Em busca de um anjo caído
16 Cpítulo 15
Notas iniciais
Desculpem a demora, volteeeeeeeeeei. E trouxe comigo o maravilhoso Cameron Briel
— Não sei não, esse plano tá muito fraco pra eu me sentir segura. E por quê eu ajudaria um desconhecido? Estão abusando demais da minha nobreza.- Ariane discutia com Roland no jardim do campus.
— Mas eu estou bem curioso com tudo isso. Um poder perdido do qual nem nós temos conhecimento... — E porque acha que não temos? Porque não é pra ser usado, no mínimo deve ser um poder apocalíptico que coloca em risco a humanidade e blá blá blá. — Quanto drama, além do mais o que custa... Mas o que diabos?!! Ariane seguiu o olhar de Roland e deparou-se com uma imagem inesperada. Um rapaz totalmente vestido de preto, seus cabelos estavam na altura do queixo e voavam em seu rosto enquanto ele caminhava até eles. — Cameron Briel!- cuspiu Ariane cruzando os braços. — Olá. Como vocês estão? -Nem se dê ao trabalho de fingir casualidade, o que te trás aqui? — O mesmo motivo pelo qual vocês nunca saíram daqui. Lucinda e Daniel. — Ah não me diga. — Tá, só a Lucinda. Estou preocupado, ouvi rumores, e não consegui ficar longe. — Ah é? Que rumores? — Do tipo que vai destruir a vida deles. — baixou a cabeça. — Eu sinto saudade daquele tempo. — Em que você infernizava todo mundo? — Eu ajudei não foi? Foi difícil seguir sem vocês, eu não consegui. — Não é mais como naquele tempo Cam. — Eu sei, e é isso que quero garantir, que Luci não volte aquele tormento, ela não precisa disso. — Sei. Me deixem ajudar. — Não confiamos em você senhor "minha escolha final é sempre o mal", principalmente com Lúcifer rondando por aqui. — Espere aí, Lúcifer??? Não pode ser! Isso é mais um motivo pra eu ficar, vão precisar de toda ajuda possível. Patch chega interrompendo a conversa. — Precisamos de vocês dois agora. – Olhou de forma analítica pra Cam, franziu os olhos. — Deixa eu adivinhar, rosto inexpressivo, olhar de cafajeste, gótico, também é um anjo né? — Exatamente. — Sou Patch. — Cam. — Se veio pra nos ajudar seja bem vindo, precisamos mesmo. — Não acho que seja uma boa ideia Patch. – Rolland disse. — Quer saber o que não é uma boa ideia? Essa situação toda, um poder oculto, anjos que não são mais anjos, imortais que também são humanos, tudo isso é péssimo, mas precisamos saber, antes que outros o façam. — Ele não é confiável. — Eu também não sou. Agora vamos. Ariane realmente esperou aquele sorrisinho vitorioso do Cam, mas este não veio, ele seguiu Patch em silêncio. — O que há com ele?
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