Notas iniciais
Oiii pessoal muito animada a fic chegou a 5000 acessos no começo da semana obrigada !!! ♥ Quem curte a página da semana sabe que estava rolando uma votação para escolher a nova capa da fic a opção 2 foi escolhida e a fic já está de cara nova. Aqui é o link do álbum que eu fiz no facebook com as fotos da mansão Lockesley espero que gostem :https://www.facebook.com/1725713407657752/photos/ms.c.eJxFjdkRxFAIwzrawRwG~_m8sG5JHfjWSjfRsZUAhBqkfBqT0DSTkBWyvZKfhGG7hRvNe40kou4ExehPUgPQDWP9E~_zNKB2QuiPuWvqONAbYbzUloC2oMPRslT6K~_ICYJvwDRPzP~;.bps.a.1747926495436443.1073741829.1725713407657752/1747926512103108/?type=3&theater Espero que gostem! Beijoss ♥ :)

[...]

—Você só pode estar de brincadeira!

—Não.Não estou. Sua casa foi atingida com o ataque ods ogros,você está gerando o meu filho e não pode ficar por aí passando dificuldades...

—Nossa que comovente! Mas eu posso muito bem me virar sozinha! Não preciso de você! Eu não vou.

—Ah! Vai sim! Eu sou o pai desse bebê, e quero que ele tenha tudo.

—Ela. É uma menina!

Regina afirma.

—Como você já sabe?

—Uma vidente me disse na Floresta Encantada.

—Uma menina!

Robin exclamou e abriu um sorriso.

—Então vamos? Minha tia está empolgada com a sua chegada. Ela já levou a bebê que você trouxe...

—Meu deus! Elizabeth! Me esqueci! Sua tia está mesmo empolgada?

Regina pergunta franzindo as sobrancelhas. Afinal algumas horas atrás ela havia visto Regina ordenar que a matassem.

—Vou pegar suas malas.

Robin entrou na sala de Regina, e pegou as 3 malas.

—Quem disse que eu vou ir?

Ela questiona apontando para as malas.

—Olha milaydi, eu sei que não começamos muito bem... Mas quem sabe agora nós possamos ser amigos!

—Tudo bem, eu vou! Mas que fique bem claro que nunca serei sua amiga!

Regina pegou sua bolsa e ambos saíram dali.

Ema e Killian estavam na praça...

—Ai Killian não comece... Eu já disse que estou com você! Não sinto mais nada pelo Graham.

—Então por que você o abraçou? Agora vai me dizer que foi por amizade...

—E foi mesmo!

—Ahh! Ema! Eu não sou bobo. E além desse caador temos que lidar com os teus pais que não aceitam o nosso relacionamento. Temos que nos encontrar as escondidas! Onde se viu isso, eu um homem agindo como um adolescente!

—Você está cansado do nosso relacionamento? É isso Killian?

—Não. Claro que não! Você que já está arrumando uma desculpa para terminar comigo e ir ficar com aquele caçador!

—Quer saber Killian? É melhor eu ir embora,antes que faça alguma coisa que eu me arrependa. Meu filho e minha mãe precisam de mim.

Ema se retirou e Hook suspirou. Não podia perder a mulher que ele amava.

Snow estava deitada na sua cama. Enquanto David cozinhava algo para eles comerem.

Assim como snow,Henry também estava deitado em seu quarto. Ambos estavam cabisbaixos e tristes. David não sabia o que fazer para laegra-los,realmente tudo que fizesse seria pouco.

Uma coisa era certa,todo aquele ocorrido não havia ferido somente Regina, a eles também... Os dois sentiam-se culpados pelas coisas que fizeram,falaram para Regina. A pior parte de ser uma pessoa boa, é que quando cometiam algum erro a culpa tornava-se insana.

Ema abre a porta,estava aborrecida.

—Finalmente! Onde você estava?

Depois de pensar um pouco Ema responde:

—Eu fui procurar a Regina,mas ela não estava.

—Foi só isso mesmo? Espero que não esteja me mentindo. Se estiver eu vou descobrir...

—Não estou emntindo!

—Um pai sabe quando um filho mente.

—E como você sabe se não me criou?

David se cala e Ema percebe sua grosseria. Seu pai não tinha culpa dos seus problemas.

—Desculpe.

Ela disse.

—Tudo bem. Já basta sua mãe e Henry tristes por essa casa.

—Como eles estão?

—Deitados sem falar nada... Tentei de tudo mas eles não se abrem comigo.

—Vou tentar falar com eles!

Regina não acreditava que estava em um carro junto com o “senhor Hood”,indo para a casa dele mais precisamente.

