Notas iniciais
Pessoal 3 mil acessos!!! Muito obrigada!!! Estou muito feliz! Gostaria de agradecer a todas leitoras (e) que acompanham a história, e aos que a comentam também, tanto aos comentários daqui do Nyah, quanto aos comentários que tenho recebido na página do facebook da história. Enfim espero que gostem do capítulo e me desculpem a demora, foi um feriado agitado. Beijooss a todos ! ♥

Floresta Encantada

No castelo da rainha...

–Não! Você não pode fazer isso! Você está destruindo a si mesma! Deixe eu mudar as coisas para que você não acabe com a sua vida!

Regina exclamava.

Mas foi em vão,a rainha nem sequer olhou em seus olhos.

–Você ainda pode ser feliz! Deixe eu lhe ajudar...

–E por que?

A rainha questiona.

– Porque...Porque eu não quero que você termine que nem eu.

–Levem-na! O que está esperando Graham?

Pergunta a rainha impaciente.

–Graham?

Regina o encara.

–Nossa quanto tempo!

Ela o abraça.

–Pai, eu amo você!

Regina toca no rosto de Henry.

Graham a leva,caminhavam pelos corredores do castelo em silêncio.

–Graham por favor me ajude! Se você me ajudar,eu posso levar você de volta para Storybrooke, de volta para Ema!

–Você é louca? O que é Storybrooke? Eu não conheço nenhuma Ema.

–Storybrooke é de onde eu venho. E Ema vocês quase tiveram um relacionamento,antes de... deu matar você. Por favor me ajude a consertar as coisas.

Haviam chegado na prisão subterrânea, Graham não responde nada e a prende na mesma cela que Giselda.

Regina olha a sua volta e vê os amigos de Robin, na cela ao lado,quando olha para trás ela vê Giselda na mesma cela que ela. Não consegue conter as lágrimas.

–Dona Giselda.

Ela diz fraca a abraçando.

Giselda fica um pouco assustada aliás todos estavam, “ o que a rainha má faz me abraçando?”

Giselda pensava.

–Me solte por favor.

Regina a solta.

–Me desculpe,me esqueço que vim do futuro. Fiz a mesma coisa com o Robin.

Regina passa a mão pelos cabelos.

–Você esteve com Robin?

João Pequeno questiona.

Regina percebe que todos a olhavam assustados.

Ela senta-se no chão,estava cansada. Conta a eles quem ela é,como foi parar ali, e a noite em que ficou no acampamento do senhor Hood, como ela voltou a se referir à ele.

Todos a ouviam atentamente.

Após terminar de contar a história, Regina percebeu que todos a encaravam desconfiados, e de certa forma não estavam errados.

Eles eram os únicos prisioneiros,ali.

Regina não estava mais afim de encarar aqueles olhares,então virou-se para parede e deitou-se. Ela analisava a sua volta como aquele ambiente era frio,e escuro.

As chamas nas tochas lhe chamavam a atenção,seus movimentos que hora ficavam mais fortes,hora ficavam mais fracos... Aquela era a única luz que havia no lugar.

“ Como pude fazer um lugar tão desprezível como esse? Como pude ser tão...tão cruel?

Essa viagem no tempo está me torturando,castigando... Eu não aguento mais. Talvez morrer hoje ao pôr-do-sol seja minha melhor opção... Não terei que reviver os erros que cometi, e poderei finalmente me livrar dessa dor que sinto! Talvez morrer me traga a felicidade! A felicidade que minha mãe arrancou de mim. Eu não temo mais a morte, agora já não tenho ninguém... estou totalmente sozinha. Enquanto eles lamentam a morte, eu fico satisfeita com ela,porque somente ela poderá me salvar...”

Regina estava perdida em seus devaneios. Até que passos chamam a sua atenção, e a de todos ali presentes.

“Estaria na hora da minha morte? Por que sinto que estou preparada para morrer...”

