera, mas estava embaixo do cavaleiro, na cama. Ele mantinha certa distância com o apoio dos braços, mas os corpos estavam quase encostados.
– Não é como se fosse muito fácil pensar em sua companhia. — admitiu ela entre dentes. Sentia um calor desconhecido entre as pernas.
– Ah é? Mas posso dizer que quase conseguiu escapar, musa da dança.
– Não vejo verdade nessa fala, esteve me fazendo de tola. — emburrada, inconscientemente fazendo bico. Defteros respirou fundo, ela conseguia ser sensual demais sem tentar.
– Você já é tola, Terpsícore. Já sabia que seria caçada quando entrou aqui... — ele se aproximou, os corpos também. Ele encaixou as pernas dela em sua cintura e liberou seu peso, a musa arfou em resposta, mas logo se repreendeu; já não tinha muito controle e compreensão de si. — No fundo, sabia disso desde o dia em que pisou aqui pela primeira vez. — o cavaleiro abriu seu melhor e pior sorriso e a beijou.
O beijo, inicialmente, foi delicado; Defteros mergulhou os dedos da mão direita nos cabelos macios da musa e prendeu seu rosto; a outra mão puxou a coxa dela para cima, sentindo a pele sedosa. Era pureza demais para uma pessoa só, pensou ele. Terpsícore já sem entender sequer o que estava acontecendo se entregou totalmente àquele beijo, tentou tocar no cavaleiro, mas ele, rapidamente, prendeu a mão dela em cima da cabeça — ela não se atreveu a tentar com a outra. Aos poucos, o beijo foi se tornando mais faminto e selvagem, Defteros sentia uma enorme vontade de rasgar o vestido da musa e acabar com ela em sua cama, mas achou melhor se conter.
Assim que se afastou, pendendo para o lado dela na cama, viu que musa estava completamente vermelha, não só de hematomas, mas de vergonha. Ela arfava e procurava o ar que perdera no beijo, enquanto fitava o teto do quarto e tentava entender o que se passava. Seu vestido amassado revelava as coxas fartas e o cavaleiro não resistiu em deslizar a mão por entre elas, parando por cima da calcinha dela.
– Hmm. – Defteros voltou a beijá-la, mordendo o máximo que podia os lábios da musa. Terpsícore reclamava, mas entre gemidos sugestivos. Sentia um medo mesclado com a adrenalina daquele perigo que se desenvolvia.
Defteros sentiu a calcinha úmida dela e abriu um sorriso, afastando o rosto para vê-la.
– Não sabia que lhe deixava assim, tão preparada... – e mordeu o pescoço sensível dela, que gritou de dor. A mão que estava livre apertou o braço dele em resposta à dor e à sensação de prazer.
Sem hesitar, ele enfiou a mão por debaixo da calcinha dela e acariciou toda a área íntima, parando a mão em concha e deslizando facilmente pelo estado úmido. Terpsícore, em resposta, contorcia-se e gemia, sem entender totalmente o que tudo aquilo significava. Defteros lambia e beijava o colo da musa, sempre insinuando que chegaria nos seios, mas se mantendo na provocação. A mão, enquanto isso, fazia movimentos circulares no ponto mais sensível do sexo dela, liberando mais umidade naquela região.
Terpsícore decidiu abrir os olhos para olhá-lo e o viu com uma expressão séria, na qual os olhos mostravam fome e excitação. Ele se aproximou e prendeu o lábio dela com os dentes enquanto a ouvia gemer com o estímulo.
– Isso lhe agrada? – perguntou sensualmente, aumentando o ritmo das carícias íntimas. Consequentemente, Terpsícore arqueou as costas e fechou os olhos num prazer indescritível. Defteros se divertiu com a reação, e tirou a mão de lá, passando pela coxa e apertando com força. Ele ouviu a musa reclamar e arfar profundamente. – Quer que eu volte? – sorrindo com malícia. Ela assentiu. – Então, implore.
Terpsícore queria implorar, mas não encontrava a própria voz devido ao estado de êxtase. Ao mesmo tempo, queria de volta aquelas carícias.
– Por favor. – ela conseguiu dizer, mas saiu baixo demais. Enquanto isso, Defteros brincava com os dedos em volta do sexo dela, apenas provocando. Ela enlouquecia a cada passada perto dos lábios íntimos. Estava completamente molhada e isso deixava Defteros numa situação de autocontrole quase impossível.
– Hmm, não me convenceu. – disse ele baixinho, mordendo a orelha dela. Num mísero segundo, ele desceu um dedo por entre o sexo dela e tirou, fazendo-a gritar de prazer e se contorcer mais ainda.
– Defteros, pelo amor de Zeus, faça isso de novo! – ela gritou, para a surpresa dele. Felicíssimo com a reação dela, ele fez novamente, enfiando um dedo dentro dela e fazendo movimentos circulares no ponto mais sensível com o polegar. Nesse ritmo, sabia que ela chegaria no orgasmo rapidamente.
Entretanto, Terpsícore nunca havia sido penetrada, então o prazer virou dor quando sentiu Defteros enfiando o dedo mais fundo, e decidiu alertá-lo, reclamando mais e segurando seu braço. Mas era isso que Defteros queria: vê-la se contorcendo de dor. Não havia nada mais excitante do que aquela criatura extremamente sensível e submissa implorando e se excitando com seu jeito sádico. Sim, por mais que ela sentisse dor, Defteros percebeu que a região ficava cada vez mais molhada.
Para melhorar, ele intensificou o movimento da mão, deixando-a loucamente excitada. Terpsícore gemia alto num misto de dor e prazer, sentia que seu corpo não a obedecia mais, apenas se envolvia num estado de transe. Ela mordia o lábio e franzia a testa, enquanto Defteros a admirava totalmente entregue. Seus dedos se movimentavam com maestria, num ritmo de vai e vem frenético, sem cuidado algum, enquanto sua boca deixava marcas que, com certeza, demorariam para sair.
– Me diga seu nome. – Defteros pediu no ouvido dela. Terpsícore quase o amaldiçoou por não estar em condições de fazer o que ele pediu.
– T-Ter... – sentiu o geminiano investir mais ainda no ritmo e gemeu alto, movimentando o quadril para seguir o ritmo dos dedos e intensificar o prazer, mesmo sem saber direito.
– Tudo bem. – ele disse, ainda colado nela. – Então me diga: é musa de quê?
Defteros se divertia vendo a musa sem noção alguma e totalmente envolvida com o prazer, mas sentiu falta dos gemidos de dor, então enfiou o dedo com uma força um pouco maior (cuidando apenas para não lhe tirar a virgindade) e a mordeu no pescoço.
– AHH! – ela gritou. Agora sim estava melhor. Lembrando-se da pergunta, ela tentou. – Sou... da... – mas o maldito cavaleiro tirou a mão de lá, desconcentrando-a.
Num movimento rápido, ele baixou uma das alças do vestido dela e expôs um dos seios, abocanhando-o sem cerimônias. Voltou a mão para o sexo dela e se manteve apenas brincando com o clitóris. Ela agora experimentava o prazer em dois pontos, os quais convergiam para uma reação ainda mais gritante. Já extremamente excitada, não demorou para que chegasse ao orgasmo.
– Isso, Terpsícore, goze pra mim. – disse ele entre os gemidos dela. Só parou de estimulá-la quando percebeu que ela precisava respirar. – E não prenda a respiração.
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