Olhava pela janela,estava angustiada não via a hora de chegar logo. Faziam 40 minutos de uma longa viagem silenciosa...

Vendo a inquietação de Regina Robin diz:

—Estamos quase chegando! Só mais uns minutinhos.

Regina permaneceu calada. Ainda se questionando o porque de aceitar aquela proposta...

“Uma noite nada mais!”

Estava determinada a passar aquela noite,não tinha onde ficar e precisava descansar... Mas no dia seguinte iria embora, e procuraria outro lugar para ficar.

—Chegamos!

Robin exclamou.

Regina surpreendeu-se ao olhar em sua volta. Cavalos corriam no campo,passáros cantando em cima das árvores, a bela paisagem que ela apreciava.

Por um momento ela esqueceu todos os seus problemas, e deixou que todo aquele ar puro da natureza a envolvesse. Já havia se esquecido de quando sentira tamanha paz quanto aquela. Aquele lugar estava fazendo ela sentir-se aquela jovem de coração puro,era como se ela estivesse tendo uma segunda chance...

Robin,batendo no vidro da janela de sua caminhonete, a tira de seus devaneios.

—Você não vai descer?!

Ele pergunta gritando. Regina se assusta.

—Não sou surda! Não precisa gritar! Você me assustou.

—Me desculpe milaydi,não era essa a minha intenção.

“Siníco.” Ela pensa.

—Espero que isso não tenha prejudicado o bebê.

Ele fala preocupado.

—Não exagere Sr. Hood. Ela está bem. Já passamos por muitas coisas juntas,um susto não será nada.

—Do que você está falando?

—Seus amigos ainda lhe contaram as nossas aventuras?

—Não. Mas você pode me contar, se isso pode prejudicar o bebê... E me chame de Robin, Regina.

—Se não prejudicou o bebê antes ,não vai prejudicar agora. Deixe que eles lhe contem,eles são os seus amigos! Vou continuar lhe tratando formalmente, como já disse não pretendo ser sua amiga! Não me chame de Regina,para você é senhora prefeita! E agora pegue as minhas malas por favor!

Robin bufa,mas prefere não responder. Não queria fazer nada que pudesse prejudicar seu bebê.

—Como quiser senhora prefeita!

Entraram na mansão Lockesley,tinha que por sinal ela analisava surpresa.

Antony, Isabel e Giselda estavam no hall de entrada esperando por eles.

—Seja bem vinda querida!

Giselda exclamou abraçando Regina.

—Obrigada dona Giselda,mas não sei se pretendo ficar por muito tempo...

Robin a olha rapidamente.

—Você vai ficar sim! Eu sou o pai desse bebê e quero o melhor para ele.

—Eu também tenho direitos sob esse bebê! E fico onde eu quiser! Você só passa de um homem rústico e grosseiro que não tem o direito de me obrigar a nada! Eu tenho a minha vida particular sabia?

Antony tentando amenizar a situação,cumprimenta Regina.

—Espero que fique avontade aqui... Seja o tempo que for.

Ele beija a mão dela.

Isabel a beija no rosto e diz:

—Sinta-se em casa prefeita.

—Vocês não precisam me chamar assim,me chamem de Regina.

Robin não conseguiu conter sua expressão de fúria. Para não dizer nada que pudesse se arrepender,resolve subir com as malas de Regina e leva-las ao quarto que a mesma ficaria.

Logo em seguida,Giselda diz:

—Venha vou lhe mostrar o seu quarto!

Regina consenti, e sobe as escadas,fingindo não ver Roland escondido embaixo delas... Havia notado ele ali desde que chegara,mas fingiu nem perceber. Estava acostumada Henry fazia o mesmo quando era menor, e algum estranho chegasse.

Pensamentos Roland:

“Eu resolvi me esconder embaixo da escada para ver a chegada da prefeita na casa grandona do meu avô... Eu já conhecia ela de ve-la passando na rua,ou encontrando ela na sorveteria com o meu amigo Henry.

Meu pai não deixava eu me aproximar dela... Eu não entendo ainda o porquê. Henry sempre me dizia o quanto ela era legal, e como se divertiam juntos. Queria me aproximar,mas eu não podia. Meu papa só deixava eu ficar com a Snow, ou a Ema. Elas são legais,mas é a mãe do Henry que usa batom vermelho,salto alto e tem uma cicatriz em cima dos lábios que me chamava a atenção!

