Em meus sonhos
5 Capítulo 5
Notas iniciais
A semana passou, e infelizmente no dia após a consulta com o Doutor Jasper, não resisti e acabei voltando a beber. Eu me senti tão culpada, mas não conseguia afastar as lembranças, os pensamentos e o futuro incerto . Umas dessas lembranças foi do fatídico dia que flaguei Jacob com Jessica .
Eu havia ido até o apartamento de Jacob para fazer uma surpresa romântica, na tentativa de melhorar o clima depois de uma briga tensa que tivemos. Abri a porta com dificuldade, com as sacolas que esta segurando , deixei elas no chão e fechei a porta com cuidado. Barulhos chamaram a minha atenção, parecia risos e ...gemidos! Corri até o quarto dele com a raiva se intensificando cada vez mais em mim. A porta estava entreaberta, mas vi nitidamente a imagem que me atormenta até hoje. Jessica pelada em cima dele no ato, e ele estava sorrindo ainda olhando pra ela como nunca olhou para mim... com desejo, comigo ele sempre bancava o indiferente e superior. Entrei com tudo , e comecei a bater palmas.
– Que belo espetáculo.- eu estava vendo vermelho e as lágrimas começaram a jorrar.
– ALICE ! -Jacob diz pasmo e Jessica olha toda cínica e não demonstrando arrependimento.
– Eu te odeio, como você pode ?... e-eu .. eu mesmo você tendo a vida que tem, eu acreditei no seu amor... — Minha cabeça estava rodando e estava como em ponto de explodir.
– Alice , se acalma vamos conversar depois... Jessica cai fora- Ele a empurra para o lado, e ela olha de vitoriosa.
– E você sua vagabunda fingindo ser minha melhor amiga , você é um excremento humano.
– Querida eu não menti tanto assim, na parte que você devia se desencanar mais desse seu ciúmes e seu desequilíbrio... Eu não consegui ouvir maus nada eu tirei meu dois saltos altos e atirei uma na cara daquela vadia e outro naquele maldito. E sai correndo, não conseguia ficar nem mais um segundo .
– Volta aqui! Eu ouvi ele gritar , mas ignorei peguei minha bolsa no sofá e abri a porta e sai em direção ao elevador . Por sorte o elevador chega rápido, quando o elevador esta se fechando eu vejo o Jacob vindo enrolado em uma toalha .
– Amor , você vai se arrepender depois que esse chilique passar- ele diz quando esta perto mais a porta fecha . Chilique ? ... Eu bato com os punhos na parede do elevador.
– Estúpida, porque... porque — eu soluço de tanto chorar e me sento . Era como se uma espada tivesse atravessado meu coração e tudo mais ficava negro...
Eu pensei em liga para o Dr. Jasper quando não conseguir resistir a bebida, mas queria tentar ainda até a próxima consulta que seria domingo no Volunteer Park.
Acordo no dia com uma esperança e a ideia de encontrar o Dr. Jasper me anima também, não sei porque, mas quando estou perto dele me sinto serena e plena. Vou tomar banho, visto roupas aproriada ao clima frio do fim de outono e depois tomo café. Já é dezembro e minha mãe começou a decorar a casa com tema natalino. Eu claro havia ido com minha mãe comprar os enfeites, e escolhi para esse ano os tons azul, verde e dourado. Por sorte meu pai ia no hospital hoje trabalhar, e poderia sair em paz. Almocei e deixe Angela e minha mãe terminando o resto da decoração. Eu adoro o frio, e ainda o dia estava ensolarado, cheguei ao ponto que havíamos marcado de nos encontrar, e ele já estava lá, pontual realmente um gentleman.
–Boa tarde senhorita Cullen- diz ele quando me aproximo .
– Boa tarde Jasper... Posso te chamar assim ?
– Como quiser — ele sorri.
– Se quiser pode me chamar de Alice só também apesar que gosto de senhorita .
– Vou variar Alice. Ele sorri mais , estava vestido tão lindo com roupas de inverno.
– Vamos — ele indica com a cabeça para começar nossa caminhada.
– Como foi sua semana? — estava um pouco receiosa de responder.
– Bem no primeiro dia consegui resistir e dormi bem... E nos outros não consegui ... Mas lembrei do que você dize e esses dois últimos dias consegui resistir . eu falei sem consegui encarar ele.
– Como te dize Alice não se sinta culpada você está no início, e pelo que vejo não é avançado seu estágio no vício. — ele para e coloca a mão em meu rosto e me faz olhar para ele.
– Ta quero muito vencer isso- sua mão estava quente e foi agradável, me perdi por um tempo em seus olhos, mas logo ele a retira.
Ele continua fazendo outras perguntas e esqueço do tempo uma hora passou num piscar. Então ele me convida para ir a um café perto do parque. Eu peço um chocolate quente com confeitos coloridos e ele apenas um café.
– Não me jugue heim — aponto com o dedo para meu chocolate e piscando para ele.
– Não normal eu adoraria provar esse, mas tenho uma reputação de doutor a zelar- ele sorri e ajeita a gola .
– Não estou nem ai pra sua reputação , coisas boas devem ser apreciadas!- entrego a ele minha caneca , ele pega e bebe três goles.
– Ei era só pra provar, devolve ! — fingo estar indignada .
– Tudo bem bem senhorita — ele finge estar preste a beber mais e depois me entrega.
– Acho bom — não aguento e Caio na gargalhada e e ele também. Ficamps mais um tempo conversando sem ser sobre meus problemas até que chegou no assunto natal e o que faríamos.
– Eu passo em casa mesmo, meus outros dois irmãos que moram aqui mas em outro lugar vão vim- eu estou com saudades do Ed, e até um pouco da Rosalie.
– Minha mãe e meu padastro vem para minha casa , eu morava antes em Port Angeles com eles- ele parece ter ficado triste ao falar da família. Não insisti no assunto. Conversamos mais um pouco sobre nossos gostos e eu sugeri trocarmos presentes na próxima consulta já que depois não ia dar , e ele topo. Ele é um potencial amigo e com o bônus de poder me ajudar com vida conturbada. Nos despedimos e eu fui quase flutuando de tão leve que estava, não me sentia assim a muito tempo.
Desde o Jake...
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