Em busca do passado

2 Descobrindo as primeiras pistas


Notas iniciais
O [...] é usado para dizer que passou certo tempo. A história é dividida entre texto e relato, quando tem aspas é um relato e sempre começa com a mesma frase: "Meu nome é Andy" Os pensamentos de nosso protagonista e narrador são expressos entre parenteses como chamar a casa temporária dele de (barraco velho). Estou tentando criar uma história diferente, mas tenho medo que fique muito confusa, por favor me ajudem nos comentários e não sejam muito maldosos com as criticas kk. Agradeço desde já.

É difícil achar qualquer tipo de informação em um mundo “pós-apocalíptico” (óbvio), como Jordan tanto gosta de falar. Eu sei que essa é a melhor definição para a Terra atualmente, mas não quero aceitar o fato de meu mundo ter se acabado antes mesmo do meu nascimento.

[...]

Como eu Jordan é jovem, mas diferente de mim ele não é nem um pouquinho sonhador, se contenta em procurar abrigo e comida, cuidar do hoje e blá,blá,blá (mesmo assim é meu melhor amigo). Mas, excepcionalmente neste dia, eu também estou preocupado em sairmos logo dessa choupana, pois os ventos fortes estão chegando com mais velocidade e, sempre que os ventos chegam nós fugimos. Por que eles não são apenas brisas bonitinhas que balançam o cabelo das pessoas, e sim lençóis de neve macabros e brancos que tampam nossa visão e congelam uma pessoa descuidada com a maior facilidade...

Pouco depois de concluir este meu pensamento, Jude (que é irmã de Jordan e uma chata de galocha) me chama para que todos possam sair em busca de uma nova moradia. O que não tarda a acontecer, na verdade acho que só andamos 2h, e este é o certo, não se pode ficar muito tempo na neve, como Vivian (a mais velha do grupo sempre diz) “temos que seguir em frente com cautela como formiguinhas carregando folhinhas” [... ] eu realmente não entendo esta expressão, pois nunca vi formigas...hummm, eu nunca vi nenhum animal na verdade, eles não sobreviveram ao congelador que a terra se tornou.

[...]

(Suspiro,suspiro,suspiro) Falar dos animas foi deprimente, eu realmente queria ter tido um cachorro ou visto borboletas. Tentei conversar sobre isso com meu amigo, ele no entanto começou com seu papinho de “pensar no hoje, esquecer o passado” e, cansado disso gesticulei bocas tagarelas com os dedos como quem diz: “Mimimimi estou cansado de sua ladainha deprimente”. Depois sentei no chão de nossa nova moradia (também conhecida como barraco velho) e cruzei os braços em sinal de desagrado.

Apesar de tudo me senti mal por ter desprezado o papo (ladainha) de Jordan, então me virei para ele e começei a contar sobre meu caderno de relatos e minha determinação em descobrir o passado. Incrédulo, ele me olhou com terror nos olhos e gritou comigo:

–ESTÁ LOUCO? FOMOS CRIADOS JUNTOS, LUTAMOS MUITO PARA MANTER ESSE GRUPO A SALVO E AGORA VOCÊ QUER JOGAR TUDO PRO ALTO PARA DESCOBRIR A MERDA DO SEU PASSADO?

Neste momento, Vivian e Ramon (um homem muito calmo, de meia idade) entram no cômodo em que estou, tentam acalmar meu (amigo? ),e logo olham para mim em busca de respostas, eu, inocentemente, repito minha mesma frase sobre os relatos e meus objetivos. Ramon reagiu bem, meio que me ignorou e foi atrás de Jordan que a esta altura estava caminhando a passos largos de forma irritante pela casa (barraco velho). Mas Vivian pareceu triste, quase a ponto de chorar, ela cobriu o rosto entre as mãos e saiu pelo mesmo lugar que entrou...

Meu chão desabou... Por que minha ideia tão inocente teve tão terrível repercussão? Mais uma vez, para concluir meus pensamentos, Jude se materializa em minha frente. Provavelmente ela estava ali há muito tempo presenciando tudo, mas preferiu não intervir até o momento. A garota me lançou um olhar “diferente” e começou a sussurrar para mim:

– Vivian conhece bem sua história, ela provavelmente é sua maior fonte de informações- Jude olha para os lados como se mais alguém além de mim pudesse ouvir o que ela dizia naquela altura- Mas nem tudo pode ser descoberto apenas aqui, entre nós, se quer conhecer realmente TUDO precisa ir muito além...e saiba que sempre o acompanharei...-olho para ela perplexo!

[...]

“Olá, meu nome é Andy, tenho 23 anos e sou um sobrevivente sonhador tentado descobrir meu passado e o que exatamente aconteceu com meu planeta. Este é meu segundo relato. Descobri coisas bizarras hoje, por exemplo que meu amigo pode não ser meu amigo de verdade, pois ele não me apoia em nada. Que Vivian sabe muito sobre meu passado e que Jude é uma louca, maníaca que quer me seguir, completa meus pensamentos e é muito misteriosa...Mas não é por isto que estou escrevendo este relato. É para afirmar que amanhã vou falar com Vivian e obriga-la a me contar tudo que sabe, depois terminarei minha amizade com Jordan (se assim ele preferir) e seguirei sozinho em minha busca por respostas, pois é este o meu objetivo e EU VOU CUMPRI-LO!!! Meu nome é Andy... e estou em busca da verdade!”

Notas finais
Não gosto de histórias em muitos capítulos, pretendo criar mais dois...
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.