Henry tem sorte de ter duas mães,já eu não tenho nenhuma... Todas as amigas que o meu pai tem me tratam bem,gosto delas,mas não sinto vontade de tê-las como mãe. Eu não me lembro da minha,quando ela morreu eu arrecem tinha completado 2 aninhos. Meu papa me diz que ela virou uma estrelinha lá no céu, e que quando eu sentir saudade é só eu falar com ela... Mas eu já cansei de fazer isso,por que nenhuma estrelinha me responde.

Eu estava distraído pensando,até que ouvi meu pai um pouco brabo, e a mãe de Henry também... Papa me explicou que ela está gerando o meu irmãozinho (a). Eu fiquei muito feliz,mas ainda não entendo direitinho... Meu pai diz que é coisa de adulto!

Ela subiu as escadas, eu resolvi esperar um pouco de depois fui atrás,iria vigia-la.”

Giselda abre a porta do quarto de Regina que o admira.

—É um belo quarto!

Regina diz.

Robin deixa as malas em um canto e se retira.

—É mesmo, eu ainda estou tentando me acostumar com todo o luxo dessa casa! Mas se você que convive em meio a tudo isso está surpresa...

Regina sorri adorava a sinceridade de Giselda.

—E Elizabeth?

Regina pergunta.

—Ela está dormindo no meu quarto. Quer que eu vá busca-la?

—Não. Não precisa obrigado. Mais tarde eu a vejo.

—Tudo bem,vou deixa-la descansar um pouco.

Duas horas se passaram desde que Regina chegara a mansão Lockesley. Giselda havia acabado de chama-la para o jantar,porém a mesma recusou afirmando estar indisposta...

Mas na verdade,não queria cruzar com Robin.

Ainda mais era uma estranha para todos... No dia seguinte pegaria Elizabeth e ambas iriam embora.

Enquanto isso na sala de jantar...

Roland estava inquieto,não parava de olhar para a escada. Torcia para que Regina mudasse de ideia e descesse para jantar com eles.

—Indisposta? Ela disse que está indisposta? Devemos leva-la ao hospital?

Robin questionava.

—Calma Robin,ela precisa somente de uma boa noite de sono, e descanso...

—Tem certeza tia?

—Claro querido!

—E...E...Ela disse se pretende ficar?

Robin pergunta.

—Não conversamos sobre isso ainda.

—Mas papa,você não disse que ela iria morar aqui?

Roland pergunta de boca cheia.

—Sim filho... Era o que eu achava. Será que a senhora não podia conversar com ela e tentar convence-la a ficar? Eu vi que vocês são próximas.

—Vou tentar...Mas Regina é um pouco,um pouco...

—Teimosa!

Robin completou.

Logo após o jantar Giselda e Robin prepararam uma bandeja com o jantar para que Regina não dormisse sem comer.

Regina retirava de sua mala sua camisola.

—Regina posso entrar?

Giselda perguntou.

—Entre.

Ao vê-la carregando uma bandeja Regina disse:

—Não precisava se incomodar.

—Robin fez questão que eu trouxesse.

Regina suspira.

Giselda solta a bandeja em cima do bidê,senta na cama e faz um gesto para que Regina fizesse o mesmo.

—Querida eu sei que você e o meu sobrinho não mantém um bom relacionamento... Mas agora terão que manter contato,afinal você está carregando a filha dele em seu ventre. Eu não peço para você ser amiga dele,mas eu acho que será melhor você ficar por aqui...

—Tenho certeza que foi ele que pediu para a senhora vir falar comigo.

—Robin tem muita preocupação por que a gravidez de Marian foi muito complicada, e tanto ela quanto Roland quase não resistiram. Eu sei o quanto ele sofreu... Ele tem medo que o mesmo possa acontecer com você ou o bebê...

—Somente o bebê. Ele teme pelo bebê! Seu sobrinho me detesta e deve ser de grande esforço que me trouxe para cá...

—Regina você e o Robin tem visões erradas um sob o outro. Permita-se ficar aqui por um tempo. A sua casa ficará pronta em quanto tempo?

—Cinco semanas.

—Então cinco semanas passam rápido... Fique você precisa descansar, e aqui é perfeito! Sei que você não quer decepcionar sua irmã,você quer o melhor para esse bebê tanto quanto ele... E o melhor para o bebê no momento é que fique aqui.

Regina fica um pouco pensativa, e responde:

—Tudo bem eu fico,mas se acontecer alguma coisa eu vou embora... E não quero que ele se intrometa na minha vida particular... Qualquer seja o aspecto.

Giselda sorri e pega a mão de Regina.

—Fizeste a escolha certa! Cinco semanas é o que ambos precisam,nada mais... Somente cinco semanas.

Notas finais
E aí o que acharam?