Porém ao escutar aquela voz pronunciar seu nome,ela percebeu que sua “salvação” não seria naquele momento.

–Regina.

–Pai.

Ela diz se levantando, e indo em direção a Henry. Com os olhos marejados.

Ele ficou parado a olhando, e em meio a grade acariciou o rosto de sua filha.

–Venha! Vou ajuda-la a fugir...

Nova York

Já faziam 12 horas desde a saída de Ema e Henry de Storybrooke. E fazia 48 horas do desaparecimento de Regina.

–Nós precisamos encontra-la!

Exclamava Henry.

–Eu sei garoto. Calma, eu sou a salvadora e o meu dever é achar Regina,seja onde for.

–Nós precisamos protege-la, ela está grávida e não sabe. Eu não sei o que será de mim sem a minha mãe.

Henry diz contendo suas lágrimas.

–Não se preocupe. Eu conheço Nova York muito bem, e se ela está aqui nós vamos acha-la! Mas agora precisamos ligar para seus avós, para darmos notícias...

Ema estaciona o fusca e liga para sua mãe.

Storybrooke

Departamento do Xerife

Cora estava trancafiada em uma cela. Robin a vigiava.

–Como a vida é irônica, você um ladrãozinho sendo o meu guarda!

Cora afirma.

–Cale a boca sua bruxa!

–Pelo que vejo , você continua valente Robin Hood.

–E você continua desprezível!

–Eu se fosse você não ficaria me maltratando, posso apagar algumas de suas memórias novamente... Afinal eu tirei de você uma marca muito importante que impediu sua felicidade com a minha filha.

Robin a encarava de que “marca ela estava falando? Felicidade com sua filha? Seria Zelena? Afinal ela era a mãe de seu filho (a)...”

Antes que Robin pudesse perguntar qualquer coisa. Grandes tremores atingem Storybrooke.

–Mas que diabos está acontecendo?

Ele pergunta gritando.

–É o começo do fim meu caro! O fim dessa cidade insignificante, e o começo de meu triunfo! As almas mais bondosas estão aqui, no momento em que minhas cobaias destruírem todos vocês, vou fazer com que Regina escolha às trevas, e assim poderei acabar com a magia da luz!

Na casa dos encantados Snow acabará de colocar Neal no berço, quando o seu celular toca. Ela saí correndo “ deve ser Ema, será que encontrou Regina?”

Vê a foto da filha no celular e atende.

–Alô Ema. Vocês a encontraram?

Pergunta Snow aflita.

–Ainda não,liguei apenas para avisar que estamos em Nova York, e estamos bem.

–Aqui também estamos, todos estão bem, Cora apareceu, Regina tomava uma poção que Nortinhan lhe dava,ela achava que poderia se curar, era mentira. A poção ligava a vida dela com a vida de Cora. E a Cora está bem, o que significa que Regina também está.

Antes que Ema pudesse responder,um forte tremor atingiu a casa de Snow.

–Mãe o que foi isso?

Ema pergunta aflita.

–Não sei mas pretendo descobrir.

Snow desliga o celular.

David entra apressado.

–Snow pegue Neall! A cidade está sendo invadida por ogros!

Floresta Encantada

–Mas como?

Regina questiona.

–Eu peguei as chaves...

Henry abre a cela para que Regina saísse. Um pouco hesitante ela saí.

–Agora vá!

–Mas eu não posso deixá-los...

–Não tem como todos fugirem sem que os guardas percebam.

–Talvez tenha. Eu volto daqui a pouco para busca-los...

Regina diz olhando para Giselda que a encarava.

Henry e Regina passaram pelos corredores se escondendo. Tinham sorte, muitos dos guardas estavam envolvidos com a execução que ocorreria mais tarde... E outros, provavelmente faziam trabalhos sujos por aí... Mas naquele momento tudo que importava para Regina era invadir seu quarto... E se passar por ela mesma, e poder mudar as coisas.

