Notas iniciais
Oiii pessoal, gostaria de me desculpar pela demora de postar esse capítulo,tive uma semana complicada... Primeira entrevista de emprego,talvez eu consiga entrar para a universidade... Enfim um grupo de fatores de coisas que me impediram de atualizar a fic... Gostaria de agradecer aos comentários maravilhosos que recebi no último capítulo fiquei muito feliz!!! ♥ :) ;) Torno a frizar que é de extrema importância que vocês acessem esse link: https://www.facebook.com/1725713407657752/photos/a.1747926495436443.1073741829.1725713407657752/1747926512103108/?type=3&theater para que possam ver como são os comodos da mansão,por que eu não os descrevo nos capítulos e vocês devem saber como eles são acessem pfv! Um beijao a todos, espero que curtam o capítulo ♥

Robin estava deitado pensativo. Torcia para que sua tia convecesse a “teimosa” da senhora prefeita a ficar ali... Sua filha tinha que ter o melhor,mesmo não tido nascido ainda... E se isso significasse hospedar Regina em sua casa era o que ele faria. Claro se ela não fosse tão relutante em aceitar logo!

“ Será que ela não percebe que isso é o melhor?”

De forma repentina lembrou-se dos acontecidos daquela tarde... Do passado dela, que fora revelado de maneira surpreendente... Sabia que Regina não era quem ele pensava... Tentaria se aproximar, apesar de que ela havia deixado bem claro que não pretendia tê-lo como amigo .

Tinha certeza que Regina Mills seria um labirinto,cheio de obstáculos,mas que ele encontraria a saída.

Já fazia 20 minutos desde que Giselda sairá de seu quarto. Regina havia começado a desfazer sua mala. Uma fresta da porta tinha ficado aberta e Roland a espiava.

Regina fingia não vê-lo,achava aquela situação engraçada. Pela primeira vez desde que voltará a Storybrooke abriu um sorriso.

Estava na hora dela tomar uma atitude, ele devia estar com vergonha. E ela devia tomar uma iniciativa de começar um diálogo.

Enquanto colocava um de seus casacos no cabide disse:

—Então está gostando das minhas roupas?

Roland abre a porta mas não entra.

—Entre. Não fique com vergonha.

Ela disse e abriu um sorriso.

Roland não sabia o que fazer ou falar.

Mas ao vê-la sorrir,sentiu-se mais tranquilo.

—Eu não queria incomoda-la dona Regina.

—Você não está incomodando e me chame de Regina. Sente-se.

Regina aponta para a cama, e Roland se senta. Ele era pequeno, seus pés não encostavam no chão.

—Então... Está gostando da casa do meu vovô?

—É muito bonita!

—E grandona! (Roland abre os braços enquanto falava. Regina sorri. ) – Não faz muito tempo que viemos para cá.

—E você gosta daqui?

—Gosto, eu adoro morar aqui! Tenho espaço para brincar, correr... Me divertindo muito com meu papa e meus avós!

—Que bom Roland, você merece é um menino muito especial!

Roland faz uma expressão confusa e pergunta:

—Mas como? Se a senhora nem me conhece direito?

—Te conheço mais do que você pensa!

Regina toca no nariz de Roland e sorri, o mesmo retribui o sorriso.

—Meu pai me disse que a senhora está grávida, e que eu vou ter uma irmãzinha. Eu disse que não entendia direito,mas meu papa disse que é coisa de adulto... Toda essa coisa de adulto me confunde.

—O que você não entende exatamente?

—Como você está grávida? Isso tem haver com aquele beijo que meu pai deu em você?

Regina o analisava falar,pensava em uma maneira de explicar a ele as coisas. O que realmente era difícil,afinal nem ela mesma havia absorvido tudo que estava acontecendo...

Sorriu e respondeu:

—Aquele beijo não está relacionado a gravidez Roland. E o bebê ele não é meu, quer dizer não era... Era da minha irmã Zelena, ela e o seu pai devem ter se conhecido, se apaixonaram e ai surgiu o bebê. Infelizmente um tempo depois minha irmã acabou morrendo,mas antes ela me deixou através de um feitiço a possibilidade de gerar esse bebê.

Regina toca na sua barriga emocionada.

—Posso tocar também?

Roland aponta para a barriga dela.

—Claro!

Roland leva sua mão sua mão sob a de Regina,os dois se olham sorrindo.

Robin havia saído do seu quarto, não aguentava mais esperar... Sua tia não tinha lhe dito nada ainda. Estava prestes a bater no quarto de Giselda, até que ouviu a voz de seu filho, e resolveu ver de onde vinha.

Surpreendeu-se ao vê-lo com Regina. Uma cena “comovente”. Ele pensou. Seu filho tocando na barriga dela, na tentativa de sentir sua irmã...