A rainha estava sentada em frente ao espelho, se arrumava. Tinha que estar impecável para logo mais... No entanto, é surpreendida por “aquela versão frágil dela mesma...”

–Mas como ousa invadir meu quarto? Como conseguiu escapar?

Enquanto a rainha lhe enchia de perguntas, seu pai veio por trás e colocou um pano em sua boca com um cheiro muito forte o que a fez desmaiar.

–Sinto muito...

Ele disse.

–Vamos amarra-la... Assim ganharemos tempo!

Os dois a amarram, e a colocam dentro do seu guarda roupa.

Regina se apressa e escolhe um dos seus vestidos da época que era apenas uma rainha solitária...

Pega um dos seus favoritos azul escuro,com as mangas compridas em cima seu tecido tinha pedras brilhantes também azuis em formatos de flores ele era justo até parte de sua cintura, a partir das suas coxas ele começa a ficar um pouco mais solto.

Em seu cabelo ela fez um coque que deixava sua franja levemente solta. Usava brincos pequenos de cristal. Sua maquiagem era uma sombra cinza com o olho bem delineado em cima e embaixo, e usava um batom rosa claro.

Em alguns minutos Regina havia ficado pronta. Parecia realmente uma rainha,estava perfeita,porém seus olhos refletiam profundas tristezas...

–Você precisa ir agora...

Henry diz.

Regina olha para o lado,se contendo para não derramar lágrimas, e por fim diz:

–Pai, eu fiz coisas terríveis das quais eu me arrependo, o desejo de vingança se manteve dentro de mim durante anos... E eu só consegui mudar isso por causa do medo que senti quando estive prestes a perder meu filho, que me fez mudar... Eu tive a oportunidade de mudar o passado, e nele eu...eu mato o senhor para lançar a maldição, a maldição que levou todos os personagens para o mundo que eu vivo. Eu tenho uma missão e somente agora enquanto me aprontava percebi o quanto ela poderá mudar algumas coisas... E uma delas é a nossa história! Eu preciso que você confie em mim e fuja comigo,eu não posso, e não vou suportar te perder denovo...

Uma lágrima começou a cair em seu rosto, e depois outra, e outra...

Henry analisava atentamente as palavras dela.

Regina olhava para o chão, não tinha coragem para enfrentar o olhar de seu pai.

–Eu vou!

Regina o encara, e sorri. Um sorriso em meio as lágrimas.

–Vamos, antes que eu acorde!

Ela franze o cenho, ainda tentava digerir toda aquela situação,não conseguia entender como e por que ela havia sido escolhida para viajar no tempo e mudar o passado,afinal tudo isso estava fora do alcance da magia. Tinha mais alguma coisa que ela precisava descobrir... Mas agora não era a hora certa... O sol estava se pondo, e ela precisava continuar seus planos...

Quando Regina e Henry chegaram a prisão subterrânea, dois guardas já estavam lá prestes a pegar os prisioneiros.

–Soltem-nos agora!

Regina ordenou, incorporando sua pior face.

–Mas majestade, a senhora nos mandou matar a todos eles e a ...

O guarda para de falar ao perceber que Regina não estava na cela junto com Giselda.

– Onde ela está?!

Ele pergunta gritando olhando para Giselda.

–Eu mandei que a deixassem partir, comprovei que de fato ela estava dizendo a verdade! Me dê as chaves que eu mesma vou solta-los! Vocês podem se retirar por favor.

Os guardas a encaravam, havia algo de diferente nela e não era somente aquele vestido mais delicado que ela usava... Sua personalidade estava diferente... A rainha má nunca pediria por favor...

Percebendo o erro que havia cometido Regina decide tomar uma atitude drástica. Não poderia colocar tudo a perder... Ela enfia sua mão no peito de um dos guardas e arranca seu coração.

–Acho melhor vocês fazerem o que estou mandando! Se não vou esmagar seus corações e restaram apenas cinzas, seus imbecis!

Naquele momento eles tiveram certeza de que era a rainha má diante deles.