Robin ficou parado na porta observando a cena. Por fim disse:

—Roland o que está fazendo aqui? Regi... A senhora prefeita precisa descansar,não pode ficar incomodando filho.

Roland se levanta da cama.

—Ele não está me incomodando... Ao contrário de outras pessoas.

Ela suspira.

Robin ignora o as últimas palavras e diz:

—Vejo que decidiu ficar...

Ele aponta para as malas abertas e algumas roupas em cima da cama.

—É... Mas que fique bem claro que serão sob os meus termos!

—Como quiser senhora prefeita.

Ele disse ainda escorado na porta.

Os dois ficam se olhando por um tempo, até que Robin quebra o silêncio:

—Dê boa noite filho. A senhora madame prefeita precisa descansar.

—Boa noite Regina.

Ela se abaixa e Roland a beija.

—Boa noite. (Ela o beija.) Sonhe com os anjos.

Roland segura a mão de seu pai e os dois se retiram.

Enquanto fechava a porta Regina ouviu Roland dizer:

—Eu estava bem pertinho da minha irmã papa!

Ele contava empolgado.

Regina sorri, adorava ele. “ Como pode ser filho daquele grosseiro?”

Ela questionava.

Depois de guardar suas roupas, Regina enfim deitou-se. E naquele momento lágrimas escorreram pela sua face. Recordando a morte de Tinker,o dia terrível que teve memorando os acontecimentos trágicos de sua vida... E o que ela ainda não conseguia acreditar,nem perdoar, que o seu pai quem a criou com tanto amor e dedicação, não fosse seu pai biológico.

“Como ele pode me enganar durante tanto tempo? Mas se ele não é meu pai quem será?

Regina se questionava. Por fim adormeceu em meio ao seu sofrimento.

No dia seguinte...

Bella e Rumple estavam no antiquário,organizando a loja. Assim como toda a cidade que começava aos poucos voltar como era antes dos ataques...

—Quando você vai contar a verdade para Regina?

Rumple suspirou e sem olhar para a esposa respondeu:

—Nunca.

—Como? Rumple! Ela precisa saber a verdade!

—Regina jamais me perdoaria... Fiz coisas terríveis a ela!

—Rumple não importa! Todos merecem uma segunda chance!

—No meu caso não... Fiz coisas horríveis com ela. Se o próprio pai que a criou, ela não conseguiu perdoar imagine eu... Vou deixar tudo como está.

—Mas Rumple...

—Não insista Bella. Eu serei como um pai para Regina protegerei ela, encontrarei a alma gêmea dela para que possa viver... Vou acompanhar a gravidez dela,mesmo que de longe . Mas nunca deixarei com que ela descubra a verdade,serei muito cuidadoso. Regina não merece sofrer mais uma decepção quando souber que eu sou seu pai biológico...

—Mas e se ela começar a procurar pelo verdadeiro pai?

—Vou fazer de tudo para que ela não encontre!

Mansão Lockesley:

Com excessão de Regina,todos integrantes da família estavam tomando café da manhã.

—Será que Regina não vai descer para tomar café?

Questionou Robin.

—Calme querido, ela deve estar dormindo, estava bem abatida ontem... Precisa descansar.

Respondeu Giselda.

—Que bom que ela decidiu ficar.

Comentou Antony.

Naquele momento Regina chega.

—REGINAAA!

Roland saí correndo e a abraça.

—Bom dia querido.

Ela beija a testa do menino.

Robin analisava a cena, surpreendido: “ Como meu filho pode se afeiçoar a ela tão rápido?”

—Bom dia a todos!

Regina exclama.

Roland pega na mão dela e diz:

—Venha! Sente-se do meu lado!

Antony sentava-se na ponta da mesa, Isabel no seu lado direito e Robin no lado esquerdo. Giselda sentava ao lado de Robin , e Roland ao lado de Isabel.

Durante o café poucas palavras foram ditas, todos queriam evitar uma nova discussão entre Regina e Robin. Até que Regina por fim diz:

—Gostaria de saber se alguém aqui está disponível para me levar a cidade, tenho coisas a resolver por lá.

—Eu posso!

Robin afirmou.

Regina não queria que fosse ele, entretanto não tinha muitas opções.

Terminaram o café, e enquanto Robin resolvia umas coisas Regina foi caminhar pela fazenda.

Estava analisando os cavalos que corriam pelo campo,dentre eles Rocinante. Até que João Pequeno se aproximou.

—Gostou de vê-lo por aqui?

—João! Como você está?

Os dois se abraçam.

Robin e Giselda saiam pela porta e presenciavam a cena.

—Não sabia que eles eram amigos...

Robin comenta.

—Sim querido,todos nós acabamos nos tornando amigos, as circunstâncias em que estávamos de certa forma nos uniu.

Respondeu sua tia.

—E mesmo depois de você ter visto que ela mandou lhe matar... Você não a despreza?

—Não, pelo contrário Robin. Gosto mais dela,pude sentir o quanto ela era especial para mim.

Robin a encarava surpreso,jamais havia pensado na possibilidade de que sua tia tinha sido tratada bem durante o tempo em que permaneceu no castelo da rainha.

—Robin, Regina não é quem você pensa...

—Eu sei, descobri isso ontem a tarde... Estou tentando me aproximar dela,mas não sei como...

—Quem sabe você começa pedindo desculpas.

—Desculpas?

—Sim Robin,fiquei sabendo que você não foi cavaleiro com ela assim como eu e sua mãe te ensinamos... Vocês não tem um bom relacionamento, e agora terão que aprender a conviver juntos por causa do bebê.

—Vou me desculpar!Pelo bebê é claro!

Regian e João conversavam:

—O senhor Hood vai me levar para a cidade.

Ela suspira.

—Pelo que vejo você não parece muito satisfeita com isso.

—Como você sabe nós não nos suportamos.

—Bom se você quiser eu posso leva-la.

Regina sorriu e Robin e Giselda se aproximaram.

—De forma alguma! Eu já disse que vou leva-la!

Afirmou Robin.

Regina revirou os olhos.

—Agradeço a sua disponibilidade senhor Hood,mas prefiro que João me leve.

Robin aborrecido disse:

—Como quiser senhora prefeita.

Ele saiu caminhando,mexendo com a cabeça negativamente.

João Pequeno sem entender o que se passava,entrou na caminhonete e Regina o seguiu.

Giselda percebeu que a aproximação entre ambos seria mais difícil do que ela imaginava...

Chegando na cidade Regina dispensou João avisando que ligaria quando precisasse que fossem busca-la.

Regina se reuniu com seus assessores na prefeitura, eles a informaram de todos os estragos causados pelos ogros...

Os cidadãos queriam um pronunciamento da principal autoridade da cidade.

Regina acompanhada de seus assessores pronunciou-se no auditório da cidade, diante da população. Procurou acalmar a todos, os informando que a prefeitura possuía os recursos necessários para que começassem a reerguer a cidade. Pediu para que escolhessem dois representantes de cada área atingida para que junto com ela se reunissem em uma reunião para contabilizar os gastos necessários... A reunião seria dentro de duas horas no seu gabinete.

E por fim anunciou que permaneceria no cargo de prefeita somente por mais algumas semanas até o senhor Hood assumir o cargo de prefeito,já que antes de voltar para a Floresta Encantada,havia abdicado do cargo.

Aquela notícia pegou a todos de surpresa, causando grande alvoroço entre os presentes.

A notícia acabou se tornando destaque no jornal local, tornando o assunto mais comentado na cidade.

As duas horas haviam se passado, e na sala da prefeita se encontravam:

Ema, Hook, Snow, David, Rumple,Bella, Vovó Granny, Fada Azul, Leroy e Whale.

Regina chega carregando sua pasta e com uma caneca de café m suas mãos.

Ouviu o murmúrio de vozes na recepção,porém assim que entrou na sua sala todos se calaram.

—Nossa, vejo que todos foram pontuais.

Regina comenta.

—Regina como você está? Por onde esteve?

Ema pergunta.

—Senhorita Swan, acho que não devo nenhuma satisfação da minha vida particular a você... Acho que podemos dar início a reunião.

Ema encara Regina confusa,não sabia o por que de estar a tratando daquela maneira,afinal ela não havia feito nada...

Snow permanecia de cabeça baixa sem nem sequer olhar Regina, a vergonha não permetia, se perguntava o porque de estar ali, não devia ter escutado David. Era melhor ter ficado em casa com seu filho e neto...

Em relação aos gastos da prefeitura com as diversas áreas da cidade que haviam sido atingidas a reunião já havia resolvido.

—Bom como vocês já sabem eu tenho nove meses de vida...

Ema a interrompe.

—Gostaríamos de falar algo...

—Não volte a me interromper senhorita Swan. (Regina a encara.) E a cidade não pode sofrer mais atentados como este, senão todos sabemos que os que aqui permanecrem podem não sobreviver. Então, Ema estou lhe comunicando na frente de todos que vou lhe ensinar tudo o que sei sobre magia, para que quando eu não estiver mais aqui você possa salvar a todos. Por isso preciso que você diminua sua carga horária na delegacia e se dedique a estudar magia. Agora que Graham está de volta ele irá te substituir...

Ema já irritada a interrompe novamente:

—Regina você não vai morrer,nós vamos procurar a sua alma gêmea que Sophiebell falou existir, o homem da tatuagem de leão.Decidimos ir atrás dele!

Notas finais
E aí o que acharam? Partes do próximo capítulo serão flashbacks da história do homem da tatuagem de leão (Robin)com a Cora,uma revelação surpreendente! Não percam! Beijosss