Regina coloca o coração de volta, e os dois saem apressadamente.

Henry a olhava assustado, “teria ela realmente mudado?”

Sua dúvida foi rápida.Logo em seguida da saída dos guardas Regina olha para todos que estavam assustados a encarando.

–Eu sinto muito por isso... Mas era o necessário a se fazer... Agora vamos! Não podemos perder mais tempo!

Regina solta todos.

–Venham!

Ela faz um gesto com as mãos para que eles a sigam. Somente Henry a segue.

–Vocês não vão vir?

–Não sabemos se podemos confiar em você... Como vamos saber se tudo isso não é mentira?

Diz João Pequeno.

–Vocês não podem saber, e eu não tenho como provar... Mas se você querem sair vivos daqui, e encontrarem Robin e Roland, e todos seus amigos novamente, precisam vir comigo. Me seguir,afinal somente eu sei como atravessar esse túnel, ele está cheio de armadilhas...

–E por que?

João a questionava.

–Para que eu mantesse pessoas como vocês, fora da lei, longe do meu castelo...

Regina começa a caminhar, e eles vão a seguindo. Ela abre um sorriso,estava feliz por conseguir salva-los.

–Pisem onde eu pisar! E não fiquem no meu caminho!

Henry percebia a diferença entre Regina e seu lado bom, e a Regina e o seu lado das trevas... Ambas tinham algumas características iguais, autoritarismo com certeza era uma delas... Mas isso não importava, as duas eram a mesma, tinha que haver características ainda semelhantes... Mas a Regina que ele seguia tinha uma coisa que a outra não tinha, ainda era capaz de ter... Amor... Somente ele era responsável por esses atos bondosos.

Storybrooke

As pessoas corriam desesperadas pela cidade, sabiam que deveriam fazer silêncio,mas o medo, e o desespero era tanto que não conseguiam se conter.

–Socorroo! Socorro! Socorroo! Ogros! Corram!

Leroy gritava na tentativa de avisar as pessoas.

A cidade estava um caos, pais faziam de tudo para proteger seus filhos...

Muitos entravam em seus carros para se dirigir a fronteira, não se importavam , com o que pudesse acontecer ao passarem a divisa... Porém o que não sabiam era que o barulho do motor dos carros chamava a atenção dos ogros. Os quatro carros que estavam indo embora da cidade foram atacados por ogros que em questão de minutos devoraram tudo.

Já haviam sido vistos 8 ogros. Seus passos fortes causavam tremores na cidade.

Enquanto uns ogros estavam próximos da floresta,outros atacavam a cidade.

Rubi e sua avó caminhavam apressadamente, estavam indo para a prefeitura, onde estava a maioria das pessoas. Entretanto,um ogro surge cruzando com elas em frente a biblioteca.

–Vá Ruby, eu não vou conseguir te acompanhar! Salve-se!

–Não vovó, não vou te deixar aqui venha!

Ruby a puxa sua avó pelo braço.

Ambas saem correndo, porém o ogro é mais rápido e pega a vovó, mas uma flecha atingi seu olho, era Robin Hood,com seu pai, Roland e Isabel.

O ogro se desequilibra, solta a vovó e com seus braços acaba destruindo a torre do relógio. Saltando destroços para todos os lados...

–Estão todos bem?

Robin pergunta olhando para Roland e sua família.

Sim.

Todos respondem.

–A senhora está bem?

Robin pergunta.

–Estou querido. Obrigado!

–Vamos então! Não queremos ser surpreendidos por mais um deles...

Robin olhava aflito para os lados.

Todos vão apressados para a prefeitura.

Storybrooke naquela noite, não teria um anoitecer silencioso onde apenas o som do relógio era ouvido.

Floresta Encantada

Todos seguiram Regina cuidadosamente, conseguiram atravessar o túnel. Estavam na rua, respiravam ar puro.

–Como é bom poder olhar para as estrelas novamente!

Comenta Giselda.

Regina olha para os estábulos e enxerga Rocinante.

–Rocinante!

Ela esboça um sorriso, e vai em direção aos estábulos.

– O que você está fazendo?

Gregório pergunta.

–Vou pegar o meu cavalo!

–Ela está certa se roubarmos os cavalos, chegaremos mais rápido!

– Eu não estou roubando cavalo nenhum ele é meu! Vou poder salva-lo também. Que fique bem claro não sou uma ladra!

–Tudo bem. Milaydi.

“Milaydi” por um momento Regina pensou em Robin Hood...

Todos chegam aos estábulos e entram, mas Regina fica parada na entrada, lembranças do passado vem em sua memória, e embora não fosse ali que sua mãe tinha matado seu grande amor, ela acabou adquirindo um certo trauma em entrar em qualquer estabulo que fosse.

– Você não vai entrar?

Giselda pergunta.

–Não posso.

Giselda percebe o quanto seu semblante tinha mudado, parecia estar assustada e receosa.

Regina se vira e se afasta.

Henry pega Rocinante para sua filha. João Pequeno e Magnus também pegaram seus cavalos. Mas o restante não conseguiu, Regina gritava:

–Saíam daí! Vamos! Os cavaleiros negros estão vindo!

Henry monta em Rocinante. Magnus monta em seu cavalo e é o primeiro a sair, deixando os outros para trás.

João Pequeno e Gregório acabam subindo no mesmo cavalo.

Henry ergue sua mão para Regina, para que ela subisse no cavalo.

–Não! Leve a Giselda! Eu posso cuidar deles!

–Não vou deixa-la aqui!

–Eu estarei logo atrás de vocês! Suba! (Regina olha para Giselda que sobe no cavalo.) – Vão!

Os cavaleiros estavam próximos. Regina ergue a mão na tentativa de que os atingisse com a sua magia. Como imaginava não deu certo.

Olhou para o lado e viu que todos já estavam bem distantes, sorriu.

Estava preparada para o que fosse acontecer. No entanto, foi surpreendida com a chegada de Graham.

–Suba! Rápido!

Ele ergue sua mão e a puxa para cima do cavalo.

Graham cavalgava rapidamente, para conseguirem alcançar o restante do grupo e também para distanciar-se mais dos cavaleiros negros.

Regina se segurava na cintura dele, e juntos fugiam sob o luar.

Fazia apenas alguns minutos que haviam encontrado a rainha.

A Evil Queen estava furiosa “ aquela dissimulada levou meu pai!”

–Majestade,eu sinto muito mas eles conseguiram escapar!

–Ah você sente muito? Não é?

Ela arranca seu coração. –Pois agora não sente mais!

A Evil Queen afirma esmagando o coração do seu cavaleiro.

– Como vocês deixaram isso acontecer?! Chamem Graham e preparem a minha carruagem!

O cavaleiro fica parado, ainda estava assustado com a atitude da rainha.

–Vamos vá chama-lo! Ou você quer acabar que nem ele?

–Não será possível majestade...

–Por que não ? O que foi agora?

Ela pergunta impaciente.

–O Graham a ajudou a fugir.

– O QUE?!

Antes que ela pudesse descontar sua raiva nele,o cavaleiro logo pergunta: — Onde a majestade quer ir?

–Vamos até Malévola!Está na hora dela retribuir um favor! Agora vá! E faça o que eu mandei!

“ Vamos ver se aquela usurpadora conseguirá sobreviver aos perigos da Floresta Encantada. Já que ela quer jogar,vamos jogar! Só que este é um jogo do qual eu não serei a perdedora! ”

Notas finais
E aí o que acharam? Comentem! Gente o próximo capítulo será bem legal, será mais focado em Storybrooke, será que a pequena cidade resistirá a um ataque dos ogros? Como os nossos heróis e vilões vão conseguir detê-los? Já vou avisando que uma personagem querida vai morrer nos próximos capítulos... Não percam o próximo capítulo The end Storybrooke?